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O Palmeiras divulgou na manhã deste domingo, por um anúncio em seu site oficial, assinado por Luiz Gonzaga Belluzzo, presidente do clube, que também desistiu oficialmente da contratação do meia-atacante Ronaldinho Gaúcho, assim como o Grêmio.

Deste modo, o caminho fica livre para a negociação do jogador com o Flamengo que, segundo Adriano Galliani, diretor do Milan, está 99,99% certa.

O clube alviverde também não gostou das negociações do atleta com outros clubes e enfatizou que “jamais vai compactuar com esse tipo de comportamento”, se referindo ao leilão que se criou em torno de Ronaldinho. Leia mais no UOL.

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Itabuna atinge 12 homicídios em 2011

Os moradores da Bananeira, bairro periférico de Itabuna, assistiram a mais uma onda de violência nesta madrugada. Cinco homens fortemente armados e a pé invadiram um bar e começaram a atirar. Duas pessoas morreram na hora: Wellington Vieira de Araújo, 20, morador no bairro Odilon, e Rodrigo Mota Santos, 16 anos, que residia no Santa Clara.

Wellington, mesmo alvejado, correu dos atiradores, mas foi alcançado, sendo espancando e morto com vários tiros na cabeça. Uma mulher que também estava no bar foi atingida por disparos e levada para o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem). Não há informação se a vítima corre risco de morrer.

Wellington era aluno da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e a polícia acredita que ele foi morto por engano. Foram três tiros, que atingiram a vítima no rosto e no peito. A motivação e os autores dos disparos são desconhecidos.

A terceira morte ocorreu há pouco, no bairro São Lourenço. O traficante Aelson Anunciação, 23, tombou em tiroteio com rivais da Mangabinha, conforme a polícia. A vítima correu quase um quilômetro, mas foi abatida já no viaduto de acesso ao Hospital de Base, na BR-101. Os executores estavam numa moto e acertaram, pelo menos, sete tiros em Aelson.

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Gilson Nascimento, ex-secretário de Adminstração de Itabuna, concedeu entrevista ao jornal A Região e fuzilou a sua adversária no governo, Joelma Reis, secretária particular do prefeito Capitão Azevedo (DEM). Dois trechos:

1 – “Joelma é uma simples secretária e deve se colocar no lugar dela”.

2 – “Joelma é uma amadora, mal sabe fazer um documento oficial”.

Gilson parece ter encontrado um jeito de atingir o prefeito, sem citá-lo diretamente. Primeiro, foi o caso que flagrou o mestre-de-obras José Pascoal de Brito desviando material público para uma casa de praia. Agora, a secretária Joelma Reis. E tanto Joelma quanto Pascoal são umbilicalmente ligados a Azevedo.

Confira a íntegra da entrevista (clique aqui).

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ESPERO QUE OUVIDOS ANÔNIMOS ME OUÇAM

Ousarme Citoaian

Dentre as explicações para o escrever (vimos aqui algumas de escritores famosos), me sinto identificado com o mineiro Lúcio Cardoso (1912-1968): “Escrevo para que me escutem – quem? Um ouvido anônimo e amigo perdido na distância do tempo e das idades. Para que me escutem se morrer agora. E depois, é inútil procurar razões. Sou feito com estes braços, estas mãos, estes olhos e assim sendo, todo cheio de vozes que só sabem se exprimir através das vias brancas do papel, só consigo vislumbrar a minha realidade através da informe projeção deste mundo confuso que me habita. E também escrevo porque me sinto sozinho”.

O ESCREVER SE PRESTA A ACORDAR MENTES

Por não ter talento de ficcionista, sou jornalista de planície e batente, com mais tempo de trabalho do que a sensatez recomenda. Sinto que dentro de mim mora um foca adolescente – daqueles que, tomados pela insolência comum à nossa profissão, faz cada texto como se com ele fosse transformar o mundo. Então, é isto: escrevo para mudar a realidade, não apenas para que me saibam vivo. Gosto de pensar que o jornalismo é um serviço ao público, uma forma de acordar mentes, provocar pensamentos, motivar as pessoas a reagir às variadas modalidades de desprezo e agressão que nos cercam. E, eventualmente, pagar o supermercado.

