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Costa apresenta programa em Itajuípe.
Costa apresenta programa em Itajuípe.

O programa Tribuna Livre (Rádio Jornal de Itabuna) lança nesta quarta-feira (17) edição itinerante. O radialista Costa Filho vai apresentar o programa, a partir das 14h, direto de Itajuípe. Tudo ao vivo.

Segundo Costa, a comunidade poderá interagir e discutir temas de interesse de Itajuípe. Um estúdio foi montado no Taboas.

O radialista afirma que o objetivo é atender a população do município sul-baiano e intermediar soluções. Para ouvir, clique aqui.

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Distribuição de peixe tornou-se tradição no sul da Bahia.
Distribuição de peixe tornou-se tradição no sul da Bahia.

Prefeituras sul-baianas distribuem, desde ontem, mais de 60 toneladas do peixe da Semana Santa a famílias pobres. A maior quantidade será distribuída em Itabuna. Serão 37,5 toneladas de pescado que estão sendo entregues a famílias de bairros carentes de serviços públicos. A entrega é feita por presidentes de associações de moradores.
Itajuípe entrega cerca de oito toneladas do pescado. Já em Itagibá, são 10 toneladas de peixe, duas mil cestas básicas e ovos de páscoa. Em Itapitanga, a distribuição é de 4 toneladas do peixe corvina.
Alguns municípios suspenderam a distribuição por questões legais ou financeira, a exemplo de Ubatã e Ibicaraí. Encarada como política assistencialista, a distribuição de peixe tornou-se tradição no sul da Bahia.

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Balneário de Serra Grande tem das mais belas vistas da Costa do Cacau.
Balneário de Serra Grande oferece uma das mais belas vistas da Costa do Cacau.

Representantes dos governos federal e estadual e a Empresa Baiana de Água e Saneamento (Embasa) inauguram amanhã, 2, às 9h, o sistema de esgotamento sanitário da localidade de Serra Grande, Uruçuca, no sul da Bahia.
A solenidade terá participação do governador Jaques Wagner e do presidente da Embasa, Abelardo de Oliveira Filho, além da prefeita Fernanda Silva. A obra teve investimento de R$ 4,7 milhões e beneficia 2,3 mil moradores.
Logo após, Wagner se desloca para Itajuípe, onde entrega mamógrafo à Fundação Lourdes Lucas, às 11h. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab), o equipamento custou R$ 245 mil.

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bezerro

Os moradores de Itajuípe apelidaram a sede do poder municipal de “Castelo de Gilka”. Tudo a ver com a partilha de cargos entre familiares.
Como se não bastasse a secretaria de Administração e Finanças para o filho, Humberto Badaró, e a Secretaria de Assistência Social para a nora, outros parentes também estão sendo aquinhoados na gestão.
A sede é grande e os apoiadores – sem teta – andam irritados.
Aliás, a cidade é pródiga na arte do nepotismo. O ex-prefeito Marcos Dantas colocou familiares no governo e, não satisfeito, escolheu a sobrinha como sucessora. Si Dantas, aliás, era vice de Marcos. O projeto de sucessão não foi à frente por que Si perdeu para Gilka, que agora faz o seu (o dela, claro!) castelinho familiar.

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bezerroQuando o assunto é agradar a parentada dos gestores, as combalidas prefeituras do Sul da Bahia estão na crista da onda. Já se noticiou aqui que o prefeito de Itororó, Marco Brito (PMDB), nomeou a própria mãe para o cargo de secretária da Assistência Social, além de ter empregado dois primos, um no Departamento de Tributação e outro no Setor de Compras (confira aqui). Mas o alcaide da terra da carne do sol não está sozinho.
Em Buerarema, o prefeito Guima (PDT) também preencheu cargos com parentes e agregados. Em Itajuípe, a prefeita Gilka Badaró (PSB) agradou tanto o filho, titular da poderosa Secretaria de Administração e Finanças, como a nora, que comanda a Assistência Social.
É a aplicação da cartilha do “farinha pouca, meu pirão primeiro”.

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O ator Walmor Chagas, 82, morto ontem em Guaratinguetá (SP), teve como um dos últimos trabalhos profissionais a interpretação do personagem Samir Luedy no filme A coleção invisível, de Bernard Attal. Parte do filme foi gravada em Itajuípe, no sul da Bahia.
Walmor intepretava o colecionador de gravuras e desenhos em filme que tem a participação do ator global Vladimir Brichta e revelou para as artes o talento do itajuipense Wesley Macêdo, de 14 anos. A história é baseada na obra homônima de Stefan Zweig .
Em um dos trechos, o personagem interpretado por Walmor diz : “eu pensava que estava morto para o mundo”.

