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Um grupo de adversários do governador Jaques Wagner em Ibicaraí prepara bolo de aniversário para promessa não-cumprida: em maio do ano passado, o petista esteve no município sul-baiano e disse que o trecho Itabuna-Ibicaraí da BR-415 seria recuperado.

Até agora, tudo é só promessa.

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O professor Marcos Nonato foi agredido por um aluno dentro do Colégio Edvaldo Brandão Correia, em Cajazeiras, Salvador, no final da manhã desta quarta-feira, 3. O agressor utilizou uma faca para atingir a vítima no pescoço.

De acordo com testemunhas, Marcos passava pelo corredor da escola quando foi abordado pelo jovem.  Uma divergência entre eles teria começado após o docente não permitir sua entrada na sala de aula.

Apesar de ter chegado atrasado na classe, o garoto não aceitou a crítica e passou a agredir verbalmente o professor. Ele foi detido e levado para a Delegacia do Menor Infrator, informa o jornal A Tarde.

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A Caixa Econômica comemora, nesta semana, 75 anos de atuação em Itabuna. A data será lembrada com um encontro na agência central da instituição financeira, nesta sexta, 5, às 17h. O evento terá a participação de gerentes regionais da Caixa, banco que tem destacada atuação na área habitacional e sofre grandes críticas pelas longas e interminável espera por atendimento…

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joão buracão luiz tito
João Buracão foi chamado. E não dispensou a varinha de pescar, claro! (Foto Luiz Tito).

Ele dispensou a cadeira. Tão furioso, sentou no asfalto quente como boca de fogão acesa para reclamar de um buraco que está prestes a completar um ano, na avenida do Cinquentenário, um dos metros quadrados mais caros de Itabuna. João Buracão assumiu as dores de comerciantes, motoristas e pedestres que circulam pelo trecho próximo à agência do Bradesco. Por lá, havia um buraquinho que virou buracão, tamanho o desprezo da Emasa e da prefeitura. Imagine você, logo ali na Cinquentenário. Como não adiantava mais enviar ofícios, os comerciantes convidaram João pra ver se dá jeito.

João Buracão faz pose, mas só arreda pé quando a cratera 'sumir'.
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A Polícia Federal em Ilhéus solicitará toda a documentação do pregão presencial da prefeitura de Ilhéus do qual saiu vencedora a empresa Inforsupri, que pertence a uma empregada doméstica do secretário de Finanças de Ilhéus, Jorge Bahia (foto).

A empresa teria sido favorecida no pregão para fornecer R$ 39 mil em computadores e acessórios de informática à Secretaria de Ação Social de Ilhéus, em novembro de 2009, quando Bahia ainda era chefe de gabinete do prefeito Newton Lima.

O diretor da PF em Ilhéus, Cristiano Sampaio, é quem solicitará a documentação. A entrada da polícia federal nas investigações se dá devido à utilização de recursos da União para aquisição dos equipamentos de informática.

As verbas utilizadas na suposta “negociata” são oriundas do programa federal Bolsa-Família. Na semana passada, a Procuradoria-Geral do Município emitiu parecer pela legalidade do pregão presencial, descartando o fato da empresa pertencer a uma empregada do secretário e do telefone e endereço da Inforsupri serem os mesmos da residência do secretário. Com informações do Blog do Gusmão.

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Daniel Thame | www.danielthame.blogspot.com

A decretação da prisão preventiva do secretário de Governo da Prefeitura de Porto Seguro, Edésio Lima, sinaliza de forma claríssima que os crimes de mando na Bahia começam a fazer parte de um passado que só não é desejável esquecer porque ainda existem casos emblemáticos a serem esclarecidos.

Edésio Lima, que teve a prisão solicitada pelo delegado Evy Paternostro e acatada pelo juiz da Vara Crime Roberto Freitas Júnior, é acusado de ser o mandante do assassinato dos professores Álvaro Henrique Santos e Elisney Pereira, diretores da API/Sindicato Seguro. Também tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça os policiais militares Sandoval Barbosa dos Santos, Geraldo Silva de Almeida e Joilson Rodrigues Barbosa, apontados como responsáveis pela execução do crime.

