Professor Joci foi eleito para governar Antônio Cardoso, na Bahia
Tempo de leitura: < 1 minuto

Candidatos que se declararam quilombolas venceram as eleições para prefeito em 17 municípios, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A maior parte dos eleitos é de homens (15), enquanto há duas mulheres no grupo. Quanto à cor declarada ao TSE no registro da candidatura, há oito pessoas pretas, seis pardas e três brancas.

Os municípios que elegeram esses candidatos ficam nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste. Nenhum quilombola foi eleito prefeito em cidades da Região Sul.

O estado de Goiás terá quatro cidades governadas por quilombolas: Fernando Cardoso (União) venceu em Cromínia; Chico Vaca (PL), em Corumbá de Goiás; Vilmar Kalunga (PSB), em Cavalcante; e Ney Novaes (PT), em Professor Jamil.

No Tocantins, três municípios terão prefeitos quilombolas Chapada da Natividade, onde venceu Elio Dionizio (Republicanos); São Félix do Tocantins, que elegeu Gercimar (Republicanos); e Peixe, que terá o prefeito Cezinha (MDB).

Também foram eleitos Nivaldo Araújo (PSB), em Alcântara-MA; Valdenir (Mobiliza), em Nova Olinda do Maranhão-MA; Jocivaldo Joci (PT), em Antônio Cardoso-BA; Dr. Arismário (Avante), em Santaluz-BA; Tati Cobra (União), em Borda da Mata-MG; Cilinha (PSD), em Vargem Alegre-MG; Bel Júnior (PP), em Senador Sá-CE; Fabiano Lira (PT), em Brejo do Piauí-PI, Dr. Victor Maruyama (Podemos), em Barra do Turvo-SP; e Aluísio do Teca (Republicanos), em Mocajuba-PA.

Nas eleições do Legislativo, 262 homens e 72 mulheres quilombolas conseguiram uma vaga para as câmaras municipais de suas cidades. Informações d´Agência Brasil.

Vinte anos depois outro Valderico foi escolhido para comandar Ilhéus || Foto Divulgação
Tempo de leitura: 2 minutos

O ano era 2004 quando o ilheense elegeu o empresário Valderico Reis para comandar a Prefeitura da Terra de Gabriela. A gestão conturbada e um atraso de duodécimo à Câmara renderam o molho que motivou os vereadores de então a ejetá-lo do Palácio Paranaguá mais de dois anos e meio depois da posse.

Retorna para 2024. 6 de outubro. O eleitorado vai às urnas e decide por um outro empresário no comando da Prefeitura de Ilhéus. Um Valderico. Desta vez, Valderico Reis Junior.

Depois de uma tentativa frustrada em 2020, Junior conseguiu reunir em torno de si opositores como Jabes Ribeiro e conquistar a confiança de ACM Neto para ser o ungido do grupo na disputa pela Prefeitura de Ilhéus.

Saiu das urnas com 43,24% dos votos válidos. Uma quase maioria do eleitorado, conferindo-lhe ainda mais legitimidade para o mandato a ser iniciado em 1º de janeiro.

– Não tenho dúvida que Ilhéus viverá um novo momento. Vamos pra cima, agora vai começar uma Ilhéus diferente! – disse ele no gozo da vitória na noite deste domingo (6) e depois de ver o prefeito e um dos seus adversários sendo acuados pela Polícia Federal por, digamos!, malfeitos.

Uma Ilhéus diferente é o que se espera. E dele será cobrado – e de perto – considerando que, bem próximo dele em votos o eleitor deixou a ex-reitora da Uesc Adélia Pinheiro, com 40,49%, o nome do governo estadual e da cúpula petista.

E aí reside também uma outra vitória de Junior – e de ACM Neto, que esteve 4 vezes em Ilhéus na campanha. Valderico superou, na urna, a força de um projeto que investiu mais de R$ 1 bilhão no município em quase 10 anos, com o Hospital Costa do Cacau e a Ponte Jorge Amado como símbolos, e ainda tem entregas importantes a fazer, a exemplo de investimentos nas orlas sul e norte de Ilhéus e a conclusão da BA-649.

