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Fontes: queixas contra o governo.

Nem mesmo a Associação Comercial de Itabuna escapou do rolo-compressor do governo municipal, hoje. O prefeito Capitão Azevedo ordenou a sua base na Câmara de Vereadores a aprovar, a toque de caixa, o novo Código Tributário e o Refis.
O governo havia acordado com a Associação Comercial que os dois projetos iriam à votação após consenso entre as propostas defendidas pelos empresários, vereadores e prefeitura.
Que consenso, que nada.
Nesta tarde o prefeito fez votar os dois projetos, aprovados por 8 a 3. Eduardo Fontes, que preside a Associação Comercial de Itabuna, estrilou e disse que o refinanciamento municipal em apenas 36 parcelas não foi bom nem será atrativo para o empresariado.
Fontes citou Ilhéus como exemplo no caso do refinanciamento de dívidas de empresas com o município. “Ilhéus aprovou Refis em 96 meses. Então, por que Itabuna não pode?”, questiona. O empresário observa que melhores condições para negociar garantiriam o recebimento da dívida. “É questão de medida coerente, inteligência”, ensina.
Burgos foi à Câmara pressionar vereadores (Foto Pimenta).

O presidente da ACI também fez críticas ao novo Código Tributário do Município, que aumentará o IPTU de regiões como o Jardim Vitória e Góes Calmon, segundo ele, em até 250%. “Não estou de acordo”.
Eduardo Fontes não escondeu sua indignação. Ele soube pelo Pimenta que os dois projetos iriam à votação, tal a rapidez da prefeitura e a quebra de acordo com a sociedade. “Já que existia uma ação da sociedade organizada, por que não consultá-la? Só se consulta na hora do voto?  Não é justo isso. Tem que ser consultado, discutido isso com a sociedade”, reagiu.
Fontes lembra que desde o início os dois projetos eram discutidos, de forma conjunta, pela prefeitura, Câmara e sociedade organizada. “Ficou acordado o consenso com os secretários Maurício Athayde [Planejamento] e Carlos Burgos [Fazenda], mas fomos agora pegos de surpresa [com a aprovação a toque de caixa]”.
Nem mesmo a emenda do relator Claudevane Leite que alongava para 60 meses de prazo para pagamento no Refis foi aceita pelos governistas.

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(foto Frederico Silveira)

Para os itabunenses que o classificam como candidato da numerosa categoria “copa do mundo” – aqueles que chegam à cidade durante a campanha, em busca de votos, e depois desaparecem -, o empresário Félix Mendonça Jr. se defende na hora.
Mendonça, que postula mandato de deputado federal pelo PDT, assegura que Itabuna será uma das principais bases de seu mandato parlamentar, naturalmente caso seja eleito.
“Em 2012, por exemplo, não abrirei mão de participar intensamente das eleições municipais”, adianta o pedetista. Não se sabe se essa participação será em forma de apoio ou com uma eventual candidatura do próprio, que faz questão de enfatizar a sua condição de nativo de Itabuna.

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Não foi só a discussão em tom mais elevado entre os vereadores Milton Gramacho (PRTB) e Claudevane Leite (PT) que chamou atenção na Câmara de Itabuna nesta terça-feira, 28.
Um pouco mais tarde, após a sessão na sala das comissões, houve um princípio de vias de fato no setor de contabilidade. Envolvidos: o presidente do legislativo municipal, Clóvis Loiola (PPS), e o primeiro-secretário Roberto de Souza (PR).
Como se sabe, Loiola denunciou uma série de irregularidades na Câmara e ataca diretamente o primeiro-secretário. No início desta noite, os dois se encontraram e houve uma discussão.
Em determinado momento, o vereador do PPS fez questão de enfatizar sua condição de presidente e declarou que “quem manda na Câmara sou eu”. Roberto rebateu com sarcasmo e disse que quem dá as ordens atualmente no legislativo não é Loiola, mas sim o secretário da Fazenda do governo municipal, Carlos Burgos.
Na réplica, Loiola voltou a dizer que manda na casa e acrescentou para Roberto: “tanto mando, que estou investigando o rombo que você deixou”.
Foi a conta!
Roberto de Souza jogou no chão uma pasta que trazia consigo e partiu para cima do presidente, com a evidente intenção de aplicar-lhe uns tabefes. Mas foi providencialmente contido por dois “bombeiros” que se achavam presentes e não deixaram o bate-boca descambar para uma pancadaria de consequências imprevisíveis.
O clima na Câmara, como diz o blogueiro João Matheus, está tenso.

