Um cavalo da raça Mangalarga Marchador, de pelagem Baia (Lubuna/Ferreira) desapareceu na noite de sábado (dia 9) em Canavieiras, após participação numa cavalgada no município.
O cavalo pertence a Delano Fontes e desapareceu ao ser abrigado na área externa de hotel em Canavieiras e enquanto o proprietário participava de uma confraternização.
Quem tiver informações que ajudem a localizar o Mangalarga será gratificado (clique na foto para vê-la ampliada). Os contatos podem ser mantidos pelo (73) 9963-3357 / 8817-5494 / (73) 3211-6705.
O Bahia tinha a torcida a favor, mas o resultado no estádio de Pituaçu foi o mesmo de praticamente todos os jogos em Salvador: empate. O tricolor encerrou o primeiro tempo atrás do placar contra o Botafogo. Elkeson, ex-Vitória, fez o gol alvinegro. O Bahia, sem Jobson, obteve empate no segundo tempo em lance arrematado por Fahel, ex-Botafogo.
O empate foi ruim para o tricolor baiano. A equipe caiu uma posição e agora está em 14º. O Botafogo pulou para a quarta colocação. O líder é o Corinthians, com 22 pontos, seguido pelo Flamengo (19). O Bahia volta a jogar no próximo domingo (17) contra o Cruzeiro, em Sete Lagoas (MG) e, no mesmo dia, o Fogão enfrenta o Corinthians, no Rio de Janeiro.
GRAMÁTICA NÃO É INSTRUMENTO DE JUSTIÇA
Declarou-se no Brasil uma guerra injusta contra o adjetivo (dirão que as guerras são assim mesmo e que o espaço da justiça não é a gramática, mas o tribunal): uns o execram sem qualquer vezo de compaixão, reduzindo a zero sua presença no texto; outros o aspergem na página, atrelando-o a substantivos suspeitos. Talvez seja possível encontrar-lhe o meio termo, que é o uso quando necessário. Graciliano, o mais “descarnado” dos escritores brasileiros, pasmem os matadores de adjetivos, usava esse penduricalho em lugar certo e momento aprazado. Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes, diz ele, abrindo magistralmente Vidas secas (citado em coluna anterior). Na mesma frase, dois adjetivos necessários e certeiros.ESTILO QUE DEIXA AS CARÊNCIAS À MOSTRA

A BOA LINGUAGEM EXIGE COR, RITMO E SOM
Ensinam os mestres da estilística esquecida que “escrever bem” inclui preocupações que ultrapassam o saber primário da gramática: pensar em ritmo, sonoridade, criatividade, não temer a palavra desusada, correr do pedantismo e do lugar comum. Le mot juste (o termo que não só define o pensamento como o emoldura com cores e sons) há de ser buscado, e essa busca às vezes é penosa. A tarefa de escrever, para quem o faz com responsabilidade, é estafante. O texto é areia movediça, terreno cheio de armadilhas, há o autor de locomover-se com cuidado, velho marinheiro conduzindo o barco em noite de temporal. Mas é trabalho compensador. Imagino até que o prazer, mais do que a obrigação de escrever, seja o dínamo do profissional dessa atividade.EDITORIAL É TEXTO DE PALETO E GRAVATA
Só para quem é de outro ramo, que não jornalismo: o editorial é o espaço mais nobre do veículo. É texto analítico, opinativo, afirmativo, que representa o ponto de vista da empresa, em geral sobre notícia do momento. Faz-se editorial, por exemplo, a respeito do Porto Sul ou da ponte Ilhéus-Pontal, nunca sobre as capitanias hereditárias ou as pirâmides do Egito. Diz-se nas redações que o editorial (também chamado “artigo de fundo” e – quando muito pequeno – “suelto”) é o texto de paletó e gravata, grave, circunspecto e, obviamente, lavrado em linguagem formal. Não é à toa que os veículos escolhem para fazê-lo, via de regra, um jornalista de cabelos brancos.NÃO SOU LINGUISTA, SOU APENAS LEITOR
