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O recém-descoberto desvio de caixas de suco que deveriam abastecer o Restaurante do Povo (leia aqui e aqui), em Itabuna, será tema de uma entrevista logo mais, às 16h30min, no programa Patrulha Geral, apresentado por Fábio Roberto na Rádio Nacional (AM 870). Quem dará as explicações é o secretário municipal da Administração, Gilson Nascimento.
O secretário teve atitude dúbia no episódio. Inicialmente,diante da denúncia apresentada por administradores de bairro, afirmou desconhecer o ocorrido. Depois, disse que estava tudo sendo apurado e informou sobre a existência de três servidores envolvidos, dois deles ocupantes de cargos em comissão. Estes seriam exonerados hoje (dia 12), o que Nascimento poderá confirmar ou não logo mais na entrevista. Já o funcionário efetivo responderá a processo administrativo e pode ser demitido a bem do serviço público.
Além do desvio do suco, o programa vai aproveitar para relembrar outros desvios e fatos estranhos ocorridos na atual gestão: roubo de cloro na Emasa, adulteração de dados da dengue e concessão de alvarás de funcionamento em pleno domingo.
A propósito, bem que o secretário poderia falar sobre as providências concretas que foram tomadas nesses casos anteriores. Pelo que se sabe, em todos eles a maioria dos que aprontaram continua no maior refresco.

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Circo na Beira-Rio gera críticas de atletas, pedestres e moradores (Foto Alexandre Chaves).

Itabuna conta com (só) uma área pública para a prática de futevôlei. Fica ali, na praça Félix Mendonça, na Beira-Rio. Faz mais de um mês que os atletas receberam da prefeitura uma ducha… de água fria: o local será usado por um circo, o Vox.

O circo começou a ser montado hoje. Não são apenas os atletas nas horas vagas que estão reclamando. A área tem tráfego intenso de veículos e a lona que começa a ser estendida toma quase que toda a extensão da praça, levando risco aos pedestres.

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É bom os motoristas tomarem máximo cuidado ao trafegar pela ponte Calixto Midlej (“Ponte Nova”), pois Prefeitura de Itabuna está realizando uma pequena intervenção em uma de suas cabeceiras (um complemento às obras da Rua Felícia de Novaes) e não cuidou devidamente da sinalização.
Ocorre que num trecho de 15 ou 20 metros foram colocados cones e o trânsito se dá em apenas um sentido. Mas, em vez de escalar agentes para ordenar o tráfego, a Prefeitura deixou os motoristas entregues à própria sorte. O que vem de um lado contando com a boa vontade do que vem do outro.
Resultado: somente no sábado, dois acidentes.

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Adylson Machado | adylsonmachado@hotmail.com
A propósito da postagem (Favorecimento à Rota? ), cabe registrar a imperiosa necessidade de uma revisão territorial envolvendo municípios baianos que a exijam. É o caso de Itabuna/Ilhéus, Salvador/Lauro de Freitas, Itororó/Itapetinga/Itambé, os que me vêm de imediato.
Evidente que os interesses políticos que nortearam as emancipações, em seu tempo, não corresponderam à realidade quanto ao estabelecimento dos limites entre os municípios. No caso específico de Itabuna, parecem traduzir a realidade centenária, quando a fixação dos limites não atentou para a expansão grapiúna que fatalmente ocorreria.
A iniciativa do órgão estadual se encontra sustentada na legislação, que veda o transporte intermunicipal por quem não tenha autorização legal para fazê-lo. O que significa dizer que ao ultrapassarmos o primeiro quilômetro da Rodovia Jorge Amado, assim que deixamos a cidade em busca do litoral ilheense, já nos encontramos efetivamente no município de Ilhéus e não no de Itabuna, em que pese a realidade imediata, em todas as suas dimensões (comerciais, históricas, sociais, prestação de serviços públicos como água e coleta de lixo etc.) nos remeterem ao município de Itabuna.
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Além da caminhada em Itabuna, programada para as 10 horas do próximo sábado (17), o presidenciável José Serra (PSDB) agendou visita a Ilhéus para o mesmo dia, na parte da tarde. Ciceroneado pelos tucanos locais – à frente o vice-prefeito ilheense Mário Alexandre – Serra fará uma incursão pelos dois maiores bairros da cidade: o Nossa Senhora das Vitórias e o Teotônio Vilela.
Marão diz que o objetivo é fazer com que o candidato conheça os problemas daquelas comunidades, que não são poucos. “Ele será o primeiro candidato a presidente a visitar os bairros de Ilhéus, pois os que vieram antes só viram a parte bonitinha”, diz o vice-prefeito.
Logicamente, há uma estratégia eleitoral imbutida na agenda. Vale lembrar que Vilela e NSV concentram grande parte da população votante do município.