Augusto Castro, ao centro, construiu grande aliança para quebrar tabu em Itabuna
Tempo de leitura: 2 minutos

Três prefeitos tentaram a reeleição em Itabuna e não obtiveram sucesso. Fernando Gomes comandava o Centro Administrativo em 2000 e perdeu para Geraldo Simões. As posições se inverteram em 2004, com Fernando impondo derrota a Geraldo e retornando ao poder em 2005.  Capitão Azevedo buscou a reeleição em 2012. Vane do Renascer, então desconhecido de grande parte do eleitorado, saiu-se vitorioso na peleja.

Fernando tentaria um sexto mandato e sua primeira reeleição em 2020. Sim, nem ele, o fenômeno político-eleitoral do sul da Bahia conseguiu. Ali, em 2020, Augusto saiu da UTI do Calixto Midlej Filho, renascido de uma dura Covid-19 para, meses depois, derrotar o maior fenômeno da política sul-baiana.

Passados quatro anos, Augusto não só quebrou um tabu histórico em 2024. Mais que isso. Conquistou a reeleição de forma consagradora, com vantagem de 35,7 mil votos para o segundo colocado, o deputado estadual Fabrício Pancadinha e 58,95% dos votos válidos. A distância era indicada pelas pesquisas honestas – as registradas e aquelas para consumo interno e de orientação de campanhas. E, de lambuja, ainda fez quase 80% da bancada de vereadores.

Agora prefeito reeleito, Augusto teve o mérito de costurar uma super aliança com 13 partidos, dentre os quais o PT. Fez campanha de vencedor desde os primeiros programas eleitorais, quando impôs aos seus adversários a missão de fazer uma jornada limpa. Pautou os concorrentes, que ficaram presos ao mantra até metade do horário eleitoral, quando começaram a tentar descontruir a gestão.

Era tarde.

Aos olhos do eleitorado, Augusto já tinha não apenas o mérito de construir uma grande aliança para a campanha – nem ser o mais limpinho nas inserções e no horário eleitoral na TV. Conseguiu levar ao palanque eletrônico o que fez e estava fazendo e projetava os próximos quatro anos, com obras estruturantes e ações como a orla da Beira-Rio. E ainda aparecia ao lado do senador Otto Alencar, do ministro e ex-governador Rui Costa – um dos seus maiores fiadores – e do governador Jerônimo Rodrigues, além do apoio do barbudinho-mor de Brasília.

Era aliança que sinalizava ao eleitor as condições para tirar do papel o que estava sendo prometido. A votação consagradora não é cheque em branco para governo que tem méritos e defeitos. É sinal de reconhecimento, mas também de responsabilidade/cobrança para que “faça muito mais” (como prometeu em campanha) no próximo ciclo.

Magnólia Barreto e o vice Lebrão || Foto UB
Tempo de leitura: < 1 minuto

Presidente da Câmara de Vereadores de Uruçuca, Magnólia Barreto (UB) obteve 59,72% dos votos válidos na corrida à prefeitura no sul-baiano. Ela chegará ao comando da gestão de Uruçuca com o apoio do prefeito Moacyr Leite Júnior, também do UB.

A corrida sucessória teve ainda como candidatos a ex-prefeita Fernanda Silva (PT), que alcançou 22,31% dos votos válidos. Davi Farias (Avante) obteve 17,97%. Será a terceira gestão consecutiva do grupo político de Moacyr em Uruçuca.

Paulo Carvalho é reeleito prefeito em Canavieiras || Foto Avante
Tempo de leitura: < 1 minuto

A eleição em Canavieiras foi decidida por uma diferença de exatos 682 votos. O prefeito Paulo Carvalho (Avante) levou a melhor ao ser escolhido por 6.911 eleitores (36,88%) contra os 6.229 (33,24%) que optaram por Edmar Luz (PP). Ex-prefeito, Zairo Loureiro (UB) ficou na terceira posição ao receber 4.044 votos (21,58 %).