Daí o espanto ao ler um jornal de Ilhéus e tropeçar, no seu espaço mais nobre, com uma linguagem absolutamente fora do lugar. O título, Informações vaciladas, é algo inesperado, exigindo esforço para saber o que o autor pretende dizer. Vacilar, todos sabem, é hesitar, cambalear, tremer, estar incerto, irresoluto etc. Logo, uma informação “vacilada” é uma invenção carente de sentido. Concedamos que “vacilante” seria bem aceita no texto – mas que “vacilada” é uma ousadia gramatical que só a corrente linguista excessivamente bem humorada acataria. Não sou linguista, mas leitor de jornais, e meu bom humor, graças ao bom Deus, está esgotado para esse tipo de coisa.LEITURA PARA SABER COMO NÃO ESCREVER

“PAU DE ARARA”: DA TRAGÉDIA À COMÉDIA
A vida dura de um retirante nordestino visto em Copacabana inspirou Vinícius de Morais a fazer (com Carlos Lyra) Pau de arara, na linha da música engagée, em moda naqueles anos sessenta. Mas a canção, na voz de Ary Toledo, ganhou vida própria, e o que tinha ares trágicos transformou-se em comédia: era de fazer chorar, arrancou risos da plateia. Não sei se a mensagem política – com crítica às desigualdades sociais, em particular no caso do Nordeste – perdeu força. O fato é que Pau de arara foi o momento que consolidou a carreira de Ary Toledo, um artista que ainda não havia encontrado o caminho a seguir.RISADAS “ESTRIPITOSAS” DE ELIS REGINA
Na peça Pobre menina rica (texto de Vinícius e música de Carlinhos Lyra), Ary pediu aos dois que o deixassem cantar Pau de arara “ao seu estilo”, no que foi atendido, e não deu outra: o público caiu na risada. Lançada num compacto simples, a saga do “paraíba” não alcançou grande êxito, até que Ary fez uma gravação ao vivo no Teatro Record (programa “O Fino da bossa”), arrancando gargalhadas estrepitosas do público e da apresentadora, chamada Elis Regina. Era 1965. Vinícius e Elis aconselharam o jovem Ary Toledo (nascido em Martinópolis-SP/1937) a seguir a carreira de humorista, no que foram atendidos.NÃO HÁ LUGAR MELHOR DO QUE NOSSA CASA
A canção desfia as desventuras do pobre homem, a comer em praça pública, mediante pagamento vil, lâminas de barbear e cacos de vidro. A canção do retirante, portanto, não era engraçada, mas trágica, denunciadora do modo de vida que se impõe ao povo, o acúmulo de riquezas tantas para uns poucos e da miséria para milhões. Após desfilar seu rosário de sofrimentos e humilhações, o personagem conclui ser mais sensato retornar à terrinha: “Vou-me embora pro meu Ceará/ porque lá tenho um nome/ e aqui não sou nada, sou só Zé Com Fome/ sou só pau de arara/ Não sei nem cantá”. Não existe lugar como nossa casa.O.C.
A EPTV, afiliada da Globo, pode comprar 30% de participação no grupo Rede Bahia, da família do falecido Antônio Carlos Magalhães. As negociações estão no início, segundo o empresário ACM Júnior. A compra dependeria apenas da Rede Bahia solucionar pendenga judicial com o sócio César Matta Pires, dono da OAS, ex-genro de ACM e detentor de quase um terço de participação no grupo. Informações da coluna Tempo Presente, assinada pelo jornalista Levi Vasconcelos/A Tarde.
Há mais de seis anos Itabuna é apontada sempre entre as cidades mais violentas do Brasil. A edição deste final de semana d´A Região fez um levantamento da carnificina na cidade dona do maior PIB do sul da Bahia: nos últimos quatro anos e meio, Itabuna registrou 633 mortes, 69 delas registradas entre janeiro e 8 de julho deste ano.
A publicação cita que o período mais violento foi o ano de 2009, quando foram ceifadas 161 vidas. Um alento é que, como já informamos aqui na quarta-feira (6), os números decaíram com a intensificação de operações policiais e a chegada do program Ronda no Bairro, a partir do segundo semestre do ano passado (confira aqui).
