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Secretário Manoel Vitório, da Fazenda, discutiu assunto com empresários
Secretário Manoel Vitório, da Fazenda, discutiu assunto com empresários

Empresários baianos estão preocupados com as consequências do Projeto de Lei 21.914/16, de autoria do Executivo. A proposta cria novas condições para que as empresas do Estado possam obter incentivos fiscais relacionados ao ICMS.

Entre as novas exigências, está a necessidade de comprovação do depósito, em favor do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza, de valor correspondente a 10% do benefício obtido.

Os empresários alegam que, em cenário de crise econômica, fica difícil suportar novos encargos. Mas eles também não cogitam abrir mão dos incentivos fiscais concedidos pelo Estado.

O assunto foi discutido ontem (08), na Assembleia Legislativa, com a participação de deputados e representantes da Federação das Indústrias do Estado (Fieb) e da Associação Comercial da Bahia. O governo foi representado pelo secretário da Fazenda, Manoel Vitório.

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Sessão que discutiu a matéria durou 16 horas (foto Fábio R. Pozzebom / Agência Brasil)
Sessão que discutiu a matéria durou 16 horas (foto Fábio R. Pozzebom / Agência Brasil)

Em uma sessão que durou mais de 16 horas, o Congresso Nacional aprovou hoje (25) de madrugada, em votação simbólica, o projeto com a revisão da meta fiscal para 2016. O texto autoriza o governo federal a fechar o ano com um déficit primário de até R$ 170,5 bilhões nas contas públicas.

“A aprovação da meta resulta em ajuste de receitas de forma real porque a receita que previa superávit de R$ 30 bilhões, que era o texto do governo anterior, era algo extremamente irreal. Estamos ajustando as receitas, ajustando as despesas e estamos retomando investimentos estratégicos para o país”, disse o senador Romero Jucá (PMDB-RR), que reassumiu o mandato após ser exonerado do cargo de ministro do Planejamento ao ser flagrado em diálogos tramando ações para barrar a Operação Lava Jato.

Os parlamentares aprovaram o relatório do deputado Dagoberto (PDT-MS), que invocou o “momento excepcional” ao pedir a aprovação do texto. “Não podemos ignorar as dificuldades financeiras que o país vem enfrentando. O momento politico requer grande esforço de todos em prol da retomada do crescimento”, disse.

A meta fiscal, economia que o governo promete fazer para pagar a dívida pública, gira em torno da expectativa da receita arrecadada e também dos gastos. A nova meta com o déficit foi anunciada na sexta-feira (20) pelo então ministro do Planejamento, Romero Jucá, e pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Com informações da Agência Brasil

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chocolateRenata Smith | Agência Sebrae

“Deguste!… Arte, Cultura e Chocolate”. Com este tema, o convite para mais uma ação do projeto de Economia Criativa e Chocolate do Sebrae, reuniu empresários e visitantes para um momento de lazer, troca de experiências e oportunidade de bons negócios. O evento foi realizado nesta segunda-feira, 16, das 16h às 19h, no Hotel Jardim Atlântico, no litoral sul de Ilhéus.

Empresários com experiências vitoriosas, nos segmentos de artesanato, chocolates finos e derivados de cacau, montaram estandes e expuseram seus produtos. “Queremos apresentar um ao outro, integrá-los, criar uma rede de negócios que permita o fortalecimento das ideias individuais, mas em um universo coletivo”, explicou a gestora do projeto do Sebrae Economia Criativa e Chocolates, Fabíola Paes Leme.

Entre os participantes estava o produtor de cacau, Lucas Kruschewsky, que pretende colocar definitivamente a localidade de Rio do Braço no calendário junino da região. O São João, previsto para a segunda semana de junho, resgata um dos cenários históricos mais importantes da cidade. Em seu apogeu foi construída a primeira estação ferroviária do sul da Bahia, em 1911, época de produtivas fazendas, antes das sucessivas crises do cacau.

“Quando cheguei e vi destruído aquele cenário próspero da minha infância, entrei na velha estação e prometi que não desistiria do lugar”, revelou Kruschewsky. Ele passou a morar na localidade, recuperou a estação férrea e transformou o espaço em um restaurante de comidas típicas. Na fazenda Estrela da Manhã, oferece passeios, banho de rio e pesca do Tucunaré. “Estamos renascendo e cheios de ideias”, completou o empresário.

