Danilo chamou primeira-dama de cadela; prefeito cobra reação da Câmara
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Por meio de nota pública de repúdio, o prefeito Augusto Castro (PSD) disse esperar que a Câmara de Vereadores puna o vereador Danilo da Nova Itabuna (UB) pelas agressões verbais contra a primeira-dama Andrea Castro. No plenário da Casa, Danilo comparou Andrea a uma cadela (veja aqui).

Augusto considera inadmissível a maneira ofensiva como o vereador se referiu à primeira-dama em plenário, “desrespeitando-a como mulher, primeira-dama, advogada, mãe e esposa”.

O prefeito classificou as declarações de Danilo da Nova Itabuna como “reprovável episódio de misoginia”.

– Esperamos que a Câmara Municipal tome as devidas providências para repreender o comportamento de seu representante, demonstrando à população que a intolerância e a discriminação não têm lugar em nossa cidade – expressou o prefeito em nota.

Confira a íntegra da nota abaixo.

Nota de Repúdio

O Prefeito Augusto Castro, vem por meio desta, expressar seu repúdio e indignação, diante das declarações do vereador Danilo Freitas, em sessão plenária da Câmara Municipal realizada nesta quarta-feira, dia 20/06.
É inadmissível que um agente político, legítimo representante da população, utilize o plenário da Câmara de Vereadores, para se referir de maneira ofensiva à Senhora Andrea Castro, desrespeitando-a como mulher, primeira-dama, advogada, mãe e esposa.
A fala do vereador Danilo Freitas se traduz em reprovável episódio de misoginia. 
A sociedade não pode se calar, muito menos tratar sem a relevância necessária, declarações degradantes e que prestam desserviço a proteção aos direitos das mulheres.
Esperamos que a Câmara Municipal tome as devidas providências para repreender o comportamento de seu representante, demonstrando à população que a intolerância e a discriminação não têm lugar em nossa cidade. 
Além disso, encorajamos a sociedade a manifestar-se contra qualquer forma de violência ou desrespeito às mulheres.
Reafirmamos nosso compromisso em promover a igualdade de gênero, o empoderamento feminino e a construção de uma cidade onde todas as mulheres sejam respeitadas. Não mediremos esforços para combater atitudes que reforcem estereótipos negativos e agridam a dignidade feminina.
A todas as mulheres, em especial à primeira-dama Andrea Castro, nosso apoio, solidariedade e reconhecimento pela sua importância e contribuição para nossa sociedade.
Augusto Castro
Prefeito Municipal de Itabuna
Vini Jr. foi alvo de atos racistas em mais uma rodada da La Liga || Foto Instagram
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou solidariedade com o jogador brasileiro Vinicius Junior, do Real Madrid, que foi vítima de mais uma ação racista em um estádio espanhol na tarde deste domingo (21). Para o presidente, a Federação Internacional de Futebol (Fifa), a liga espanhola e as ligas de futebol de todos os países devem tomar providências para que o “racismo e o fascismo” não tomem conta do futebol.

“Não é possível que quase no meio do Século 21 a gente tenha o preconceito racial ganhando força em vários estádios de futebol na Europa”, disse. “Não é justo que o menino pobre que venceu na vida, que está se transformando possivelmente em um dos melhores [jogadores] do mundo – certamente do Real Madrid é o melhor – seja ofendido em cada estádio que ele comparece”, acrescentou Lula.

Durante a derrota do Real Madrid para o Valencia por 1 a 0, no Estádio Mestalla, casa dos adversários, Vini escutou insultos racistas e gritos de “macaco” vindos das arquibancadas. Esta não é a primeira que o jogador é atacado. Pelas redes sociais, ele manifestou sua revolta com a La Liga, a liga espanhola de futebol.

“Não foi a primeira vez, nem a segunda e nem a terceira. O racismo é o normal na La Liga. A competição acha normal, a Federação também e os adversários incentivam. Lamento muito. O campeonato que já foi de Ronaldinho, Ronaldo, Cristiano e Messi hoje é dos racistas. Uma nação linda, que me acolheu e que amo, mas que aceitou exportar a imagem para o mundo de um país racista. Lamento pelos espanhóis que não concordam, mas hoje, no Brasil, a Espanha é conhecida como um país de racistas. E, infelizmente, por tudo o que acontece a cada semana, não tenho como defender. Eu concordo. Mas eu sou forte e vou até o fim contra os racistas. Mesmo que longe daqui”, desabafou. Com informações d´Agência Brasil.

