Um vereador de Barro Preto é procurado pela polícia por ter atropelado uma criança de seis anos e omitido socorro. O acidente ocorreu por volta das 10h30min, no quilômetro 35 da BR-415, trecho Itabuna-Ibicaraí, em frente ao parque de exposições Antônio Setenta.
Adriele Carvalho de Souza foi encaminhada para o Hospital Manoel Novaes, em Itabuna, com suspeita de traumatismo craniano. Ela ainda iria passar por exames em um hospital de Ilhéus para confirmação ou não do diagnóstico feito pela médica Maria do Socorro Rodrigues.
O carro Fiat Pálio, placa MQU-1549, seguia no sentido Itabuna-Ibicaraí quando atropelou a criança. O vereador ainda não foi identificado, mas testemunhas fizeram a descrição dele. O político suspendeu os vidros do carro e fugiu do local. Depois, uma pessoa ligada ao atropelador, ligou para a polícia tentando justificar a omissão de socorro. Três pessoas estavam no veículo, conforme testemunhas.
A Polícia Rodoviária Estadual encontro no Fiat Pálio uma bolsa com documentos e vários cartões de crédito ainda lacrados e bloqueados. Dentre os documentos, também foi encontrada uma carteira de parlamentar e de motorista, categoria A, em nome do ex-prefeito e ex-vereador José Hélio dos Santos.
A polícia checou a situação do carro e, também, de José Hélio, contra quem foi identificado um mandado de prisão, informa o repórter Costa Filho, da rádio Jornal. As investigações iniciais apontam que o veículo do acidente pertence ao vereador barro-pretense Gideon Ribeiro (PV). A polícia trabalha para saber se era ele mesmo quem estava ao volante.
Desvendado o misterioso sumiço dos portões da Uesc, ocorrido na quinta-feira (7).
A Justiça soltou uma mulher acusada de roubar suplemento alimentar numa farmácia no centro de Ilhéus. Maria Solange Oliveira da Silva afirma que roubou o produto porque não tinha os R$ 50,00 do medicamento para uso próprio. O suplemento teria sido receitado após consulta médica. Ela diz ter problema de calcificação óssea.
Ela foi presa por uma guarnição da PM, na última segunda (4), e somente foi liberada na sexta-feira (8). A juíza da 1ª Vara Crime de Ilhéus, Jeine Vieira Guimarães, garantiu a liberdade da mulher. A marisqueira enfrenta problema de calcificação óssea e sustenta seis filhos, sendo um deles pessoa com deficiência.
Funcionários da farmácia afirmaram à polícia que Maria Solange e mais um jovem teriam roubado vários medicamentos. O delegado Fábio Simões afirma que não se tratava de xarope, mas suplemento alimentar usado para reforço muscular.
A advogada Lucinéa Cerqueira assumiu a defesa da mulher ao ler o caso da vítima na internet (confira AQUI). “Ela chorava o tempo todo e percebi que se tratava de pessoa extremamente necessitada, só sabia assinar o nome”, disse a advogada ao PIMENTA. Maria Solange reside às margens da rodovia Ilhéus-Itabuna, em Ilhéus, na beira do Rio Cachoeira, de onde tira o sustento da família.

Repórter experimentado, mais de 20 anos de estrada, se dirige a um dos candidatos revoltados com a desorganização e falta de informação do concurso. Pede uma entrevista. O homem vira, de imediato. Sem se importar com os concorrentes, ar sério, solta:
– Vai pagar quanto de comissão?
O repórter capta o espírito da (ou do) coisa, e responde:
– Rapaz, tomara que você não faça o concurso. E, se fizer, que perca. A sociedade vai ficar mais tranquila.