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A Agerba ‘canetou’ as empresas de ônibus urbano de Itabuna que faziam linha para o Atacadão, no quilômetro 24 da rodovia Ilhéus-Itabuna (BR-415). A São Miguel e a Cachoeira foram multadas porque faziam transporte na área da loja. Agora, os passageiros de Itabuna que vão às compras no Atacadão têm de andar 500 metros para pegar o ‘busão’ ou esperar ônibus da Rota, o que deixa a viagem mais cara por obrigar o passageiro a toma’r, pelo menos, dois ônibus no retorno para casa.
Há quem veja falta de bom senso por parte da Agerba ao adotar a medida e favorecimento à Rota, que joga solto no sul da Bahia e pouco é incomodada pela agência estadual de fiscalização de transporte. Não custa lembrar que o dono da Rota é Ronaldo Carletto, deputado estadual pelo PP e integrante da base de apoio ao governador Jaques Wagner. Daí que…

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Em comentário postado aqui no Pimenta, o professor Sérgio Oliveira faz uma observação muito procedente. Ele lembra que foi só inaugurarem o Atacadão Carrefour na rodovia Ilhéus – Itabuna, que logo a prefeitura desta cidade incluiu a empresa nas rotas do serviço de transporte coletivo. Isto, independentemente do Atacadão estar situado em território ilheense.
A mesma sorte jamais teve a comunidade acadêmica da Uesc, conforme destaca o professor. Neste caso, a Prefeitura argumenta que não fornece o transporte coletivo, porque a universidade está em Ilhéus.
Resumindo, quando é para atender aos reclames do capital, o poder público se mexe ligeirinho e remove todas as barreiras. Já quando se trata de uma questão social, os caminhos se atravancam.

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Segundo Vita, a revitalização começa nas imediações do Príncipe Hotel e para neste ponto da foto, a entrada da Avenida Ilhéus

O governo Azevedo precisa urgentemente dar uma explicação sobre o projeto de revitalização da Avenida Amélia Amado. Pelo que declarou hoje o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Fernando Vita, a obra será bem diferente do que vem sendo anunciado.
Em entrevista a um programa da TV Itabuna, Vita disse que o projeto foi revisto e que os recursos liberados pelo Ministério da Integração Nacional (R$ 12,8 milhões) serão utilizados apenas para reformar o trecho entre o Príncipe Hotel e a entrada da Avenida Ilhéus. É bem menos de um terço da extensão total da via, que tem cerca de dois quilômetros.
Até hoje, a Prefeitura vinha informando que toda a Amélia Amado  – da estação rodoviária até o Príncipe Hotel – seria modificada. Questionado sobre as razões que provocaram a readequação no projeto, Vita explicou que teria ocorrido uma “defasagem” em função da demora para o início das obras. Explicação pra lá de estranha, pois não consta que o País esteja vivendo em período de hiperinflação.
Segundo Vita, os R$ 12,8 milhões do Governo Federal serão “torrados” somente em um pedaço da avenida. Para revitalizar o restante, será necessária uma nova licitação (sem falar na articulação política para fazer com que os recursos apareçam).
Curioso é o fato de que o atabolhado governo do Capitão Azevedo viesse informando sobre um grandioso projeto, quando tudo não passava de uma intervenção meia-boca.
É mais um motivo de frustração para o itabunense neste melancólico centenário da cidade.