Álvaro e Elisney foram assassinados em setembro de 2009, quando lideravam uma intensa campanha salarial no município. Eles foram emboscados numa área rural do município. Na sequência, foi assassinado o motorista do secretário, Antônio Carlos Santos, crime que a polícia suspeitou ter sido “queima de arquivo”. As suspeitas contra Edésio Lima se ampliaram durante as investigações e se fortaleceram com a tentativa de homicídio contra uma testemunha-chave do caso, que levou 12 tiros, mas sobreviveu e está sob proteção policial.

A morte dos professores teve repercussão estadual e mobilizou Porto Seguro, que se uniu cobrando a punição dos responsáveis pelos crimes. Como as investigações correram em segredo de justiça, muitos chegaram a temer que o caso fosse descambar para a vala da impunidade.

Felizmente, não foi o que ocorreu. As secretarias estaduais de Segurança Pública e de Justiça e Direitos Humanos se empenharam na apuração, deixando claro que se houve crime, haverá o castigo, sempre respaldado na lei.

Edésio e os policias militares, acusados formalmente pelas mortes dos professores Álvaro e Elisney, do motorista Antonio Carlos e da tentativa de assassinato da testemunha, terão todo o direito de se defender.

Comprovada a culpa, irão pagar pelos bárbaros crimes que cometeram.

A Bahia que desejamos não comporta mais que pessoas que lutam pelos seus direitos e pelos direitos de seus companheiros de profissão sejam silenciadas pela truculência de quem não aceita contestações ou opiniões divergentes.

Os tempos são de diálogo e não de chicote.

De respeito às manifestações democráticas e não de tiros e de pancadarias.

Quem não entendeu e/ou não se adaptou a esses novos tempos, que pague pelos erros que cometeu, seja ele de que partido for e qual a condição financeira de que disponha.

A impunidade, essa mancha vergonhosa que nos acompanhou durante décadas, definitivamente não combina com a Bahia de hoje e a Bahia que se constrói para o futuro.

Daniel Thame é jornalista e blogueiro

retação da prisão preventiva do secretário de Governo da Prefeitura de Porto Seguro, Edésio Lima, sinaliza de forma claríssima que os crimes de mando na Bahia começam a fazer parte de um passado que só  não é desejável esquecer porque ainda existem casos emblemáticos a serem esclarecidos.Edésio Lima, que teve a prisão solicitada pelo delegado Evy Paternostro e acatada pelo juiz da Vara Crime Roberto Freitas Júnior, é acusado de ser o mandante do assassinato dos professores Álvaro Henrique Santos e Elisney Pereira, diretores da API/Sindicato Seguro. Também tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça os policiais militares Sandoval Barbosa dos Santos, Geraldo Silva de Almeida e Joilson Rodrigues Barbosa, apontados como responsáveis pela execução do crime.

Álvaro e Elisney foram assassinados em setembro de 2009, quando lideravam uma intensa campanha salarial no município. Eles foram emboscados numa área rural do município. Na sequência, foi assassinado o motorista do secretário, Antônio Carlos Santos, crime que a polícia suspeitou ter sido “queima de arquivo”. As suspeitas contra Edésio Lima se ampliaram durante as investigações e se fortaleceram com a tentativa de homicídio contra uma testemunha-chave do caso, que levou 12 tiros, mas sobreviveu e está sob proteção policial.

A morte dos professores teve repercussão estadual e mobilizou Porto Seguro, que se uniu cobrando a punição dos responsáveis pelos crimes. Como as investigações correram em segredo de justiça, muitos chegaram a temer que o caso fosse descambar para a vala da impunidade.

Felizmente, não foi o que ocorreu. As secretarias estaduais de Segurança Pública e de Justiça e Direitos Humanos se empenharam na apuração, deixando claro que se houve crime, haverá o castigo, sempre respaldado na lei.

