Tempo de leitura: < 1 minuto

O Colo Colo sofreu mais um revés no Campeonato Baiano 2011. O time foi a Vitória da Conquista e sofreu a segunda derrota no campeonato. Caiu diante do Serrano, por 1 a 0, há pouco. O gol do time conquistense foi marcado por Gustavo, em cobrança de pênalti, aos 18min do segundo tempo.

Apesar da derrota, o Tigre ilheense permanece em quarto lugar no Grupo 1 porque o Bahia deu novo vexame e levou 3 a 2 do Camaçari, no estádio Waldeck Ornelas. O tricolor é o quinto do grupo. O terceiro, o Conquista, perdeu para o Feirense, ontem, por 1 a 0.

O técnico Zanata é sério candidato a figurar entre os demitidos do Baianão na estreia do returno. O Colo Colo volta a campo no domingo, 20, contra o Feirense. Será que Zanata resistirá?

RESULTADOS DA RODADA

Feirense 1 x 0 Vitória da Conquista (ontem)
Serrano 1 x 0 Colo-Colo
Fluminense 0 x 1 Bahia de Feira
Vitória 3 X 1 Atlético
Ipitanga 2 x 1 Juazeiro
Camaçari 3 x 2 Bahia

Tempo de leitura: < 1 minuto

Violência do choque destruiu a dianteira dos dois veículos (Foto Hugo Santos/Radar64).

A comunidade adventista em Itabuna está em choque com a morte de três membros da denominação evangélica em acidente ocorrido ontem no trecho de Itagimirim da BR-101.

As vítimas estavam no Fiat Pálio (HZR-9313) que colidiu frontalmente com o Fiat Uno (placas JMI-5584) no quilômetro 677 da rodovia federal e viajavam a Eunápolis para ministrar treinamento numa Igreja Adventista no extremo-sul.

Tamile Canuto, 12, e Paulo Laerte Nascimento, 46, morreram na hora. Celso Leitão morreu ao final da tarde, durante ato cirúrgico no Hospital Regional de Eunápolis. O motorista do Uno, conhecido como Odair, morreu no local.

Hélio Joaquim Nascimento e Celsa Canuto, pais de Tamile, sobreviveram e foram levados para o hospital de Eunápolis, informa o site Radar64. Outro sobrevivente chama-se Charles Nascimento Oliveira. Ele estava no Uno.

Testemunhas afirmaram à polícia que chovia na hora da colisão e o Pálio teria invadido a pista contrária, provocando o acidente, informação que somente será comprovada após os trabalhos da perícia. O velocímetro do Uno travou em 160km/h.

Tempo de leitura: 4 minutos

Raul Monteiro | politicalivre@politicalivre.com.br

A crise do quase secular jornal A Tarde é editorial. Dela, derivam todas as demais, inclusive a financeira, que está levando seu precário comando familiar a sabiamente reavaliar até sua presença na direção da empresa e submetendo-o a seu primeiro grave conflito com os jornalistas que deveriam ser o eixo de sua existência. O conceito vem, entre outras evidências, do fato de que o matutino já foi líder em circulação no Norte e Nordeste, passou a liderar apenas na Bahia e agora luta com todas as suas forças para retomar a liderança roubada pelo Correio, jornal da família do ex-senador ACM, que, por ironia, ajudou a combater politicamente em defesa da liberdade no Estado.

Foi a indefinição editorial de A Tarde ao longo da última década, especialmente depois do declínio de ACM, espécie de Muro de Berlim na história da política baiana, que acabou impedindo-o de atualizar seu modelo de interação com os cidadãos do Estado que chegou a representar visceralmente no passado e do qual extraiu forças para se tornar uma potência de comunicação temida até muito recentemente. Sem dizer o que pensa claramente, sem comunicar a que veio e sem interlocutores claros em seus diversos setores, mas principalmente no campo da redação, qualquer veículo de comunicação está fadado a patinar até acabar.

