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O prefeito de Itabuna, José Nilton Azevedo, corre o sério risco de entrar para a história como o gestor mais caloteiro que já governou este município.
As dívidas se acumulam com diversos fornecedores e também com os funcionários. Este blog apurou que, até esta quinta-feira, 4, os salários de outubro ainda não haviam sido pagos, situação que deixa a equipe apreensiva.
Para completar o quadro caótico, o Centro Administrativo Firmino Alves teve todas as linhas telefônicas cortadas por falta de pagamento. São meses de atraso com a operadora, que não teve mais como segurar o “alicate”.
A coisa está tão feia, que até o gabinete do prefeito está sem telefone.

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Vejam como estão as coisas em Itabuna. No Restaurante do Povo, a despensa está cheia… de débitos. Na Câmara de Vereadores, aguarda-se  que uma pizza tamanho família seja servida a qualquer momento e, na Prefeitura, o cardápio desta sexta-feira, 06, será feijoada.
Não é brincadeira! O almoço será oferecido para servidores do município pelo sindicato da categoria, numa iniciativa para dar um sabor diferente ao protesto iniciado nesta quinta-feira, 04, quando funcionários do poder público local acamparam no estacionamento do Centro Administrativo.
A ocupação da Prefeitura é uma estratégia para forçar o prefeito José Nilton Azevedo a cumprir acordo feito com a categoria, sob a supervisão do Ministério Público do Trabalho. O acordo prevê o pagamento de comissões, adicionais e horas extras, que o gestor vem sonegando ao funcionalismo.
Nem precisa dizer que Azevedo não foi convidado para o feijão.
(E essa história de feijoada acaba virando pretexto pra gente ouvir música boa. É só clicar no vídeo abaixo)

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Clientes fazem fila à espera de carne (Foto Pimenta).

O Restaurante do Povo foi reaberto nesta quinta, mas enfrentou dificuldades no reabastecimento. Apesar de reduzir em 70% o número de refeições comercializadas a R$ 2,00, faltou comida por volta das 13h10min.
Acima, foto do Pimenta revela o instante em que os clientes tiveram de aguardar pela chegada alimentos, a exemplo de carne bovina. O detalhe é que o restaurante fechou as portas por mais de uma semana porque não pagava o frigorífico Frigobom e este cortou o fornecimento de carne.
Segundo o secretário de Assistência Social de Itabuna, José Formigli Rebouças, o débito da prefeitura com o Frigobom é de, aproximadamente, R$ 80 mil.

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O Restaurante do Povo (Restaurante Popular) foi reaberto nesta quinta-feira, 4, em Itabuna, após dez dias de portas fechadas. O estabelecimento ficou temporariamente desativado porque a Prefeitura acumulou dívidas com quem abastecia a dispensa. Somente com um frigorífico de Itabuna o débito chegou a R$ 80 mil.
Bem antes de fechar, o RP já vinha amargando dias de penúria e a clientela já notava que eram tempos de vacas magras. Uma fonte do Pimenta informou que o calote nos fornecedores gerou uma crise entre o secretário da Fazenda, Carlos Burgos, e o da Assistência Social, José Formigli Rebouças.
E quem perdeu foi Formigli. A partir desta quinta-feira, o restaurante não mais está sob a gestão da Secretaria de Assistência Social, mas sim da pasta da Agricultura, comandada por Antônio Marcelino. É esta área que também cuidará do abastecimento da cozinha, com víveres adquiridos pelo PAA (originalmente, este programa tem o objetivo de fornecer alimentos a creches, escolas da rede municipal e instituições filantrópicas, e teme-se o risco de desabastecimento).
Ao Pimenta, o secretário Formigli confirrmou que o Restaurante do Povo não está mais sob os seus cuidados. Também informou que, nesta nova fase, o estabelecimento não poderá atender ao mesmo número de pessoas de antes. O público médio era de 1.000 clientes, mas agora é possível servir apenas 300 pratos.
Tá servido?

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Os vereadores que integram a Comissão Especial de Inquérito que apura desvios na Câmara de Itabuna estão reunidos neste momento na sede do legislativo municipal. Segundo informações, eles analisam o parecer do relator Claudevane Leite (PT), verificando a necessidade de algum ajuste.
A leitura do relatório em plenário foi marcada para a próxima sexta-feira, 5, às 10 horas.

