O secretário Estadual de Saúde, Jorge Solla, estará em Itabuna nesta quarta (18) para encontros na Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, às 9h, e no Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem), às 14h. Vem para discutir soluções e dirimir conflitos.
Acreditamos que a sociedade itabunense (ou boa parte dela) defende que o Hospital de Base, público, seja revitalizado pelo Estado, já que o município deu seguidas demonstrações de não reunir as condições necessárias para gerir aquela unidade médico-hospitalar.
Assim, o Hblem poderá ter a oportunidade de receber investimentos para sair do “estado de coma”, tal o nível de sucateamento da estrutura física e de equipamentos, além de casos de corrupção aventados por estes dias.
A vizinha Ilhéus é bom exemplo dessa guinada. Após a revitalização, iniciada em 2007, hoje atrai profissionais de Itabuna para lá, apesar daqui antes ser o centro de excelência. O êxodo é compreensível.
O governo poderá assumir, sim, o Hblem, pelo menos a sua administração, e extirpar dali vários tipos de câncer que impedem um atendimento digno e com a mínima qualidade que se deseja.
Acreditamos que, tendo juízo, o prefeito Capitão Azevedo não iria se opor a uma boa proposta de gestão, talvez até compartilhada, do Hospital de Base.















Apesar de estar propagando que vive uma crise financeira e alegar necessidade de repactuação com o Estado, a Santa Casa de Misericórdia de Itabuna tem hoje o melhor contrato com o SUS entre todas as instituições de saúde da Bahia. Quem afirma é o secretário estadual da pasta, Jorge Solla, que foi entrevistado hoje, por telefone, no programa Bom Dia Bahia (Rádio Nacional).
A amigos, o ex-vereador itabunense, atual diretor-presidente da Bahiagás, Davidson Magalhães, tem confidenciado a volta de um antigo desejo: ser prefeito de Itabuna.
Após ter esbanjado dinheiro público em festa (quase R$ 1 milhão), mesmo com o governo itabunense se encontrando em péssima situação financeira, o prefeito Capitão Azevedo enfrenta a dura realidade das contas que não fecham.







