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Do Estadão

Mais de 400 mil compraram o primeiro carro em 2011.

Cerca de 400 mil consumidores brasileiros compraram o primeiro carro zero no ano passado, número equivalente ao total de veículos vendidos no Chile, Colômbia e Venezuela, juntos.

Os “entrantes” no cobiçado mercado automobilístico, na avaliação de analistas, pertencem principalmente à chamada nova classe C, constituída por pessoas que melhoraram a renda salarial.

Elas são responsáveis, em grande parte, pela continuidade do crescimento das vendas de automóveis, mesmo com a tentativa do governo de frear o consumo.

Embora sejam dados parciais de 2010, obtidos em pesquisa feita em conjunto pelas montadoras, analistas acreditam que continuarão a ser replicados neste ano. Janeiro e fevereiro bateram recorde para esses meses, com 144 mil e 274 mil unidades vendidas, respectivamente.

O mercado conta ainda com o reforço dos consumidores veteranos que estão trocando mais cedo de carro – e por modelos mais caros. No ano passado, 32,1% dos automóveis comerciais leves vendidos no País custavam de R$ 30 mil a R$ 40 mil.

Em 2009, essa faixa respondia por 24,5% das vendas. Já os modelos mais baratos, até R$ 30 mil, eram 37,3% do mercado, fatia que caiu para 25,3%. No alto da pirâmide, a fatia das vendas de carros entre R$ 90 mil e R$ 100 mil saltou de 1,3% para 5,2%.

Stephan Keese, da consultoria Roland Berger, vê duas tendências paralelas no mercado brasileiro: o crescimento do número de pessoas que compram o primeiro carro zero, principalmente na classe C, e o aumento do valor médio gasto na compra, em especial entre as classes A e B. Em 2006, a média era de R$ 29 mil. Hoje está em R$ 40 mil.

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Corpo de Bombeiros, Samu 192 e Polícia Rodoviária Estadual foram acionados neste início de madrugada para atendimento à vítima de um acidente grave ocorrido no quilômetro 35 da BR-415, trecho próximo à Nestlé, em Itabuna.

Uma picape VW Saveiro (IAE-8914) que transportava carne clandestina colidiu contra uma moto Honda CG 125 (NTD-8199). O motociclista, identificado como George Ferreira e Silva, foi conduzido para o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem) em estado grave.

George sofreu afundamento no crânio e fraturas expostas nos braços e pernas, além de perda de massa encefálica, de acordo com informações das equipes que o socorreram. O motorista da picape Saveiro caminhão teria saído ileso.

O repórter Costa Filho, do Programa Tribuna Livre, da rádio Jornal, apurou que a Saveiro seguia para Itabuna com carga equivalente a 3 garrotes. O produto não tinha guia de trânsito. Pelas marcas de frenagem, o acidente foi causado pela picape, conforme a polícia.

O motorista do utilitário, Joadson dos Santos Souza, 23, fugiu do local da colisão sem prestar socorro à vítima. Mais tarde, um senhor não identificado se apresentou momentos depois como “pai” do jovem.

Vítima do acidente, George reside na rua João Pessoa, 403, em Ibicaraí, trabalha como mototáxi e estava retornando de Itacaré, onde deixou uma passageira.  Os dois veículos foram levados para o Complexo Policial de Itabuna.

MOVIMENTO INTENSO

As principais estradas que cortam Itabuna e Ilhéus apresentam movimento intenso desde ontem. Na BR-415 e nas BA 001, foram registrados quatro acidentes entre ontem e o início da manhã de hoje. O caso mais grave foi o da colisão entre a Saveiro e uma moto.

Ontem, houve ainda um capotamento no trecho Ilhéus-Una da BA-001. O motorista sofreu leves escoriações. Já na BR-101, a polícia rodoviária federal registrou cinco acidentes sem vítimas.