ESCREVER É TAMBÉM UMA FORMA DE SONHAR

Imagino que, às vezes, atinjo aquele leitor que, solitário e pequeno diante dos malefícios da vida, não se entrega e, em tocante tributo, debruça-se sobre meu pobre texto e reconhece: “É isto que eu queria dizer”. Não sei se, seguindo a receita de Bandeira (foto), escrevo como quem chora, ou se, na de Jorge Medauar, como quem vive. Talvez seja a igual distância da vida e da morte, da esperança e do desengano, do gozo e do sofrimento. Vivemos num tempo sem ética (e não me refiro só à ética dos governantes, mas à das pessoas “comuns”), num mundo desigual e injusto. Pensando bem, acho que escrevo como quem sonha.

VOTAR É FÁCIL; DIFÍCIL É O VERBO VOTAR

“Eu voto Serra!”; “Eu voto Dilma!” – disseram marido e mulher, antes que o ódio os juntasse em luta, em nome dos superiores interesses da Pátria. Setores da nossa sociedade costumam afirmar que brasileiro não sabe votar, repetindo a asneira criada por famoso jogador de futebol. De acordo com essa filosofia calhorda, exumada na última eleição presidencial, sabe votar quem escolhe os candidatos da preferência de quem diz que o povo não sabe votar. De minha parte, acho que mais difícil do que eleger dirigentes públicos é dominar as muitas regências do verbo votar – não estando entre elas as construções acima, criadas pela propaganda e absorvidas por parte da mídia.

“VOTAR ALGUÉM” TRAUMATIZA A LINGUAGEM

Compulso o dicionário e vejo usos vários do verbo: votar em, votar a favor, votar contra, votar por, consagrar-se (Votou-se a Deus), aprovar por meio de voto, eleger pelo voto, manifestar opinião com emprego do voto, dedicar-se (Votou ao trabalho toda sua vida), entregar-se (Votara-se a uma pobreza voluntária). Não conheço registro da estranha forma “votar Fulano”, mencionada no tópico anterior, muito usada no marketing político, sendo, portanto, traumatizante da linguagem culta. A melhor construção, neste caso, seria “votar em …” (verbo transitivo indireto), recusando-se também “votar para… ” (válida quando se refere ao cargo, não ao candidato).

O POVO É O SOBERANO CRIADOR DA LÍNGUA

Supõe-se que formulações desse tipo sejam geradas com apoio na lei do menor esforço (é mais fácil dizer “votar Fulano” do que “votar em Fulano”). Até aí, tudo bem, pois o povo é o soberano criador da língua e, em longo prazo, termina impondo sua preferência. Além do mais, num país que se esmerou durante muitos séculos em sedimentar seu número de analfabetos, é ocioso querer que a população iletrada conheça minúcias de gramática normativa. Logo, essas observações são dirigidas aos comunicadores. Se ao povo é permitido pensar que gramática é alguma coisa de comer, o mesmo não se pode perdoar aos profissionais do texto (quer seja escrito, quer seja ou oral).

REPÓRTER EXUMA “POMPA E CIRCUNSTÂNCIA”

Se querem saber, tive toda uma tarde de televisão no primeiro dia do ano, quando assisti de cabo a rabo à solenidade de  posse da presidenta Dilma. Ótimo exercício para quem, como eu, acha que há formas mais racionais de empregar o tempo do que gastá-lo diante da telinha. Mas lhes digo e provo que valeu a pena ter persistido: ouvi uma repórter dizer que a posse tinha “muita pompa e muita circunstância”, o que quase me faz desistir dessa incursão pela máquina de fazer doido (a expressão foi cunhada pelo colunista Stanislaw Ponte Preta – e tenho a impressão de que sou o único indivíduo sobre a terra que ainda a usa em relação à tevê).

