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Bento 16Um misto de curiosidade, perplexidade e indiferença tomou conta de Roma no dia seguinte do anúncio inesperado da renúncia do Papa Bento XVI.
Na quarta-feira, o homem tímido e profundamente erudito que assumiu o comando da Igreja Católica em 2005 à sombra da perda de um dos Papas mais populares da História do Vaticano — João Paulo II, vítima do mal de Parkinson — vai celebrar o que será a última missa com os cardeais.
E no dia 27 se despedirá dos fiéis na Praça de São Pedro, no que será provavelmente seu último ato: no dia seguinte, às 20h, ele se recolherá carregando os segredos do papado, e voltará a ser o que era, um religioso chamado Joseph Ratzinger.
Nas ruas da capital italiana, longe da comoção que a morte de João Paulo II provocou, a notícia da partida de Bento XVI alimentou a desconfiança de alguns fiéis. Como o ex-dono de antiquário Vaklter Vattani, 65 anos, frequentador de igreja “quando precisa”.
— Aqui em Roma, temos um velho ditado popular: ‘morto um Papa, se faz outro’. Este não morreu, mas me parece estranho que um Papa ou um alemão renuncie. Para mim, a verdadeira razão não é sua idade avançada ou saúde, como anunciaram. Há algo por trás. A razão é política — disse ele.
Leia a íntegra n´O Globo

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Sinos da Catedral de São José voltam a tocar após longo silêncio "imposto".
Sinos da Catedral de São José voltam a tocar após longo silêncio “imposto”.

Walmir Rosário
Neste domingo (3), antes da celebração da primeira missa do dia, era visível e manifestado o júbilo dos católicos paroquianos da Catedral de São José, em Itabuna. O contentamento estampado nos rostos tinha como consequência a volta do toque matinal do carrilhão do maior templo católico de Itabuna. Os mais ansiosos chegavam a cantarolar aquela música consagrada entre os cristãos: “Bate o sino pequenino/sino de Belém/ já nasceu o Deus Menino/para o nosso bem.”.
Os sinos da Catedral de São José ficaram mudos por algum tempo, obedecendo “ordens superiores”, o que criou um clima de insatisfação entre os católicos paroquianos da Catedral. O motivo seria a reclamação de perturbação pelo toque do sino por parte de uma moradora daquela redondeza, embora não exista nenhuma queixa por parte da vizinhança por cerca de 50 anos (relembre o caso).
Leia a íntegra no Cia da Notícia (clique aqui).

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O bairro São Lourenço é dos mais violentos de Itabuna. O domínio do tráfico de drogas obriga os moradores a viverem em tensão, trancafiados em suas casas, e motorista a circular com janelas abertas para não se tornar alvo de ataques.

Os moradores da comunidade ligados à Igreja Católica promovem uma procissão pela paz, na próxima sexta, 10, às 19h. Cada um dos participantes terá uma vela à mão para o grito pela paz convocado por lideranças religiosas da comunidade. A iniciativa também faz parte do novenário em homenagem a São Lourenço.

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Igrejas católicas e evangélicas, Conselho da Pastoral da Diocese de Itabuna, OAB-Itabuna, Pastoral Carcerária e sindicatos emitiram nota de apoio aos seis policiais militares presos em Itabuna na última quarta (14). As entidades enfatizam que o movimento da PM em Itabuna foi pacífico e consideram justas as reivindicações.
Os representantes das entidades cobraram do governador Jaques Wagner (PT) a promessa – feita por ele – de que nenhum policial grevista que agisse pacificamente seria punido.
Os policiais José Januário Neto, José Roberto dos Santos, Márcia Batista de Oliveira, Renata Tereza Brandão Meireles, Valéria Rodrigues Morais Silva e Wadson Andrade foram presos na noite de quarta. Encaminhados para o presídio militar em Lauro de Freitas, os policiais retornaram ao 15º BPM na mesma noite (relembre aqui).
Dizem os representantes das entidades que assinam a nota: “A punição a PMs, tão somente pela prática de atos pacíficos no decorrer do movimento paredista, poderá ter consequências graves na relação do Governo do Estado da Bahia com o colegiado dos PMs e vai de encontro à promessa pública feita pelo Governador do Estado”. Confira a íntegra da nota clicando no “leia mais”.
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Reverendo Nildemar ataca métodos da Inquisição.