Paulo Carvalho era vice-prefeito e está no comando do executivo de Canavieiras desde novembro do ano passado, quando o então prefeito Clóvis Almeida (Pros), o Doutor Almeida, teve o mandato cassado pela Câmara de Vereadores. Numa articulação com a oposição na época, Carvalho rompeu com o então prefeito.

Doutor Almeida foi cassado depois de ser acusado de irregularidades como publicação de decreto de crédito suplementar sem autorização da Câmara de Vereadores, ausência de comprovação dos recolhimentos do INSS e renúncia de receita na Cobrança da Dívida Ativa. Atualizado às 23h15min.

Empresário Valderico Junior vence disputa em Ilhéus || Foto Divulgação
Tempo de leitura: < 1 minuto

O empresário Valderico Junior acaba de ser declarado prefeito eleito de Ilhéus pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O candidato do União Brasil obteve 43,24% dos votos válidos. Adélia Pinheiro (PT) obteve 40,49%. Bento Lima (PSD) ficou com 6,27%.

A disputa em Ilhéus foi das mais visadas pelas cúpulas do PT e do UB baianos. ACM Neto esteve 4 vezes em Ilhéus para atos da campanha de Valderico, enquanto Adélia trouxe a Ilhéus ministros do Governo Lula, a exemplo do ex-governador Rui Costa, e do governador Jerônimo Rodrigues (PT), além do senador Jaques Wagner.

Saronga, de camisa clara, foi para a eleição com o apoio do prefeito Tonho de Anízio, também do PT
Tempo de leitura: < 1 minuto

Candidato apoiado por Tonho de Anízio, Nego de Saronga (PT) foi eleito com mais de 70% dos votos válidos para comandar a Prefeitura de Itacaré, no sul da Bahia, a partir de 1º de janeiro de 2025.

Nego obteve 10.9799 votos (72,19% dos votos válidos) contra 2.109 votos de Dr. Jarbas (Avante).

Guilherme da Vila Baiana (UB) conseguiu 1.438 votos e Júnior Contador teve 608.

 

Gracinha Viana, do Avante, vence disputa em Ubaitaba
Tempo de leitura: < 1 minuto

Gracinha Viana (Avante) conseguiu superar o poder da máquina municipal em Ubaitaba para ser a prefeita eleita da Cidade das Canoas e do campeão olímpico Isaquias Queiroz.

Ela venceu Asclepíades de Almeida, o Bêda (MDB), por 5.652 votos (51,04% dos válidos) a 5.422 votos (48,96%).

O município teve uma das eleições mais tensas do interior da Bahia com episódios de violência envolvendo até o prefeito Bêda e o presidente da Câmara Municipal, Caíque Japonês, que atirou para o alto (relembre aqui). Os episódios levaram a Justiça Eleitoral a proibir atos de campanha nos três dias anteriores à eleição.

Augusto Castro é o primeiro prefeito reeleito da história de Itabuna || Foto Divulgação
Tempo de leitura: < 1 minuto

O prefeito Augusto Castro (PSD) ampliou a vantagem frente ao segundo colocado, Fabrício Pancadinha (SDD), com mais que o dobro de votos com 82,51% das urnas apuradas.

Augusto tem 52.824 votos (59,48% dos votos válidos). Pancadinha registra 22.698 votos (25,56%).

A vantagem é superior a 30 mil votos e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acabou de declarar Augusto o primeiro prefeito reeleito da história de Itabuna.

É, também, a maior vantagem já obtida por um vencedor da disputa de Itabuna em toda a sua história.

Atualização – Ao final, Augusto confirmou o que as pesquisas já sinalizavam, com frente histórica, assim com foi inédita uma reeleição de prefeito no município. O candidato do PSD obteve 65.329 votos (58,95% dos votos válidos) ante 29.620 (26,73%) de Pancadinha (SDD).