PARA FALAR PORTUGUÊS, OUSADIA É PRECISO

Ouvi também uma discussão sobre presidente/presidenta, com um repórter dizendo que “ousaria” chamar a nova mandatária de presidenta, até que seu diretor de redação lhe puxasse as orelhas. Pois a outra banda da história, uma repórter, disse considerar a palavra presidenta “muito feia”, por isso preferia dizer “a presidente Dilma”. Ora, por quem me tomam? Então, é preciso “ousadia” para se falar português na tevê? Mas houve compensações, do ponto de vista da linguagem: descrevendo a multidão que enfrentava a chuva, Christina Lemos (foto), disse que o povo tomava “um banho de democracia”. Entusiasmado, quase bati palmas a trocadilho de tamanho bom gosto.

FOI MUITO BOM ESTAR VIVO PARA VER ISTO

Além do mais, fiz algumas descobertas. O texto do juramento poderia ser melhorado com um conectivo (se alguém quiser, a gente discute o caso), Sarney é desafinado. E a vice-primeira dama, hein? Afinadíssima! Dilma citou dois textos como “de um poeta da minha terra”, quando nada custava ter dito o nome do autor de Sagarana, o mestre João Guimarães Rosa. Ela chorou pouco; eu, muito. Ela chora para dentro; eu, para fora, decididamente. Vê-la passar em revista os representantes das forças que, em outra época, a perseguiram, prenderam e lhe arrancaram as unhas marcou um daqueles momentos que justificam o lugar-comum “Foi bom viver para ver isto”. Senti-me, sem intenção de concorrer com Christina Lemos, de alma lavada.

CHORO PELOS QUE TOMBARAM PELO CAMINHO

Também gostei muito da menção (duas vezes) aos “companheiros que tombaram pelo caminho”, a exemplo do jornalista Vladimir Herzog (foto). “Passar as tropas em revista”, creio, é só um ato simbólico, pois a presidenta (como, em geral, todas as autoridades civis) nada entende de disciplina militar. A “revista” serve apenas para mostrar que existe uma submissão das forças armadas à autoridade constituída, que tais forças estão sob o comando desta autoridade. Dona Dilma, que sobreviveu ao pau-de-arara, ao choque elétrico e a outras infamantes formas de tortura, é a nova comandante suprema das forças armadas brasileiras. Como nosso povo sofrido gosta de dizer, nada como um dia após o outro. Mas ainda há torturadores à solta.

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NO TEMPO DO SACI E DA MULA-SEM-CABEÇA

A publicidade brasileira tem sido responsabilizada por muitos crimes contra a linguagem e Deus sabe que nenhum tribunal seria suficientemente bondoso para absolvê-la da maioria deles. As acusações: abastardou a língua portuguesa, transgrediu as regras (mormente quanto à acentuação gráfica), enredou-se no objetivo do lucro capitalista e tudo transformou em mercadoria, tudo submeteu ao mercado e, com a conivência da mídia pouco pensante, promoveu intrusos, a exemplo do Halloween, hoje um alienígena integrado à cultura brasileira. Aproveito para dizer que venho do tempo da mula-sem-cabeça e do saci-pererê. Ou: brasileiro, profissão esperança.

MILILITRO FOI DEMITIDO SEM JUSTA CAUSA

Uma das invenções mais notáveis das agências foi o eme-éle em lugar do mililitro. A coisa nasceu de uma propaganda de refrigerante, que oferecia “tantos eme-éles a mais do que o concorrente”, criando-se essa excrescência hoje absorvida. Nada haveria de condenável, se chamássemos centímetro de cê-eme, quilo (quilograma) de cá-gê, e assim por diante. Mas como nenhuma pessoa de juízo se expressa dessa forma bizarra, a exceção que manda chamar mililitro de eme-éle se torna inteiramente fora de propósito, algo a ser usado pelas “vítimas” da mídia macaqueadora. Mas a propaganda também registrou momentos que estão na memória do público.