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A assessoria do ex-prefeito de Itajuípe, Marcos Dantas, entrou em contato com o blog e explicou que o banheiro com obstáculo não é obra dele (clique aqui e entenda o caso). Dantas diz que, ao chegar à Prefeitura, há oito anos, já encontrou o trambolho no gabinete, o que foi inclusive motivo de espanto à época.
Pelo grau de dificuldade para ter acesso ao “trono”, o mesmo não era utilizado e o banheiro funcionava mais como um pequeno depósito de documentos.
Resta saber quem é o autor da cag… Ops, da obra!

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Junquilho, Portela e Raimundo são membros da nova Mesa Diretora em Itajuípe (Foto Paulo Souza).
Junquilho, Portela e Raimundo, membros da nova Mesa Diretora (Foto Paulo Souza).

A oposição venceu a disputa pela presidência da Mesa Diretora da Câmara de Itajuípe. Eduardo Portela (PRP) venceu o ex-presidente Edmilson Borges (PT) por seis votos a cinco. Ele terá como companheiros de mesa Ivan Junior (PSD) na vice-presidência; João Magalhães (PTRB) na segunda vice-presidência; Leandro Junquilho (PSDC) como primeiro secretário e Raimundo Alves (PDT) como segundo secretário.
Portela prometeu independência à frente do legislativo itajuipense. Ele afirmou que uma das prioridades será a construção da sede própria da Câmara. “É uma necessidade da comunidade e um sonho de todos os vereadores”, disse. O vice-presidente, Ivan Junior (PSD), disse que outra prioridade da Casa será a instituição das sessões itinerantes.

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Juvenal Maynart sugere a estação Joaquim Bahiana para o campus da Ufesba
Juvenal Maynart sugere a estação Joaquim Bahiana para o campus da Ufesba

Embora o deputado federal Geraldo Simões (PT) atribua a delírios ébrios a sugestão de instalar cursos da Ufesba na Ceplac, a ideia é considerada plausível pela comissão responsável pelo projeto da instituição.

Nesta sexta-feira, 14,  o superintendente da Ceplac, Juvenal Maynart, apresentou alternativa à sede regional do órgão. Por ele, um bom local para instalar a universidade seria a estação Joaquim Bahiana, que ocupa  área de 110 hectares, às margens da BR 101, em território pertencente ao município de Itajuípe.

Maynart tem dito que não se opõe ao campus da Ufesba na sede regional da Ceplac, na rodovia Ilhéus – Itabuna, mas acredita que a estação Joaquim Bahiana seria um local mais apropriado. Entre outros aspectos, ele afirma que o trecho da BR 415 entre as duas cidades já está por demais sobrecarregado, o que se acentuaria com a instalação da universidade.

Fato é que a comissão liderada pelo ex-reitor da Ufba, Naomar Almeida, fez duas visitas nesta manhã de sábado, 15. Uma, à estação Joaquim Bahiana; a outra, à sede da Ceplac. E, antes que alguma língua ferina comece a coçar, Almeida e os outros membros da comissão estavam todos sóbrios.

Quem defende uma das unidades da Ceplac para receber o campus da Ufesba afirma que haveria vantagens como a utilização de uma estrutura já pertencente à União, o que evitaria gastos de tempo e dinheiro com desapropriações e processo licitatório. A proposta é de que a sede administrativa da instituição de ensino fique em Itabuna, enquanto o campus aproveitaria as instalações pertencentes à Ceplac.

Há quem ache que isso beneficiaria Ilhéus (ou Itajuípe, no caso da Joaquim Bahiana). Outros apostam que Itabuna, por ter seu núcleo urbano próximo das duas unidades, colherá bons frutos de qualquer maneira. O debate é positivo, mas alguns o apequenam. É o caso de um deputado federal que age como vereador. Sem demérito aos que legislam nas câmaras municipais.

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Juliherbert levou socos de cunhado de candidata a prefeita (Foto Sérgio Fragoso).

Episódios de violência por causa da disputa eleitoral no sul da Bahia têm chamado a atenção da polícia e Justiça. Municípios como Aurelino Leal, Itajuípe e Gandu registraram brigas, sequestro-relâmpago de jornalista e até contratação de milícia para acuar candidatos. Em Aurelino Leal, atos políticos somente ocorriam com a autorização judicial devido aos casos de violência.

Dois dos casos mais graves foram registrados em Gandu e em Itajuípe. Em Gandu, o jornalista Pedro Augusto sofreu agressão, teve equipamento de trabalho furtado e foi vítima de sequestro-relâmpago (relembre aqui).

Nesta semana, em Itajuípe, a polícia civil foi acionada para tentar prender o cunhado da candidata a prefeita pelo PSB, Gilka Badaró. Geraldo Pólvora agrediu com socos o motorista Juliherbert Santana em plena praça pública.

