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Apesar das propostas de emenda ao regimento interno da Câmara de Vereadores de Itabuna, que têm o objetivo de impedir a posse da nova mesa diretora do legislativo, o vereador Roberto de Souza (PR) afirma estar tranquilo. É ele o presidente eleito para comandar a casa a partir de 2011, numa construção que a bancada governista trabalha para implodir.
Os projetos de emenda iniciaram sua tramitação nas comissões técnicas na semana passada, em uma sessão na qual a oposição levou “bola nas costas”. Mesmo assim, Roberto de Souza diz que não há possibilidade da próxima mesa ser desfeita.
O vereador é visto como ameaça pelo governo, principalmente depois que o prefeito José Nilton Azevedo teve suas contas rejeitadas pelo TCM. O parecer do tribunal deverá ser apreciado no ano que vem pela Câmara e o prefeito mais do que nunca depende de um quadro político favorável.

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As Irmãs Auxiliadoras da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna promovem um trabalho louvável de ajuda a pacientes dos três hospitais vinculados à  instituição. A ação, iniciada este ano, tem como objetivo principal arrecadar fraldas descartáveis, infantis e geriátricas, para aqueles que não têm condições suficientes de comprá-las.
A campanha conta com o apoio de entidades, como a maçonaria. Mas a quantidade de fraldas arrecadadas ainda está longe de atender a todos que precisam. A média é de 60 pacotes doados por mês.
Quem quiser ajudar deve entrar em contato com Zélia Pinto, pelo telefone 3214-4382.

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Quatro dos principais setores da economia itabunense puxaram os resultados positivos do emprego em outubro, conforme aponta levantamento feito pelo PIMENTA no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Indústria, construção civil, agropecuária e comércio foram os setores que mais geraram novas oportunidades em um mês no qual Itabuna abriu 244 novos postos de trabalho com carteira assinada.
A construção civil abriu 88 novos postos, seguido da indústria (76 novos empregos), agropecuária (52) e comércio (43).
De oito setores pesquisados, apenas o de serviços registrou número de desligamentos superior ao de contratações – 280 a 315, resultado em 35 vagas extintas. No acumulado de 2010, foram gerados 921 empregos com carteira assinada em Itabuna.
ILHÉUS

Ilhéus criou 71 novos empregos formais no mês passado, segundo o ministério. Os dados são apurados mensalmente pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Governo Federal.
Os números de Ilhéus foram mais modestos porque houve queda no ritmo de contratações na construção civil local. Houve corte de 41 vagas neste setor, resutlado direto das 28 contratações e 69 desligamentos.
Serviços (46), comércio (37) e indústria (22) foram os três setores que mais abriram novas vagas formais. Ilhéus gerou mais empregos que Itabuna em 2010: 1.174 ante 921 vagas.
A diferença é ainda maior quando computados os dados dos últimos 12 meses. Ilhéus abriu 1.603 novas vagas. Itabuna, só 903.
BAHIA

O Caged ainda revela que a Bahia gerou 7.059 empregos em outubro. Quando somados os dez meses de 2010, o estado atinge a marca de 98.024 novas vagas com carteira assinada.

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Qual destinação dar ao lixo produzido em Itabuna? Se o poder público tá nem aí para essas questão, alguns moradores da cidade seguem na mesma “balada”. Basta ver o que acontece em algumas vias do município e numa das mais importantes feiras livres, a do São Caetano.
Imagens registradas pelas lentes do repórter Costa Filho comprovam que, apesar de pagar muito caro pelo serviço de limpeza pública, a prefeitura de Itabuna não tem fiscalizado e até permite que se transforme alguns pontos em verdadeiro lixão, a exemplo do semi-anel rodoviário (BR-415), altura do trevo de Mutuns.

Às margens do Semi-anel, em Itabuna, lixo é queimado e motoristas são obrigados a trafegar pela contramão. Risco de acidente é grande (Foto Costa Filho).

Canal e feira livre do São Caetano: uma imagem que diz muito do abandono da cidade. Quando a prefeitura chega lá, é para recolher taxa (Foto Costa Filho).
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O artigo escrito pelo jornalista Walmir Rosário (E o capitão criou o caos), publicado recentemente aqui no Pimenta, foi objeto de análise durante um daqueles sonolentos almoços do Grupo de Ação Comunitária  (GAC) de Itabuna. Coube a outro jornalista, Paulo Lima, fazer uma explanação sobre o texto e sua descrição fiel de como se encontra a atual gestão municipal.
Detalhe: o prefeito José Nilton Azevedo estava presente, ouviu tudo com indisfarçável mal-estar e, ao final, demonstrou concordar com o “obituário” de seu governo.
– A partir de janeiro, tudo será diferente – prometeu Azevedo, disfarçando uma convicção que não tem e repetindo uma promessa na qual ninguém mais acredita.