O rebaixado Colo-Colo despediu-se do Campeonato Baiano 2011 com vitória e confusão no estádio Mário Pessoa, há pouco. O Tigre Ilheense bateu o Ipitanga, por 1 a 0, em um estádio vazio. O gol da equipe foi marcado por Felipe Daltro, ainda no primeiro tempo. Já em Feira de Santana, o Flu empatou com o Juazeiro em 1 a 1. Colo-Colo e Juá caíram para a Segundona.
A confusão no estádio Mário Pessoa aconteceu no final da partida. Jogadores do Ipitanga e o massagista Carlos Henrique, do Colo-Colo, entraram em confronto. Foi necessário a intervenção da polícia militar. O jogador Flávio, do Ipitanga, foi assistido por médicos após ser atingido por golpes de cassetetes desferidos por policiais.
O presidente do Ipitanga, Renato Brás, disse que tomará providências e denunciará os policiais. Ele disse que a polícia deveria prender não jogadores, mas a equipe de arbitragem. A equipe do Ipitanga foi favorecida pelo empate entre Juazeiro e Flu de Feira e, assim, permanece na primeira divisão.

Os produtores de shows em Itabuna entraram em alerta com o derrame de ingressos falsos na cidade. Somente em um show realizado na boate Bunker, na última sexta (8), a bilheteria contou mais de 400 ingressos falsificados.
A polícia prendeu pelo menos um cambista envolvido com o esquema. Conhecido como Milton do Passe ou “Venha”, o cambista foi preso em flagrante com ingressos falsos na porta da boate. O prejuízo dos produtores com os ingressos falsos ultrapassa R$ 12 mil.
Os promotores de shows já falam em apertar o cerco para evitar maiores prejuízos. O alerta é para que o público somente compre ingressos em pontos autorizados. A qualquer show, estes pontos serão informados previamente. O esforço agora é para saber onde funciona a indústria da falsificação dos ingressos na cidade.
O Colo-Colo se despede da primeira divisão do Campeonato Baiano neste domingo (10) em partida contra o Ipitanga, no estádio Mário Pessoa. A partida está marcada para as 16h. O clube é o último colocado do Torneio da Morte, quadrangular que reúne os piores times dos grupos 1 e 2 da fase de classificação do campeonato deste ano.
Agora, falta apenas a definição de quem acompanhará o Tigre Ilheense na queda para a Segundona, se Ipitanga ou Juazeiro. O Fluminense de Feira, com 10 pontos, já está matematicamente garantido na primeira divisão. O Colo-Colo conseguiu ganhar apenas uma das cinco partidas disputadas até aqui no Torneio da Morte.
Abaixo, duas charges animadas feitas pela fera ilheense Tiago Hoisel, lembrada por Risomar Lima. Era uma homenagem ao Colo-Colo, quando o Tigre Ilheense bateu o Vitória em pleno Barradão, em Salvador, e levou o primeiro turno e o título do Baianão 2006. Leitores do PIMENTA, é de arrepiar ver as imagens-conquistas do passado e constatar o presente não só do futebol da Terra de Gabriela, mas do sul da Bahia. Confira.
Desorganização. Revolta. Sentimento de abandono. Neste domingo (10), pela manhã, muitos candidatos chegaram ao local de provas do concurso público da Prefeitura de Ilhéus, sem que tivessem a exata noção do que estava acontecendo. As escolas estavam vazias. Os portões, fechados. Não havia, sequer, um funcionário da empresa ou da Prefeitura para informar os motivos.
Suspenso ontem à tarde depois que a Polícia Federal encontrou em mãos de um funcionário da empresa realizadora, gabaritos e provas que seriam aplicadas no dia seguinte (confira aqui), o concurso foi, pela quarta vez, transferido, agora para 8 de maio. Mas muitos candidatos de outras cidades e até de Salvador já estavam a caminho de Ilhéus e só ficaram sabendo minutos antes do horário previsto para as provas que o concurso havia sido transferido mais uma vez.
Carlos Salatiel Mascarenhas, saiu sábado (09) à noite de Feira de Santana. “Olhei o site da empresa por volta das 23 horas e não havia absolutamente nenhuma informação a respeito do cancelamento”, garante. Ele disse que no cancelamento anterior ele chegou a ligar para a empresa SR para perguntar o que havia acontecido. “Eles me atenderam e me disseram um monte de desaforo e me mandaram ler a errata do edital. Cheguei a pedir desculpas pelo telefone”. Salatiel disse que fez um esforço enorme para estar em Ilhéus neste domingo. “Não voltarei mais”, afirmou.

