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O jornalista e escritor Antônio Lopes será um dos palestrantes da jornada pedagógica da Escola Curumin, em Itabuna, no próximo dia 27. Com o pseudônimo Ousarme Citoaian, o jornalista assinou por exatos dois anos a coluna Universo Paralelo, aqui no PIMENTA.
Lopes abordará, na jornada “Curumim: Leitur@mada” o tema “Relato de experiência: Conectando leitores”. Falará justamente sobre a experiência de ter escrito a coluna aqui no blog e a contribuição da internet para a formação de novos leitores.
Na entrevista em que anunciou o fim da coluna, em dezembro, Lopes disse que foi surpreendido pelo retorno obtido com o Universo Paralelo.
– Eu não imaginava que as pessoas estivessem muito interessadas em saber, por exemplo, sobre uma modinha de Villa Lobos. E de repente você posta isso e surgem comentários. Ou que alguém esteja preocupado com essas filigranas sobre a melhor forma de dizer as coisas.
Confira a íntegra da entrevista clicando aqui.

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O jornalista Levi Vasconcelos repercutiu hoje nota do PIMENTA sobre a exigência feita pelo deputado Coronel Santana (PTN) de que o prefeito Capitão Azevedo, de Itabuna, respeitasse sua patente.  Na coluna Tempo Presente (A Tarde), Levi aproveitou para dar uma sugestão ao deputado:
“Na Assembleia Legislativa tem também o Capitão Tadeu e o Sargento Isidório. E na Câmara de Salvador o tenente-coronel Mustafá. É só fundar o PM (Partido dos Militares)”.
Por aqui, o colega Luiz Conceição acrescenta mais uma dica: “se este partido vier a ser criado, poderia ter como patrono o deputado federal e casca grossa Jair Bolsonaro (PP/RJ)”.

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Deputado acusa os novos governistas de não ter ideologia

Expoentes do Democratas na Bahia, o deputado federal ACM Neto, cotado para sucessão municipal na capital baiana, e o presidente estadual da sigla, o ex-deputado José Carlos Aleluia, criticaram ontem a saída de prefeitos de seus partidos de origem e consequente “adesismo” ao governo Wagner na Bahia.
Representantes da sigla, que já foi a maior do estado, eles minimizaram a recém-saída do DEM de prefeitos, como o de Feira de Santana, Tarcízio Pimenta, considerado uma das grandes lideranças da legenda, e Rogério Costa, do município de Santo Estevão.
Eles também negaram os rumores de afastamento do ex-prefeito de Feira José Ronaldo e do prefeito de Paulo Afonso, Anilton Bastos. O partido pretende apelar para a lei de fidelidade partidária e cobrar juridicamente a saída dos membros.
Questionado sobre a motivação de gestores e lideranças municipais de trocarem de ninho partidário, o deputado ACM Neto reagiu: “Trata-se de um adesismo desenfreado e besta daqueles que não têm respeito com a ideologia e com a história política”, disparou.
Leia texto completo na Tribuna.

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Justamente na Assembleia Legislativa da terra do acarajé, os computadores têm hipersensibilidade à pimenta. Faz algum tempo que a rede de informática do legislativo baiano não acessa este blog, para desagrado de muitos deputados e assessores que têm o hábito de visitá-lo.
Pelo menos três gabinetes já se mobilizaram para solicitar alguma providência ao administrador da rede, mas até o momento o problema permanece sem solução.
A explicação do administrador é que a palavra “pimenta” sugere algum tipo de ameaça ao sistema, daí o bloqueio. Depois de muitos pedidos, ele ficou de modificar o parâmetro para viabilizar o acesso ao blog.
Até que enfim!

De empregada doméstica a juíza na Bahia || Foto PIMENTA
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Aos 14 anos, ela trabalhava em um canavial no interior de Minas Gerais. Aos 17, era empregada doméstica em Belo Horizonte e, por não ter onde dormir, durante oito meses passou as noites em um ponto de ônibus em frente à antiga Telemig, que era a companhia telefônica de Minas.

Para conseguir aprovação em seu primeiro concurso, para oficial de justiça do Tribunal de Justiça daquele estado, ela catou folhas borradas de um mimeógrafo onde faziam apostilas de um cursinho preparatório. As folhas eram jogadas no lixo, de onde ela as recolheu, estudou e ficou em terceiro lugar no concurso.