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Jaffet Ornelas veste-se a la Charles Chaplin para convocar bancários de Itabuna para a assembleia realizada nesta noite. A categoria decidiu entrar em greve por tempo indeterminado, a partir desta quarta (29), alegando que os bancos querem conceder reajuste de4,29% em época de lucros recordes.

Os bancários citam um dado para justificar a greve: os bancos faturaram R$ 24,7 bilhões no  primeiro semestre deste ano. A categoria considera “um insulto” o percentual oferecido. Agora, é greve.

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A discussão sobre o prazo do Refis acabou gerando um clima de destempero há pouco na Câmara de Vereadores de Itabuna. Claudevane Leite (PT) e Milton Gramacho (PRTB), relator da matéria, entraram num bate-boca que obrigou o presidente das Comissões, Wenceslau Júnior (PCdoB), a desligar os microfones. Só assim os ânimos se apascentaram.
Claudevane Leite defende um prazo maior para o Refis, de 60 meses, conforme é reivindicado por empresários da cidade. Já Gramacho, que é líder do governo, apresentou parecer no qual indica um prazo de 36 meses e até fez discurso batendo nos inadimplentes.
Como o petista saiu em defesa dos devedores, o governista não gostou e o clima ficou pesado. Depois do “caladão” do presidente das Comissões, os envolvidos colocaram panos quentes, dizendo que tudo não passou de um debate de ideias mais  acalorado.

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Confusão geral na Câmara de Vereadores de Itabuna. O rolo compressor do governo municipal atropelou o legislativo, provocou graves escoriações no regimento interno e quase aprova o novo Código Tributário do Município na tarde desta terça-feira, antes mesmo da discussão do parecer do relator da matéria, o vereador petista Claudevane Leite.
Ainda assim, a votação do novo Código, que aumenta tributos municipais, ficou para esta quarta-feira, 29. E o relator já avisou que somente dará seu parecer na quinta!
A inversão na ordem dos fatores confirma o caos que se instalou na Câmara desde que aquela casa se tornou uma extensão do Poder Executivo. Por lá, impera o manda quem pode, obedece quem tem juízo.

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Os depoimentos do prefeito Capitão Azevedo (DEM) e da secretária Joelma Santos foram remarcados para o dia 11 de outubro pelo juiz substituto da Vara do Júri da Comarca de Itabuna, André Britto. Joelma e Azevedo foram arrolados como testemunhas de defesa da secretária particular do prefeito, Suzana Andrade, acusada de matar o marido em novembro do ano passado.
Ontem, o juiz André Britto fez a oitiva de testemunhas de acusação e defesa. Os depoimentos terminaram por volta das 19h40min de ontem, no Fórum Ruy Barbosa. Temendo perseguição, algumas testemunhas exigiram que Suzana Andrade não acompanhasse os seus depoimentos, e a acusada foi levada para a antessala do espaço reservado para as audiências de ontem.
A secretária particular do prefeito de Itabuna está presa desde o dia 23 de agosto no Conjunto Penal de Itabuna. Ela é acusada de matar a tiros o marido e servidor público Alex Santos, crime ocorrido em novembro do ano passado.
Após a oitiva de ontem, Suzana retornou para o Conjunto Penal de Itabuna. Só após os depoimentos a Justiça definirá se a acusada vai a júri popular.