Matam em nome do amor, matam em nome da revolta, matam em nome de uma religião. A verdade é que as pessoas andam matando e morrendo em nome de muita coisa, carentes de fé em Deus e de atenção.
Era para ser mais uma quinta-feira normal de aula, mas não foi. Provavelmente, alguns alunos despertaram com uma enorme expectativa para começar o dia. Os mais preguiçosos tiraram uma sonequinha a mais e chegaram atrasados. Os mais pontuais estavam na porta antes mesmo dos portões se abrirem. Quem trabalha ou convive com adolescente sabe que o mundo deles gira muito mais ao redor da escola que da própria casa.
É ali que conversam, brincam, paqueram, se descobrem e descobrem que a vida é muito mais que os sonhos que seus pais sonharam para eles. É ali, na sala de aula, nos pátios e nos corredores, que tudo acontece: amores avassaladores, paqueras desastrosas, conversas proibidas, amizades efêmeras e duradouras. Tudo de bom e de ruim, a depender da ótica de quem observa. E de quem vive.
Um rapaz entrou na escola fortemente armado e disparou tiros contra crianças e adolescentes indefesos. E um em especial, de porte da sua inocência e bondade, mesmo ferido, saiu em busca de socorro. Pediu que policiais fizessem alguma coisa pelos demais, sem ao menos ter a certeza de que sairia vivo daquela tragédia. Graças a Deus, teve seu pedido atendido. Que sorte a dele, encontrar policiais fazendo uma blitz ali perto, hein?!
Esse não é mais um caso de insegurança pública. No meu humilde ponto de vista, não é. Acho que esse é mais um caso de insanidade mental. Porque um ser humano que trama um massacre contra quem quer que seja, não pode ser ou estar normal. E o que me preocupa, senhores leitores, é que ele não é o único.
Estamos adoecendo da mente com facilidade. O índice de pessoas com depressão só aumenta e muitas famílias ainda preferem esconder. Matam em nome do amor, matam em nome da revolta, matam em nome de uma religião. A verdade é que as pessoas andam matando e morrendo em nome de muita coisa, carentes de fé em Deus e de atenção. E essa falta de atenção a que me refiro é falta de observação diária daqueles que estão ao redor.
Loucura é doença, e não motivo de riso. Observe o comportamento dos seus, analise as atitudes, converse e peça ajuda quando achar que algo está saindo dos trilhos. Não tenha vergonha de ter uma pessoa da sua família ou do seu círculo de amizades precisando de cuidados especiais. Quem ama de verdade cuida, se preocupa, tenta resolver. É melhor abraçar um tratamento psiquiátrico de alguém que amamos, com a cabeça erguida, que abraçar um caixão de alguém que amamos, com vergonha…
Manuela Berbert é jornalista e colunista da revista Contudo.
Do Estadão
Bossa-novista, roqueiro, crooner sinatriano, romântico, ativista ambiental, bolerista, baladeiro, trilheiro de motéis, sertanejo, funky, soulman. Em 51 anos de carreira, é um leque de amplidão admirável, incomparável no songbook de qualquer artista vivo.
Em sua figura, fundem-se Beatles e João Gilberto, o carola e o conquistador, o amante dos carangos envenenados e o inimigo dos hábitos perigosos. É o santo e o herege, o revolucionário e o conservador. Maior ídolo popular do País, Roberto Carlos completa 70 anos no próximo dia 19 – e não poderia ser de outra forma: nesse dia, apaga as velas do seu bolo no palco do Ginásio Álvares Cabral, em Vitória (ES), às 21h30. Ingressos custam de R$100 a R$ 320 e é show beneficente.
Há 45 anos, quando de sua assunção como ídolo do emergente iê-iê-iê, o chamavam de Rei da Juventude. Hoje, ficou apenas o título nobiliárquico, “Rei”, porque a idade de suas plateias se tornou elástica – pode-se encontrar gente de 8 a 80 anos cantando suas canções nos shows.