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O vereador Claudevane Leite (PT), relator da Comissão Especial de Inquérito que apura irregularidades e desvios de recursos na Câmara de Itabuna, apresentará nesta quarta-feira, 03, o parecer com o resultado de mais de 60 dias de apurações.
O documento será inicialmente apreciado no âmbito da CEI, em reunião fechada. A comissão tem como presidente o vereador Milton Gramacho (PRTB) e o secretário é Gerson Nascimento (PV). Caberá a eles deliberar sobre a aprovação do relatório.
Claudevane Leite já protocolou, na sexta-feira, 29, requerimento para que o presidente da Câmara, Clóvis Loiola, programe a sessão na qual será lido o relatório. “Acredito que o presidente tem interesse em agendar essa sessão para o mais breve possível”, acredita o vereador do PT.
Independentemente do agendamento da sessão para a leitura do parecer, a CEI deverá agilizar o envio do documento ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas dos Municípios. Segundo o relator, o MP vem acompanhando os trabalhos da comissão e será o responsável por eventuais ações nos âmbitos civil e criminal.
No que se refere a eventuais casos de quebra do decoro parlamentar, o vereador afirma que o relatório irá sugerir a instalação de uma Comissão Processante, que – diferente da CEI (que somente apura) – tem o poder de punir  os envolvidos.

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Este blog já observou que o alargamento da ponte 8 de Dezembro melhorou, mas não resolveu definitivamente os problemas do trânsito na Rua Felícia de Novaes, situada no bairro de Fátima, em Itabuna.
Todos os dias, sobretudo nos horários de pico, a via apresenta engarrafamentos e, com frequência, algum acidente é registrado.
Foi o que ocorreu neste feriadão, mais precisamente na segunda-feira, dia 1º, quando um bugre que era conduzido pelo motorista Osmar Figueiredo atropelou a pedestre Maria de Lourdes Santana. Ela chegou a ser arrastada por alguns metros, teve lesões por todo o corpo e fraturou as duas pernas.
Neste caso específico, o motorista estava embriagado, o que foi confirmado pelo bafômetro. Um problema a mais em uma rua que já é perigosa para os sóbrios.

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Acumulando os papéis de advogado e secretário da Fazenda de Itabuna, Carlos Burgos esforçou-se para livrar da cadeia a secretária particular do prefeito José Nilton Azevedo, Suzana Andrade. Como se sabe, ela passou dois meses presa sob acusação de matar o próprio companheiro.
Pois tem credor da prefeitura torcendo para que o secretário seja tão diligente quanto o advogado. “Para soltar a secretária do prefeito, ele foi rápido; mas o nosso pagamento ele prende e não solta nem a pau”, queixa-se um credor-sofredor.
A mesma vítima da inadimplência do governo faz graça: “queria que ele conseguisse um habeas corpus para o dinheiro que eu tenho a receber na prefeitura, mas pelo jeito tá difícil”.

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Do Política Etc:

Amanhã é o “Dia D” para a Câmara de Vereadores de Itabuna. Nas mãos do respeitado vereador Claudevane Leite (PT), está o relatório da Comissão Especial de Inquérito que apurou uma série de desmandos cometidos no legislativo municipal. E, se há desmandos, é preciso que se apontem os responsáveis por eles. Quem são?
O vereador-relator já admitiu ter recebido pressões para aliviar o parecer, mas a um jornalista amigo deste blogueiro ele assegurou que agirá corretamente. Sendo assim, o relatório promete…
Ao punir aqueles que têm usado o dinheiro público para se locupletar e dado enorme contribuição para desmoralizar a política,  a CEI do chamado “Loiolagate” ajudará a reverter esse processo de deterioração moral que atinge a Câmara de Vereadores de Itabuna. Mas talvez a comissão de inquérito não vá tão longe, pois já se falou que ela apenas entregará suas conclusões ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas dos Municípios, sem condenar ninguém.
Serão outras instâncias, novas batalhas e talvez alguma frustração. Mas que ao menos a divulgação do relatório, sendo este correto e preciso, permita carimbar os larápios para que a sociedade os identifique e não os perca de vista. Livra-nos, assim, de estar como inocentes próximos a gatunos.
Que o relatório também possua um valor didático para mostrar que a política não deve ser caminho de enriquecimento e benefício próprio, mas de serviço à coletividade. E aqueles que assim não pensam devem ser banidos da vida pública, o que certamente não ocorrerá de uma hora para outra, mas haverá de acontecer com um processo de depuração lento e paciente, no qual a própria sociedade – com sua consciência e capacidade de vigilância cada vez maiores – será protagonista.
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Itabuna e Ilhéus estão entre os 52 municípios baianos que ainda não concluíram o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatítiscas (IBGE). Encerrado o prazo “fatal” de 31 de outubro, ainda faltam dados de 12 mil domicílios em Ilhéus e outros 2 mil em Itabuna.
Pela contagem até aqui, ainda serão recenseados 12 mil domicílios em Ilhéus e dois mil em Itabuna. Floresta Azul, Gandu, Ibicaraí e Jussari, todos no sul da Bahia, encontram-se na mesma situação de Ilhéus e Itabuna. Com informações d´A Região.

