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Alex Miranda, amigo deste blog, já tinha perdido as esperanças. Passava de 45 dias sem notícias de Tob, seu legítimo viralata que sumiu em Itororó no mês de junho, enquanto o dono curtia o Festsol. Pois depois de todo esse tempo embrenhado no mato, Tob reapareceu em uma fazenda naquelas bandas.

O feliz proprietário saiu de Itabuna neste sábado (em desabalada carreira). E, a essa altura, ainda deve estar levando boas lambidas do Tob. Aliás, Alex chama o cachorro agora de campeão de “No Limite”…

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Tob, o cachorro aventureiro
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Hermano Fahning tem 33 anos, é ilheense e, desde 2005, tem exercido funções estratégicas na gestão do turismo em Ilhéus. Iniciou como diretor de marketing da Setur, na gestão de Raymundo Mazzei, sendo depois seu assessor. Com a ida de Mazzei para Angola, Hermano assumiu o comando da Secretaria, passando novamente a assessor quando o então prefeito Valderico Reis nomeou o empresário Paulo Moreira como secretário.

Quando foi alvo de um processo de cassação, Valderico exigiu que os ocupantes de cargos comissionados se afastassem, como demonstração de fidelidade. Hermano desobedeceu e ficou. Valderico foi afastado, Newton assumiu e acabou colocando Hermano novamente no comando da Setur, no segundo semestre de 2007.

Há alguns dias, Hermano Fahning afastou-se novamente da Setur para assumir um cargo efetivo na Controladoria do Município. Formado em engenharia civil, ele agora será responsável pela fiscalização de obras públicas.

Nesta conversa com o Pimenta, Hermano fala sobre sua passagem pela Setur e dá sua opinião sobre o que é necessário fazer para o turismo de Ilhéus sair da letargia.

Fala um pouco sobre você.
Sou ilheense, tenho 33 anos, estudei fora, mas sempre senti que tinha a obrigação de voltar à região para retribuir as oportunidades que ela me deu. Fiz engenharia civil na Universidade Católica de Salvador e cheguei a cursar ao mesmo tempo análise de sistemas na Federal, até que não consegui conciliar as duas faculdades e continuei só com a de engenharia.

Você chegou a trabalhar nessa área?
Depois de me formar, atuei em Salvador por três anos como engenheiro civil e meu perfil sempre foi mais direcionado para a parte de planejamento e controle de obras, o que me deu uma boa bagagem na área de gestão. Em 2000, fui para o Canadá, a princípio só para aprender inglês. Como não tinha muitos recursos, trabalhei de tudo o que você possa imaginar: de garçom a zelador de prédio. Isso durante uns três anos.  Depois que aprendi inglês, fiz duas pós-graduações no Canadá, uma em gestão de negócios e outra em marketing esportivo.

Você voltou para Salvador em 2003…
Sim. Cheguei  em Salvador e tentei abrir um negócio na área de marketing. Quando a coisa estava começando a se consolidar, já em 2004, eu recebi o convite para trabalhar como diretor de marketing da Secretaria de Turismo de Ilhéus, ao lado de Raymundo Mazzei. Meu trabalho era fazer a promoção de Ilhéus em todos os polos emissores, focando o público que a gente queria trazer para Ilhéus. Fazíamos contato com as operadoras nos polos emissores, num trabalho em parceria com as agências de receptivo  locais. Posteriormente, fui convidado a cuidar da assessoria do secretário e da parte de planejamento turístico e, quando ele recebeu uma proposta irrecusável para trabalhar Angola, me indicou para substituí-lo.

Como foi essa experiência?
A gente encontrou uma região turística onde Ilhéus não conversava com Itacaré, não conversava com Canavieiras e a gente conseguiu fazer toda uma articulação institucional para tornar possível um planejamento em conjunto. Queríamos que essas instituições também se sentissem responsáveis pelo planejamento das políticas públicas do turismo. A partir daí, houve um fortalecimento do trade, a recriação da Atil, a repaginação do Convention Bureau, que tem a função de captar eventos para a cidade; reinstalamos o Conselho Municipal de Turismo. Houve uma grande conquista também, mesmo com os problemas do aeroporto, que foi a vinda da Gol Linhas Aéreas no final de 2006, fruto de uma articulação da nossa Secretaria junto ao pessoal da companhia e da Infraero.