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Prefeitura “desconhece” irregularidade

Sucos enviados para a Prefeitura de Itabuna pelo Ministério da Agricultura estavam sendo vendidos em supermercados na periferia da cidade. A denúncia está sendo feita pelos presidentes de oito associações de bairro.
Eles contam que fizeram o cadastramento para receber o suco para mais de mil famílias carentes, de localidades como Bananeira, Nova Ferradas e Nova Califórnia. A entrega, segundo eles, deveria ocorrer no dia 3 deste mês, mas até hoje eles esperam.
Um representante da comunidade da Bananeira conta que recebeu uma denúncia e acabou encontrando os sucos sendo vendidos em supermercados nos bairros Pedro Jerônimo e Maria Pinheiro.
A outra parte das caixas de suco teria sido enviada para o Restaurante Popular. Procurado pela reportagem do jornal A Região, o secretário municipal de Administração, Gilson Nascimento, disse desconhecer as informações dos líderes de bairro.
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A enquete do Pimenta pedia ao leitor que atribuísse uma nota de 0 a 10 à gestão do prefeito Jose Nílton Azevedo (DEM). Foram computados 2.309 votos. Eis o resultado, percentualmente:
Zero – 49%
Um – 7%
Dois – 5%
Três – 7%
Quatro – 4%
Cinco – 5%
Seis – 2%
Sete – 3%
Oito – 4%
Nove – 2%
Dez – 7%
Sem avaliação – 5%

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NO ALVO – Serra disputa voto do eleitor sul-baiano (Foto Google).

A presidência do DEM local confirmou a visita do presidenciável José Serra (PSDB) a Itabuna, no próximo dia 17 (sábado). Acompanhado de lideranças baianas dos dois partidos, o tucano fará caminhada no centro da cidade. O evento terá concentração no Jardim do Ó, a partir das 10 horas.
Para impactar no principal município do sul da Bahia, estão sendo organizadas caravanas de várias partes do sul do estado. O objetivo é “encher” a avenida do Cinquentenário. Apesar de estar em sua segunda disputa pela presidência da República, esta será a primeira vez que Serra vem a Itabuna como candidato.

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Corpo é recolhido em canoa improvisada.

O Corpo de Bombeiros é uma das corporações mais respeitadas no Brasil. Mas quando o assunto é valorização, a coisa muda de figura. Nem sempre os bombeiros possuem os equipamentos exigidos para as suas operações. Os heróis se veem obrigados a improvisar.
Hoje, a sargento Ana Paula teve de usar uma canoa – veja o estado da “embarcação” – para recolher um corpo que boiava no rio Cachoeira. O homem ainda não foi identificado. A foto é do repórter Oziel Aragão, do XilindróWeb.

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Do Trombone

Azevedo talvez precise da santa (Foto Trombone).