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A fotógrafa Milena Palladino clicou Itabuna em ângulos diferentes daqueles aos quais estamos acostumados e selecionou alguns destes trabalhos para uma exposição no Jequitibá Plaza Shopping. “Itabuna. E outros ângulos” pode ser visitada até o dia 30.

A exposição reúne 10 fotografias de Palladino e se propõe a “despertar e ampliar o repertório e sentimento do visitante sobre um jeito novo de ver os lugares que a cidade de Itabuna oferece”, além de ser uma homenagem aos 100 anos do município. Vale a pena conferir.

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A inclusão da barragem do Rio Colônia entre as obras do PAC-2 é notícia que para um grande número de itabunenses chega como resposta de muita oração. Em especial para aqueles que residem em bairros periféricos, onde a água demora até um mês sem cair nas torneiras.
O Novo São Caetano é um desses bairros onde a solução para o problema do abastecimento da cidade será comemorada com festa e foguetório. Por lá, tem morador que não se lembra mais quando a Emasa deu o ar (ou melhor, a água) da graça.

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Por falar na relação entre governo e o funcionalismo (ver nota abaixo), há casos realmente inusitados ocorrendo na Prefeitura de Itabuna. Servidores da área de fiscalização, que engordavam o salário com as gratificações, estão sob risco de passar fome depois que a administração deixou de pagar aqueles adicionais.
Um funcionário desesperado exibe o contracheque. Antes, recebia aproximadamente R$ 1.500,00, somando salário e gratificação pela produtividade. Hoje, é somente o salário seco, que – após os descontos (inclusive de parcelas de empréstimo consignado), termina num inacreditável saldo de R$ 7,00.
A situação é de penúria.

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O prefeito de Itabuna, José Nilton Azevedo, parece ter decidido chamar para a briga os cerca de 400 agentes comunitários de saúde que atuam no município. É o que deixa transparecer a atitude do gestor, que marcou cinco reuniões para discutir pendências com a categoria e não compareceu a nenhum dos encontros agendados.
O último “bolo” foi dado nesta manhã de sexta-feira, 19. Azevedo combinou a audiência, os agentes apareceram, mas o prefeito os contemplou com seu velho e conhecido “zignal”. Indignados com a falta de consideração, os trabalhadores ocuparam a entrada do Centro Administrativo, onde discutem a postura que irão tomar.
Quem também está presente na manifestação é o vereador Wenceslau Júnior (PCdoB), que apoia a categoria. Ele explica que o governo municipal deixou de pagar o adicional de periculosidade aos agentes e não lhes repassou o reajuste dado pelo governo federal. “É um absurdo a postura do prefeito com relação aos agentes comunitários, nós não vamos aceitar esse desrespeito”, afirma o comunista.

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O tempo fechou para o prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo (DEM). Nesta quinta-feira, 18, o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) rejeitou as contas de 2009 do prefeito itabunense por diversas irregularidades e constatação de “desequilíbrio fiscal” no município, conforme apontou o conselheiro Oyama Ribeiro.
O tribunal imputou multa de R$ 5 mil ao prefeito, além de obrigá-lo a ressarcir R$ 95.250,00 aos cofres públicos. O município gastou muito mais do que arrecadou em 2009. Enquanto pingaram nos cofres R$ 170.348.722, Azevedo detonou gastança de R$ 193.631.394. Resultado: “déficit orçamentário da ordem de R$ 23.282.672,00”.
Pior que isso, o prefeito deixou para 2010 um montante de restos a pagar superior a R$ 42 milhões e 270 mil. O TCM também condenou a farra de contratações para os “amiguinhos” de Azevedo. A folha inchou em proporções inimagináveis.
Conforme observa o conselheiro Oyama Ribeiro, os gastos com a folha de pagamento saltaram de 44,10%, no exercício de 2008, para 75,50% em 2009, ultrapassando em larga margem o limite com despesa de pessoal fixado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que é de 54%.
Dentre as falhas graves apontadas pelo conselheiro, está o pagamento de R$ 9.827.074 à Marquise, sem licitação. A empresa é a responsável pela coleta de lixo no município. Também foram detectados pagamentos sem licitação a várias empresas, como a JRCS Materiais para Construção (R$ 329.926,00) e Pedreira União (R$ 133.590,00).

