Clícia foi vítima de dengue hemorrágica || Fotos Redes Sociais
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Nesta segunda-feira (15), a Secretaria de Saúde de Itabuna divulgou nota sobre a morte da bailarina Clícia Pedreira do Carmo, conhecida como Clícia Lua. Ela faleceu na quinta-feira da semana passada (11), no Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, com suspeita de dengue hemorrágica. Conforme a Pasta, o Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen) confirmou a suspeita examinando amostras coletadas na unidade itabunense.

Antes de ser internada, Clícia apresentou dores corporais e problemas respiratórios. Primeiro, deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24h do Monte Cristo. Depois, foi transferida para o Hospital. A dançarina fazia parte da banda do cantor e compositor Sinho Ferrary, que lamentou a perda precoce. Clícia tinha 36 anos.

O Lacen também constatou a presença do rinovírus no organismo da artista. O vírus respiratório causa resfriado.

Ana Luíza faleceu na última segunda-feira (12) || Foto Redes Sociais
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O Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA) emitiu laudo que descarta a hipótese de dengue hemorrágica como causa da morte de Ana Luíza Rangel Silva, de 18 anos, que faleceu na última segunda-feira (12), no Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna. A informação foi divulgada hoje (14), pela Prefeitura de Itabuna. O laudo também deu negativo para zika vírus e chikungunya.

“A Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, ao tempo em que hipoteca sua solidariedade aos familiares da paciente, informa que mais investigações epidemiológicas serão conduzidas pelo Departamento de Vigilância em Saúde, inclusive com visitas por uma equipe de técnicos e profissionais de saúde no domicílio de Ana Luíza, na Rua São Jorge, no Bairro São Caetano, para que tudo seja esclarecido e seja certificada a real causa de seu falecimento”, diz a nota da gestão municipal.

Ainda segundo a Prefeitura, foram adotados procedimentos padrões neste tipo de situação, com a aplicação de inseticida em toda a área próxima à residência da família. O Departamento de Vigilância Epidemiológica deve emitir laudo conclusivo em até 60 dias.

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O Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-Ba), em Salvador, analisa amostra de caso suspeito de varíola do macaco identificado em Ilhéus, no sul do estado. A informação foi confirmada ao PIMENTA pela coordenadora do Núcleo Regional de Saúde do Sul, Domilene Borges.

O paciente é um jovem, mora em Ilhéus e não tem histórico de viagem ao exterior, informa a gestora. “Ele deu entrada na UPA da Avenida Esperança, ontem à noite [20], foi transferido para o Hospital Costa do Cacau e segue em isolamento. Foi coletado material para diagnóstico. Até então, é um caso suspeito, porque ele tem a clínica compatível [com os sintomas da doença], mas a gente só pode confirmar depois do resultado [do exame]”, acrescenta.

O jovem tem formas leves dos sintomas característicos da infecção, febre e erupções na pele. Permanecerá em isolamento por ao menos 72h, tempo estimado para a conclusão da análise no Lacen.

Domilene Borges explica que a transmissão da doença depende de contato direto e prolongado. Para diminuir as chances de contágio, é recomendável evitar a ida a locais onde a zoonose viral já tenha sido identificada. Pessoas com sintomas da doença, mesmo que leves, devem procurar atendimento na unidade de saúde mais próxima. Além de febre e bolhas na pele, a varíola do macaco provoca dores nas articulações.

Estado tem mais de 6 mil casos ativos da doença, mesmo patamar de julho de 2021 || Foto Laura Fróes/GOVBA
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Nesta quinta-feira (13), o Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA) informou que a proporção de resultados positivos dos testes para identificação da Covid-19 subiu 234% em 2022.

Gráfico mostra alta da proporção dos resultados positivos dos testes na Bahia || Fonte Lacen-BA

O Lacen-BA conclui 3 mil exames do tipo RT-PCR por dia. No intervalo de 1º a 12 de janeiro, o número de positivos saltou de 6,55 para 21,93 a cada 100 testes concluídos.