Atualizado às 7h58min

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A LINGUAGEM E A TRIANGULAÇÃO AMOROSA

Ousarme Citoaian
Num jornal de Itabuna leio esta intrigante manchete: “Por dinheiro, se juntou ao amante para matar o outro” – e fico com a sensação de que o leitor não vai, de primeira, entender o que se lhe quiseram transmitir. E isto não é bom, pois manchetes precisam ir direto ao leitor, por linhas retas, contornando parábolas e elipses. Releio. E concluo que uma mulher se consorciou com um sujeito, para matar outro. É a velha (e, não raro, fatal) triangulação amorosa, que está em moda desde o dia em que Deus inventou homem e mulher e o capeta os misturou. Mas, no caso, houve uma segunda vítima: a boa linguagem.

QUEM NÃO EXISTE, NÃO PENSA E NÃO MORRE

Os artigos precisam ser respeitados pelos redatores: o amante é uma coisa; um amante é coisa diversa. Se escrevo “João é o amante de Maria”, quero dizer que Maria tem, digamos, um caso com João; se escrevo “João é um amante de Maria”, digo que Maria é danadinha, roda muito, anda com mais de um felizardo. E agora? Quanto à manchete referida estamos diante da impossibilidade absoluta: a boa moça “se juntou ao amante”, portanto, só tinha um; logo, “o outro” não existe – e se não existe não pensa (como explicou o filósofo) e, em compensação, não morre (como o sabem até os postes). Conclusão: não houve crime.

PREMISSA FALSA LEVA A CONCLUSÃO FALSA

Conclusão falsa, porque parte de premissa falsa. A gentil senhorita não se associou “ao amante”, mas “a um amante”. Dentre os dois (revelados!), ela se juntou a um, para assassinar o outro. Houve homicídio, sim, e – nos diz o jornal – com minúcias que interessariam aos estudantes de medicina legal e causariam frouxos de riso nos cultores do humor negro. Está no texto: “Para praticar o crime, o casal utilizou enxada, faca, porrete, cacos de garrafa e uma pedra”. Se o casal de assassinos não era competente, ou se a vítima estava mesmo decidida a permanecer neste vale de lágrimas, resta a dúvida.

ONDE TERIAM FICADO AS LETRAS E OS SONS?

Não nasceu ultimamente nenhum Machado de Assis, ninguém toca como Miles Davis ou canta rouco feito Armstrong (foto). Onde o verso de Bandeira e Drummond, o som do Zé-Pereira, a serenata de Orestes Barbosa, o violão de Baden, a crônica de Rubem Braga e Fernando Sabino? Cadê Antônio Maria e Noel, espargindo dor de amor nas estrofes?  Há quem afirme que os grandes livros já foram escritos, os filmes feitos e a música, gravada. Disso não sei. Mas sei bem da aridez dos tempos, tempos de descartáveis autores e obras natimortas. E sei também que o tempo, juiz exigente, me disse que a arte destituída do eterno sopro da juventude será espectro de arte, não arte.

POBRE VIDINHA DE GOLPES E ESPERTEZAS

A arte verdadeira tem um estoque infindável de emoção, alguma coisa que faz chorar – como diria Vinícius. A arte arrepia. Assim é Malagueta, Perus e Bacanaço, obra-prima do conto brasileiro, de João Antônio, que releio – o drama e a solidão de pequenos perdedores, anti-herois esmagados pela cidade grande. São três malandros, andarilhos, comparsas em suas vidinhas de golpes, espertezas e dissimulações, num tour noturno que começa na Lapa, passa pela Barra Funda e termina em Pinheiros, depois de passar por Água Branca e o centro. Exímios jogadores de sinuca, vão à cata dos mocorongos, trouxas, pixotes, enfim, otários para depenar. Piranhas famintas, boca aberta na noite. Perdidos.

TESES APROXIMAM JOÃO ANTÔNIO E JOYCE

Os malandros chegaram à tela em O jogo da vida/1977, de Maurice Capovilla (foto), com Lima Duarte (Malagueta), Gianfresco Guarnieri (Perus) e o gualberiano Maurício do Valle (Bacanaço) – além da participação de Carne Frita, o mestre maior da sinuca. As teses, estudos, análises e ensaios sobre esta obra de João Antônio encheriam uma livraria. Há até (pelo menos) um estudo de literatura comparada que aproxima Malagueta…/1963 de Dois Galantes/1914: João Antônio é James Joyce e São Paulo é Dublin, espaços de desgosto e sofrimento. O caminhar perene desses vagabundos (como se andassem à volta de si mesmos) parece nos dizer que, lá e cá, a grande cidade não costuma dar lugar aos deserdados sociais.