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Militantes do PCdoB se reúnem nesta sexta-feira, 19  a partir das 18 horas, na Câmara de Vereadores de Itabuna. O objetivo é avaliar o resultado das últimas eleições e já começar a discutir qual será a postura do partido em 2012, quando acontece a sucessão municipal.
A pretensão dos comunistas é ter candidatos a prefeito em diversos municípios baianos e Itabuna é um deles. Na maior cidade do sul do Estado, o nome poderá ser o do vereador Wenceslau Júnior, que por pouco não se elegeu deputado estadual este ano, ou Davidson Magalhães, diretor-presidente da Bahiagás. Ambos estarão presentes na reunião desta sexta. Além deles, também estará no encontro o presidente do diretório estadual da legenda, Daniel Almeida.
Não é demais lembrar que em anos anteriores o PCdoB fez o mesmo ensaio em Itabuna, mas na “hora H” acabou aceitando apoiar o candidato indicado pelo PT.

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O secretário da Administração de Itabuna, Gilson Nascimento, que participou das investigações que levaram à descoberta do desvio de material de construção do município, pode ter cavado a própria sepultura. Mal sabia ele que a iniciativa de desvendar um malfeito lhe custaria a ampliação do rol de inimizades no governo Azevedo, mas foi exatamente isso que ocorreu.
Coincidentemente, quem transitava nesta terça-feira, 16, pela Prefeitura, era o empresário Jorge Vasconcelos (o “Jorge Tomate”), que foi secretário da Administração no governo Fernando Gomes. Dizem que Tomate sentiu o cheiro da fritura e já chegou rapidinho para servir como molho…

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Itabuna terá R$ 55,97 milhões dos R$ 824 milhões destinados ao estado da Bahia no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2), segundo previsão do Ministério das Cidades. Seis projetos que beneficiam o município foram aprovados pelo Governo Federal.
No elenco estão a construção da barragem no rio Colônia, em Itapé, que é apontada como a solução para a falta d´água na cidade, e a conclusão do projeto de urbanização em áreas como a Bananeira. A barragem tem previstos R$ 23 milhões e o projeto de urbanização, R$ 33 milhões.

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Loiola, que detonou a CEI, termina como o principal alvo das denúncias

O relatório da Comissão Especial de Inquérito do “Loiolagate”, esquema de falcatruas que foi montado na Câmara de Vereadores de Itabuna, não trouxe grandes surpresas. Há pouco, o relator da CEI, vereador Claudevane Leite (PT) encerrou a leitura para um plenário lotado. A grande maioria dos vereadores compareceu à sessão, registrando-se apenas a ausência de Ruy Machado (PRP), que teria alegado problemas de saúde. “Ele disse que o coração dele é fraco e não aguenta essas emoções”, disse um colega de Machado, em tom de brincadeira.
Na tribuna, Claudevane Leite mencionou irregularidades em diversos contratos firmados pelo legislativo municipal, inclusive a participação, em licitações da Câmara, de empresas que sequer teriam existência formal. A assinatura de recibos pela esposa do presidente Loiola, Poliana Santos, também foi denunciada pelo petista.
O ex-chefe do Setor de RH da Câmara, Kleber Ferreira, foi citado em um caso de empréstimo irregular, mas o relator não entrou em detalhes. “Dependeríamos de dados que só podem ser obtidos a partir da quebra de sigilo bancário”, observou.
Segundo Claudevane, o presidente da Câmara está diretamente ligado aos esquemas, já que ele assinava os contratos e autorizações de pagamento. O vereador Roberto de Souza (PR), que é primeiro-secretário do legislativo, pode ser enquadrado por omissão. O relator acredita que Souza deveria ter fiscalizado as operações irregulares.
Claudevane novamente confirmou que o documento lido em plenário será encaminhado ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas dos Municípios.

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Com todo o buxixo gerado pelo desvio de material de construção da Prefeitura de Itabuna para uma obra particular no litoral norte de Ilhéus, era de se esperar que o prefeito José Nilton Azevedo fizesse algum pronunciamento, divulgasse uma nota oficial ou até mesmo convocasse uma entrevista coletiva.
O prefeito, para seguir o script de situações como essa, poderia endurecer o semblante e externar sua preocupação para a “torcida”, afirmar solenemente que mandaria investigar e punir os culpados, declarar que não aceita corrupção em seu governo… Mas que nada!
O prefeito nada disse, preferiu o silêncio e deve estar apostando que a ladroagem descoberta pela polícia no último sábado caia no esquecimento. Ou Azevedo simplesmente perdeu a capacidade de se espantar com os absurdos que ocorrem em seu governo. Ou…
É melhor nem comentar!