Exportações baianas registram crescimento em outubro|| Foto Carol Garcia/GOVBA
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Em outubro, as exportações baianas cresceram 4,5%, na comparação com o mesmo período de 2023. No mês passado as vendas externas atingiram US$ 1,14 bilhão, o maior valor para o mês em toda a série histórica. O crescimento foi impulsionado pelos preços, que subiram na média 6,5%, já que o volume embarcado caiu 1,8% no mês passado.

Dentre os destaques dos produtos que tiveram aumento nos preços médios no comparativo interanual, estão celulose, ouro, minerais, derivados de cacau e café. Juntos, esses segmentos representaram 31,4% do valor total exportado no mês, sendo decisivo para o resultado positivo. Nos primeiros 10 meses do ano, as exportações somaram US$ 8,62 bilhões, 6,3% acima de igual período do ano anterior.

Em relação a queda de preços da soja e seus derivados, principal segmento da pauta de exportações do estado, que também atravessa seu período de entressafra, os preços médios dos produtos exportados pela Bahia, em sua totalidade, variaram positivamente 7%, em média, mas que compensando a queda no volume embarcado no período, que foi de 0,68%. A comparação é sempre com o mesmo período do ano anterior.

As exportações para China, principal destino dos produtos baianos, aumentaram 8,7% em outubro em relação ao mesmo mês do ano anterior. Já as vendas totais para a Ásia subiram apenas 0,38%. Na mesma base de comparação, as vendas para a América do Norte subiram 50,7%, puxado pelo aumento das vendas para os Estados Unidos, que cresceram 39,4%. Entretanto, a participação da China foi maior (34,1% da pauta de exportações) que a dos EUA (aproximadamente 10%). Para a América do Sul, as vendas caíram 27,4%, e para a União Europeia as vendas subiram 25,6%, com destaque para a Espanha, com um aumento de 536,2%.

IMPORTAÇÕES

Reflexo da economia mais aquecida, as importações vêm crescendo desde março deste ano. A tendência ficou mais clara desde o segundo trimestre, a despeito da maior depreciação do real frente ao dólar no decorrer do segundo semestre na comparação com a primeira metade do ano. As importações baianas, em outubro, totalizaram US$ 955,5 milhões, com alta de 39,6% ante o mesmo mês do ano passado.

A evolução mostra que a alta em outubro não é pontual, mas vem de tendência consistente nos últimos meses, embora concentrada na categoria de combustíveis. A categoria cresceu 128,3% em outubro, 84% no terceiro trimestre e 78% no acumulado do ano. As altas sempre foram puxadas pelo aumento do volume desembarcado, que cresceu 56,7% até outubro, enquanto os preços médios subiram bem menos no período: 13,5%.

No ano, as importações totais da Bahia acumulam US$ 9,29 bilhões, crescimento de 24,5%, quase quatro vezes o aumento das exportações no período. Esse aumento do valor importado vem puxado, principalmente, pelo fator quantum e é acompanhado de queda de preços. Enquanto, no acumulado do ano, contra iguais meses de 2023, o volume total importado aumentou 35,6%, os preços médios caíram 8,2%.

A quantidade importada se acelera, independentemente da depreciação do real frente ao dólar. Os dados indicam que parte desse custo foi amenizada via queda de preços em dólar, resultado de provável negociação entre importador e fornecedor.

Exportações baianas registram crescimento em outubro
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Em setembro, as exportações baianas registraram queda de 9,5%  na comparação com mesmo mês de 2023. As vendas externas do estado vêm registrando queda nos preços, ao longo do ano, e apresentaram uma redução de 18% no volume embarcado em setembro, em relação ao mesmo período do ano anterior, devido à menor demanda global, segundo a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI).

No acumulado do ano, as exportações baianas alcançaram US$ 8,62 bilhões, um aumento de 6,3% no comparativo com o mesmo período do ano passado. As importações foram a US$ 8,33 bilhões, com elevação de 23%. O saldo comercial no período foi positivo em US$ 282 milhões, enquanto que a corrente de comércio, soma de exportações e importações, correspondeu a US$ 16,95 bilhões, alta de 14%. Em setembro, as vendas externas atingiram US$ 994,9 milhões.

A agropecuária, mesmo com previsão de safra menor e cotações em queda no mercado internacional, liderou a pauta de exportação no mês, com aumento, ainda que modesto, de 2% frente a setembro de 2023, totalizando 502 milhões de dólares.