O AUTOR CONVERSA COM SEUS PERSONAGENS

O encontro de criador e criaturas: no sentido anti-horário, João Antônio (segurando uma bola de sinuca) e os malandros Malagueta/Lima Duarte, Perus/Gianfrancesco Guarnieri e Bacanaço/Maurício do Valle.

NO MEIO DA FICÇÃO SURGE UM ÍDOLO REAL

João Antônio faz sua sinuca de ficção encontrar na madrugada paulista um ídolo do jogo jogado, “moço, baixinho, com olhos de menino”, sobre quem derrama seu afeto: “Ninguém daria nada àquele, parado à esquina da Santa Ifigênia, dando um gesto de mão a Malagueta, Perus e Bacanaço. Fossem ver… Sua história abobalhava, seu jogo desnorteou todos os mestres”. E aconselha: “Botassem respeito, sentido e distância, com silêncio e consideração”. É a homenagem do autor a Carne Frita, lenda viva da sinuca (na foto, à direita, junto a Noel; à esquerda, o itabunense Rui Chapéu). Este texto é minha homenagem a Vadu Baié e Vivi Guimarães, piranhas do pano verde, e ao professor Adylson Machado, que conhece como poucos a sociologia do joguinho.

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CONTRIBUIÇÃO DE ZÉLIA À OBRA DE JORGE

A escritora Zélia Gattai (1916-2008), segunda mulher de Jorge Amado, era uma senhora muito bem humorada e consciente de que vivia com uma celebridade. Modesta, não procurou abrir caminho à sombra do marido famoso e tampouco extrapolou seu papel. Numa entrevista (já nem me lembro quando e em que veículo), perguntaram-lhe sobre a contribuição que ela teria dado à obra de Jorge – uma pergunta tentadora para quem pretende mostrar-se mais importante do que é na verdade. A autora de Chão de meninos contou a história que reproduzimos aqui, sujeita a pequenas falhas de memória .

O ESTRANHO PEDIDO PARA SOLTAR A VOZ

Certa vez, batucando em sua velha Remington, Jorge a chamou e lhe pediu que cantasse Só louco, de Caymmi, então em voga. “Agora?”, perguntou Zélia, vendo em risco a sanidade do marido. “Agora”, confirmou ele, aflito. “Pedido mais estranho”, pensou a boa Zélia, mas não se fez de rogada e soltou a voz: “Só louco amou como eu amei/ só louco quis o bem que eu quis/ Oh, insensato coração…” “Chega”, disse Jorge (foto). E explicou à mulher atônita que se esquecera de uma palavra, mas sabia que ela estava na letra de Caymmi. “Minha contribuição à obra de Jorge é a palavra insensato”, brincou Zélia.

MARISA MONTE, GAL, BETH CARVALHO, JOÃO

Quando vi na tevê uma chamada de Insensato coração, imaginei que Só louco/1956 estaria na trilha. Fui ao Google e… na mosca! Também soube que essa música embala o folhetim das nove pela segunda vez. A primeira foi em O casarão/1976. E sabem o que mais? Gostei. A Globo volta e meia dá folga a Roberto Carlos, Zezé de Camargo, Xitãozinho e outros chororões e se permite nos oferecer surpresas: Marisa Monte (O Salvador da Pátria/1989), Beth Carvalho (Duas Vidas/1977) e o luxuoso grupo (aqui comentado há dias): João-Astrud Gilberto-Tom Jobim-Stan Getz  (Laços de família/2000). Nem tudo são ruídos. No vídeo, Gal e Caymmi, com o tema famoso.

(O.C.)
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Itacaré, um dos destinos mais procurados pelos turistas no sul da Bahia, está entregue à folia. A festa começou na noite deste sábado e só termina na madrugada da quarta-feira de cinzas. Ao todo, serão 19 atrações se apresentando na Praça São Miguel e Avenida Castro Alves. Uma das principais atrações de hoje foi a banda de reggae Adão Negro.