VARIG: ESTRELA BRASILEIRA NO CÉU AZUL

Tivemos o tio da sukita (quem se lembra?), o eterno Carlos Moreno (foto), da Bombril, a palavra brastemp como sinônimo de coisa boa, o primeiro sutiã que ninguém esquece (Valisère), a escovinha que quer ter um limpador de língua quando crescer (Colgate), João Gilberto cantando para a Brahma, a “vingança” do tio e tantos outros trabalhos memoráveis. Com saudades da Varig, lembramos aqui alguns desses momentos que fizeram a propaganda brasileira ser considerada uma das mais criativa do mundo, ao lado da americana e da inglesa. É pena que, com frequência, se descuide da norma culta da língua. Clique.

(O.C.)

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Rabelo participa do Feciba neste domingo.

O 1º Festival de Cinema Baiano (Feciba) começa neste domingo (9), em Ilheús, e reúne feras da telona no estado, como Edgard Navarro, Tuna Espinheira, Marcelo Rabelo e Fernando Bélens. O evento terá oficinas, bate papo e mostras paralela e competitiva.

A abertura será no Teatro Municipal de Ilhéus, às 17h, e contará com exibição de Batatinha, poeta do samba, filme de Marcelo Rabelo. As produções serão exibidas tanto no Teatro Municipal como na Fundação Cultural de Ilhéus e no Cine Santa Clara, uma das poucas salas de cinema do interior do estado. O festival vai até o dia 13.

De acordo com a organização, neste domingo o público poderá adquirir passaporte por R$ 30,00 para assistir às produções. O ingresso avulso custará R$ 5,00. As mostras paralela e competitiva de curtas-metragens terão entrada franca.

Dê um clique e fique por dentro do Feciba.

Confira a programação completa do festival

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Marco Wense

Membros do diretório do PMDB de Itabuna, incluindo aí alguns neo-geddelistas, ficam tiriricas da vida quando alguém diz que o ex-prefeito Fernando Gomes é o manda-chuva do peemedebismo tupiniquim.

Não aceitam, portanto, o óbvio ululante: Fernando Gomes de Oliveira, hoje presidente de honra do PMDB, é quem vai apontar o caminho que a legenda deve tomar na sucessão do prefeito Azevedo (DEM).

Fernando Gomes é uma espécie de tudo no PMDB de Itabuna. É o comandante-mor. É quem vai dar a última palavra sobre qualquer decisão do partido em relação ao processo sucessório de 2012.

Entre o ex-alcaide e a turma do médico Renato Costa, o comando estadual, sem pestanejar, fica com o “manda-chuva”. E mais: os pouquíssimos incomodados que procurem outro abrigo partidário.

É bom lembrar que os irmãos Vieira Lima – Geddel e o deputado federal Lúcio – estão mais para o finado ACM do que para Waldir Pires e Jaques Wagner. É na base do “manda quem pode, obedece quem tem juízo”.

Fernando Gomes é pré-candidato a prefeito independente da posição do diretório municipal. Esta modesta coluna deixa de existir se o PMDB barrar a pretensão do ex-chefe do Executivo.

Fernando Gomes é muito mais forte do que todo o diretório do PMDB de Itabuna. O resto é pura ingenuidade política.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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A maioria das 53 lojas da Ponto Frio Digital na Bahia fechou as portas neste sábado (8) em uma decisão da empresa do grupo Pão de Açúcar-Casas Bahia. Algumas lojas como a do Jequitibá Plaza Shopping, em Itabuna, permanecerão abertas até a próxima semana por força de contrato.

Em Itabuna, o Ponto Frio possuía duas lojas. A expectativa dos funcionários em Itabuna é de que sejam remanejados para a nova loja Claro ou das Casas Bahia, que será aberta na avenida do Cinquentenário. As obras seguem e a previsão é de que a líder do varejo no Brasil comece a operar em Itabuna neste primeiro semestre. Está confirmado que o ponto do empreendimento no Shopping será cedido à Claro Telefonia.

Algumas das lojas da Ponto Frio promovem saldão com descontos médios de 30% para liquidar o estoque e fechar as portas. Produtos como um noteboook Positivo de R$ 1.999,00 podia ser comprado a R$ 1.400,00 na unidade do Jequitibá. A empresa alega reposicionamento da marca para encerrar as suas atividades em todo o estado. As lojas Ponto Frio Digital foram inauguradas na Bahia em 2007 como um processo de expansão rumo ao Nordeste.