Edésio e os policias militares, acusados formalmente pelas mortes dos professores Álvaro e Elisney, do motorista Antonio Carlos e da tentativa de assassinato da testemunha, terão todo o direito de se defender.

Comprovada a culpa, irão pagar pelos bárbaros crimes que cometeram.

A Bahia que desejamos não comporta mais que pessoas que lutam pelos seus direitos e pelos direitos de seus companheiros de profissão sejam silenciadas pela truculência de quem não aceita contestações ou opiniões divergentes.

Os tempos são de diálogo e não de chicote.

De respeito às manifestações democráticas e não de tiros e de pancadarias.

Quem não entendeu e/ou não se adaptou a esses novos tempos, que pague pelos erros que cometeu, seja ele de que partido for e qual a condição financeira de que disponha.

A impunidade, essa mancha vergonhosa que nos acompanhou durante décadas, definitivamente não combina com a Bahia de hoje e a Bahia que se constrói para o futuro.

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Abade: entre a cruz e a espada.

O clima esquentou de vez em Porto Seguro. Acossado por denúncias de irregularidades em seu governo, o prefeito Gilberto Abade (PSB) foi surpreendido com o pedido de prisão preventiva do seu braço-direito, o secretário de Governo e Comunicação, Edésio Lima, este já exonerado ontem.

Não bastasse esta carga, lá vem mais uma: o vereador Gilvan Florêncio, do PT, entrou com pedido de impeachment do prefeito. O requerimento será analisado pelo legislativo local. Gozado é que, há menos de uma semana, o partido negociava a sua entrada no governo do pessebista.

A cúpula petista, aliás, está da vida com o vereador, pois acredita que houve precipitação e suspeita que tenha alguém querendo aparecer no processo. Seria o próprio Gilvan, que deseja disputar uma vaga à Assembleia Legislativa em 2010.

Quem está rindo à toa com esses acontecimentos é o ex-prefeito Ubaldino Júnior (PMDB), destronado do governo em 2002, após ser acusado de desviar mais de R$ 50 milhões dos cofres públicos municipais.

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Da coluna Tempo Presente, de A Tarde

Os ventos sopram tão suaves para os petistas que até o ex-deputado Josias Gomes, náufrago nas urnas de 2006 por ter sido o único baiano envolvido no escândalo do Mensalão, está animado. Domingo último ele fez encontro em Salvador esperando 150 pessoas e apareceram mais de 350. Lá estavam o prefeito de Camaçari, Luiz Caetano, e o presidente da CUT, Martiniano Costa.

Só faltou mesmo José Dirceu se oferecendo para coordenar a campanha.

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Não se sabe se é reza de Mãe Vanda, mas o fato é que o Barbosa Filho – o Barbosinha – está com um pé fora da direção da Rádio Nacional. O ultimato já foi dado por um dos filhos de Daniel Gomes, proprietário da emissora. Dinailson Gomes, conhecido como Son, passará a dar as cartas na Nacional.

A previsão é de que dentro de um mês a rádio saia do prédio onde funciona atualmente, no antigo Morro dos Canecos. Os Gomes já procuram outro imóvel, inclusive um conjunto de salas na Avenida do Cinquentenário, onde a Nacional já ficou instalada em outras épocas (quando ainda se chamava Rádio Clube).

Na semana passada, Barbosinha barrou a ialorixá Mãe Vanda, que havia sido convidada para dar entrevista em um programa transmitido pela Nacional / TVI. Recentemente, o diretor também impediu a entrada de Daniel Gomes Neto (precisa descrever o parentesco?) nas dependências da emissora.

O estresse na rádio aumentou ainda mais esta semana, provocando decisões estranhas, como a de tirar do ar o programa Bom Dia Bahia. A direção explicou ter exigido que o titular do programa, Fábio Roberto, constituísse  empresa para continuar prestando serviço à Nacional. A exigência seria para evitar problemas com a justiça do trabalho.

