O presidente da Câmara de Itabuna, Clovis Loiola, foi expulso do PPS em decisão tomada pelo diretório local da legenda. Loiola é acusado de infidelidade partidária e por desvio ético na presidência do legislativo itabunense. Quem anunciou a expulsão de Loiola foi a presidente do PPS em Itabuna, Mariana Alcântara, informa o repórter Fábio Luciano. A decisão ainda careceria de ratificação por parte da Estadual do partido.
Loiola foi julgado por apoiar a candidatura a deputado estadual de um tucano, Augusto Castro, quando a legenda, no sul da Bahia, defendia a candidatura de César Brandão, do PPS. Outro porém: o relatório da Comissão Especial de Inquérito (CEI) que investigou denúncias de corrupção na Câmara apontou “malfeitos” de Loiola.
Dentre as traquinagens de Loiola no cargo de presidente, estão envolvimento na tomada irregular de empréstimos consignados e viagens dele e a esposa, Poliana Barreto, custeadas pelos cofres públicos. O próximo alvo do diretório é o vereador Raimundo Pólvora.
Às 12h31min – A presidenta do PPS itabunense, Mariana Alcântara, informou ao Diário Bahia que a expulsão de Loiola ainda não foi sacramentada. O vereador ainda terá prazo para defesa.













A Câmara de Vereadores de Itabuna realmente se tornou um caso de polícia. Na tarde desta segunda-feira, 22, durante a sessão das comissões técnicas, o líder do governo, Milton Gramacho (PRTB), pediu a palavra para anunciar o seguinte: o projeto de emenda ao Regimento Interno, que altera os pontos relativos à eleição da nova Mesa Diretora, despareceu.