QUEDA NA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO

Já as exportações da indústria de transformação tiveram queda de 26,1%, a US$ 364,6 milhões, puxado principalmente pelo desempenho ruim do setor de refino (-69,7% frente a setembro do ano passado), enquanto a indústria extrativa, embora com peso menor na pauta, apontou ganho de 3%, atingindo vendas de US$ 146,8 milhões.

As exportações brasileiras para China, principal destino dos produtos baianos, subiram 4% em setembro, em relação ao mesmo mês do ano anterior. Já as vendas totais para a Ásia cederam 3,7%, mas com uma participação de 54,7% do total das vendas externas baianas no mês. Na mesma base de comparação, as vendas para a América do Norte registraram aumento de 20%, embora com participação de 13,7%, enquanto as vendas para a União Europeia desabaram 20,7%.

IMPORTAÇÕES

As importações, por outro lado, continuaram em alta em setembro, quando cresceram 45%, totalizando US$ 1,03 bilhão. As compras externas permanecem em aceleração acima do esperado, encabeçada principalmente pelo aumento expressivo de combustíveis (gás, petróleo cru e nafta).

A alta foi liderada novamente pelos combustíveis, com aumento de 100%, e de bens intermediários (13,1%), com destaque para as compras de fertilizantes (47,4%). Neste ano, a produção industrial cresce, gera emprego, aumenta a renda, um crescimento mais distribuído na economia, que faz com que a demanda por importação cresça.

Exportações baianas registram crescimento em outubro
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As exportações baianas registraram US$ 1,5 bilhão em abril. O resultado é o maior da série histórica iniciada em 1998. O montante representa um avanço de 73,4% em relação ao valor apurado em abril de 2021, conforme dados analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI).

As exportações baianas no mês passado refletiram de forma geral o impacto da invasão da Rússia na Ucrânia sobre os preços dos produtos exportados e que ainda estão pressionados e pelo descompasso entre oferta e demanda resultante da pandemia e intensificado com os lockdowns na China.

De acordo com a SEI, esse movimento, de altas expressivas – março também foi recorde para o mês na série histórica, é reflexo, principalmente, do efeito preço (crescimento médio de 43,5% em relação ao mesmo mês do ano passado), que foi intensificado pelo aumento das cotações internacionais das commodities, que representam algo como 85% da pauta de exportações do estado. O volume embarcado também cresceu 20,8% no mês passado.

MAIS DE 4 BILHÕES DE DÓLARES NO ACUMULADO DO ANO

No acumulado de janeiro a abril, as exportações baianas atingiram US$ 4,07 bilhões, resultado 54,7% superior ao mesmo período do ano passado. No acumulado, o quantum (37%) pesou mais no crescimento obtido, mas os preços também acusaram incremento de 13% em média.

No recorte por setor, houve crescimento em abril de 101,7% nas exportações da indústria de transformação, com destaque para os derivados de petróleo que cresceram 193,1%, embalados pelas altas cotações no mercado internacional. Também houve aumento de 14,2% na agropecuária. A indústria extrativa, embora com menor participação na pauta teve crescimento de 144,6% no mês.

A Ásia seguiu reforçando as compras da Bahia, liderando os destinos, com 37,3% de participação nas exportações em abril. A fatia da União Europeia ficou em 19,3%, enquanto que a América do Norte respondeu por 10,7%.

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Exportações baianas registram crescimento em outubro
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As exportações baianas atingiram, no mês passado, US$ 734,2 milhões, o que representa um crescimento de 18,9% em relação a janeiro de 2021. Mesmo assim, a balança comercial do estado teve déficit de US$ 787,7 milhões, devido ao incremento significativo das importações, que permanecem em alta, chegando a US$ 1,5 bilhão em janeiro, alta de 123,1% comparadas a igual mês de 2021.

As compras externas permanecem concentradas em itens de energia, fertilizantes e medicamentos, em uma dinâmica parecida com a dos últimos meses de 2021. Somente o Gás natural Liquefeito (GNL), usado para abastecer as usinas termoelétricas, teve aumento nas compras de 15.492% no mês.

Os combustíveis como um todo registraram alta de 262,5% e corresponderam a 75,2% das importações baianas em janeiro. Nas vendas externas, o principal destaque foi a alta expressiva dos embarques de soja e derivados (235%), cuja safra teve colheita mais tardia no ano passado. Como resultado, as exportações agropecuárias totais aumentaram 62,5% no mês.