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O prefeito de Porto Seguro, Gilberto Abade, decidiu exonerar o secretário de Governo e Comunicação, Edésio Lima, acusado de mandar matar os professores sindicalistas Elisney Pereira e Álvaro Henrique. Desde a segunda, 1º, Edésio é considerado foragido, pois uma prisão preventiva foi decretada e – até o momento – ele não se entregou à polícia.

Em nota, Gilberto Abade disse que o seu governo não tinha outra atitude a tomar que não fosse a exoneração do secretário, “para permitir a necessária tranquilidade para a apuração dos fatos. Temos esperança em Deus que o apontado envolvimento não seja verdadeiro”. Edésio é o braço-direito de Abade.

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Nos comerciais de 30 segundos do PSB baiano nos canais de televisão, a deputada federal e presidente do partido, Lídice da Mata, defende o financiamento público de campanha.Para ele, só esse modelo pode evitar a relação promíscua de políticos com empresas doadoras de recursos para campanhas.

Nesta semana, o prefeito de Ilhéus, Newton Lima, foi acusado de beneficiar a empresa ST Consultoria Ltda. A empresa doou, legalmente, R$ 13 mil para a campanha do mandatário ilheense e, meses depois, conseguiu contrato de R$ 66 mil que somente se tornou público (através do Jornal Oficial do Município) um ano depois de assinado (confira aqui).

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Chegou ao fim a novela na educação. O professor Gustavo Lisboa disse “sim” ao prefeito Capitão Azevedo e continuará no cargo de secretário de Educação de Itabuna. Na semana anterior ao carnaval, Gustavo chegou a entregar a carta de exoneração.

Azevedo aceitou as exigências do secretário, dentre elas eleição direta para dirigentes escolares da rede municipal e não-efetivação de contrato que sugaria R$ 400 mil das contas da Pasta O contrato era defendido pela Secretaria da Fazenda.

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Na sessão encerrada ao final da noite de ontem, 2, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve o número atual de representantes de cada estado na Câmara dos Deputados e de integrantes das assembleias legislativas e na Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Se a minuta que pretendia rediscutir a distribuição na Câmara Federal e nas assembleias legislativas fosse aprovada, a Bahia passaria a ter 40 deputados federais e 64 estaduais já em 2011.

O relator Arnaldo Versiani afirmou que o tema de redefinição do número de cadeiras por estado na Câmara dos Deputados esbarra na interpretação de artigo do Ato das Disposições Transitórias da Constituição (ADTC) de 1988, que assegura a irredutibilidade da atual representação dos estados e do Distrito Federal.

Versiani lembrou que a última modificação em representação de estado na Câmara ocorreu em 1994 quando a bancada de São Paulo aumentou de 60 para 70 parlamentares devido à aprovação da Lei Complementar 78/93, que elevou o número de deputados federais de 503 para 513. Com informações do site do TSE.

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Madeirada é quem fiscaliza o comparecimento dos servidores. VAI ENCARAR????

Vigorava a mais “sem-vergonhista” enrolação em muitos setores da Prefeitura de Itabuna, onde a inexistência de um rigoroso controle de presença dava lugar a faltas impunes e saídas antes da hora. Como numa cadeia onde cada preso fica com a chave da cela, eram os funcionários que administravam as antiquadas folhas de ponto e assinavam como bem queriam. Ou seja, em muitas repartições era farra geral.

A brincadeira acabou nesta semana, quando o secretário Gilson Nascimento, da Administração, resolveu botar ordem na casa. Ele mandou recolher todos os livros de ponto e os entregou em mãos do bombado Madeirada, lutador de vale-tudo.

Desde segunda-feira, é o lutador que fica à espera dos servidores, conferindo horário de chegada e saída e intimidando (com a simples presença) os faltosos contumazes.

É Itabuna inventando uma “tecnologia” que tem tudo para ser copiada por outros governos, nas três esferas. Para que ponto eletrônico? A administração local dá show de eficiência, com o “ponto bombadônico”!