O programa, no entanto, ainda é considerado piloto e cobre apenas 18 bairros situados à margem direita do Rio Cachoeira (região do São Caetano). Do outro lado do rio, ocorre a maioria dos assassinatos deste ano. É a região que deverá receber em 2012 a primeira Base Comunitária de Segurança, a versão baiana das UPPs cariocas. A base será construída no Monte Cristo.
A OAB Nacional divulgou na semana passada uma lista com o nome de 90 faculdades de Direito no Brasil que obtiveram aprovação zero no último exame de ordem unificado em 2010, realizado em dezembro. Dez das instituições listadas são baianas.
A Unime-Itabuna (ex-Facsul) foi a primeira a “gritar”. A coordenadora do curso, Fernanda Lima, disse que nenhum dos alunos estaria apto a realizar o exame em dezembro do ano passado, quando a primeira turma estava ainda no sétimo semestre. A OAB exige, no mínimo, que esteja no nono semestre (relembre aqui).
Já neste final de semana, o conselho federal da OAB emitiu declaração em que reconhece equívoco cometido contra a Maurício de Nassau, de Salvador. Assim como a Unime, a faculdade também não possuía turmas do 9º ou 10º semestres.

Criação de Romualdo Lisboa, encenada pelo Teatro Popular de Ilhéus, Teodorico é um tapa na cara da classe política, a vingança do povo ou a “desconstrução do marketing”, como diz o autor. A peça, indicada para dois prêmios Braskem, foi encenada no Rio de Janeiro e participou recentemente da 6ª Mostra Latino Americana de Teatro, em São Paulo. Sucesso de público e crítica, teve casa cheia todos os dias numa temporada de dois meses na capital paulista.
Sai o prefeito, entra o vice. Agora é a vez do Inspetor-Geral, que estreou em São Paulo e ainda terá uma temporada de dois meses por lá, antes de chegar a Ilhéus. Com sua linguagem universal, o Teatro Popular conquista outros palcos.
Leia abaixo os principais trechos do bate-papo do PIMENTA com o criador de Teodorico e do Inspetor :
PIMENTA – Como vocês chegaram à Mostra Latino-Americana?
Romualdo Lisboa – É a Cooperativa Paulista de Teatro que faz um levantamento das produções, sai para ver coisas. No nosso caso, eles sabiam que a gente já tinha feito temporada no Rio, Salvador e havíamos sido indicados para dois prêmios Braskem, o que despertou o interesse. O curioso é que durante a mostra, a crítica para a maioria dos espetáculos não foi boa. Eles contratam críticos de todos os países que participam e cada espetáculo é avaliado por dois deles. No começo, as análises estavam muito ruins, o que deixou os organizadores preocupados.
PIMENTA – Até Teodorico entrar em cena…
RL – Aconteceu que alguns espetáculos, antes do fim da semana, começaram a ganhar uma crítica bacana. Os da Colômbia e da Argentina, por exemplo, ajudaram a melhorar a crítica. O nosso espetáculo estava programado para o final e a opinião dos críticos foi muito boa. O resultado foi que Teodorico acabou fazendo a primeira temporada longa naquele teatro do Sesi e iniciou um projeto de vincular mais a comunidade da zona leste de São Paulo àquele espaço cultural.
PIMENTA – Eles já conheciam a experiência do Teatro Popular em Ilhéus?
RL – Eles conhecem a nossa identidade aqui na região, sabem como nós tornamos a Casa dos Artistas mais próxima da comunidade, como a gente vai para os bairros, os distritos. Essa política do grupo lhes interessou para aquele espaço. Estrategicamente foi bacana, porque a gente lotou sempre. Os ingressos eram reservados para três, quatro semanas. Estreamos no dia 13 de maio e ficamos até 2 de julho, realizando nesse período 32 apresentações.
Tinha gente que chegava e dizia: ‘vocês estão falando de Campinas? Porque tá acontecendo isso lá em Campinas’.
PIMENTA – Isso significa que o público paulista entendeu perfeitamente a mensagem de Teodorico…
RL – Isso foi muito legal. Tinha gente que chegava e dizia: “vocês estão falando de Campinas? Porque tá acontecendo isso lá em Campinas”. Ou seja, a história não é só de Ilhéus, ela é universal.