Neste domingo, a folia fica por conta das bandas Xaranga Elétrica, Vera Cruz, Caldeirão, Oz Polêmicos e Mente Livre. Blocos alternativos, como o Bruta Raça, também marcam presença no carnaval de Itacaré.

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A folia ilheense começou neste sábado, com vários blocos e atrações como a cantora Viviane Trípode e a banda Circuito Fechado. No domingo, segundo dia da festa, a programação começa às 13 horas, com o desfile dos blocos. Quem abre é o Chap Chap, seguido pelos blocos Vonga Pescados, Advai Folia, Fiscalização, Carne de Bode, Peixe Galo e 20Comer.

Entre as bandas, os destaques do domingo de Carnaval serão Gang Cidade, Lordão e Sambágua.

O carnaval de Ilhéus vai até o dia 8, na Avenida Soares Lopes. A festa começa sempre às 13 horas.

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Entrevistado há pouco pela equipe da Rede Bahia, no Carnaval de Salvador, o governador Jaques Wagner afirmou que a melhor folia de sua vida foi a de 1991, a primeira que ele passou com a atual esposa e primeira-dama do Estado, Fátima Mendonça.

Confessando ser um folião inveterado, Wagner lembrou que brinca o carnaval baiano desde 1974, ano em que chegou ao Estado. “Mas o melhor de todos foi o primeiro que passei com Fatinha”, disse o governador às repórteres Patrícia Nobre e Wanda Chase.

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O Samu de Ilhéus voltou a funcionar nesta sexta-feira, 04, após uma paralisação de 24 horas. O retorno ao trabalho foi decidido em uma reunião entre representantes dos funcionários, Secretaria Municipal da Saúde e prefeito Newton Lima.

Na reunião, foi acertado que todos os servidores terão direito aos mesmos benefícios concedidos aos médicos do Samu. Ou seja, pagamento de 40% de insalubridade, 20% a mais na gratificação e melhoria nas condições de trabalho.

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Wenceslau e Gilson caminham para 2012

Tornaram-se como unha e carne o vereador Wenceslau Júnior e o ex-secretário da Administração de Itabuna, Gilson Nascimento. Gordinhos, eles chegam a fazer até duas caminhadas por dia às margens do Rio Cachoeira, o que os especialistas na área de educação física podem considerar um excesso. Mas o que Gilson e Wenceslau procuram, além de queimar calorias, é construir um projeto político.

Essa caminhada começou na eleição de 2010, na qual o vereador teve apoio do então secretário na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa. Como se sabe, o candidato ficou com a primeira suplência do PCdoB e ainda sonha com a cadeira de deputado.

Agora, Wenceslau é um dos pré-candidatos do PCdoB a prefeito de Itabuna e quer Gilson como um dos generais da campanha. Pelo rigor dos exercícios e harmonia das passadas, os dois pretendem chegar tinindo em 2012.

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Um curioso bloco sai no Carnaval de Salvador não fantasiado “de” mulher, mas sim “da” mulher. O grupo se auto-intitulou “As Coisinhas” e desfila com seus componentes todos caracterizados numa imitação da presidenta Dilma Rousseff.

Tem até gente de Itabuna na brincadeira.

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O Ministério da Saúde recorreu a um dos hits deste verão (Minha mulher não deixa não, de Reginho e Banda Surpresa) para desenvolver uma campanha de prevenção contra a Aids e doenças sexualmente transmissíveis. O foco são os foliões Brasil afora – as mulheres principalmente.

O DJ Reginho e o baixista Lenine, morto em acidente no mês passado, não cobraram cachê pela campanha. O jingle “Sem camisinha não dá não” é veiculado em emissoras de rádio e tevê, sites e serviços de som durante o carnaval. Confira o vídeo abaixo:

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Por volta das 20h30min, a polícia registrou o terceiro homicídio desta sexta, o 37º do ano, em Itabuna. Um homem ainda não identificado foi morto a tiros em mais um crime na região dos bairros Monte Cristo e Califórnia.