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Weliton-NascimentoWeliton Nascimento | weliton@arezza.com.br

 

Seria importante os apaixonados pela cidade, pelo turismo, abrir mais espaços para comentários e cutucar os administradores. Uma cidade com cidades vizinhas importantes, turismo em várias delas, muitos hotéis, bastava uma boa associação e teríamos ao menos 2 voos fretados todos os finais de semana.

 

Circulou num importante jornal da região uma matéria muito importante fazendo críticas sobre a gestão, operação e voos no aeroporto de Ilhéus.

De fato, todos sabem, a cidade não tem gestor interessado em buscar voos em horários alternativos, fretamentos, voos internacionais, ainda que fretados, etc. Cidades já conhecidas como Foz do Iguaçu, Caldas Novas, Porto Seguro e tantas outras semanalmente recebem dezenas de voos extras. Mas isso é outra história. Administradores amadores, sem paixão, não vão fazer isso mesmo.

Fora tudo que a matéria fala, que é verdade, é bom explicar o outro lado. Eu adoro aviação e vivo acompanhando as estatísticas. O Aeroporto de Ilhéus, por ser minha cidade, me atrai ainda mais. Todos sabemos a crise que a aviação vive. Já é uma vitória poder manter diversos voos em nossa cidade. Essa é a pura verdade. Diferentemente do que fala a reportagem, a cidade tem diariamente, entre pousos e decolagens, em torno de 20 movimentos diários. Aos sábados, esse numero aumenta por causa do voo para Recife.

Verdade também que os voos acabam se concentrando todos das 11 horas da manhã até às 17hs. Isso tem uma explicação. As conexões no Sul e Sudeste. As companhias aéreas montam as rotas pensando nisso.

O cenário dos aeroportos de capitais e cidades importantes é desolador. Os voos e números de passageiros chegou a cair mais de 50% em alguns aeroportos. Gol e Tam cancelaram rotas e fecharam bases. Porto Seguro e Vitória da Conquista tiveram muitos voos cancelados. Basta fazer uma busca e ver as notícias de suspensão e cancelamento de rotas.

Porto Seguro tem uma diferença de ser mais explorada pelo turismo e possuir uma agenda turística mais interessante que nossa cidade, infelizmente. Aos finais de semana, a cidade recebe dezenas de voos e tem até um voo novo para Buenos Aires. Muito legal. De dar inveja.

O aeroporto de Salvador comparando o mês de abril de 2015 a mês de abril de 2016 transportou 496.158 contra 755.656 no anterior, uma queda brutal de 52%. Ou seja, por essa estatística da própria Infraero, o número de passageiros caiu pela metade. Ilhéus teve uma queda de 26%. Abril de 2015 transportou 47.574, contra 37.861 em abril de 2016.

Concluímos que temos até sorte de manter nossos voos e nossos horários. Apesar das restrições do aeroporto de Ilhéus, diferentemente do que fala a reportagem, todos os aviões da Gol, Tam e Avianca têm capacidade para transportar quase 150 passageiros. Apenas os aviões da Azul transportam perto de 120 pessoas.

O aeroporto bateu recordes de passageiros em 2015, transportando quase 630.000 passageiros. Essas informações estão disponíveis no portal da Infraero. Seria importante os apaixonados pela cidade, pelo turismo, abrir mais espaços para comentários e cutucar os administradores. Uma cidade com cidades vizinhas importantes, turismo em várias delas, muitos hotéis, bastava uma boa associação e teríamos ao menos 2 voos fretados todos os finais de semana.

Mas é bom deixar algumas perguntas: por que o Módulo Operacional do Aeroporto não está funcionando? Por que a pista não foi liberada ainda para pouso de aviões maiores? Por que os instrumentos não foram religados depois de mais de 7 anos? O prefeito e políticos não estão interessados nisso? Por que os blogs tão bacanas que temos e jornais não falam mais nesse assunto? Encerro meus comentários e informações. Que tenha contribuído com os amigos de Ilhéus e região.

Weliton Nascimento é empresário.