Nesse primeiro momento, foi pouco tempo como secretário, já que uns cinco meses depois Paulo Moreira assumiu a Setur…

No final de 2006, Paulo Moreira assumiu a Secretaria e eu continuei, assessorando ele até meados de 2007, quando aconteceu todo o problema político (cassação do ex-prefeito Valderico Reis) e o então prefeito exigiu que todos os cargos comissionados pedissem exoneração., Eu fui uma das pessoas que não pararam de trabalhar. Estávamos fechando diversos projetos, como o da sinalização turística, havia prazos e o compromisso com Ilhéus era muito maior.

Mesmo com todas essas ações que você menciona, o turismo de Ilhéus não deslanchou. Qual o impedimento para que isso aconteça?
Em primeiro lugar, a cidade precisa de um foco, porque o turismo hoje é bastante segmentado. Hoje se fala em turismo étnico, turismo sol e praia, turismo ecológico, de eventos, negócios, ecoturismo, estudantil, terceira idade… Nós temos potencial para todos eles, mas não podemos trabalhar todos ao mesmo tempo. Ilhéus precisa se posicionar estrategicamente e nós entendemos que o ponto mais forte da cidade hoje seja, além do sol e praia, o turismo cultural. Então, vamos focar no que nós somos, o que queremos, o tipo de público que pretendemos atrair.

“A cultura da cidade precisa mudar, ela tem que se acostumar a servir bem. O ilheense deve ter a consciência de que vive numa cidade turística”.

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E depois?
Depois, nós passamos para as outras fases, o que começa com o planejamento estratégico,aperfeiçoamento da qualidade dos serviços. Nós conseguimos, em parceria com o Senac, implementar vários cursos de aperfeiçoamento profissional, justamente para promover essa qualificação. Todo mundo sabe que hoje o turista é muito exigente. Ele não reclama do preço quando a qualidade do serviço é condizente. Outra: a cidade precisa estar preparada para receber o turista, mas antes disso é preciso que ela esteja preparada para o sua própria população. Tem que estar bem cuidada, limpa, organizada, bem sinalizada, roteirizada, com boas empresas de receptivo e um trade turístico forte.

Você concorda com o pensamento de que Ilhéus, apesar de todas as suas belezas naturais, ainda não se organizou para ser efetivamente uma cidade turística? Diferente de Porto Seguro, por exemplo.
Em primeiro lugar, Ilhéus é uma cidade turística. Qual a diferença? Porto Seguro tem um fluxo constante, porque sempre esteve na mídia e tem um trade turístico forte, além de ter estabelecido seu foco, que é sol e praia e eventos. Os empresários do setor se sobrepõem ao poder público local. O que Ilhéus precisa é investir num público que tenha uma taxa de gastos per capita maior, o que implica na qualificação do fluxo turístico.

Qual seria  o foco do turismo ilheense?
Essa é uma discussão que tem de ser feita entre comunidade, empresários e poder público, mas eu particularmente acho Ilhéus muito forte na parte cultural, além de sol e praia e eventos. Investindo nesses focos, a cidade pode marcar o seu posicionamento no mercado.

Por que essa discussão não anda e os projetos não saem do papel?

Para Ilhéus deixar de ser simplesmente uma cidade turística e se tornar um produto turístico formatado, é necessário em primeiro lugar uma mudança de mentalidade. Viemos de uma sociedade que se construiu sobre a monocultura do cacau e se acostumou a ser servida. Com a queda da monocultura, essa sociedade está aprendendo que ela precisa ser uma prestadora de serviços, para reconstruir sua riqueza. Ou seja, a cultura da cidade precisa mudar, ela tem que se acostumar a servir bem. O ilheense deve ter a consciência de que vive numa cidade turística. A cidade deve estar bem sinalizada, o cidadão precisa tratar com cortesia o turista, saber informar. O primeiro ponto é a conscientização.