Quando os jornalistas de A Tarde decidem entrar “em estado de greve até a definição de uma linha editorial” estão ironicamente revelando, sim, que precisam saber o que podem escrever para não serem surpreendidos com uma dolorosa carta de demissão no dia seguinte ou dois meses depois, como aconteceu com o repórter Aguirre Peixoto, pivô da atual crise do matutino. Mas eles estão enfatizando, principalmente, que não conhecem a organização em que trabalham, não possuem meios para acompanhar sua lógica imprevista e, por isso, sob o ponto em que se encontram em sua estrutura, perversa.

Trata-se de uma exigência que apenas parece ingênua, porque, como empresa, um jornal nem sempre precisa dizer explicitamente a seus profissionais até onde podem ir. Mas quando toma a decisão de limitar sua atuação editorial pode fazê-lo até certo ponto abertamente, pagando, sob risco mais ou menos calculado, inclusive com sua credibilidade perante leitores e a opinião pública. O que normalmente revela a identidade de um jornal é um texto editorial diário, expressão do que pensa e acredita, em qualquer campo da atividade humana. Mas pergunte ao leitor mais fiel de A Tarde sobre o que disse o editorial de hoje e ele não terá condições de responder-lhe. Por quê? Simples. Porque ele não lhe diz nada. Não há interesse onde falta inteligência.

Se um jornal não opina, não dá um norte ao seu leitor, não o inspira com relação a uma nova idéia, não propõe a ele uma reflexão, não o instiga com relação a alguma mudança que está por vir, não critica, de que serve mesmo? Jornais não são lidos diariamente ou assinados apenas por um anúncio de emprego ou pelas manchetes que os colocam como mais um produto à venda, mas por permitirem o compartilhamento do infindável universo de informações em que se transformou o mundo, por assim gerarem pertencimento e, mais do que isso, pela capacidade de darem sentido aos acontecimentos.

A Tarde, que já foi bem maior, preferiu subtrair sua opinião, sua identidade editorial, em decorrência de uma conturbação em seu comando, fato que passou despercebido enquanto foi líder inconteste do mercado editorial baiano. Infelizmente, sua direção preferiu, pelas razões que diz respeito só a ela própria, com as consequências com que arca agora, retrair-se a marcar posição. Com isso, lançou uma questão que não quer calar: Quem finalmente manda em A Tarde? Seus leitores, seus jornalistas, seus enclaves ou seus donos, divididos em um triunvirato de primos, com poder mal delegado dos pais, que não possuem papel oficial em relação a nada na organização?

Quem, pelo amor de Deus, responde pelo jornal? É a pergunta que inquieta quem precisa do veículo, quem já foi vítima de alguma matéria injusta sua, quem quer felicitá-lo por um acerto, quem tenta desvendar seu rumo, quem necessita usar sua força para divulgar um novo conceito ou propor uma nova idéia. Para vencer o desafio de não ser tragado pelos novos tempos que ameaçam a todos indistintamente com sua dinâmica irrefreável, A Tarde terá que extrair sua opinião, se conceituar, dizer o que é e o que pretende numa sociedade baiana que, embora com atraso, também exige mudanças, provocada pelas novas tecnologias da informação.

O jornal, que não deixa de ser um patrimônio social nacional – daí também a repercussão que a demissão de um repórter de política gerou, para surpresa principalmente de seus proprietários que não perceberam a sutileza dos limites entre o privado e o público no campo da comunicação -, terá que recriar-se rapidamente, porque está surfando na inércia. Em outras palavras, A Tarde precisa entender a generosidade do apelo de seus jornalistas para que se defina editorialmente o quanto antes, admitindo seus limites, porque todos os têm. Para adquirir de novo uma fisionomia, entretanto, é necessário primeiro que, de uma vez por todas, se profissionalize. De cabo a rabo – o que significa da gestão à redação.