Joana Guimarães é reitora da UFSB
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Séculos de exclusão e discriminação criaram a premissa do menor potencial. Frases como “Isso não é pra gente como nós”, “Nosso lugar é na cozinha”, entre outras, ouvidas de pessoas negras que estavam ao meu redor, acompanharam-me em grande parte da minha infância e adolescência. Mas eu me insurgi, resisti, reconfigurei a situação e cheguei até aqui. Porém, não foi fácil. E não é para nenhuma de nós.

 

Joana Guimarães

Desde que assumi o cargo de reitora na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), sempre me perguntam como é ser uma mulher negra ocupando um cargo em que tão poucas pessoas na minha condição estão presentes. Ao pensar sobre isso, vem à mente que a questão não é esse ou aquele cargo, mas a ocupação dos espaços de prestígio na sociedade que sempre foi algo de difícil alcance para pessoas negras. Estou na vida acadêmica como gestora desde 2006, quando assumi o cargo de diretora do campus da UFBA em Barreiras. Em 2011, fui para a vice-coordenação da Comissão de Implantação da UFSB. Em 2013, assumi a vice-reitoria dessa mesma universidade e, em 2018, o cargo de reitora, o qual exerço até aqui. Nessa trajetória, sempre fui a exceção que comprovava a regra do racismo.

Certamente a cor da pele define nossa posição na sociedade e como esta nos vê. Isso pode ser observado nas discussões sobre o desempenho dos cotistas na universidade. Havia e em certa medida ainda há uma preocupação com desempenho — fruto da concepção de que essas pessoas possuem dificuldades no aprendizado por conta da falta de exposição a elementos educacionais e culturais dominantes na nossa sociedade, tais como escolas renomadas, bons livros, cinema, teatro, museus — o que chamamos de capital cultural. Porém, não se levam em consideração as experiências comunitárias e culturais descentradas que também fazem com que, mesmo sem acesso a tudo isso, essa maioria minorizada desenvolva vivências que fazem com que não só tenham capacidade outras como a resiliência e um enorme potencial para agarrar as oportunidades que surgem à frente. Uma espécie de rebeldia contra a subalternidade determinada historicamente. Aliado ao fato de que pessoas negras devem estar onde estão porque esse é o seu lugar na sociedade — construiu-se a premissa dominante de que elas têm menor potencial que pessoas brancas.

No meu caso particular, quando adentrei esse mundo da gestão e, consequentemente, passei a ocupar cargos de destaque mesmo detendo todas as credenciais de uma egressa da Ivy League, não à toa, o racismo teimou em se rearticular em várias imagens de controle na tentativa de invisibilizar minha atuação como reitora e menoscabar a minha agência.

A intersecção entre racismo, machismo e pobreza inscreve, socialmente, as mulheres como pessoas com menor potencial para ocupar espaços de poder, sendo determinado a elas o cuidado com a família, com atividades relacionadas ao ambiente doméstico. Isso é, em grande medida, incorporado ao imaginário das próprias mulheres que, em muitos casos, se sentem culpadas ou impossibilitadas de investir na carreira, considerando que isso as afasta da sua função definida, historicamente, pela sociedade, que é a de cuidado com a família. Séculos de exclusão e discriminação criaram a premissa do menor potencial. Frases como “Isso não é pra gente como nós”, “Nosso lugar é na cozinha”, entre outras, ouvidas de pessoas negras que estavam ao meu redor, acompanharam-me em grande parte da minha infância e adolescência. Mas eu me insurgi, resisti, reconfigurei a situação e cheguei até aqui. Porém, não foi fácil. E não é para nenhuma de nós.

Essa breve reflexão conduz-me à resposta de que ocupar o cargo de reitora de uma universidade federal parece-me perfeitamente natural, em especial pelo fato de estar de volta, depois de 40 anos, à terra onde nasci e vivi a minha infância e parte da adolescência, onde tenho raízes familiares. Tudo isso faz com que eu tenha profunda relação com a região e compreenda a importância de uma instituição como a Universidade Federal do Sul da Bahia. Importante por saber o que teria significado para a vida de muitos dos meus colegas dos primeiros anos de estudo a existência de uma universidade pública na região, o quanto isso lhes teria impactado a vida. Além do impacto pessoal, há ainda o aspecto do desenvolvimento regional, com a possibilidade de construção de projetos de interesse da sociedade em todas as áreas do conhecimento, o que almejamos aqui na UFSB.

Para finalizar, deixo aqui o testemunho de que me sinto acolhida pelos colegas reitores e reitoras das universidades federais, por meio da Andifes, que, neste momento de dificuldade econômica, política e sanitária pelo qual passa o Brasil, agravado pelas enchentes no sul e extremo-sul da Bahia, tem se colocado firmemente numa rede de apoio, solidariedade e troca de experiências que muito tem nos ajudado a atravessar essa difícil conjuntura.