Conforme o Laboratório, esse percentual de resultados positivos (21,93%) havia sido registrado anteriormente em outubro passado. Neste momento, a Bahia tem 6.174 casos ativos, maior número desde julho de 2021.

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O Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA) detectou doze amostras da variante ômicron no estado. Esse total representa 12,5% dos 96 sequenciamentos genéticos de amostras coletadas no mês de dezembro. Também foram detectadas 81 amostras da variante delta. A análise de três amostras não foi conclusiva.

Os casos foram identificados em residentes de Salvador, Guanambi, Seabra, Camaçari, Madre de Deus e São Francisco do Conde. São sete homens e cinco mulheres, sendo o mais novo de 14 anos e o mais velho com 41 anos. Dos sete casos registrados na capital baiana, apenas um era residente, sendo os demais tripulantes de navios.

A escolha das amostras para o sequenciamento é baseada na representatividade de todas as regiões geográficas do estado da Bahia, casos suspeitos de reinfecção, amostras de indivíduos que evoluíram para óbito, contatos de indivíduos portadores de variantes de atenção (VOC) e indivíduos que viajaram para área de circulação das novas variantes com sintomas clínicos característicos.

Até o momento, o Laboratório sequenciou os genes de 1.600 amostras do coronavírus.

SECRETÁRIA NÃO DESCARTA ADOÇÃO DE MEDIDAS RESTRITIVAS

A Secretária da Saúde do Estado, Tereza Paim, alerta que embora a ômicron ainda não seja a maioria dos casos, este é um cenário em que a atenção deve aumentar. ”Estamos vendo nos dados uma elevação do número de positivos covid. Nós vínhamos com uma média de 2 mil casos ativos. Passamos agora a 4.467”, afirma. Ela ainda pontua que medidas restritivas poderão ser adotadas.

Tereza Paim também reforça para a necessidade de se completar o esquema vacinal contra a doença e de se manter medidas de proteção, como uso de máscara e distanciamento físico.

Lacen identifica variante do coronavírus por meio de sequenciamento genético || Foto Paula Fontes
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O Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA) detectou, por meio de sequenciamento genético, mais dez amostras da variante Delta da Covid-19 no estado. Estes novos casos foram identificados em pacientes de Senhor do Bonfim (2), Sapeaçu, Conceição do Almeida, Salvador (2), Vereda, Medeiros Neto (2) e Vitória da Conquista. Um dos casos evoluiu para óbito. A idade dos pacientes varia de 1 a 45 anos. São três homens e sete mulheres.

Com estes novos registros, a Bahia tem ao todo 14 casos confirmados da variante, com dois óbitos. Os quatro primeiros foram identificados em residentes de Feira de Santana, Vereda e Prado, além de um tripulante de um navio ancorado em Salvador. Apesar da detecção desses novos casos da Delta, a variante Gamma (antiga P.1, originária em Manaus) ainda é responsável por quase 80% das infecções no estado.

A secretária da Saúde da Bahia em exercício, Tereza Paim, alerta que a principal medida para conter o avanço da Covid-19 e, por consequência, a variante Delta, é o avanço da vacinação. “É importante que as pessoas busquem as unidades de saúde para tomarem o imunizante contra a doença, incluindo também a dose de reforço. O esquema completo de vacinação dá uma maior garantia de defesa contra a Covid-19”, ressalta.

Laboratório instalou mais três termocicladores, aparelhos usados na identificação do coronavírus em amostras coletadas
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Com a instalação de três novos termocicladores, que são equipamentos utilizados para detectar o Sars-CoV-2 (Covid-19) utilizando a técnica de biologia molecular do tipo RT-PCR, o Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA) dobrou a velocidade de análise, informa a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab). A unidade realizou mais de 950 mil exames do tipo RT-PCR desde o início da pandemia e deve chegar a 1 milhão nos próximos 15 dias.