PIMENTA – Vocês tinham ideia da dimensão que a peça tomaria quando começaram a encená-la na rua e até em frente à Prefeitura de Ilhéus (no período de crise política que levou à cassação do então prefeito Valderico Reis)?
RL – Não tínhamos a menor ideia. Teodorico eu escrevi com raiva e aquilo me deixou muito mal no começo. Houve uma cobrança das pessoas, que chegavam ali da janela (da Casa dos Artistas) e gritavam : “e aí, vocês não vão fazer nada não, é?”. Eram professores, gente da imprensa, que estavam indignados com aquela sequência de escândalos.
PIMENTA – Você conseguiu transformar essa raiva em um negócio engraçado.
RL – É, à medida que ia escrevendo, eu perdi a raiva e o negócio começou a ficar tão engraçado que a gente decidiu fazer uma pesquisa sobre literatura de cordel. O texto de Teodorico foi todo escrito em cordel, em sextilhas. Foi muito divertido. Em vez da gente fazer uma coisa com raiva, agredindo de maneira panfletária, a gente fez uma brincadeira.
PIMENTA – Que é muito mais eficaz…
RL – Com certeza, o humor é muito mais poderoso. O então prefeito de Ilhéus me encontrou algumas vezes e virou a cara, gritou, me xingou, e eu me divertia demais com aquilo. Havia uma evento grande, nós íamos mesmo sem sermos convidados. Os personagens estavam lá na porta, tocando, cantando, e de repente o prefeito chegava e via, e se via, era um inferno. Chegou num nível de estresse dele com isso que o então presidente da Fundação Cultural, Arléo Barbosa, negou uma pauta pra gente no Teatro Municipal. Ele dizia que até liberava a pauta, desde que a gente não encenasse Teodorico. Dizia assim: “ah, vocês têm tantos espetáculos legais, façam os outros, esse não”. Arléo Barbosa é uma pessoa super gente fina, mas estava numa situação em que não tinha autonomia. Como a gente não aceitava deixar de encenar a peça, ele aconselhava: “então fale com o prefeito”. Eu fui falar e o prefeito me enxotou de lá. O segurança dele é que interveio para que ele não me batesse. No dia seguinte, a gente colocou em todos os jornais que o prefeito havia censurado Teodorico Majestade no teatro.
Um começa a entregar o outro, até que o prefeito toma uma decisão. Eu não sei se na vida real isso é possível, mas na nossa história acontece.
PIMENTA – Quanto tempo durou a censura?
RL – A notícia saiu no sábado e a CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas de Ilhéus) nos convidou para participar no mesmo dia de um almoço oferecido à imprensa. Eles pediram que levássemos algum espetáculo nosso e é claro que a gente levou Teodorico (risos). O prefeito estava lá e a gente encenou a peça diante dele. Naquele momento, meio na pressão, ele anunciou que o espetáculo poderia ser apresentado no teatro. Isso foi menos de 24 horas depois dele ter me enxotado da Prefeitura.
PIMENTA – E O Inspetor…?
RL – O Inspetor é a segunda parte de Teodorico. Sai o prefeito, entra o vice Gilton Munheca. Ele e a família estão numa situação muito bacana, vivendo dias muito felizes. A mulher vive na capital, só anda no luxo. Ele distribuindo uísque, fazendo festas. O irmão dele, Zé de Minga, é o responsável pelas festas. É uma orgia o tempo inteiro.
PIMENTA – Até que…
RL – Aí surge uma carta, avisando da chegada de um Inspetor-Geral, que viria em missão secreta para apurar todos os malfeitos. Então eles ficam alucinados: Gilton Munheca, Cacau das Treitas, Pai Didão, Jorge Paraíba e a mulher do prefeito, que na nossa história é a secretária de Educação. E um começa a entregar o outro, até que o prefeito toma uma decisão. Eu não sei se na vida real isso é possível, mas na nossa história acontece (risos). Ele toma a iniciativa de mandar arrumar a casa. Manda colocar funcionários para melhorar a limpeza das ruas, pintar meio-fio, consertar aqui e ali, trocar luz dos postes…
Nesse ínterim, surge a história de que tem uma pessoa estranha na única pensão da cidade. Aí eles entendem que só pode ser o inspetor geral e vão tentar comprar o cara. O prefeito leva o dito inspetor-geral pra casa, cada um leva um dinheirinho e o cara fica cheio de grana. No final das contas ele vai embora noivo da filha do prefeito, já perto do casamento, mas há uma série de outros fatos que complicam toda essa história.