Isaac Nery (PDT) conseguiu 8.529 (7,7% dos votos válidos). O empresário e engenheiro civil Chico França acabou a disputa com 6.833 votos (6,17%) e Cleonice Monteiro obteve 513 (0,46%).

Prefeito Augusto Castro aparece à frente em apuração parcial || Foto Divulgação
Tempo de leitura: < 1 minuto

A primeira parcial da apuração de votos na corrida pela Prefeitura de Itabuna traz o prefeito Augusto Castro (PSD) com 55,89% dos votos válidos. O segundo lugar é de Pancadinha (SDD) com 27,29%.

Isaac Nery (PDT) tem 8,69% dos votos e o liberal Chico França (PL) aparece com 7,66%. A professora Cleonice Monteiro (Rede-Psol) surge com 0,47%.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Candidata a prefeita de Ilhéus, Adélia Pinheiro (PT) votou na manhã deste domingo (6), às 10h, no Centro Estadual de Educação Profissional Álvaro Vieira Melo (Ceamev), no Centro.

Adélia foi votar caminhando, acompanhada pela família. Depois, seguiu para o Iguape, ao lado do candidato a vice-prefeito Augustão, que exerceu o direito ao voto no bairro da zona norte da cidade.

– Momento em que exercemos nosso direito de escolher o futuro de Ilhéus pelos próximos quatro anos. Que tenhamos uma votação tranquila e que a vontade soberana do povo prevaleça – escreveu ela em uma rede socia.

No final da tarde, Adélia e Augustão vão se reunir com apoiadores para acompanhar a apuração dos votos e o resultado das Eleições 2024.

Tempo de leitura: < 1 minuto

O candidato a prefeito de Itabuna pelo PDT, Isaac Nery, afirmou hoje ter feito campanha limpa e honesta. Na manhã de hoje (6), Isaac votou no Colégio Centro Integrado Oscar Marinho Falcão (Ciomf), no bairro Santo Antônio.

– Visitamos todos os bairros da cidade, dialogamos com as pessoas. Procuramos levar nossa proposta, dizendo a verdade para as pessoas – afirmou.

Isaac Nery afirmou que fez uma campanha modesta, sem apoio de empresários. “Nós não queremos comprometer o futuro das pessoas e da nossa cidade”, explicou. “Temos um olhar no futuro, queremos o melhor pra Itabuna e sua gente.Seguiremos em frente “, afirmou.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Próximo de quebrar o tabu da reeleição em Itabuna, o prefeito Augusto Castro (PSD) se disse confiante na vitória neste domingo (6). Ele voltou pela manhã, no Centro de Cultura Adonias Filho, onde cumprimentou eleitores e pessoas presentes e posou para selfie.

Na entrevista concedida ainda no Adonias Filho, falou de seu sentimento sobre o resultado da disputa à Prefeitura de Itabuna.

– Em todo período da campanha, por onde andamos, percebemos o desejo de todos pela continuação de nosso governo. Estou muito confiante na vitória, que será a vitória de toda cidade. Nossa gestão é bem avaliada e apresentamos as melhores propostas para Itabuna – disse Augusto.

Na seção eleitoral, o candidato da coligação Itabuna não pode parar, saudou os mesários e fiscais e se dirigiu à cabine de votação. Depois de votar, ao lado da primeira-dama, Andreia Castro, e da filha Melissa, fez o 55 com as mãos, número do candidato e gesto que marcou a campanha.

Tempo de leitura: < 1 minuto

O eleitor não precisa estar com o título eleitoral para votar.

E se perdeu ou não conseguiu localizar o documento, o que fazer?

Se você sabe a zona e a seção de votação, já facilita. Mas há como consultar onde você vai votar de maneira mais prática, no site do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA).

Ao acessar a página, no link abaixo, basta clicar no link Onde votar, o primeiro da seção Título.