A falta de infraestrutura compromete?
A falta de infraestrutura turística não é um “privilégio” só de Ilhéus, uma vez que a maioria dos destinos baianos e brasileiros carece de uma estrutura profissional. A preocupação com isso começou a mudar em 2003, com a implantação do Ministério do Turismo, quando começaram a ficar bem definidas as questões da capacitação dos serviços turísticos e da infraestrutura turística.

Na prática, a ação do Ministério é percebida?
Do jeito que as coisas são distribuídas e como o recurso é captado para os municípios, existe uma dependência muito forte de articulação política. Portanto, é muito importante que a região tenha representatividade política, sobretudo na esfera federal. Nós temos bons projetos, mas é difícil conseguirmos os recursos.

O Porto Sul vai atrapalhar o turismo de Ilhéus?
O turismo não pode ser o único vetor de desenvolvimento e nós não podemos fechar portas. A proposta do Porto Sul é bastante interessante, até o nível de conhecimento que nós temos, já que ainda está na fase do projeto conceitual e o diálogo está acontecendo entre os governos municipal, estadual e a sociedade. É algo interessante para o desenvolvimento da região, mas que precisa ser implantado com muita responsabilidade, com respeito à legislação ambiental. O turismo pode, perfeitamente, conviver com esse desenvolvimento.

O episódio em que você foi denunciado de receber pagamento indevido de uma banda pesou na sua decisão de se afastar da Setur?
Não houve em nenhum momento, nem no governo nem na equipe que eu coordenei na Setur, qualquer tipo de questionamento acerca da minha conduta. A denúncia a que você se refere partiu de pessoas que não têm credibilidade para fazer qualquer tipo de acusação. Os fatos já foram esclarecidos e a maneira como eu atuei na Setur me dá respaldo para que eu siga de cabeça erguida. Eu sou engenheiro civil, com maior atuação na área de planejamento, e optei por atender à convocação para assumir um cargo efetivo no governo, dentro de minha área de formação. Vou cuidar da auditoria das obras do município, que é também uma função de grande responsabilidade.

A nomeação de uma pessoa ligada a você (a turismóloga Ana Matilde) para o comando da Setur significa que seu prestígio ainda é grande junto ao governo?
Eu não posso colocar isso como prestígio ou “coisa política” em hipótese alguma. Na verdade, o prefeito lamentou a minha saída e, como está bastante satisfeito com a condução da Setur, ele não quer que as linhas, os planejamentos e os programas sejam desviados. O prefeito acredita na causa do turismo e quer que esse trabalho tenha seguimento. Nós deixamos o prefeito bem à vontade para escolher o substituto e ele optou por nomear Ana Matilde, em caráter interino.

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A Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista conferiu, na sexta-feira (7), o título de cidadão conquistense ao ex-senador Antônio Carlos Magalhães. A honraria é prestada a personalidades que se destacam na vida do município, ajudando no seu desenvolvimento. ACM morreu em 20 de julho de 2007.

Além de ACM, o presidente do DEM, Paulo Souto, também foi homenageado. Foi mais uma oportunidade para Souto – como nos velhos tempos – se ver ofuscado pela ‘presença’ do velho coronel.

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PROVA, vencida por Cacá Bueno, gerou ocupação de 70% nos hotéis (Alberto Coutinho).
PROVA, vencida por Cacá Bueno, gerou ocupação de 70% nos hotéis (Alberto Coutinho).

A Bahia inaugurou um novo momento na Stock Car e garantiu a realização de etapas da principal modalidade esportiva do automobilismo nacional em Salvador até 2013, segundo anunciou hoje o governador Jaques Wagner. Para isso, um convênio foi assinado entre a promotora da Stock, governo estadual e prefeitura de Salvador.

Foi o primeiro GP da modalidade em circuito de rua e gerou ótimos dividendos para a imagem da cidade e a sua economia. Segundo a Bahiatursa, o evento assegurou ocupação de 70% dos leitos da rede hoteleira da cidade. Os investimentos do estado no evento foram de R$ 5,3 milhões no GP, sexta etapa da Stock Car.