Passar a atuar profissionalmente com todos com que se relaciona, interna e externamente, é um imperativo óbvio para qualquer empresa que deseja permanecer. Mas é uma exigência mais do que urgente para um veículo de comunicação de 98 anos que conseguiu cruzar o tempo de uma era nova a cada momento. Com certeza, a sociedade baiana ainda lhe concederá crédito para mudar.

Raul Monteiro é jornalista, editor do site Política Livre.

Tempo de leitura: < 1 minuto

O deck desabou pouco antes da valsa (foto José Nazal)

Permanece em observação na UTI do Hospital Manoel Novaes, em Itabuna, o bebê de oito meses que foi uma das 21 pessoas feridas em um acidente ocorrido na madrugada desde sábado, 12, durante baile de formatura da turma de Biologia da Uesc. A criança, que caiu de uma altura de três metros, juntamente com a mãe e uma prima, sofreu traumatismo craniano e seu estado é considerado grave.

O desabamento do deck em que formandos e convidados se encontravam ocorreu por volta de 1h30min, pouco antes da valsa. O socorro foi prestado pelo Corpo de Bombeiros e pelo Samu, que conduziram a maior parte dos feridos para o Hospital Geral Luiz Viana Filho, em Ilhéus. Apenas o bebê foi trazido para Itabuna.

Tempo de leitura: 2 minutos
Para reverter a situação do Colo Colo, só com muita oração

Depois de uma derrota fora de casa para o Feirense e um empate em casa com o Serrano, o Colo Colo de Ilhéus volta a campo neste domingo, 13, para uma difícil tentativa de reabilitação na primeira rodada do returno. O adversário será novamente o Serrano, mas dessa vez em Vitória da Conquista. Jogo duro!

O Colo Colo caiu para a quarta colocação entre as seis equipes do grupo 1 do Campeonato Baiano e tem o Bahia lhe bafejando a nuca. A descida na tabela ainda pode ser revertida, mas o time não está se esforçando.

Em Ilhéus, fala-se que a culpa é da própria diretoria do “Tigre”, que alugou uma casa em local impróprio para abrigar os jogadores. O imóvel fica na estância hidromineral de Olivença, bem pertinho de uma conhecida casa de eventos. Segundo informações, alguns atletas têm aproveitado as folgas para dedicar-se a farras homéricas.

A situação é preocupante e irrita o zagueiro Rodrigo, capitão da equipe ilheense. Em uma entrevista coletiva, o jogador não mediu palavras para demonstrar seu descontentamento. “Isso aqui é um time de pu*>&@x!”, desabafou o líder do Colo Colo após o jogo com o Serrano. O técnico Zanata tentou contornar o incontornável: “ele está de cabeça quente, mas depois de uma chuveirada isso passa”.

É esperar para ver o comportamento da equipe hoje, mas a torcida, que se animou com a estreia grandiosa (1×0 sobre o Vitória em pleno Barradão), já está perdendo as esperanças.

Tempo de leitura: 2 minutos

Allah Góes | allah.goes@hotmail.com

A regulamentação do serviço, além de permitir que diversos pais de família saiam da ilegalidade, e não sejam mais vistos como “aviões do tráfico”, também possibilitará que a população seja atendida por pessoas capacitadas.

Agora que já se sabe quem de fato é o presidente do legislativo itabunense, vez que o vereador Ruy Machado venceu a guerra que travava com Roberto de Souza, pode muito bem a Câmara de Vereadores retornar ao seu principal papel, que é legislar.

O tempo que se perdeu para se saber quem de fato manda fez com que se deixasse de analisar e votar projetos com a devida atenção, razão pela qual se aprovou o novo Código Tributário da forma como ocorreu, com distorções que tornam a sua aplicação, além de inviável, danosa ao comercio local.

Assim como se deixou de analisar corretamente o Código Tributário, deixa-se, por exemplo, de se discutir a questão da regularização do serviço de moto-táxi. Um serviço que de fato existe, mas que ainda é por aqui uma atividade ilegal, coisa bem diferente do que acontece em cidades como Feira de Santana, Jequié e Santo Antônio de Jesus, que já regulamentaram a matéria.