Logo após, basta informar seu nome ou CPF, data de nascimento e o nome completo da mãe para saber zona, seção eleitoral e local de votação.

CLIQUE AQUI E CONFIRA ONDE VOTAR

Por fim, um lembrete: você até pode votar sem o título eleitoral, mas deverá levar um documento oficial de identificação com foto, a exemplo de Carteira de Identidade ou Carteira de Habilitação.

 

Votação já começou em todo o país || Foto Nelson Jr./TSE
Tempo de leitura: 3 minutos

Neste 6 de outubro, eleitores de 5.570 municípios vão às urnas para escolher os prefeitos e vereadores que os representarão pelos próximos quatro anos. Em todo o país, com exceção do Distrito Federal, a votação terá início às 8h (horário de Brasília) e se estenderá ao longo do dia, até 17h.

A legislação brasileira determina que o voto é obrigatório para quem tem idade entre 18 e 70 anos e facultativo para pessoas analfabetas, jovens com 16 e 17 anos e para todos com mais de 70 anos. Mas é necessário estar com o título eleitoral em situação regular e mesmo que o nome do eleitor não apareça no caderno de votação da zona eleitoral, ele poderá exercer a cidadania se seus dados eleitorais constarem no cadastro da urna eletrônica de sua zona eleitoral.

IDENTIFICAÇÃO

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os eleitores deverão comparecer à seção eleitoral apenas com um documento oficial com foto. São aceitos e-Título, carteira de identidade, identidade social, passaporte, carteira profissional reconhecida por lei, certificado de reservista, carteira de trabalho, carteira nacional de habilitação, ainda que a validade esteja expirada.

Não é obrigatório levar o título para votar, desde que o eleitor saiba o número e o local de votação, que podem ser consultados no site do TSE ou pelo e-Título, disponível nas lojas de aplicativos de forma gratuita. Caso necessário, é possível atualizar o aplicativo na loja virtual, mas é importante que o processo seja feito até o dia 5 de outubro, alerta a Justiça Eleitoral.

SIGILO

Na hora de votar, após a identificação por documento e digitais, também é necessário seguir algumas regras ao se dirigir para a urna eletrônica, momento em que é proibido o uso de parelho celular, máquinas fotográficas, filmadoras, equipamento de radiocomunicação ou qualquer instrumento que possa comprometer o sigilo do voto. São permitidos apenas recursos de tecnologia assistiva, como aparelhos auditivos, por exemplo.

CRIMES

A preferência do eleitor pode ser manifestada no dia da eleição de forma individual e silenciosa por meio do uso de bandeiras, broches, adesivos e camisetas, mas a reunião de pessoas ou o uso de instrumentos de propaganda que identifiquem partido, coligação ou federação é vedada pela legislação. O uso de alto-falantes, amplificadores de som, realização de comício ou carreata, a persuasão do eleitorado e propaganda de boca de urna são considerados crimes

Em todo o território nacional passa a ser crime o transporte de armas e munição por colecionadores, atiradores e caçadores nas 24 horas antes e nas 24 horas depois das eleições, inclusive para civis com porte ou licença estatal. As exceções são para agentes em serviço, como os que estejam trabalhando no policiamento ou na segurança de estabelecimentos penais e unidades de internação de adolescentes.

JUSTIFICATIVA

Em eleições municipais, não é possível votar em trânsito, portanto se o eleitor estiver no exterior e pertencer a uma zona eleitoral do Brasil, que não seja no Distrito Federal, deverá apresentar a justificativa de ausência pelo aplicativo e-Título ou pelo site. O prazo para apresentar a justificativa é de até 60 dias após a eleição (5 de dezembro de 2024) ou 30 dias após o retorno ao Brasil.

Após o encerramento do período de votação, a partir das 17h (horário de Brasília), serão divulgados os resultados, incluindo os votos em branco, os nulos e as abstenções. De acordo com o TSE, serão disponibilizados no site os boletins de urna enviados para totalização, além das tabelas correspondentes conforme o recebimento dos dados.