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O derrame de cédulas falsas no comércio do sul da Bahia está preocupando a Câmara de Dirigentes Lojistas de Itabuna. De acordo com a CDL, as primeiras notas falsificadas, de R$ 100,00, começaram a circular em Buerarema.

No final da tarde desta quinta-feira já havia ocorrências de falsificação em Itabuna. Mas a circulação de dinheiro falso no comércio vem ocorrendo desde a semana passada, quando uma correntista sacou R$ 100 em um banco público.

A mulher, que nem saiu da agência, procurou a gerência e apresentou a cédula falsa. Para a CDL, é necessário que os comerciantes redobrem a atenção para evitar prejuízos.

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Produtores têm novo prazo de vencimento de dívidas.
Produtores têm novo prazo de vencimento de dívidas.

Uma resolução do Banco Central, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 17, prorrogou até 30 de dezembro o prazo de vencimento das dívidas contraídas por produtores sul-baianos no Programa de Recuperação da Lavoura Cacaueira.

A resolução 3.782 é assinada pelo presidente do BC, Henrique Meirelles. A prorrogação é válida apenas para os produtores que aderiram ao PAC do Cacau, um novo programa de revitalização da economia cacaueira e que prevê créditos de R$ 2,52 bilhões para o sul da Bahia.

A resolução está publicada na página 43, seção 1, do Diário Oficial e declara situação de normalidade dos contratos das fases 1 a 4 do Programa de Recuperação da Lavoura. O PAC do Cacau foi lançado em maio de 2008, em Ilhéus, pelo presidente Lula. Até agora, nenhum contrato foi assinado pelos produtores com base nas linhas do programa.

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Mais gente teve que recorrer ao benefício em agosto.

Serviços, comércio e indústria foram os setores que mais puxaram para baixo os índices de geração de emprego de Itabuna no mês passado (confira os números aqui). De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, foram cortados 44 postos de trabalho no setor de serviços, 38 no de comércio e 22 na indústria. A construção civil voltou a contratar e registrou saldo positivo de 25 novas vagas em agosto.

O saldo é extraído da diferença entre número de admissões e demissões. No caso do setor de serviços, foram abertas 175 vagas e demitidos 219 profissionais. O comércio registrou 227 contratações com carteira assinada e 265 desligamentos. A indústria não seguiu tendência de outros meses ao contratar 170 e demitir 192.

Em Ilhéus, o saldo foi positivo por conta das contratações na administração pública (35 novos postos) e a construção civil. A economia ilheense registrou no comércio (-20 vagas), agropecuária (-13) e serviços (-12) os seus piores desempenhos no mês que passou.

Se o saldo foi positivo na geração de empregos em agosto, Ilhéus não tem muito a comemorar quando se leva em conta o retrospecto dos oito primeiros meses de 2009. O município registrou 3.981 contratações com carteira assinada, porém, demitiu 4.319 trabalhadores. Ou seja, cortou 338 postos de trabalho. Do outro lado, Itabuna registrou 864 novos empregos no ano, apesar do resultado negativo em agosto.

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Os dados do emprego no Brasil revelam que Itabuna caminhou em tendência contrária ao da economia do país em agosto, quando foi registrado recorde de emprego no Brasil (242.126 empregos com carteira assinada). Os números foram divulgados há pouco pelo Ministério do Trabalho e Emprego,

De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o município eliminou 55 postos de trabalho no mês passado. Foi o 6º pior resultado entre os 81 municípios baianos acima de 30 mil habitantes. Os melhores foram Salvador, Feira de Santana, Lauro de Freitas, Itapetinga e Camaçari.

A economia itabunense registrou 681 contratações contra 736 demissões, gerando o saldo negativo de 55 vagas. Já o município de Ilhéus conseguiu se sair um pouquinho melhor ao criar irrisórias 12 novas vagas, resultado direto das 476 contratações em agosto, ante 464 desligamentos de trabalhadores com carteira assinada.

Em instantes, os dados completos sobre o emprego nas duas maiores cidades sul-baianas.

Além de Itabuna, os campeões do desemprego no mês de agosto foram Porto Seguro (-71 vagas), Cruz das Almas (-82), Sento Sé (-168), Muritiba (-292) e Teixeira de Freitas (-444 vagas). Observe que entre os seis municípios que mais cortaram vagas formais em agosto, três são sul-baianos: Itabuna, Porto Seguro e o campeoníssimo Teixeira de Freitas.

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Representantes do empresariado e deputado são recebidos por Wagner.
Representantes do empresariado e deputado são recebidos por Wagner.