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Além de ter passado aperto para vencer José Serra (PSDB) em Itabuna (50,96% a 49,04%) e ter perdido em Vitória da Conquista, considerada a cidade mais “serrista” da Bahia, Dilma Rousseff (PT) perdeu para o tucano em duas importantes cidades do sudoeste baiano.
Em Itororó, Serra bateu Dilma por 52,05% a 47,95%. Já em Itapetinga, o ex-governador de São Paulo saiu das urnas com 50,11% dos votos, deixando a presidente eleita com 49,89%.
Os dois municípios são governados pelo PT.

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Urnas são entregues no cartório eleitoral em Itabuna (Foto Pimenta).

A apuração em Itabuna foi concluída e a presidente eleita do Brasil, Dilma Rousseff (PT), bateu José Serra (PSDB) no município por uma diferença de 1.999 votos. Foram 52.855 votos obtidos por Dilma contra 50.856 de Serra. Em percentuais, dá 50,96% a 49,04%.
Tanto em Itabuna como em Ilhéus, os dois maiores municípios sul-baianos, a votação da petista ficou bem abaixo da média baiana. Em Ilhéus, Dilma obteve 62,83% dos votos e Serra, 37,17%. A apuração ainda não foi concluída no estado. Por enquanto, ela abocanha 70% dos votos válidos.

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Freire entrega esquema de Loiola.

Nitroglicerina pura a entrevista que o ex-assessor do presidente da Câmara de Itabuna, Clóvis Loiola, concedeu ao jornal A Região. Eduardo Freire conta, com riqueza de detalhes, como o político do PPS de Itabuna embolsava – todos os meses – R$ 20 mil em dinheiro público, a título de mesada.
Parte da mesada, contou, era garantida pela empresa de publicidade Mozaico Propaganda. Seriam exatos R$ 11 mil desviados da Câmara para o bolso de Loiola, conforme Eduardo Freire. A empresa repassava a grana em cheque do Banco do Brasil, na mesma agência onde o presidente da Câmara mantém conta, localizada no Centro Administrativo Firmino Alves.
Além disso, Eduardo Freire conta como funcionava o esquema de obtenção fraudulenta de empréstimo consignado na rede bancária, usando contracheques adulterados na Câmara. A denúncia atinge desde o presidente Clóvis Loiola ao colega de legislatura Ruy Machado (PRP).
Freire abriu a boca e resolveu contar tudo porque, segundo ele, o presidente foi a emissoras de rádio responsabilizá-lo pelos desvios. Segundo Freire, Loiola embolsou algo como R$ 200 mil retendo dinheiro de empréstimos consignados contraídos por seus assessores.
Confira a íntegra

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O secretário José Formigli.

O Restaurante do Povo (Restaurante Popular) não abre as portas há quatro dias porque a prefeitura de Itabuna deixou de fazer o repasse mensal de apenas R$ 40 mil. O valor se refere ao subsídio do município para a manutenção do restaurante.
Somente o Frigorífico Frigobom levou prejuízo de R$ 80 mil segundo reconhece o secretário de Assistência Social, Formigli Rebouças. Há dois meses que a prefeitura não paga à empresa, que decidiu cortar o fornecimento de carne bovina e derivados.
Outras empresas vítimas do calote também decidiram suspender o fornecimento à prefeitura. Apesar de ainda não ter saldado as dívida com os fornecedores, o Restaurante do Povo será reaberto na próxima quarta-feira, 3, segundo afirmou ao Pimenta o secretário Formigli Rebouças.
A saída encontrada foi usar os recursos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), do Ministério do Desenvolvimento Social, para garantir o fornecimento de frutas, legumes, verduras e carnes ao Restaurante do Povo.
O programa PAA atende creches, escolas e entidades assistenciais. A prefeitura não explica, ainda, quais as entidades ou creches e escolas que deixarão de receber os produtos para que o Restaurante do Povo seja abastecido.
No PAA, agricultores familiares cadastrados pelo Governo Federal recebem pelo que produzem e os alimentos são repassados a entidades assistenciais e escolas sem custos para a prefeitura.
Ainda conforme o secretário, a decisão foi tomada em reunião, hoje, com prefeito Capitão Azevedo (DEM). O prefeito pensou em fechar definitivamente o Restaurante do Povo se não houvesse uma saída. Alegava crise financeira para tal.