“Eu não sei ser Rei, só sei cantar”, diz o artista. Serão 70 anos de idade e 56 anos de gravações – a primeira vez que sua voz foi captada foi em 1955, num registro feito pelo radialista Genaro Ribeiro em discos de alumínio para gravações experimentais.
Roberto está longe de se comportar como um ídolo no crepúsculo. “Não penso em aposentadoria, vou continuar trabalhando, vou continuar cantando”, disse no Rio, em dezembro. “Ainda quero realizar muito mais, principalmente no tema do amor.”
Enredos de concursos em Caravelas e Ilhéus
são parecidos. MP exigiu anulação
A S&R Concursos e Pesquisas não enfrenta problemas apenas no concurso público em Ilhéus, onde o Ministério Público estadual detectou falhas no sistema de segurança e aplicação das provas e a Polícia Federal prendeu dois funcionários da empresa por fraudes (confira AQUI e AQUI). Problema semelhante foi registrado em Caravelas, também no sul da Bahia, e a prefeitura teve de anular o concurso, em 2010.
O mesmo golpe de funcionários da empresa no certame de Caravelas seria aplicado em Ilhéus: candidatos do esquema teriam a pontuação alterada para que ficassem entre os primeiros dos cargos que disputavam.
Essa estratégia não vingou em Ilhéus porque o Ministério Público, por meio da promotora Karina Cherubini, recebeu denúncia sobre a alteração das notas. Imediatamente, exigiu da S&R que aumentasse o rigor para garantir o sigilo e a segurança na aplicação das provas. Aí, restou vazar – mediante pagamento – os gabaritos e conteúdos das provas. A Polícia Federal frustrou essa tentativa.
PONTUAÇÃO “TURBINADA”
Agora, compare o enredo dos dois concursos: no município do extremo-sul baiano, promotores públicos detectaram irregularidades nas notas finais da filha e de um sobrinho do prefeito Luiz Alvim Delgado, o Loló (PP).
De acordo com o MP, Kellen Delgado fez 82 pontos na prova, mas o resultado final foi alterado para nota 86, deixando-a em quinto lugar na disputa pelo cargo de enfermeira.
O sobrinho do prefeito Loló, Reginaldo Boroto Delgado, disputou vaga de fiscal tributário e teve sua nota alterada de 54 para 66 pontos. A “turbinada” na pontuação deixou o sobrinho do prefeito em quarto lugar na disputa por vaga.
O concurso visava preencher 172 vagas na prefeitura e já havia sido suspenso anteriormente. Ainda na investigação da promotoria em Caravelas, descobriu-se fraude entre a nota divulgada no site da SR Concursos e o número de acertos de aproximadamente 40 candidatos. Estes seriam os “protegidos”. O prefeito acabou assinando um termo de ajustamento com o MP, cancelando o concurso e lançando novo edital.
VAZAMENTO DE GABARITO
Agora, outro ponto onde os casos de Caravelas e Ilhéus convergem: além do esquema para “turbinar” a pontuação dos candidatos quando na leitura dos cartões de resposta, o Ministério Público enxergou indícios de que candidatos do concurso realizado em Caravelas receberam o gabarito da prova antes da sua aplicação.
Em Caravelas, não apenas as provas como também o concurso foi anulado. A prefeitura teve de lançar novo edital e aplicou o exame no final de março deste ano, ainda sob grande desconfiança dos candidatos, após três cancelamentos por fraudes e irregularidades.
Tudo isso junto, ajuda a entender o estrago na imagem da S&R e porque o seu dono chorou copiosamente na Polícia Federal em Ilhéus, ontem. No mínimo, trabalhava com funcionários “espertos”. Vinícius Oliveira, empregado preso em flagrante ontem, em Ilhéus, disse que estava em situação financeira ruim, assim como a S&R.
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CONCURSO DA PREFEITURA DE ILHÉUS É CANCELADO
SHERLOCK HOLMES, BEATLES E JESUS CRISTO