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A Câmara de Vereadores de Itabuna se reúne nesta terça-feira, 28, para apreciar com estranha discrição o projeto que introduz uma série de mudanças no Código Tributário Municipal. Segundo informações, a matéria será discutida nas comissões e no mesmo dia levada ao plenário.
O projeto é complexo e sua discussão foi iniciada no ano passado, quando enfrentou forte resistência de segmentos ligados ao empresariado em  virtude da previsão de aumento de tributos como IPTU e Taxa de Licença e Funcionamento. A Contribuição de Iluminação Pública (CIP) aumentaria até 100% e o dispositivo previa ainda que o secretário da Fazenda tivesse o direito de perdoar dívidas com o fisco municipal.
O governo acabou adiando a votação para o mês de maio deste ano, a fim de cumprir uma agenda de audiências públicas e aprofundar a discussão da matéria com a sociedade. Ocorre que as discussões, se existiram, foram à chamada boca pequena. Ninguém sabe, ninguém viu… Adiou-se mais uma vez e debate que é bom…
Nesta segunda-feira, 27, chegou à Câmara a informação de que o projeto do Código seria votado no dia seguinte (hoje). Tanto nas comissões como no plenário, por determinação do secretário da Fazenda, Carlos Burgos, que exerce forte influência sobre o legislativo municipal desde o estouro do “Loiolagate”.
Um vereador ouvido pelo Pimenta disse que a votação pegou a todos de surpresa, inclusive o relator do projeto de reforma do Código Tributário, Claudevane Leite. O relatório sequer foi apresentado à casa e tudo será feito hoje, atropelando-se os trâmites regimentais.
Além da reforma do Código, a Câmara também deverá votar o projeto que disciplina a renegociação de dívidas tributárias com o município, o Refis, e o que dispõe sobre o reajuste salarial dos servidores.
Por meio da assessoria da Câmara, o Pimenta tentou entrar em contato com o vereador Claudevane Leite. Infelizmente, as ligações não foram atendidas.

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Geddel: crença no segundo turno (Foto Ari Rodrigues).

O ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) é dos poucos que ainda creem na possibilidade de uma mudança no quadro eleitoral baiano e aposta em segundo turno, embora as pesquisas apontem reeleição do petista Jaques Wagner (PT).
Houve quem achasse graça do vaticínio do peemedebista, na praça do bairro Santo Antônio, em Itabuna, quando ele disse que voltaria ao município, no dia 4 de outubro, e nele iniciaria a campanha do segundo turno. Geddel talvez tenha se empolgado com a pesquisa Ibope, de sexta, que o mostrou empatado com Paulo Souto (DEM), em 15%, mas a anos-luz de Wagner, com 52%.
O peemedebista, claro, tratou de “lembrar do filme” de 2006, quando as pesquisas apontavam reeleição de Souto, que dormiu de cabeça inchada e tendo de passar o bastão estadual ao petista Wagner, vitorioso naquela disputa e contrariando todas as aferições de institutos.

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Marco Wense
“O PSDB precisa passar por um processo de renovação”. A declaração é de: a) um democrata insatisfeito com o tucanato. b) um petista moderado. c) um analista político. d) uma grande liderança tucana.
Quem marcou o “x”na última alternativa, a letra d, acertou. O desabafo foi do senador cearense Tasso Jeireissati. Tucanos próximos do também senador Sérgio Guerra, presidente nacional da legenda, consideraram a declaração intempestiva e inoportuna.
Depois da eleição, com a vitória da candidata Dilma Rousseff, a briga entre tucanos paulistas e mineiros vai ficar acirrada. O PSDB de São Paulo se queixa, com toda razão, que o PSDB de Minas faz corpo mole com a candidatura de Serra. O de Minas se defende dizendo que o “Dilmasia” é forte.  Ou seja, o voto casado em Dilma e Antonio Anastasia, candidato do tucanato ao governo do Estado.
É briga de cachorro grande. Ou melhor, de tucanos de bicos grandes e afiados. Tudo em nome da sobrevivência política.
FHC

Engraçado o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, quando diz que “sem uma oposição forte, o Brasil corre o risco de se transformar em uma democracia popular e Lula de adquirir o perfil de um caudilho”.
Ora, foi FHC, hoje marginalizado pela campanha do tucano José Serra, que, legislando em causa própria, quebrou a alternância do poder através de um projeto de emenda constitucional para permitir sua reeleição.
Na época, o noticiário político falava até em R$ 200 mil para cada voto congressista a favor da emenda da reeleição. E mais: no governo FHC, a oposição, tendo a frente o PT, ficou isolada. O Plano Real elegeu quase todos os candidatos ao governo dos Estados.
FHC não pode se queixar da “onda vermelha”.  Se Lula fosse caudilho, com o governo sendo aprovado por quase 90% dos brasileiros e a popularidade lá no céu, teria feito a mesma coisa do ex-presidente: mudaria a Constituição para se candidatar a uma re-reeleição.
PDT ITABUNENSE
O Partido Democrático Trabalhista de Itabuna, o PDT do saudoso Leonel de Moura Brizola, ferrenho defensor da educação como “prioridade das prioridades”, não existe para a Justiça Eleitoral.
O prazo da comissão provisória acabou. O comando estadual, tendo a frente o bom gaúcho Alexandre Brust, não está satisfeito com o rumo que o partido vem tomando na eleição de 2010.
Os ex-dirigentes do partido estão divididos em relação à sucessão estadual: a metade faz campanha para Paulo Souto e a outra para Geddel . A legenda integra a base política do prefeito Azevedo, que é do Partido Democratas (DEM).
O MESMO

Fernando pensa em voltar (Foto Arquivo).