Joana Guimarães é reitora da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

Governo Federal cortou Bolsa Família na região Nordeste
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O Ministério da Cidadania tem cinco dias para informar ao Ministério Público Federal (MPF) a quantidade de novos benefícios do Programa Bolsa Família concedidos, por estado, mês a mês, desde janeiro de 2019.

A solicitação foi feita na sexta-feira (6) pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC/MPF) diante de denúncia publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo de que a região Nordeste teria ficado com apenas 3% das concessões do Bolsa Família, embora concentre 36,8% das famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza na fila de espera do programa.

De acordo com a reportagem, famílias do Sul e Sudeste foram responsáveis por 75% dos novos benefícios concedidos pelo Programa. “Para se ter uma ideia, o número de novos benefícios concedidos em Santa Catarina, que tem população oito vezes menor que o Nordeste e é governada por Carlos Moisés (PSL), foi o dobro do repassado à região nordestina inteira, cujos governadores são da oposição”, aponta o texto.

No pedido de esclarecimentos, a Procuradoria dos Direitos do Cidadão solicita ao ministro Onyx Lorenzoni que indique os critérios e conjunto de indicadores sociais utilizados pela pasta para estabelecer com maior acuidade as situações de vulnerabilidade social e econômica utilizados na seleção de beneficiários. O órgão do Ministério Público quer ainda informações sobre a cobertura do Programa Bolsa Família por estado.

“No caso da indisponibilidade orçamentária eventual para expandir o programa no ritmo necessário para alcançar novas famílias em situação de pobreza e extrema pobreza, os critérios para priorização na concessão dos benefícios devem ser claros e lícitos, não havendo qualquer possibilidade de preferências ou perseguições políticas”, destaca a PFDC.

Nesse sentido, as informações sobre a concessão dos benefícios deverão ser prestadas ao Ministério Público Federal de acordo com o que estabelece o Decreto 5.209/2004 e a Portaria MDS 341/2008.

CRITÉRIOS

No documento, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão reforça que os critérios de priorização na concessão de benefícios são de famílias em situação de maior vulnerabilidade social e os municípios com menor cobertura do programa.

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Post que deu origem à polêmica contra ex-piloto da Avianca (Reprodução).
Post que deu origem à polêmica contra ex-piloto da Avianca (Reprodução).

Um grupo de cinco moradores do município de Currais Novos, no Rio Grande do Norte, decidiu entrar com ação contra a Avianca e o piloto Eduardo Pfiffer. Na semana passada, o funcionário da Avianca utilizou o Facebook para agredir nordestinos e chamá-los de “porco, nojento, medíocre”., após, segundo ele, um restaurante de João Pessoa (PB) prestar atendimento ruim
Gildácio Ferrreira Fernandes, um dos autores da ação, disse que se sentiu discriminado pelo piloto, que foi demitido da Avianca na última sexta (28).
– Ele [Eduardo Pffeifer] discriminou todos os nordestinos. Decidimos também prestar queixa-crime contra o piloto – disse Gildácio ao Pimenta.
Além do autônomo, outros cinco amigos entraram com a ação contra a companhia aérea e o piloto demitido.
O processo correrá na Vara Especial Cível de Currais Novos. O grupo pede R$ 14 mil de indenização por danos morais, que pode ter como destino uma entidade assistencial.

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A discriminação de um espaço de eventos a dois universitários homossexuais acabou mobilizando a comunidade acadêmica, que realiza manifestação contra a homofobia, amanhã, às 17h, na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc).

Dois alunos do curso de Ciências Sociais, de 26 e 19 anos de idade, estavam no “Inferninho da Uesc”, na última sexta-feira (18), e foram obrigados a deixar o estabelecimento quando começaram a se beijar.

O dono do “Inferninho” teria dito que ali não era ambiente para casais gays. O espaço de eventos está situado em frente à instituição de ensino superior e virou point de universitários. O comerciante não foi encontrado para comentar a acusação.

O casal interpretou a atitude como homofóbica, embora, por opção, não tenha recorrido à polícia nem à Justiça para denunciar o caso. “Nosso grito será sempre pela criminalização da homofobia, pela liberdade de expressão homoafetiva”, afirma Janrryer Mota, colega do casal alvo da atitude discriminatória.

Janrryer disse não entender o porquê da discriminação do dono do estabelecimento se, no mesmo instante, vários casais heteros também se abraçavam e beijavam. “Por que esse amor não é aceito?”, questiona. O ato de protesto será no campus da Uesc, em frente ao “Inferninho”, com concentração no CEU.