Os outros dois assassinatos hoje ocorreram no Novo Horizonte e vizinho à Maternidade Esther Gomes, às margens da BR-101. João Vicente Santos foi assassinado na porta de casa ao final da tarde de hoje. Ele vinha recebendo ameaças de um ex-marido da esposa. Dois homens acertaram pelo menos 15 tiros em João Vicente.

O outro crime teve como vítima Haroldo Joaquim dos Santos, também morto na porta de casa, no bairro Novo Horizonte. A polícia relaciona o caso ao tráfico de drogas, mas vizinhos dizem que ele estava há poucos dias em Itabuna e não era reconhecido como usuário.

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O governador Jaques Wagner disse, nesta sexta-feira, 4, que a administração estadual não vai conviver com “laranja podre” dentro da corporação. “Não podemos contribuir com criminosos fardados manchando a imagem da instituição” afirmou, em entrevista coletiva durante visita ao Centro Integrado de Informações do Carnaval 2011, no bairro de Ondina. O governador lamentou a morte do policial civil, mas disse não ter visto alternativa. “Não queríamos que fosse assim. Preferiria a prisão, mas, infelizmente, aconteceu”, continuou.

Apesar de a justiça ter decretado a ilegalidade do movimento, nesta quinta-feira, 3, os policiais civis afirmam que vão dar continuidade à paralisação iniciada, segundo eles, na quarta-feira. De acordo com o Sindicato dos Policiais Civis da Bahia (Sindpoc), as delegacias estariam funcionando com somente 30% do efetivo.

No entanto, as delegacias de Tóxicos e Entorpecentes, Homicídios e 1ª Delegacia, que ficam no Complexo Policial dos Barris, e 14ª Delegacia (Barra), atendem normalmente, segundo constatou a reportagem de A Tarde, ao visitar as unidades, nesta manhã. A justiça estipulou multa de R$ 100 mil por cada dia em que o movimento for mantido.

Leia mais n´A Tarde

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Uma das novidades mais legais da internet sul-baiana é o site Click Itabuna. A página virtual se dedica especialmente à prestação de serviços e ajuda muito a quem deseja saber endereços e telefones de empresas dos mais variados ramos, além de trazer uma agenda cultural e muito mais coisas bem interessantes.

Se você ainda não acessou, clique AQUI e conheça.

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Ailton Matos

Danilo Gama Matos.

Quero agradecer a todos pelas orações, carinho e pelos conselhos que passaram aos que ficam, enfim a solidariedade e partilha nesse momento de dor. Que Deus abençoe hoje e sempre a cada um que teve a coragem de escrever, outros que apenas leram e muitos que não tiveram coragem de acessar, como eu. Porém, busquei força para ler, chorar e agradecer.

Convido-os para missa de sétimo dia que será na Igreja Santa Maria Madalena no bairro Nova Itabuna, Itabuna, às 18h deste domingo 06-03-11 (Na entrada da Cedisa e antigo Moisés), onde, mais uma vez, estaremos juntos pedindo e agradecendo a Deus por “meu filho muito amado”.

O profeta Isaías 25,6a.7-9 disse: “O Senhor Deus eliminará para sempre a morte.” E o Evangelista João em Ap 21,1-5a.6b-7, afirma que “A morte não existirá mais.” “Eis que faço nova todas as coisas, Eu sou o Alfa e o Ômega, o Principio e o Fim.” E o próprio Jesus diz, no Ev. Jo 6,39: “É esta a vontade de quem me enviou: que eu não perca nenhum dos que ele me deu, mas que eu os ressuscite no último dia.”

E São Paulo, escrevendo aos Filipenses, hoje a nós, disse: “A nossa cidade é nos céus de onde também, esperamos o Cristo Jesus, Senhor nosso”, Fl 3,20 . Pelas palavras da Sagrada Escritura que nos conduz, peçamos pelo nosso querido Danilo que um dia recebeu no Batismo a semente da vida eterna, para que Deus lhe conceda o convívio dos Santos na alegria e na paz e que interceda por nós, hoje e sempre.

Peço a todos seus amigos, independente de sua crença, que nas suas orações peça por Dan.

Saudades filho, papai te ama muitooooooooooooooooooooo.

Ailton Matos é empresário e pai de Danilo Gama Matos.

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