O ex-prefeito Fernando Gomes (PMDB), um dos coordenadores da campanha do candidato Geddel Vieira Lima ao Palácio de Ondina, não muda mesmo. Continua o Fernando Gomes de sempre.
A última do ex-alcaide sobre seus adversários: “Capitão Fábio é laranja, Juçara Feitosa é a bruxa e Geraldo o ficha suja”. Fernando Gomes, de olho na sucessão do Capitão Azevedo, busca a polarização com o já prefeiturável Geraldo Simões (PT).
A eleição de 2012 vai ser marcada pela volta do duelo entre FG e GS. O fernandismo querendo comandar a prefeitura pela quinta vez e o geraldismo atrás do terceiro mandato para Geraldo Simões.
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Acusada de matar o seu companheiro, Alex Santos, em novembro de 2009, a secretária do prefeito de Itabuna, Suzana Andrade, encontra-se neste momento em uma sala na Vara do Júri da comarca, onde será ouvida em instantes pelo juiz André Britto.
Também serão ouvidos nesta audiência outros três acusados de envolvimento no homicídio: Adaíres Andrade Rodrigues (irmã de Suzana), José Calixto de Andrade (primo) e Edson Dias Rodrigues (pai). Além deles, várias testemunhas foram intimadas a prestar depoimento.
A audiência começou às 9 horas e foi interrompida há pouco, devendo ser retomada às 13h30min. Apenas as testemunhas falaram com o juiz, que deverá ouvir os acusados na parte da tarde.
Não está sendo permitido o acesso da imprensa à sala onde os depoimentos são colhidos.

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Secretária do prefeito de Itabuna está presa desde o dia 23 de agosto

Entediada e desconfortável com a temporada no Conjunto Penal de Itabuna, a secretária do prefeito José Nilton Azevedo, Suzana Andrade, estaria ameaçando gente que prometeu tirá-la da prisão, mas não cumpriu.
Suzana se encontra atrás das grades desde o dia 23 de agosto, sob acusação de homicídio. De acordo com a polícia, ela matou o próprio companheiro, Alex Santos, com dois tiros pelas costas.
Consta que o advogado da secretária, Carlos Burgos, impetrou pedido de habeas corpus junto ao Tribunal de Justiça, mas a corte negou o benefício. A negativa teria irritado Suzana e, de acordo com o blog do radialista Reginaldo Silva,  a acusada mandou recado “para uma autoridade executiva de uma cidade da América Latina”.

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Marco Wense

Nem mesmo Leonel Brizola, então candidato ao Palácio do Planalto, sofreu tanta discriminação por parte dos “jornalões”.

A livre manifestação do pensamento é imprescindível para o Estado de Direito. É condição sem a qual não existe democracia e, como consequência, o exercício pleno da cidadania.
Essa prerrogativa constitucional não poder servir de escudo para proteger os que violam a imagem, a vida privada e, principalmente, a honra das pessoas. Não é à toa que a Carta Magna assegura o direito de resposta e a indenização por dano moral.
Setores do PT estão chiando em relação aos chamados “jornalões”, que, segundo os petistas, maculam a imagem de Dilma Rousseff, candidata da legenda à Presidência da República. O alvo principal é a Folha de São Paulo.
Salta aos olhos – e não precisa ter olhos de coruja – que a Folha tem uma escancarada preferência pelo candidato do PSDB, o tucano José Serra, ex-governador do Estado de São Paulo.
Nem mesmo Leonel Brizola, então candidato ao Palácio do Planalto, sofreu tanta discriminação por parte dos “jornalões”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também foi vítima da parcialidade e do preconceito.
O tucano José Serra anda prometendo um salário mínimo de R$ 600,00 e reajuste de 10% para aposentados e pensionistas, sem falar no pagamento do décimo terceiro para os beneficiários do Programa Bolsa Família e dois professores para cada sala de aula.
Um estudo técnico do Ministério do Planejamento aponta que cada real acrescentado ao salário mínimo corresponde a um impacto de R$ 290 milhões nas contas públicas. O mínimo de Serra custaria R$ 17,7 bilhões a mais por ano.
Já que a possibilidade de um segundo turno é remota, o desespero do tucanato aponta para um único caminho: prometer tudo. A sabedoria popular costuma dizer que fulano está prometendo “Deus e o mundo”.
Em decorrência dessas mirabolantes e irresponsáveis promessas, o presidenciável do PSDB está sendo chamado, até mesmo por colegas economistas, de “tucano neopopulista”.
Se as promessas fossem da candidata do PT, a Folha e o Estadão, em editorial, estariam dizendo que a Previdência Social não suportaria esses aumentos, já que o déficit já ultrapassa R$ 5,4 bilhões.
O anti-Dilma da Folha e do Estadão, cada vez mais explícito, arranha a tão propagada credibilidade desses dois grandes jornais, que para o pessoal do PT são “jornalões”.
CEI