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BURGOS tem 24h para fazer pagamento de rescisões. É isso ou prisão!
BURGOS tem 24h para fazer pagamento de rescisões. É isso ou prisão!

A coisa fedeu pras bandas do centro administrativo Firmino Alves. Mais especificamente, pro lado do secretário municipal de Fazenda, Carlos Burgos.

Ele foi indicado pela Justiça Trabalhista como fiel depositário de uma causa no valor de 196.777,67, decorrente do processo trabalhista 00040.2009.463.05.00.6. O pagamento seria imediato, mas vem sendo protelado há quase cinco meses.

No processo, movido pelo Sindicato dos Empregados em Limpeza Pública contra a empresa Macro Construtora Ltda. (Ecolimp) e o Município de Itabuna, foi deferido o arresto da fatura de dezembro da Macro, de cerca de R$ 500 mil.

O dinheiro é destinado a pagar rescisões de 200 garis terceirizados que trabalhavam para a prefeitura de Itabuna. No dia 21 de janeiro, o juiz mandou que a prefeitura de Itabuna não pagasse a fatura à Macro, mas quando ela foi citada, em 4 de fevereiro, já tinha pago R$ 277.326,26.

Confira a história na íntegra

Alterado às 20h24min

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A premiação dos vencedores da etapa baiana da Stock Car em Salvador registrou início de vaias para o prefeito João Henrique e o governador Jaques Wagner. Nada que pudesse constranger as nobres autoridades.

A rivalidade PT-PMDB foi levada para as pistas do CAB.

Em tempo: Cacá Bueno, da equipe Red Bull, venceu a corrida na categoria principal. Marcos Gomes/Action Power ficou em segundo e Ricardo Sperafico/Panasonic chegou em terceiro. A prova da principal categoria do automobilismo nacional foi a primeira da história em circuito de rua.

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Pellegrini: preocupação maior é com o social
Pellegrini: preocupação maior é com o social – Foto: Waldyr Gomes

O campeonato municipal Interbairros de Itabuna tem sua primeira rodada hoje, com 11 jogos. As partidas serão disputados nos campos dos bairros Jardim Primavera (Caic), Santa Inês, Lomanto Júnior, Núcleo Habitacional da Ceplac, Pedro Jerônimo, São Lourenço, Daniel Gomes, São Pedro, Rua de Palha, Vila das Dores e Ferradas.

O campeonato se constitui numa alternativa de lazer para as comunidades carentes do município, afirma o secretário do Esporte, Alcântara Pellegrini. “O maior impacto diz respeito à possibilidade de proporcionar aos itabunenses, principalmente para a população de baixa renda, um espaço de lazer e cidadania”.

O Interbairros reunirá cerca de 1.200 atletas, representando 55 bairros, disputando 137 partidas até a grande final, prevista para o dia 15 de novembro.

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O título não é nada honroso. De acordo com relatório do Unicef, feito em parcera com a ONG Observatório das Favelas e a Secretaria Especial de Direitos Humanos, as cidades de Itabuna, Ilhéus, Teixeira de Freitas e Juazeiro estão nas primeiras colocações no ranking de homicídios contra adolescentes.

O dado se encontra em matéria publicada na edição de hoje do jornal A Tarde, que destaca ainda a ausência de delegacias especializadas para apurar os atos infracionais cometidos por menores, bem como de instituições destinadas à ressocialização dos mesmos.

A média de homicídios cometidos nos quatro municípios é superior ao índice nacional e a maioria dos casos está relacionada ao tráfico de drogas. Especialistas dizem que a ausência do poder público é fator preponderante para a carnificina que se pratica contra os jovens nas quatro cidades baianas.

O IHA

O caso havia sido abordado, há duas semanas, pelo semanário A Região. A reportagem revelava que estas quatro cidades são as mais perigosas para os adolescentes de 12 a 18 anos. A partir das estatísticas de 2006, o Índice de Homicídios na Adolescência (IHA) revela quais são as chances de sobreviver para cada grupo de mil adolescentes, dos 12 anos chegar a0s 19.