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Henrique Meirelles assumiu o Ministério da Fazenda (foto Marcello Casal Jr./AB)
Henrique Meirelles assumiu o Ministério da Fazenda (foto Marcello Casal Jr./AB)

O novo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse hoje (13) que a medida mais importante a ser tomada será conter o aumento das despesas públicas. Segundo ele, o governo tem que controlar as despesas para evitar o crescimento real dos gastos públicos.

“Estamos trabalhando em um sistema de metas de despesas, onde não haja crescimento real de despesas”, afirmou. Destacou, ainda, que o governo irá estabelecer o “nominalismo para que as contas sejam mantidas em termos nominais.”

O novo ministro da Fazenda destacou que, anunciadas e implementadas as medidas, elas serão mantidas. “Não podemos tomar uma decisão hoje, outra amanhã, anunciando uma terceira na semana seguinte”, enfatizou.

Ele disse, ainda, que é preciso adotar as mudanças com calma para que sejam eficazes e possam produzir o efeito desejado, que é a retomada do crescimento econômico.

Meirelles disse, também, que o mais importante neste momento para o Brasil é “dizer a verdade e ser claro nas contas públicas.”

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Manoel Vitório, da Sefaz, aponta perdas com a crise nacional (Foto Camila Souza).
Manoel Vitório, da Sefaz, aponta perdas com a crise nacional (Foto Camila Souza).

A Bahia perdeu cerca de R$ 1 bilhão em receitas com a crise econômica brasileira somente em 2015. É, de acordo com cálculo do governo do estado, o que a União repassaria aos cofres baianos no ano passado, caso o Fundo de Participação dos Estados (FPE) tivesse mantido o crescimento equivalente ao da receita tributária desde 2012.

Segundo dados da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), as transferências correntes têm crescido sempre menos que a arrecadação tributária do Estado, como é o caso do FPE. Com as perdas acumuladas, a Bahia ultrapassou o limite prudencial para gastos com o funcionalismo estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que toma por base justamente a receita corrente, o que impôs ao Estado uma série de restrições nos gastos com pessoal.

SALÁRIOS EM DIA

Apesar do baque nos cofres estaduais, a Bahia, ao menos por enquanto, está livre de um mal que afeta uma boa parte dos estados, o atraso de salário do funcionalismo. De acordo com levantamento d´O Estado de São Paulo, o governo baiano está cumprindo calendário de pagamento dos servidores.

De acordo com o secretário da Fazenda, Manoel Vitório, “a Bahia vem priorizando o controle dos gastos e a recuperação da capacidade do fisco, e tem conseguido assim equilibrar as contas, mesmo com uma queda acentuada nos repasses da União”.

No primeiro trimestre, o crescimento nominal foi de 6,2%, ainda abaixo da inflação mas em bases similares às de 2015, quando a arrecadação de ICMS na Bahia cresceu o dobro da média nacional. Em paralelo, o controle dos gastos vem registrando conquistas como os R$ 256 milhões de redução de custeio no ano passado, feito inédito no serviço público baiano nos últimos dez anos.

Crise nos estados
Abaixo, a situação atual nos estados que estão com problemas de atrasos nos salários dos servidores, de acordo com o Estado de S. Paulo.

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stfO Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar hoje o mérito de liminares concedidas a unidades da Federação permitindo o pagamento da dívida com a União por juros não capitalizados.  Na avaliação de especialistas consultados pela Agência Brasil, caso haja decisão definitiva pelos juros simples, os consumidores terão um estímulo para entrar na Justiça e contestar o modelo vigente de cobrança.

O economista Miguel de Oliveira, diretor da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac), explica que a diferença entre os juros simples e os compostos, ou capitalizados, é que os primeiros são sempre aplicados sobre o valor original da dívida. Os juros capitalizados, por sua vez, são aplicados sobre o montante corrigido. “Em uma dívida de R$ 1 mil com juro de 1% ao mês,  o juro, que corresponde a R$ 10, vai ser sempre calculado sobre R$ 1 mil. Já o juro composto vai ser calculado sobre a dívida devidamente corrigida – por exemplo, sobre R$ 1.010, passado o primeiro mês. Por isso, se diz que é juro sobre juro”.