O aprofundamento da discussão sobre a regulamentação é possível desde o dia 18 de junho de 2010, data em que foi publicada a Resolução 350 do CONTRAN, que regulamenta a Lei nº 12.009/09. Juntos, os dois dispositivos disciplinam o exercício das atividades dos profissionais em transporte de passageiros, “moto-taxista” e “motoboy”, além de dispor sobre as regras de segurança dos serviços de transporte em motocicletas e motonetas (moto-frete).

Desse modo, abriu-se a possibilidade de regulamentação da atividade profissional de transporte de passageiros, através de motos, o chamado “moto-taxi”, desde junho passado, oportunizando-se ao poder público municipal os meios necessários para fiscalizar e exigir que somente aqueles capacitados possam transportar passageiros.

Como se vê, a nossa Câmara já pode discutir a regulamentação de um serviço que hoje ocorre sem qualquer tipo de fiscalização ou segurança e, ao transportar milhares de itabunenses por dia, põe em risco a vida e a integridade física da população.

Vale lembrar que o motociclista, assim que houver a regulamentação da lei municipal, somente ficará habilitado para exercer as profissões de moto-boy, moto-taxista e moto-frete, depois de aprovado em curso feito pelo Detran, que será disponibilizado até o final do ano.

A regulamentação do serviço, além de permitir que diversos pais de família saiam da ilegalidade, e não sejam mais vistos como “aviões do tráfico”, também possibilitará que a população seja atendida por pessoas capacitadas e preparadas para o transporte, o que hoje não ocorre.

A discussão deve ser aberta também à participação dos taxisitas, oportunidade em que se poderá desmistificar a história de que “o moto-táxi acaba com o táxi, pois tira seus clientes”, mostrando-se que há mercado para todos, desde que haja regulamentação e controle.

Com a palavra a Câmara Municipal, que é o único órgão competente para a análise, discussão e regulamentação desta atividade no município, e que pode transformar o moto-táxi, que emprega muitos pais de família e é utilizado por uma grande parcela dos itabunenses, num serviço legal, que gere dividentos ao município e que não prejudique a comunidade.

Allah Góes é advogado municipalista.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Funcionários da Porto Corp, responsável pela coleta do lixo em Ilhéus, decidiram voltar ao trabalho na noite desta sexta-feira, 11, depois que os representantes da empresa concordaram em depositar os salários em atraso. Durante todo o dia, a cidade ficou repleta de lixo em virtude da paralisação que havia sido deflagrada.

A Porto Corp também prometeu regularizar o pagamento de horas extras e do adicional de insalubridade, mas só a partir do próximo mês.

Tempo de leitura: < 1 minuto

A festa de formatura do curso de Biologia da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), quase acaba em tragédia no Iate Clube de Ilhéus, nesta madrugada de sábado (12). O deck do clube desmoronou e 21 pessoas caíram sobre pedras, a uma altura de aproximadamente 3 metros.

As vítimas foram socorridas por equipes do Samu 192 e Corpo de Bombeiros e levadas para hospitais de Ilhéus e Itabuna. Uma pessoa sofreu ferimentos graves e teve fratura em um dos braços.

A Comissão de Formatura, que organizou o baile e contratou o espaço para eventos, acionará o Iate Club de Ilhéus ainda hoje no Ministério Público estadual. A direção do clube prometeu assistência às vítimas.

Desabamento de deck quase provoca uma tragédia (Foto José Nazal/R2cpress).

Tempo de leitura: < 1 minuto

Logo após a sua posse como novo titular da Secretaria de Desenvolvimento Urbano de Itabuna, nesta sexta-feira, 11, o engenheiro civil José Alencar seguiu para a churrascaria Los Pampas, onde almoçou em companhia do deputado federal Luiz Argôlo (PP), responsável pela indicação. Ao vê-los, o também engenheiro Jorge Carrilho aproximou-se da mesa e fez objeções à nomeação de Alencar. A crítica foi baseada na origem do novo secretário, que vem de Salvador.