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(…) espalmou a mão negra e – “com gosto de gás” – deu um tapa na cara da mulher, em sincronia com um desabafo: “descarada é você, cachorra vagabunda.

Marival Guedes
O cantor/compositor Chico Buarque contou em entrevista que seu genro Carlinhos Brown, a filha Helena Buarque e os netos deixaram um condomínio de classe média na Gávea (RJ) por causa da discriminação racial. Indignado, relata que ficou impossível continuarem lá porque eram claramente indesejados, agredidos.
Ele diz ainda que quando vai à praia costuma ouvir gracinhas agressivas do tipo: Chico, cadê o genro? Mas o cantor dá risada quando diz que “estes caras musculosos da praia pensam que são brancos. E não são. Eu também não sou branco, o país é miscigenado, o que é muito bom. O problema é a falta de informação destas pessoas, é in-cultura mesmo.”
O NEGRO E O MÉDICO
O dirigente do Grama, entidade ambientalista de Itabuna, Valmir do Carmo, depois de participar de um congresso em Londrina (PR), foi à noite a um bar. Lá ouviu a pérola: “negrinho, se não fosse você e sua raça, minha família não seria rica”. O agressor, médico famoso na cidade, se referia ao período escravagista.
Valmir chamou a PM, mas o homem já havia saído de táxi . O comandante ordenou que o gerente do bar ligasse para a central e conseguiu localizá-lo e dar voz de prisão.
O irmão do acusado, outro médico, protestou: “era só o que faltava, meu irmão ser preso por causa de um preto”, disse, sem sequer atentar para o fato do comandante ser negro. Imediatamente recebeu voz de prisão e os dois foram para a cadeia. Dia seguinte ,Valmir foi procurado por um batalhão de jornalistas.
A NEGRINHA E A MADAME
Uma estudante da UESC, atravessava a avenida Amélia Amado, em Itabuna, quando uma  motorista, ao invés de reduzir, aumentou a velocidade  do veículo . Não satisfeita gritou: “sai da frente, negra descarada”.
A estudante, famosa militante de esquerda, valente, barraqueira e dona de gargalhada inconfundível, saiu em disparada tal qual uma louca para alcançar a agressora. E conseguiu. O carro era o primeiro da fila. Ela se aproximou ofegante da motorista, levantou o grosso braço, espalmou a mão negra e – “com gosto de gás” – deu um tapa na cara da mulher, em sincronia com um desabafo: “descarada é você, cachorra vagabunda”.
O estalo chamou a atenção dos transeuntes. Apavorada, a madame  arrastou o veículo antes mesmo do sinal abrir, fazendo “cantar”  os pneus.
Há vários dias não vejo a estudante. Por falta de autorização, e para segurança dela, omiti o nome .
O Brasil avançou muito nas últimas décadas com relação ao combate à discriminação. Mas ainda falta uma parcela entender que não existe superioridade racial. E não somos brancos.
Marival Guedes é jornalista e escreve no PIMENTA sempre às sextas-feiras.

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… DESDENHA DE RELATO

Ialorixá é recebida em audiência pelo governador Jaques Wagner (Foto Manu Dias).

A ialorixá Bernardete Souza Ferreira foi recebida nesta quarta, 10, pelo governador Jaques Wagner e relatou como ocorreu a tortura a qual diz ter sido submetida por parte de sete policiais militares no dia 23 de outubro, no assentamento Dom Helder Câmara, em Ilhéus. A audiência teve a participação de deputados, os comandos das políciais civil e militar, dos secretários César Nunes (Segurança Pública) e Luiza Bairros (Promoção da Igualdade).
O governador exigiu apuração rigorosa e o comandante da PM, Nilton Mascarenhas, prometeu acompanhar o caso. A polícia informou que os policiais envolvidos estão afastados do trabalho de rua.
Apesar da promessa de Wagner, o corregedor da PM, Souza Neto, criou nova polêmica ao afirmar que não há como comprovar que a ialorixá foi torturada e, ainda, lançada em formigueiro, além da intolerância religiosa. “Não serão comprovadas de jeito nenhum”, disse ele numa entrevista ao Correio.
– Não teve ninguém colocado em formigueiro. Aliás, nem tem formigueiro. O que existe é uma grama rasteira com algumas formigas – afirmou o corregedor.
Para o advogado da ialorixá, Valdir Mesquita, não há surpresa com relação ao “comportamento corporativista” de Souza Neto. Conforme a reportagem, a esperança da vítima e dos movimentos sociais é com a investigação da Polícia Civil e do Ministério Público Estadual.