Oliveira lembra que os juros capitalizados estão amplamente difundidos na economia doméstica e na de outros países. “Vale para geladeira, casa própria, financiamento de veículo. Tudo é com juros compostos. No mundo inteiro é assim que se pratica mas, lá fora, as taxas são mais baixas”, comenta. Na visão dele, justamente por abrir um precedente, o Supremo não permitirá o cálculo da dívida dos estados baseado nos juros não capitalizados. Da Agência Brasil

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industrias_wd2212_2O Índice de Confiança da Indústria (ICI) teve uma alta de 2,7 pontos na prévia de abril, em relação ao resultado consolidado de março. O indicador passou de 75,1 para 77,8 pontos, o maior patamar desde março de 2015. O ICI é medido em uma escala de zero a 200 pontos.

A alta do índice na prévia de abril foi provocada principalmente pelo otimismo dos empresários da indústria em relação aos meses seguintes. O Índice de Expectativas avançou 3,5 pontos, chegando a 75,5 pontos.

A confiança dos empresários em relação ao momento presente também aumentou, embora em ritmo menor do que o Índice de Expectativas. O Índice da Situação Atual avançou 1,9 ponto e chegou a 80,5 pontos.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada atingiu 74,3% na prévia de abril, 0,6 ponto percentual acima do resultado de março. Da Agência Brasil

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dinheiro4Para este ano, as instituições financeiras reduziram a projeção para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 7,28% para 7,14%, pela quinta vez seguida. Para 2017, estimativa caiu de 6% para 5,95%, voltando a ficar abaixo do teto da meta.

O limite superior da meta é 6,5%, este ano, e 6% em 2017. Mas as projeções para este ano e 2017 ultrapassam o centro da meta de 4,5%. As estimativas fazem parte do boletim Focus, publicação divulgada semanalmente às segundas-feiras pelo Banco Central (BC), com base em projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

A projeção de instituições financeiras para a queda da economia este ano foi alterada pela décima segunda vez consecutiva, ao passar de 3,73% para 3,77%. Para 2017, a expectativa de crescimento da economia (Produto Interno Bruto – PIB) foi mantida em 0,30%. Da Agência Brasil

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cacau cabrucaEm meio às celebrações da Semana Santa, poucos se lembraram de que ontem (26) foi o Dia do Cacau, o fruto que é base da economia sul-baiana e hoje não se identifica mais com os velhos “coronéis” tão conhecidos pela obra de Jorge Amado.

Segundo números da Secretaria de Desenvolvimento Rural da Bahia, atualmente 70% da produção de cacau está concentrada na agricultura familiar. Uma mudança que se consolidou ao longo da crise que atingiu a lavoura após a contaminação pela praga da vassoura-de-bruxa.

Muitos dos antigos cacauicultores desistiram da atividade e grandes fazendas se transformaram em assentamentos de reforma agrária. Além disso, nos últimos anos a região começa a acordar para o “filé” desse negócio, que é a produção de chocolate.

Em franca recuperação, o cacau brasileiro alcançou 220 mil toneladas na safra 2014/2015.  Há também uma maior preocupação com a qualidade das amêndoas.

De acordo com Jerônimo Rodrigues, titular da SDR, o governo tem trabalhado para ajudar os produtores a superar a crise, com investimentos em toda a cadeia produtiva, incluindo a ampliação do polo chocolateiro.

Para Rodrigues, “a Bahia tem que ter estratégias para enfrentar os desafios desse segmento”. Ele diz que isso passa pelo fortalecimento do mercado interno, com incentivo ao consumo de derivados de cacau.

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Azul inaugura voo semanal Ilhéus-Recife (Foto Allan Martins Antunes).
Azul inaugura voo semanal Ilhéus-Recife (Foto Allan Martins Antunes).
A Azul Linhas Aéreas inaugura neste sábado (19) voos semanais e sem escalas entre Recife (PE) e Ilhéus. A tarifa está disponível a partir de R$ 159,90. Os voos atenderão, principalmente, à demanda da Azul Viagens, de acordo com a empresa.

A ligação semanal terá voo partindo de Ilhéus para a capital pernambucana, às 14h17min. O voo de Recife para o sul da Bahia também será à tarde (17h45min).