– O senhor faz parte de outra regional do Crea (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura) – observou Carrilho, deixando clara sua defesa de que um nome da terra assumisse a Sedur.

Diante da interpelação, o “estrangeiro” aconselhou Carrilho a formalizar uma queixa ao Crea e que, se fosse o caso, ele se filiaria à regional de Itabuna.

Na cerimônia de posse de José Alencar (à direita), o deputado Luiz Argôlo tentou mostrar o tamanho do problema em que o novo secretário estará sentando (foto Pedro Augusto)
Tempo de leitura: 2 minutos

Durou pouco a permanência de Luiz Bassuma no Partido Verde. Nesta segunda-feira, 14, o ex-deputado federal entregará seu pedido de desfiliação ao presidente estadual do PV, Ivanilson Gomes (confira abaixo o conteúdo da carta, antecipada ao blog pelo político).

A bronca tem a ver com o possível ingresso do prefeito de Salvador, João Henrique Carneiro, nos quadros do PV. Para tornar-se um “verde”, JH se articulou com o deputado federal Zequinha Sarney.

O futuro de Bassuma já está decidido. Depois de militar durante muitos anos no PT e permanecer por alguns meses no PV, o político será candidato a prefeito de Salvador em 2012… pelo PHS. Clique no “leia mais”, abaixo, e confira o teor da carta de desfiliação de Bassuma.

Leia Mais

Tempo de leitura: < 1 minuto

Funcionários do jornal A Tarde, que se encontram em estado de greve após a demissão do repórter Aguirre Peixoto, da editoria de política, realizam assembleia às 14 horas desta segunda-feira, dia 14, para deliberar sobre o caso.

Nesta sexta-feira, 11, o novo editor-chefe do diário, Ricardo Mendes, informou que Peixoto será convidado a reassumir o seu posto. Ele foi demitido após denunciar irregularidades nas obras da chamada Tecnovia, em Salvador. A dispensa teria sido solicitada por empresários atingidos pelas denúncias.

Informações do site Bahia Notícias dão conta de que o jornalista talvez não aceite retornar para A Tarde. Ele ficou de tal maneira incomodado com o episódio, que teria manifestado o desejo de deixar a Bahia.

Em nota divulgada no último dia 9, a Associação Bahiana de Imprensa (ABI) considerou a postura do jornal como um “retrocesso descabido”.

Tempo de leitura: < 1 minuto
Anízio assina contrato para obras (Foto Marcos de Souza).

Na solenidade de assinatura de contrato de obras de urganização, nesta sexta (11), o gerente-geral da Caixa em Ilhéus, José Bonfim Bitencourt, anunciou estudos para instalar uma agência da instituição no município e a construção de unidades habitacionais com recursos do Minha Casa, Minha Vida.

A notícia foi comemorada pelo prefeito Tonho de Anízio (PCdoB). Ele e o gerente-geral assinaram contrato para construção de seis praças na sede e em um distrito de Itacaré. As obras começam a sair depois que o cururu tirou o município da lista dos inadimplentes com a União.

As obras terão verba oriunda de emenda de autoria da deputada federal Alice Portugal (PCdoB) e garantirá a construção das praças São Miguel, da Bandeira, praça do Hospital, Padre Edgar, 26 de Janeiro e Marambaia.

São R$ 712 mil captados no Ministério do Turismo para as obras que têm projetos arquitetônico e paisagístico assinados por Ademar Sá.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Em resposta ao protesto de moradores do Acuípe, em Ilhéus, realizado ontem na BA-001, a ouvidoria-geral do Derba informou que na localidade já existem dois quebra-molas. O diretor-geral do órgão de infraestrutura de transporte, Saulo Pontes, estuda a necessidade “de reforçar a sinalização vertical e horizontal” na região.

O estudo será feito pelo engenheiro Fernando Sanches, da residência do Derba em Itabuna, conforme assegura o diretor-geral.