PIMENTA – Na essência, o que tem de diferente nessa história em relação à de Teodorico?
RL – Diferentemente de Teodorico, O Inspetor-Geral… traz uma outra perspectiva desse universo. É quase um processo de expiação. A gente promove uma vingança no Teodorico, a gente se vinga dele e de todos os outros. E no Inspetor-Geral, a gente só constata esse tipo com quem a gente está lidando. Em seu discurso final, o prefeito diz assim: “Somos porcos miseráveis, grandes ratos abomináveis”. Ele e todos os demais acabam se enxergando como um mal para a sociedade.
PIMENTA – E o público acaba os enxergando como de fato são…
RL – A ideia é fazer a identificação dessa espécie de gente. É preciso que o público, quando vir na TV aquele discurso muito bem arrumado, ele enxergue as deformações daquele discurso. A gente faz a desconstrução do marketing, precisa fazer.
PIMENTA – Quando O Inspetor estreia em Ilhéus?
RL – Só depois que a gente encerrar o contrato com o Sesi de São Paulo, que inclui uma próxima temporada em outubro e novembro, no teatro da Vila das Mercês. É possível ainda uma temporada extra, de um mês, que pode ser em dezembro ou janeiro. Isso significa que provavelmente só em fevereiro a gente esteja aqui em Ilhéus com o espetáculo.
O centro de convenções de Ilhéus ficou lotado para o show da cantora Nana Caymmi nesta noite de sábado (9). Foram quase duas horas de show em que Nana interpretou sucessos consagrados, a exemplo de Resposta ao tempo, Não se esqueça de mim e Sem poupar coração, fechando o penúltimo dia do Festival do Chocolate da Bahia.
Ela ainda nem havia encerrado o show e ausentou-se do palco, tempo necessário para o público pedir bis. E ela voltou para despedir-se cantando mais duas canções, dentre elas Canção da partida (Minha jangada vai sair pro mar), do pai Dorival Caymmi. Abaixo, ouça Resposta ao tempo.
A Tarde
Levante a mão quem nunca desejou achar uma mina de ouro e ficar rico. Se o sonhoparece distante demais, trabalhar no setor da mineração é uma realidade cada vez mais próxima dos baianos.
Até 2015, o setor prevê a criação de pelo menos 6.480 vagas na operação de minas na Bahia, em dez empreendimentos que já estão em fase de implementação, de acordo com protocolos assinados com o governo do Estado.
São vagas para profissionais com ensinos Fundamental e Médio completos para os cargos de operadores de equipamentos, com salários que variam de R$ 1 mil a R$ 2 mil, além dos técnicos, com remuneração entre R$ 2 mil e R$ 4 mil. Para nível superior, a maior oferta é para engenheiros e geólogos, com rendimentos que ultrapassam R$ 7 mil.
Se levada em consideração a estatística do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), que prevê a criação de 13 empregos indiretos para cada direto, os números podem chegar a mais de 83 mil postos de trabalho no interior do Estado, em municípios como Jaguaquara, Urandi, Ilhéus, Caetité, Maracás e Santaluz, dentre outros.
Leia mais
O Brasil decepcionou mais uma vez na Copa América 2011. Desta vez, a Seleção Brasileira passou sufoco diante do Paraguai. A equipe verde-amarela abriu o placar aos 38 minutos do primeiro tempo, com Jadson, que chutou de fora da área para marcar.
Os paraguaios empataram aos nove minutos em chute rasteiro de Roque Santa Cruz. O selecionado da torcedora-musa Larissa Riquelme virou aos 21 minutos, com Valdez. Ele chutou para o gol, a bola rebateu e foi morrer no fundo da rede: 2 a 1.