A FAMOSA FRASE QUE DOYLE NUNCA ESCREVEU

DE GAULLE, MAU HUMOR, QUEIJOS E VINHOS

A FRASE SERVIU PARA CRITICAR A DITADURA
O Brasil adotou o lema na ditadura militar, e ainda o conserva. De acordo com Mme. Melsan, isto “foi importante por ajudar na crítica ao sistema”, e a expressão “poderia ser de De Gaulle ou de outro europeu qualquer, devido à visão que se tinha do Brasil, como país do carnaval e do samba”. Certa vez, o presidente Chirac abriu uma coletiva com jornalistas brasileiros, brincando: “O Brasil é um país sério”. E é, diz La Melsan, mas “o problema é fazer os brasileiros acreditarem nisso”. De De Gaulle, prefiro outra frase: “Como se pode governar um país que tem 246 espécies de queijo?” Ele se esqueceu das centenas de tipos de vinho.ESTRANHAS OPINIÕES A QUE TEMOS DIREITO
Uma espécie de enquete na tevê, quando um casal quase troca tapas, na dúvida sobre quem deveria sair do BBB, me desperta para os estranhos critérios que as pessoas usam para julgar o mundo. Perguntaram a Rubem Braga se ele acreditava em disco voador: “Não”, disse prontamente o cronista. “Por que não?” – insistiu a repórter. “Porque até hoje só vi dois”. Tenho um amigo que questiona as pesquisas em geral e as do Ibope em particular, dizendo que elas são “armadas”, sem exceção. E tem o que considera uma justificativa irretocável: “Eu nunca fui entrevistado”.DO BBB AO ASSASSINATO DE ODETE ROITMAN

CANDIDATO AO APEDREJAMENTO “CULTURAL”
Nada contra a bonita repórter regional, mas é que temi, devido à moda em vigor, que ela me perguntasse quem matou Odete Roitman. Se milhões de pessoas assistiram à novela (é o que dizia o Ibope!), se o País inteiro parou para descobrir quem matara dona Odete, minha ignorância do tema era totalmente inadmissível, ofensiva à cultura nacional, talvez uma forma de esnobismo. Dar minha (falta de) opinião seria me oferecer ao apedrejamento “cultural” ou à exibição em feira, como um ET senil. Acho que fiz bem em fugir. E, pasmem, até hoje não sei (nem quero saber!) quem matou Odete Roitman.EMBELEZAR O TEXTO NÃO É FAVOR, É DEVER
Por certo, revelar algum deslumbramento com o ”falar bonito” (referimo-nos, especificamente, a Gilberto Gil) não será do agrado de ponderável corrente de linguistas. Esta, em defesa de uma suposta clareza da comunicação, defende como fundamental apenas que a mensagem saída do emissor seja entendida pelo receptor. É a valorização única do conteúdo, em detrimento da forma – ou, num jeito muito surrado de simplificar, “se você entendeu, está certo”. No meu modesto modo de ver, embelezar o texto não é favor, mas dever de quem utiliza a chamada linguagem culta, pois beleza é qualidade de estilo, definida nos manuais: conteúdo é preciso, beleza também é preciso.A IMAGEM QUE VALE MIL PALAVRAS: BOBAGEM

TEXTO AGONIZANTE, SUFOCADO EM PURPURINA

Clique e veja/ouça Gil “falando bonito” de Vinícius de Morais.
(O.C.)

O empresário Adriano Rodrigues, dono de uma rede de hotéis e da cabana Tôa-Toa, em Porto Seguro (BA), foi uma das vítimas de um acidente aéreo ocorrido neste final de semana na região do Guarujá (SP).
O helicóptero em que estava caiu numa mata fechada no litoral paulista. A aeronave havia sumido desde a sexta-feira (8), quando o piloto fez último contato, e foi encontrada neste sábado.
Além de Rodrigues, também morreu no acidente o piloto Marcelo Reboredo. O helicóptero caiu depois de sair do Guarujá com destino ao Campo de Marte, na capital paulista. A queda ocorreu na Serra do Mar.
O empresário morto era também o responsável pelo receptivo e expansão da CVC na Costa do Descobrimento e das Baleias, no extremo-sul da Bahia. Para a Força Aérea Brasileira (FAB), o mau tempo deve ter provocado a queda da aeronave. Um inquérito será instaurado para apurar as causas do acidente.



























