As presenças de um oficial de Justiça e de policiais militares na Câmara de Vereadores de Itabuna, hoje à tarde, quase provocam um piripaque tanto no presidente do legislativo, Clóvis Loiola (PPS), quanto no diretor-administrativo, Antônio Carrero.
Loiola se negou a receber o serventuário e a força policial, que cumpriam mandado de busca e apreensão de documentos. Quando ambos passaram pela recepção, os comentários davam conta de que estavam ali para efetivar mandados ligados a casos de pedofilia e corrupção. O boato foi tomado como verdade e deixou o presidente “amarelo”.
Coube à secretária parlamentar e advogada Margarete Brandão acalmá-lo. Explicou a missão da Justiça. Loiola, no entanto, mostrou-se renitente – até descrente! – e custou a decifrar o que dizia o ofício.
No mesmo instante, recorreu a Octaviano Burgos, diretor-administrativo financeiro da Emasa, filho do secretário Carlos Burgos e, agora, tido como consultor jurídico oficioso do presidente do legislativo.
– Que é isso aqui, Octaviano? – perguntou o presidente, apontando para o mandado.
Após as explicações do consultor, Loiola ficou mais calminho e permitiu que o oficial levasse documentos para juntada a um processo contra o ex-vereador Adilson José, acusado de agressão contra um colega, o corretor imobiliário Paulo Luna.
Foi por pouco, hein?











O apresentador do Alerta Total, da TV Cabrália / Record News, Tom Ribeiro, deve seguir o caminho de outros âncoras de programas do mesmo gênero, que têm feito a migração das telas para a política.






O sistema de abastecimento de água de Itabuna funcionará com metade de sua capacidade pelos próximos dez dias. De acordo com o presidente da Emasa (Empresa Municipal de Água e Saneamento), o engenheiro Alfredo Melo, a origem do problema foi pane em um transformador na estação intermediária de Mutuns, causada – segundo ele – por uma falha na rede elétrica.