Após a agressão, Geraldo sumiu e abandonou a picape Hilux em um posto de gasolina às margens da BR-101, em Itabuna. A polícia localizou e apreendeu o veículo.

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Moacyr e Gilka, os criadores do bate-volta eleitoral.

A falta de público ou a necessidade de reforço humano nas campanhas eleitorais no sul da Bahia gerou um novo negócio: o bate-volta eleitoral. A ideia foi lançada pela candidata a prefeita de Itajuípe, Gilka Badaró, do PSB, criou bate-volta eleitoral – eu levo gente pra você; você traz pra mim.

O objetivo de garantir público nas atividades de campanha. Tudo começou por Uruçuca. O prefeito e candidato à reeleição, Moacyr Leite, levou seus ônibus de gente para comício de Gilka em Itajuípe, no final de julho, em represália ao empresário Marcelo Dantas (PCdoB), que não aceitou ser seu vice. De quebra, com o deslocamento para Itajuípe, apoiou Gilka e atingiu a candidatura de Si Dantas (PSD), sobrinha de Marcos.

A candidata a prefeita de Itajuípe garantiu levar seu povo – e cumpriu. Moacyr mandou seus ônibus e Gilka levou seus cabos eleitorais para a vizinha Uruçuca.

A partir daí, o intercâmbio eleitoral se ampliou e quem entrou no bate-volta? Maria Alice Pereira, a coordenadora da campanha de Capitão Azevedo (DEM), levando gente para Itajuípe e Gilka para Itabuna. O intercâmbio inclui ainda Milton Cerqueira(PRB), de Coaraci, e Cristina Moitinho(PSB), de Itapitanga. Tudo para garantir povo nos seus comícios. A ideia, claro, não fica circunscrita a estes “pensadores”.

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Parte da carroceria de um caminhão-baú Volkswagen (HZC-6239) se desprendeu do veículo, por volta das 17h, no trevo de acesso ao município de Itajuípe, no sul da Bahia. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.
O motorista do caminhão, Marques Farias de Souza, afirma que o baú se desprendeu do restante da carroceria no momento da manobra para sair da BR-101 e pegar a estrada de acesso a Itajuípe.
O caminhão saiu de Salvador para fazer entrega de fardamento escolar da rede estadual de ensino em três municípios sul-baianos. O motorista já havia feito entregas em Ubaitaba e Aurelino Leal. Itajuípe era a última cidade da escala.

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Da Coluna da Tonet (Agora)

Obras de teatro estão abandonadas há anos

 Já teve I – Nada mais certo do que aquela máxima que circula por aí dando conta de que Itabuna é a terra do “já teve”. Já teve cinema (cinco – Itabuna/Marabá/Catalunha/Plaza/Oásis) e agora não tem nenhum. Só tem DVD pirata em cada esquina. Também já teve teatro (ABC/TEI – Teatro Estudantil Itabunense) e agora tem dois esqueletos: um próximo ao Hospital de Base e oiutro na Ação Fraternal.
Já teve II – Itabuna cresce, mas culturalmente continua atrasada em relação a outros centros. Itajuípe, por exemplo, que agora já tem até um memorial dedicado a um escritor, filho da terra, o Adonias Filho. A homenagem que se presta ao mais ilustre filho da terrinha, o escritor Jorge Amado, é um bairro que leva o seu nome, com fama de ser um dos locais com alto índice de criminalidade.
Que vergonha!

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No afã de promover sua pré-candidata, o prefeito de Itajuípe pode acabar tornando-a inelegível. É flagrante o uso da máquina administrativa para tecer loas e até noticiar aniversário de boneca onde a vice-prefeita Si Dantas se faz presente.
Se não for devagar com o andor, corre o risco de quebrar o santo. Pois este, como se sabe desde o tempo da vovó, é de barro.

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Sem-terra cobram educação, saúde e estradas (Formador de Opinião).

Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) ocuparam a sede da prefeitura de Itajuípe, hoje, com facões e foices na mão. Durante a ocupação, os integrantes do MST gritavam palavras de ordem e cobravam a presença do prefeito Marcos Dantas (PP) para negociar compromissos firmados pelo município e não honrados, segundo a liderança do movimento.
Os trabalhadores reivindicam o cumprimento de acordos firmados pela prefeitura com o MST, como recuperação de estradas vicinais, construção de salas de aula, manutenção de escola e atendimento em saúde. Os trabalhadores rurais são dos assentamentos “Fazenda Loanda” e “Rosa Luxemburgo”. Desde a última segunda, o MST já ocupou dez prefeituras baianas.