Aos 44min, Fred recebeu enfiada de bola de Ganso e, da entrada da grande área, mandou para o fundo da rede do Paraguai. E empatou o jogo em 2 a 2. O time volta a jogar na próxima quarta (13) contra o Equador. A Seleção Brasileira ainda não venceu em solo argentino nesta Copa América 2011.
A Ação Fraternal de Itabuna e a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) uniram esforços para reabrir o Museu Amélia Amado, numa inciativa que também conta com a participação da FICC. O museu ficou fechado por muitos anos e será finalmente reaberto na próxima sexta-feira (15), às 18h, no colégio Ação Fraternal, na avenida Amélia Amado, centro.
A cantora Nana Caymmi é uma das atrações do Festival do Chocolate da Bahia, neste sábado (9), a partir das 21h, no centro de convenções de Ilhéus. O festival é organizado pela M21 Eventos e tem apoio do PIMENTA. O evento vai até amanhã e reúne mais de 50 expositores e também reserva espaço ao público infantil com o Planeta Chocolate. Confira um pouco de Nana Caymmi, aqui interpretando Não se esqueça de mim.
Confira programação do Festival do Chocolate
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) confirmou a identidade de três dos quatro mortos no acidente ocorrido às 10h30min deste sábado (9), no quilômetro 350 da BR-101, trecho Teolândia-Wenceslau Guimarães. O acidente foi provocado por uma carreta que invadiu a pista contrária em tentativa de ultrapassagem e colidiu frontalmente com ônibus da Viação Itapemirim (veja em post abaixo).
De acordo com a patrulheira Alessandra Bonfim, da PRF, o motorista da carreta chamava-se Mário Lúcio Nobre de Lima. Gerson dos Santos, de Itabuna, era o motorista do ônibus que seguia do Rio da Janeiro para Ipu (CE). A polícia confirmou também o nome de um dos passageiros mortos: Antônio Alves da Silva. A quarta vítima ainda não havia sido identificada. Mário Lúcio viajava sozinho na carreta. Passageiros gravemente feridos foram levados para hospitais mais próximos do acidente.
O PIMENTA confirmou com a assessoria da Viação Itapemirim em São Paulo, por telefone, que 43 pessoas estavam no ônibus com destino ao Ceará. 34 passageiros saíram ilesos do acidente, mas seis foram transferidos em estado grave para o Hospital Geral de Santo Antônio de Jesus. Entre os gravemente feridos está uma criança, de acordo com o assessor Delamar Cruz.
De acordo com a empresa, os passageiros liberados devem seguir viagem ainda nesta tarde. Um ônibus já foi providenciado pela empresa. Chamou a atenção de quem passou pelo local a quantidade de pessoas que em vez de socorrer os sobreviventes tentava saquear malas de passageiros. Uma policial rodoviária teve que empunhar um fuzil para afastar os “corvos”.
Leia mais notícia sobre a colisão
Dois presos fugiram nas primeiras horas deste sábado, da delegacia de Ibirapitanga, cidade distante 350 km de Salvador. Segundo informações da polícia, por volta de 5h, os presos conseguiram quebrar a grade da cela que estava enferrujada e fugir pelo pátio da delegacia.
Apenas o carcereiro estava no local na hora em que os presos fugiram. Quando ele percebeu a fuga, chamou a Polícia Militar, que não conseguiu impedir que os presos escapassem. As polícias Militar e Civil iniciaram buscas pela região na tentativa de localizar e prender os dois fugitivos. A delegacia tem capacidade para oito presos e estava com lotação de seis. Informações do G1.
Um grave acidente no quilômetro 350 da BR-101, entre os municipios sulbaianos de Teolândia e Wenscelau Guimarães, deixou pelo menos quatro mortos, por volta das 10h30min deste sábado (9). Uma carreta com licença de Teixeira de Freitas, placas MRZ-7037, colidiu de frente com ônibus da Viação Itapemirim, placas MQL-7745.



