Apesar do incremento, como a pandemia está fora de controle, a demanda por testes cresce diariamente. Isso faz com que pacientes do estado tenham que esperar até dez dias pelo resultado do exame.

REFERÊNCIA NACIONAL

De acordo com o secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, nos últimos anos o Governo do Estado investiu R$ 20 milhões no Lacen, que “agora é referência nacional em testes do tipo RT-PCR e sequenciamento genético de amostras da Bahia e de outros cinco estados (Sergipe, Alagoas, Piauí, Pernambuco e Rio Grande do Norte)”.

A diretora geral do Lacen-BA, Arabela Leal, explica que outros equipamentos chegarão em breve. “Estamos em processo de aquisição de mais três extratores e dois pipetadores robotizados que vão ampliar ainda mais a nossa capacidade de realizar RT-PCR, bem como outro equipamento de sequenciamento genético”, ressalta.

O sequenciamento genético de amostras da Covid-19 pelo Lacen-BA é fundamental para conhecer as rotas de transmissão do vírus, a diversidade e pode auxiliar o desenvolvimento de vacinas e medicamentos para o tratamento da doença.

O secretário da Saúde da Bahia explica que o sequenciamento é a leitura do genoma (DNA ou RNA) de um organismo. “Saber como o Sars-CoV-2 (Covid-19) se comporta em nível genômico auxilia o desenvolvimento de vacinas e drogas eficientes, sobretudo, ao considerar as mutações identificadas. Traçando um paralelo com outros tipos de vírus, não é incomum pacientes desenvolverem “resistência” ao medicamento e isso ocorre não porque o paciente ficou resistente, mas sim o vírus”, ressalta Vilas-Boas.

Amostras analisadas são de moradores da região amazônica que passaram férias na Bahia
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O Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA) identificou, nesta sexta-feira (5), a circulação da mesma linhagem do SARS-CoV-2 (Covid-19) presente em Manaus, considerada mais infecciosa. Das 32 amostras sequenciadas geneticamente, dez apresentaram a variante denominada P.1, sendo esses os primeiros registros oficiais de que a mutação chegou à Bahia.

De acordo com o secretário de Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, “as amostras foram coletadas nos últimos dias, e a investigação preliminar da vigilância epidemiológica aponta que a maioria dos pacientes estava de férias e passou pelos municípios de Salvador, Irecê e João Dourado, todos com residência na região amazônica”.

Vilas-Boas destaca que a forma mais eficaz de se combater o coronavírus é acelerar a vacinação. “Somos os segundo estado do Brasil em número de doses aplicadas, com mais de 254 mil baianos imunizados. Porém, o Ministério da Saúde precisa enviar mais doses, pois somente o grupo prioritário perfaz mais de 5 milhões de pessoas na Bahia”, avalia.

A diretora geral do Lacen-BA, Arabela Leal, destaca que “os outros 22 genomas sequenciados não são da variante de Manaus, nem do Reino Unido ou África do Sul. Elas já eram circulantes no estado e foram coletadas de pacientes com sintomas clínicos característicos da Covid-19”.

SEQUENCIAMENTO

A P.1 é derivada de uma das variantes predominantes no país, a B.1.1.28. O potencial de transmissão dela pode ser maior por causa da mutação N501Y, presente nas variantes identificadas no Reino Unido e na África do Sul.

A faixa etária dos pacientes diagnosticados com a variante P.1 vai de 7 a 66 anos, sendo sete pessoas do sexo masculino e três feminino. As amostras que testaram positivo para a variante de Manaus foram coletadas em unidades públicas e privadas.

O Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA), que é a terceira maior unidade de vigilância laboratorial do país, concluiu o sequenciamento de 80 genomas do SARS-CoV-2 nos últimos cinco meses e iniciará o sequenciamento de 300 novas amostras dos estados da Bahia, Sergipe, Alagoas, Piauí, Pernambuco e Rio Grande do Norte.