Já as exportações da indústria extrativa recuaram 58,5%, abaladas por reduções das vendas de magnesita e metais preciosas. Já a indústria de transformação acusou crescimento de 21%, sempre comparando-se ao mesmo mês de 2021.

Apesar de continuar a liderar como destino, as exportações para a China em janeiro tiveram redução de 24,1%, com perda de fôlego nos embarques de celulose, algodão, minerais e carnes de animais das espécies cavalar (em cumprimento à decisão da Justiça Federal, que decidiu suspender o abate de jumentos no Brasil para exportação à China).

Exportações baianas têm crescimento de 30% no comparativo com 2020
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De janeiro a outubro deste ano as exportações baianas cresceram 29,6% em relação ao mesmo período de 2020. No período, a Bahia segue líder neste quesito no Nordeste e representa 47,2% das exportações de toda a região. Os dados são do Informe Executivo de Comércio Exterior de outubro, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico.

Ainda de acordo com o Informe, o resultado das exportações foi impulsionado pela retomada da atividade econômica no mundo, com o avanço da vacinação contra o coronavírus e o arrefecimento da pandemia.

Por setor de atividade, a indústria de transformação contribuiu com 62,%, a agropecuária com 30,6% e a indústria extrativa com 6,6%. Considerando o mesmo período de comparação, vale destacar o segmento químico e petroquímico que teve incremento de 63,4%, chegando a um total de US$ 1,6 bilhões em vendas em 2021, seguido pelo setor mineral com alta de 157,3,% nas suas vendas totalizando US$ 545 milhões.

“Estamos em constante retomada do crescimento da nossa economia. O setor mineral e petroquímico continua crescendo, assim como outros setores por exemplo a exportação de carne que teve uma alta de 109,5% na exportação. Saltamos de 17 milhões de dólares comercializados em 2020, para 34 milhões de dólares em exportações de carnes em 2021”, explicou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Nelson Leal.

De acordo com Nelson Leal, um item na pauta de importações também merece destaque, o de Painéis Solares, que registrou um crescimento de 1.074,8% em valor importado, saindo US$ 16,7 milhões em 2020 para US$ 196,7 milhões em 2021. “Esse número nos mostra o quanto o setor de energias renováveis está em expansão na Bahia e a tendência é de franco crescimento nos próximos anos”, comemorou Leal.

Bahia registra crescimento nas exportações
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No acumulado de janeiro a outubro deste ano, as exportações baianas alcançaram US$ 8,24 bilhões, o que representa um aumento de 29,6% na comparação com o mesmo período de 2020. Guiadas pelo avanço dos preços, as vendas externas em outubro cresceram 20,4% ante o registrado em igual mês de 2020, alcançando US$ 921,3 milhões.

Apesar do crescimento das exportações e de seus preços médios, houve uma desaceleração do crescimento das cotações das commodities minerais e agrícolas, além do início da entressafra.
Houve também menor embarque para a Argentina (-24%), depois de meses seguidos de crescimento.

De acordo com a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), a queda se deu pela falta de componentes decorrente dos gargalos nas cadeias de produção, que vêm prejudicando, sobretudo, produtos industriais (mecânica, automotiva, química) e à escassez de dólares na Argentina, que mina as importações de empresas.

As perspectivas poderiam ser melhores, se uma série de indicadores da Europa e da Ásia não apontassem na direção de um crescimento mais fraco dessas economias no terceiro trimestre, afetado por problemas com as cadeias de suprimentos globais, forte aceleração da inflação e impacto da variante delta da Covid-19.

Exportações baianas registram crescimento em outubro
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As exportações baianas alcançaram, em setembro, US$ 946,3 milhões, maior valor do ano, com crescimento de 49,6% em relação a igual mês de 2020. O resultado foi impulsionado pela retomada da atividade econômica no mundo, com avanço da vacinação contra o novo coronavírus.

Por setor de atividade, a indústria de transformação apresentou em setembro crescimento de 45%, puxada pela petroquímica, que teve incremento nas vendas de 176,4%, seguido pelo setor metalúrgico com alta de 112,8%, todos em relação ao mesmo mês de 2020.

As exportações na agropecuária cresceram 60,5% lideradas pela soja em grão com incremento de 74,5% e do algodão com aumento de 31,2%. A agroindústria por sua vez, teve aumento de 63,6% na mesma base de comparação.