Ilhéus e Itabuna apresentam índice 3,29; Juazeiro, 3,30; e Teixeira de Freitas, 3,34. Há três anos, de acordo com o IBGE, Itabuna possuía 33.906 adolescentes nessa faixa etária. A partir do IHA e se não houver política para a redução da violência, serão registradas 111 mortes nesse grupo. Ilhéus tinha 38.032 adolescentes na faixa dos 12 aos 18 anos. A projeção é de 125 homicídios para este grupo.

Confira o estudo completo do Unicef

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TEIA DE ARANHA: Livro de Geografia comprado pela Prefeitura de Maraú está desatualizado mais de 20 anos
TEIA DE ARANHA: Livro de Geografia comprado pela Prefeitura de Maraú está desatualizado mais de 20 anos

A Prefeitura de Maraú adquiriu recentemente algumas coleções de livros didáticos para servir de pesquisa aos estudantes.  O material custou cerca de R$ 15 mil aos cofres públicos, mas inclui exemplares que chamam atenção pelo alto grau de inutilidade.

Entre os livros, há um de geografia (não de história, reparem bem!) que, em sua página 291, trata a velha e extinta União das Repúblicas Socialistas Soviéticas como algo atualíssimo. Pois é com obras desse tipo, anteriores à Perestroika, que a Prefeitura de Maraú pretende deixar os estudantes da cidade cultos e bem informados.

Vale procurar saber quem é o dono do sebo que vendeu tais preciosidades ao município, pois é capaz de ter carne embaixo desse angu…

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ANDIRLEI: estilo paz e amor
ANDIRLEI: estilo paz e amor

Wagner utilizou a expressão “democrata irredutível” para definir-se politicamente, mas em Itabuna há alguém que, embora não declare, possui a mesma característica. Trata-se do advogado Andirlei Nascimento, pré-candidato à presidência da subseção local da OAB.

Figura simpática, amigo de todo mundo e com uma cara de quem – se não fosse advogado –  seria padre, Nascimento é do tipo que prefere uma boa conversa a uma ferrenha disputa. E provou isso nesta semana…

Na reunião do grupo que o apoia para suceder Oduvaldo Carvalho na OAB, Andirlei surpreendeu ao convidar até os adversários e ainda permitir que os mesmos fizessem o seu “comercial”. E era (ou deveria ser) um encontro interno.

Houve quem não aprovasse tamanha bondade, mas o nobre causídico não abre mão desse estilo paz e amor.

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Calma, calma, Paulo Souto e tchurma do DEM. Não é nada disso que vocês podem pensar, à primeira vista. O palanque aí foi o oficial, de inauguração de obras em Morro do Chapéu, onde o governador Jaques Wagner esteve na tarde deste sábado.

No município da Chapada Diamantina, Wagner colocou à prova o seu discurso e postura republicanos (ou de “democrata irredutível”, para ser fiel à fala do petista e combinar com o momento).

Sabendo que o deputado estadual Carlos Gaban (DEM) estava na cidade, Wagner fez o convite. Um tanto quanto surpreso, Gaban aceitou e subiu no palanque.

O gesto seria impensável (ou inaceitável) nos tempos do carlismo. Mais impensável ainda porque Gaban está entre os maiores críticos do governo de Wagner na Assembleia Legislativa.

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A derrota para o Vila Nova, num jogo feio, em Goiás, deixou o Bahia beirando a zona do rebaixamento, em 15º lugar, na série B do campeonato brasileiro.

Essa foi a sexta derrota do tricolor na competição. O Bahia soma 20 pontos em 16 jogos. A luta da equipe baiana é conseguir fazer o maior número de pontos antes da virada do primeiro para o segundo turno, para encostar no grupo da frente e facilitar mais as coisas na parte final do certame.

O próximo compromisso do tricolor é contra a Ponte Preta, no estádio de Pituaçu, em Salvador, na terça-feira (11).