(Foto Duda Lessa)

O vereador Claudevane Leite, o Vane do Renascer, relator da Comissão Especial de Inquérito que apura irregularidades no Legislativo de Itabuna, tem a grande oportunidade de mostrar que é uma das poucas exceções da Casa, já que a regra, infelizmente, é o nivelamento por baixo.
Para isso, é preciso, com a coragem que o caso requer e em respeito ao seu cativo eleitorado, elaborar um relatório conclusivo, sem subterfúgios, dando nomes aos “bois”, apontando os vereadores envolvidos com o lamaçal que toma conta da “Casa do Povo”.
Se assim proceder, o vereador pode até se tornar um prefeiturável do PT, sendo mais uma opção aos nomes de Juçara Feitosa, Miralva Moitinho e do próprio Geraldo Simões.
Nas bolsas de apostas, a opinião de que a CEI vai virar uma gigantesca pizza, recheada com marmelada, é de 10 para 1. Ou seja, somente uma pessoa acredita que algum vereador seja punido.
DEBATE
No debate da TV Itapoan/Rede Record, o candidato do PMDB, Geddel Vieira Lima, presenteou o governador Jaques Wagner (reeleição-PT) com uma declaração de Paulo Souto.
Questionado pelo peemedebista sobre o aumento da violência no seu governo – o então pefelista governou a Bahia por oito anos -, o agora democrata (DEM) disse que não podia resolver tudo “em dois mandatos”.
Pois é. Quer dizer que o governador Jaques Wagner tem que solucionar todos os problemas de segurança pública em apenas quatro anos? Tenha santa paciência, diria o jornalista Luiz Conceição.
Com a reeleição, Wagner governaria a Bahia por oito anos, que é a metade dos 16 anos, o tempo que o carlismo mandou – ininterrupamente – na Bahia. O tempo do manda quem pode, obedece quem tem juízo (ou medo).
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.
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Do A Região
O Tribunal de Justiça da Bahia negou o recurso e Jeferson Cabral e Silva, o “Jefinho”, vai a júri popular pelo assassinato da ex-namorada Camila Vieira dos Santos. Ela foi morta no dia 9 de março na recepção do Eros Motel, na BR-415, em Itabuna.
O recurso para que o acusado aguardasse o julgamento em liberdade foi negado pelo desembargador Mário Alberto Simões. A decisão foi publicada na edição de quinta do Diário do Poder Judiciário. O TJ já havia negado habeas corpus no mês passado.
Jeferson Cabral é réu confesso do assassinato da ex-namorada. Ele alegou que matou Camila Vieira porque ela insistia em fazer programas. A mulher foi executada a tiros depois de horas de discussão com o acusado.

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Equipe do Samu socorre mecânico vítima de acidente (Foto Pimenta).

Ao final da tarde desta sexta (24), o mecânico Raimundo de Jesus dos Santos pilotava uma motocicleta Shineray e colidiu contra uma bicicleta, de cor preta, no viaduto Paulo Souto (trevo das BRs 415-101), em Itabuna. O mecânico foi surpreendido pela bicicleta na pista. O ciclista nada sofreu.

Raimundo teve escoriações nas pernas, braço e um corte profundo no rosto, deixando-o desacordado por alguns instantes. Policiais militares fizeram o isolamento de área à espera do Samu 192. Raimundo foi levado para o Hospital de Base de Itabuna, consciente.