O diretor-geral da Trifil, Ronaldo Heilberg, se reuniu com o governador Jaques Wagner, hoje, numa audiência que ainda contou com a participação do prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo (DEM), o deputado federal Roberto Britto, e representantes de clubes de serviço. Ronaldo discutiu com Wagner apoio ao projeto de ampliação da indústria instalada em Itabuna.

A ampliação da planta da Trifil no município está praticamente condicionada ao desenvolvimento do pólo têxtil do sul da Bahia. Na audiência, quem não saiu de mãos abanando foi o prefeito Azevedo. Foram assegurados equipamentos para a saúde do município, dentre outras garantias. A audiência também discutiu projetos para o município. Um dos presentes foi o novo presidente da Associação Comercial e Empresarial de Itabuna (Acei), Eduardo Fontes.

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Do Jornal Bahia Online

O governador Jaques Wagner bateu o martelo e vai entregar ao sul da Bahia o comando da Superintendência de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Sudic) da Bahia. Disputavam a indicação o ex-prefeito Jabes Ribeiro, do PP; a deputada estadual Ângela Souza, do PSC, e o deputado federal Geraldo Simões, do PT, que levou a melhor e já definiu o nome do empresário Newton Cruz, ex-dirigente do Porto de Ilhéus, para ocupar o cargo. A nomeação deve ser publicada no Diário Oficial do Estado no início da semana que vem.

A principal função da Sudic é contribuir para o desenvolvimento do Estado através da identificação e atração de investimentos e empreendimentos, além de planejar e administrar as áreas industriais da Bahia. O cargo estava em mãos do PMDB e ficou vago após o rompimento político entre o governador Jaques Wagner e o ministro Geddel Vieira Lima.

Na nova conjuntura política, o órgão foi entregue à tendência Construindo um Novo Brasil (CNB), do Partido dos Trabalhadores, do qual faz parte o deputado Simões. Newton assume a Sudic na condição de ex-filiado do PT (entregou a carta na semana passada) e na cota pessoal do deputado federal itabunense.

O governador Jaques Wagner bateu o martelo e vai entregar ao sul da Bahia o comando da Superintendência de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Sudic) da Bahia. Disputavam a indicação o ex-prefeito Jabes Ribeiro, do PP; a deputada estadual Ângela Souza, do PSC e o deputado federal Geraldo Simões, do PT, que levou a melhor e já definiu o nome do empresário Nilton Cruz, ex-dirigente do Porto de Ilhéus, para ocupar o cargo. O nome do empresário deve ser publicado no Diário Oficial do Estado no início da semana que vem.

A principal função da Sudic é contribuir para o desenvolvimento do Estado através da identificação e atração de investimentos e empreendimentos, além de planejar e administrar as áreas industriais da Bahia. O cargo estava em mãos do PMDB e ficou vago após o rompimento político entre o governador Jaques Wagner e o ministro Geddel Vieira Lima. Na nova conjuntura política, o órgão foi entregue à tendência Articulação de Esquerda do Partido dos Trabalhadores, do qual faz parte o deputado Simões.

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O Brasil saiu da turbulência global maior do que entrou. Às vésperas do mês em que se completa um ano da crise iniciada com a concordata do Lehman Brothers, em 15 de setembro, o otimismo com o País tornou-se consensual. “O fato de que o Brasil passou tão bem pela crise tinha mesmo de instilar confiança”, diz Kenneth Rogoff, da Universidade Harvard, ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI). Para Jim O´Neill, do Goldman Sachs, e criador da expressão Bric (o grupo de grandes países emergentes, Brasil, Rússia, Índia e China), “o Brasil passou por essa crise extremamente bem, e pode crescer a um ritmo de 5% nos próximos anos”.

O crescimento de importância do Brasil e de outras economias emergentes é uma das características do novo mundo surgido com a crise econômica. Para comentar essa e várias outras mudanças, o Estado ouviu oito grandes economistas estrangeiros e brasileiros: Rogoff; O´Neill; Barry Einchengreen, da Universidade de Berkeley; José Alexandre Scheinkman, de Princeton; Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central (BC) e sócio gestor do Gávea Investimentos; Edmar Bacha, consultor sênior do Itaú BBA e codiretor do Instituto de Estudo de Políticas Econômicas – Casa das Garças (Iepe/CdG); Affonso Celso Pastore, consultor e ex-presidente do BC; e Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú Unibanco.

Leia as análises no Estadão (clique aqui)