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Os meninos do São Paulo não tomaram conhecimento do Itabuna e venceram facilmente o jogo disputado neste sábado, 08, pela segunda rodada da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Mesmo jogando quase todo o segundo tempo com um atleta a menos (Rodrigo Caio foi expulso), o time paulista venceu por 3 x 1.

O primeiro gol foi marcado aos 25 minutos, por Alfredo. Cinco minutos depois foi a vez de Miranda deixar o seu e ampliar o placar a favor do tricolor. Já na segunda etapa e com dez em campo, o São Paulo chegou ao terceiro, novamente com Alfredo, numa cobrança de pênalti. Willian fez o gol de honra do Itabuna, aos 25 do segundo tempo.

Na próxima rodada, o Itabuna – que ainda não pontuou na competição – enfrenta o Ji-Paraná. O São Paulo, que é líder do grupo M, com 100% de aproveitamento e seis pontos na tabela, joga contra a Inter de Limeira.

Confira os gols:

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Um planejamento conjunto, com o objetivo de erradicar a pobreza na Bahia, começou a ser traçado entre a Secretaria Estadual da Agricultura e o Ministério do Desenvolvimento Agrário. Nesta sexta-feira, 7, o ministro Afonso Florence reuniu-se com o secretário baiano da Agricultura, Eduardo Salles, para discutir alguns pontos do plano.

Entre as ações relacionadas ao combate ao pobreza, há uma série de medidas de apoio à agricultura, como ampliação do crédito, seguro safra, mercado para a agricultura familiar e a agroindustrialização do Estado.

Florence, que veio à Bahia acompanhado pelo secretário executivo do MDA, Jerônimo Rodrigues, lembrou que “a Bahia possui 61 mil famílias abaixo da linha de pobreza”. Segundo ele, “o conjunto de ações realizadas pela Seagri em parceria com o MDA ganharão o foco da mobilidade social”.

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Um assaltante conhecido como Zé Preto, conhecido por diversos crimes cometidos nas cidades de Barro Preto, Coaraci e Uruçuca, foi assassinado na madrugada deste sábado, 08, na cadeia pública desta última cidade.

Segundo informações do blog “Água Preta”, Zé Preto passou um período foragido e havia sido recapturado há pouco tempo, juntamente com o comparsa Aroaldo Anselmo, vulgo “Nenem”, que está preso na cadeia de Itajuípe.

O homicídio foi cometido com o uso de uma espingarda calibre 12.

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O time misto, formado por 80% de atletas do Marília do Maranhão e 20% do Itabuna, mas com o nome desta equipe, volta a campo neste sábado, 08, na segunda rodada da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Às 17 horas, no estádio municipal Major José Levy Sobrinho, na cidade de Limeira, o Itabuna enfrenta a poderosa equipe do São Paulo, que na estreia sapecou 5 x 0 no Ji-Paraná.

O Itabuna estreou com derrota por 1 x 0 diante da Inter de Limeira e agora depende do resultado favorável para prosseguir na competição. Ou seja, é a zebra ou a volta pra casa.

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O espertalhão Joel Paixão Santos, 37 anos, foi preso nesta sexta-feira, 7, em Itabuna, por suspeita de envolvimento em crime de estelionato. Segundo três vítimas, Joel se fazia passar por funcionário da empresa Odebrecht e dizia estar realizando seleção de trabalhadores para a obra da Ferrovia da Integração Oeste-Leste.

Joel fazia a “seleção” há mais de nove meses e lesou diversas pessoas, às quais pedia dinheiro para a suposta realização de exames médicos. O valor cobrado de cada um era de R$ 200,00.

A armação foi identificada porque o estelionatário evitava conversar com os “candidatos ao emprego” após a entrega do dinheiro. Segundo as vítimas, há dois meses Joel não atendia mais ao telefone, mas ele acabou sendo encontrado por acaso por uma das vítimas, que acionou a polícia.