Uma operação de alto risco está tirando o couro das contas municipais e deixando os cabelos do prefeito Capitão Azevedo cada dia mais brancos.
Todo mês, a Receita Federal embolsa milhões e milhões de reais assim que pingam na conta da PMI, e o município está quebrado, com as obras andando em marcha-lenta, fornecedores sendo caloteados – ou as dívidas proteladas, para não ser injusto, já que não há notícia de moratória. Absurdo, não? Seria.
“Seria” absurdo, se não fosse previsível. Porque estamos falando aqui de algo que era líquido e certo, mas a equipe de gênios preferiu ser mais esperta que o Leão. Ora, ora, ora… Quem já levou a melhor contra a Receita, órgão do governo, quando a fonte de renda, alvo do trabalho do fisco, é o próprio governo?
Pois foi isso que tentou-se aplicar aqui, um golpe no governo, que repassa o dinheiro à prefeitura e é o responsável pela fiscalização dos recursos… Gênios, não? Antes de explicarmos a genialidade, um registro: há, sim, o bloqueio de verbas pelo INSS, em virtude da apropriação indébita, dos casos de servidores que tinham sua parcela do tributo descontada pela prefeitura, mas essa não fazia o repasse nem pagava sua parte ao órgão da seguridade. Esses, assim como os dos precatórios, são outros casos, bem menos graves.
Vamos à genialidade. A prefeitura vinha podendo fazer contratos com o governo federal graças ao parcelamento das dívidas com o INSS e o pagamento regular de precatórios da Justiça do Trabalho. Coisa boba, em torno de R$ 300 mil. Aí, entra a ação do gênio sênior: “Prefeito, vamos suspender o pagamento, porque precisamos desses R$ 300 mil. Qualquer coisa, contestamos na justiça, ganhamos liminares e vamos seguindo”.
Só que a legislação diz que, em caso da falta de pagamento dessas dívidas, a Receita Federal fará o sequestro de verbas do FPM em valores correspondentes a 15% da arrecadação líquida corrente do período no ano anterior. E é o que está ocorrendo. Deixamos de pagar R$ 300 mil para pagar, à força, somente em junho, R$ 2,6 milhões. Tá tudo lá, no site do Banco do Brasil.
Vejamos o caso de Ilhéus, a cidade que parece ter mais precatórios no Norte/Nordeste: só se vê a prefeitura chiando, atrasando – por alguns dias – salários de comissionados, mas vai levando a vida, descontando seus R$300 e poucos mil por mês. Itabuna poderia estar nessa, mas quis ser mais esperta que a esperteza.
Pessoas próximas ao prefeito Azevedo já temem até que ele venha a responder judicialmente por essas barbeiragens. Aí, se isso ocorrer, claro, recorrerá ao gênio das leis para salvá-lo. Ou afundá-lo de vez.
Hora de abrir os olhos, prefeito. Antes que a porca torça o rabo. De vez.
Leia a íntegra no Trombone

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O prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo (DEM), está preparando uma verdadeira salada partidária para “degustar” nessas eleições. Nas eleições para deputado federal e estadual, ele apoiará candidatos de cinco partidos (detalhe é que nenhum dos nomes escolhidos é correligionário do alcaide).
Para a Câmara Federal, está praticamente definida a aliança de Azevedo com o jovem Luiz Argôlo (PP). Já as opções para a Assembleia Legislativa são um pouco mais diversificadas, o que deverá provocar um loteamento do governo, ficando uma parte no apoio a Renato Costa (PMDB), outra  com Augusto Castro (PSDB) e ainda mais duas alas com os candidatos Solon Pinheiro (também do PSDB) e Coronel Santana (PTC).

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Um clima de apreensão tomou conta de vários lojistas da Avenida da Cinquentenário, em Itabuna, na manhã desta quarta-feira, 7. Os responsáveis pela obra de “revitalização” daquela via – a principal de Itabuna – determinaram a paralisação dos serviços, já que em diversos pontos as pedras utilizadas para refazer os passeios estão se desmanchando. A principal suspeita é de que o problema tenha sido causado pelas chuvas que caíram ontem na cidade (e voltou a chover agora pela manhã).
O material usado na obra já foi condenado pela Caixa Econômica Federal, que se negou a financiá-lo. Hoje, a má-qualidade foi confirmada pelos próprios engenheiros da Prefeitura e, segundo informações, a ordem é rever os danos causados pela chuva, antes de retomar a execução.
A “revitalização” da Cinquentenário é apresentada pelo governo municipal como a principal obra dos 100 anos de Itabuna, que serão comemorados dentro de 21 dias. Pouca gente acredita que a inauguração ocorra até o dia do aniversário e menos gente ainda tem esperança de que a avenida fique melhor do que estava. São cerca de R$ 4,5 milhões investidos (segundo o governo), em uma obra que deverá ficar conhecida como o grande mico do centenário.