“Os números são animadores, vivemos o melhor setembro desde 2014 e, no acumulado do ano, já atingimos US$ 7,23 bilhões em exportações. O crescimento das vendas para China continuam crescendo, atingimos 38%, já Estados Unidos e União Europeia voltaram a comprar mais, atingindo aumento respectivo de 36% e 57%”, declara o vice-governador João Leão, secretário do Planejamento.

Bahia registra aumento de 26% nas exportações|| Foto Manu Dias
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As exportações baianas somaram US$ 925 milhões em junho,  volume 55,4% superior ao mesmo mês do ano passado.  O resultado é o melhor da série histórica desde dezembro de 2018, quando as vendas externas do estado alcançaram US$ 988,6 milhões.

No acumulado do primeiro semestre, as exportações baianas somaram US$ 4,41 bilhões, 20% maior do registrado em igual período de 2020. O movimento de alta das exportações em 2021, segundo a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), vem sendo ditado pela retomada da atividade econômica no mundo, com países iniciando uma saída paulatina da pandemia do coronavírus.

Além da continuidade de crescimento das vendas para a China (40,5%), as exportações tiveram impulso de regiões que haviam reduzido as compras de produtos baianos durante a fase aguda da crise sanitária em 2020 e que agora voltaram a comprar mais, como Estados Unidos (36,3%), União Europeia (25,6%) e Argentina (30,8%).

Apesar do crescimento das vendas externas estar mais evidente entre as commodities, responsável por mais de dois terços da pauta do estado, os setores da indústria mais ligados ao comportamento da economia mundial, como o químico (35,8%), a metalurgia (28,2%), a de máquinas voltadas à geração de energia (3,5%), além dos segmentos influenciados pelo agronegócio, conseguem mostrar mais dinamismo e escapar do comportamento mais tímido daqueles ligados ao mercado doméstico, aponta a análise da Superintendência.

AGRONEGÓCIO

O agronegócio mobiliza, no caso, da Bahia, as compras de bens de consumo tanto no mercado interno, quanto no externo (crescimento de 34,1% no semestre). Outra característica importante do aumento das exportações este ano, são os preços. Eles estão pautando o aumento das receitas, já que o quantum embarcado (apesar de estar melhorando), ainda está 11,7% inferior a igual período do ano anterior.

O aumento dos preços médios das commodities no semestre foi de 35,7% em relação ao mesmo período de 2020. Quando se analisam os índices de preços de exportações das commodities baianas, destacam-se o negócio do cobre e ferro-ligas, com alta de 75,3%, petróleo e derivados com 58,4%, minerais com 53,7% e a soja e derivados com incremento de 34,1%, na mesma base de comparação. Os preços das não commodities cresceram também, mas em um percentual inferior, de 28,5%.

Essa pressão de aumento do nível de preços das commodities deve perdurar no decorrer dos próximos meses, pois com a esperada reabertura do mundo com o avanço da vacinação aliado ao pacote fiscal/monetário expansionista dos Estados Unidos (EUA), impulsiona a demanda por diversos segmentos da pauta local. Então, o crescimento simultâneo das duas maiores economias mundiais, China e EUA, corrobora por uma demanda global mais aquecida e commodities em alta.

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Bahia registra saldo de empregos e nas exportações|| Foto Elôi Corrêa

A economia da Bahia segue em recuperação e registrou um dos melhores resultados dos últimos meses. As exportações baianas alcançaram US$ 606,5 milhões, em fevereiro, resultado 31,1% maior que o registrado no mesmo mês de 2017 e 8,6% acima do de janeiro deste ano. As vendas externas no mês passado foram puxadas pelo setor automotivo com negócios que somaram US$ 113,9 milhões e aumento de 108% sobre fevereiro do ano passado.
No bimestre,  o setor registra os melhores resultados em exportação nos últimos anos. A Argentina continua sendo o principal destino das vendas externas de veículos baianos com 84% de participação, mas novos mercados têm sido agregados, como Índia, China e Rússia.
Os embarques de soja (bagaço e farelo) também cresceram exponencialmente em fevereiro, alcançando US$ 73 milhões contra apenas US$ 1,1 milhão registrado em igual mês do ano passado. Como um todo, as vendas do agronegócio cresceram 71,5%, mesmo sem os embarques da safra 2017/2018, que deverão começar a ocorrer só a partir do mês de março.