O bandido foi preso no bairro Banco Raso e por pouco não sofreu linchamento.

Informações e foto do Radar Notícias

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As empresas Viametro e São Miguel querem a passagem em Ilhéus a R$ 2,29. Pelo menos foi essa a proposta enviada à prefeitura e ao Conselho Municipal de Transporte. O aumento é de R$ 14%.

A proposta está sob análise e pelo menos uma das entidades que integram o conselho já se posicionou contra o percentual. Marcos Lessa, da Federação das Associações de Moradores de Ilhéus (Fami), observa que a inflação do período bateu em 5,88%.

Lessa também aponta contra o aumento as queixas dos usuários contra os atrasos e a superlotação, além da baixa qualidade do serviço nos distritos e povoados.

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Quando os dirigentes do Itabuna chegaram, um funcionário da FBF perguntou se ganharia uma cervejinha caso beneficiasse a equipe na hora do sorteio.

Marival Guedes | marivalguedes@yahoo.com.br

No futebol são várias as denúncias envolvendo trapaças, algumas sofisticadas, outras mais simples. Na Copa de 90, na Itália, a atriz Sophia Loren pegou uma bolinha que colocou os Estados Unidos no grupo da seleção dos “donos da casa”.

Maradona, que nunca teve “freio na língua”, disparou que houve fraude para que os italianos não enfrentassem a seleção favorita, a Argentina, claro. Segundo Diego, a atriz teve os anéis magnetizados e pegou uma bolinha, no globo, também magnetizada. Na final, se enfrentaram Argentina e Alemanha. A seleção europeia venceu por 1×0 na cobrança de um pênalti que para a maioria não houve.

Da Europa para a Bahia- No início da década 60 as seleções de Itabuna e Ilhéus iriam novamente se enfrentar no Campeonato Intermunicipal em dois jogos. As equipes queriam jogar primeiro no campo adversário para, a depender do resultado, ganhar de qualquer jeito “dentro de casa”. Era o maior clássico do interior Baiano.

A decisão foi tomada num sorteio na sede da Federação Baiana de Futebol (FBF), em Salvador. Quando os dirigentes do Itabuna chegaram, um funcionário da FBF perguntou se ganharia uma cervejinha caso beneficiasse a equipe na hora do sorteio. E adiantou que o esquema seria infalível. Pragmáticos, os dirigentes do Itabuna imediatamente aceitaram a proposta.

No momento do sorteio, o presidente da federação, em tom solene, pediu para o funcionário mais velho (e mais atrapalhado, aquele da proposta) pegar uma taça conquistada por um time. No recipiente, foram colocadas duas bolinhas de bingo, uma número 1 e outra, o 2. O servidor meteu a mão na taça e tirou uma bolinha. Não teve erro, ganhou o Itabuna.

Depois do trabalho, o pagamento. Os dirigentes levaram o colaborador pra  jantar em um restaurante no Largo Dois de Julho. Na comemoração um curioso  integrante da equipe itabunense não se conteve e perguntou como funciona o esquema.

O atencioso servidor explicou que é muito simples, antes do sorteio coloca-se uma bolinha no congelador. E se dispôs a continuar prestando seus “nobres serviços”

Quanto aos resultados dos jogos, no primeiro Ilhéus venceu o Itabuna por 3×0. Mas quando chegou em Itabuna foi derrotado por 4×0. Não sei se houve atrapalhadas também nestes dois jogos.

Marival Guedes é jornalista e escreve no PIMENTA às sextas.

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Prefeitura de Itabuna e Real Santander iniciaram entendimentos em dezembro para renovar o contrato que permite ao banco manter o controle da folha de pagamento do funcionalismo municipal. Mas algo vinha emperrando o fechamento do negócio que beira a casa dos R$ 6 milhões: um esperto secretário queria levar comissão de 30% do contrato. Outro agente ligado ao governo entrou na jogada e pedindo 10% sobre o negócio.

O caso, porém, dispensa atravessadores e pagamento de comissões.