O ex-padre Nildemar  Andrade, agora reverendo Nildemar, respondeu ao bispo Diocesano de Ilhéus, Dom Mauro Montagnoli, que em correspondência enviada à comunidade católica, anunciou sua excomunhão.
De acordo com o bispo, Nildemar foi excomungado por ter se filiado à Igreja Católica Apostólica de Comunhão Anglicana do Cone Sul da América, uma dissidência da Igreja Católica Apostólica Romana.
Em entrevista ao Blog do Thame, Nildemar afirmou que “essas coisas acontecem quando buscamos o Cristo através da fidelidade, humildade e simplicidade. Aqueles que buscam o Senhor por outros caminhos se sentem incomodados. Nenhuma instituição poderá legislar sobre uma pessoa desde quando ela não  faz parte da tal instituição. Isto caracteriza abuso de poder”.
Nildemar dispara contra o bispo diocesano Dom Mauro Montagnolli e a Igreja Católica Apostólica Romana ao lamentar que “em pleno século XXI, ainda existam instituições que fazem uso dos métodos arcaicos da Inquisição”.
E cutuca:
– Com certeza esse novo jeito de viver o Cristo, que não é e nunca será propriedade privada de nenhuma  religião,  vêm incomodando muita gente. Isto nos dá muito incentivo para continuarmos na nova missão com um ardor missionário maior.
Confira a entrevista da íntegra

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O padre Nildemar Andrade, que teve destacada atuação em Ilhéus e passou depois pelas paróquias de Ipiaú e Ubaitaba, recebeu punição máxima da Igreja Católica, a excomunhão. De acordo com um comunicado assinado pelo bispo diocesano de Ilhéus, D. Mauro Montagnoli, Nildemar foi excomungado porque se filiou a uma corrente da Igreja Anglicana.
Em abril de 2011, o agora ex-padre já havia sido punido, com a suspensão das funções clericais. Em sua passagem pela paróquia de Ipiaú, Nildemar Andrade foi alvo de suspeitas relacionadas à gestão dos recursos da igreja. Três anos antes, ele pretendeu disputar a Prefeitura de Ilhéus, mas acabou candidato a vereador pelo PSL.
A carta que oficializa a excomunhão informa que “quem participa das celebrações promovidas por Nildemar está impedido de receber os sacramentos, ser padrinho ou madrinha de batismo, crisma ou matrimônio, e de exercer qualquer ofício ligado à Sagrada Comunhão ou da Palavra de Deus e de coordenar qualquer ação, movimento ou pastoral da Igreja Católica”.

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Dom Ceslau renova críticas à gestão de Azevedo (Foto Pimenta/Arquivo).

Baixou um Dom Paulo Lopes de Faria no bispo diocesano de Itabuna, Dom Ceslau Stanula, durante o encerramento das Santas Missões, na Praça Rio Cachoeira, ao final da tarde de ontem.
Durante a oração, Dom Ceslau fez questão de “agradecer aos missionários, que foram levar a palavra de Deus aos moradores dos bairros, mesmo enfrentando os buracos das ruas”.
Só não foi aplaudido de pé, porque de pé as pessoas já estavam. O vice-prefeito Antonio Vieira, que representava o prefeito Capitão Azevedo, só não pulou do altar para as águas do Rio Cachoeira porque sabe o que isso representa.

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Confusão no Jequitibá Plaza Shopping em Itabuna, ontem à tarde. O padre José Luís Santos Damasceno, da paróquia do município sul-baiano de Santa Luzia, foi acusado de assediar um jovem no banheiro do centro de compras e acabou detido. A vítima diz que o pároco colocou a mão no seu pênis, sendo repreendido com um tapa no rosto.

O padre foi levado para o Complexo Policial de Itabuna. Livrou-se da prisão porque o assediado não quis registrar queixa, mas tão somente submetê-lo a constrangimento, conforme disse à polícia. José Luís, o padre, diz que tudo não passou de um mal-entendido. Não foi mão boba…

Dom Paulo Lopes de Farias teve passagem marcante pela Diocese de Itabuna || Foto Diocese de Itabuna
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Faleceu nesta quinta-feira,  às 13h30min, no hospital Madre Tereza, em Belo Horizonte (MG), o ex-bispo da diocese de Itabuna e arcebispo emérito de Diamantina (MG), dom Paulo Lopes de Faria, 78, vítima de câncer. Dom Paulo estava internado desde o dia 29 de junho e, na semana passada, fez cirurgia para a retirada de um tumor maligno.

O corpo de dom Paulo será velado nesta quinta-feira no Bairro das Indústrias, em Belo Horizonte, seguindo amanhã para Diamantina, onde será velado na Basílica do Sagrado Coração.

No sábado, 18, às 9:30h, o corpo será levado para a Catedral Metropolitana, onde haverá missa às 10h. O sepultamento será na cripta da catedral, logo após a missa.

Com informações do site da CNBB