“Queremos levar o Brasil inteiro ao Recife e aos demais estados do Nordeste”, afirma Marcelo Bento, diretor de Planejamento e Alianças da Azul.

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fantasmaO Governo da Bahia obteve uma economia de R$ 1,8 milhão com o não pagamento de salários, após ter concluído a segunda fase do recadastramento de servidores do Estado. A medida retirou 317 funcionários da folha de pagamento.

Os servidores excluídos são aqueles que não atualizaram seus dados cadastrais ou não foram localizados em seus postos de trabalho. Todos responderão a processo administrativo e terão que ressarcir o Estado, caso fique comprovado que vinham recebendo salário sem trabalhar.

O recadastramento foi realizado entre fevereiro e outubro do ano passado, quando o Estado utilizou seus canais de comunicação e a imprensa para convocar os servidores. A atualização dos dados cadastrais dos funcionários aconteceu em ambiente virtual, por meio do Portal do Servidor.

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Dólar fecha abaixo de R$ 3,60 pela primeira vez em sete meses.
Dólar opera em queda nesta manhã.

O dólar comercial opera em queda na manhã de hoje (17) em meio à turbulência no cenário político, provocada pela divulgação de escutas telefônicas com conversas entre Lula e a presidenta Dilma Rousseff.

Às 10 horas, a moeda norte-americana estava cotada a R$ 3,662, um recuo de 2,05%. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo abriu em alta e há pouco estava com 1,93%, com 48.684 pontos.

Ontem (16), o início de dia teve oscilações na cotação do dólar e na bolsa de valores. No final do dia, o dólar comercial encerrou com queda de R$ 0,024 (-0,63%), sendo vendido a R$ 3,739. O índice Ibovespa fechou o dia em alta de 1,34%, aos 47.763 pontos. Com informações da Agência Brasil.

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industrias_wd2212_2A produção industrial brasileira cresceu 0,4% em janeiro em relação a dezembro de 2015, na série livre de influenciais sazonais, interrompendo um período de sete meses de quedas consecutivas, quando acumulou perdas de 8,7%. Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal Produção Física Brasil (PIM-PF), divulgada hoje (4).

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os dados da pesquisa indicam que, quando comparada a janeiro de 2015, a indústria, no entanto, caiu 13,8%, a vigésima terceira taxa negativa consecutiva e a mais intensa desde os -14,1% de abril de 2009.

Já a queda de 9% no resultado acumulado nos últimos doze meses (a taxa anualizada) foi a mais intensa desde novembro de 2009, mantendo uma trajetória descendente iniciada em março de 2014 (2,1%).

Segundo o IBGE, o setor industrial, em janeiro de 2016, “volta a mostrar um quadro de maior ritmo produtivo, expresso não só no avanço de 0,4% na comparação com o mês imediatamente anterior, que interrompeu sete meses consecutivos de queda, mas também no predomínio de taxas positivas entre as grandes categorias econômicas e as atividades investigadas”. Da Agência Brasil

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Pela quinta vez seguida, o Banco Central (BC) não mexeu nos juros básicos da economia. Por 6 votos a 2, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve hoje (2) a taxa Selic em 14,25% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas, que preveem que a taxa permanecerá inalterada até o fim do ano.

Votaram pela manutenção da taxa Selic o presidente do BC, Alexandre Tombini, e cinco diretores: Aldo Luiz Mendes (Política Monetária), Altamir Lopes (Administração), Anthero Meirelles (Fiscalização), Luiz Edson Feltrim (Relacionamento Institucional e Cidadania) e Otávio Damaso (Regulação). Os diretores Sidnei Marques (Organização do Sistema Financeiro) e Tony Volpon (Assuntos Internacionais) votaram pela elevação da Selic em 0,5 ponto percentual.

Em comunicado, o Copom informou que as incertezas em relação à economia brasileira e global justificaram a manutenção da taxa. “Avaliando o cenário macroeconômico, as perspectivas para a inflação e o atual balanço de riscos e considerando as incertezas domésticas e principalmente externas, o Copom decidiu manter a taxa Selic em 14,25% ao ano, sem viés”, destacou o texto. Da Agência Brasil