A hoje Doutora Antônia Marina Faleiros é sem dúvida alguma uma vencedora, uma mulher que superou todos os obstáculos e dificuldades e veio a ocupar cargos importantes, como procuradora do município de Belo Horizonte e procuradora do Banco Central. Atualmente, ela é juíza da 1ª Vara Crime de Itabuna, que julga crimes relacionados a tóxicos.

Mas a magistrada não é somente uma pessoa que venceu na vida. Ela é também uma mulher singular, que não se limita às paredes de um gabinete e gosta de ir aos bairros, conhecer gente. Nessa entrevista concedida ao PIMENTA, a juíza surpreende, comove e demonstra que ainda é possível acreditar no ser humano.

PIMENTA – Eu gostaria que a senhora contasse o início de sua história: onde nasceu, sua infância…

Dra. Antônia – Eu nasci em Serra Azul de Minas, um lugar belíssimo, extremamente pobre, mas muito bonito. Era uma família grande, como todas as famílias do interior: pai, mãe e um monte de irmãos. E minha mãe sempre foi uma pessoa muito entusiasmada. Ela não teve oportunidade de estudar, só fez até o que se chamava na época de quarta série primária. E era professora rural, dava aula no Mobral e sempre teve uma exigência muito grande com os filhos, sempre quis botar os filhos pra frente.

PIMENTA – Quais são as histórias das quais a senhora se recorda dessa época?
Dra. Antônia – Há algumas histórias interessantes que envolveram minha mãe. Quando fiz meu primeiro concurso público, eu passei em terceiro lugar para oficial de justiça do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, então eu fiquei entusiasmadíssima e fui contar para ela. Quando falei que havia passado em terceira colocação, ela disse: “mas a prova estava tão difícil assim?”. Eu mencionei a concorrência e salientei que muitas pessoas haviam ficado para trás, mas ela respondeu: “você já viu algum bom corredor olhar para quem está ficando pra trás? Ele olha para os concorrentes que estão na frente”. Esse é um exemplo do nível de exigência da minha mãe. Ela morreu dois meses depois da minha formatura em Direito e eu fiquei bastante magoada porque era meu sonho conseguir ter um emprego e poder dar a ela algumas coisas com as quais ela sonhava.

PIMENTA – Por exemplo…
Dra. Antônia – Eu me emociono sempre quando me lembro disso. Um dos sonhos da minha mãe era ir à Aparecida do Norte, que é um santuário católico no interior de São Paulo e nós não tivemos a oportunidade de atender esse desejo. Ela morreu antes que eu tivesse um emprego que me permitisse lhe dar o prazer de conhecer Aparecida do Norte.

PIMENTA – Vocês viviam na cidade ou na zona rural?
Dra. Antônia – Até os meus sete anos, nós morávamos na roça. Depois meu pai se mudou para a cidade, que era tão pequena que se pode dizer que é como se fosse uma roça. Eu fui conhecer luz elétrica aos 17 anos. Meu pai era trabalhador do DER, o Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais, trabalhador braçal.

 

Eu acabava ficando sem o café da manhã como punição por ter causado o “incêndio” e acordado todo mundo.

 

PIMENTA – Quantos irmãos?
Dra. Antônia – Éramos seis, mas um morreu há 11 anos. Eu sou a filha mais velha e depois de mim tem outra irmã e mais três irmãos. Muitos anos depois, quando eu já tinha deixado a casa de meus pais, minha mãe teve outra filha, que foi a irmã que eu criei, porque minha mãe a deixou pequena e ela acabou virando “minha filha” e veio comigo para a Bahia.

PIMENTA – Como foi a história do seu trabalho em um canavial?
Dra. Antônia – Quando eu terminei naquela época a quarta série, com 14 anos, não tinha continuação lá. E apareceram pessoas que contratavam trabalhadores, inclusive menores, para o corte de cana. Quem fazia a intermediação e ia pelas cidades procurando era chamado de “gato” e os capatazes que controlavam o trabalho no canavial preferiam menores, porque eles achavam que podiam até bater na gente. Como não tínhamos outro meio de sobrevivência, nós seguimos para esse trabalho, eu e mais dois irmãos, de 13 e 12 anos.

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O PCdoB tentará fazer o máximo para não perder o deputado federal Edson Pimenta, que na semana passada assinou o manifesto de apoio à criação do Partido Social Democrático (PSD), criado pelo prefeito paulistano Gilberto Kassab e organizado na Bahia pelo vice-governador Otto Alencar.

Além de apoiar o PSD, Pimenta também afirmou que a sua história no PCdoB estaria encerrada.

Para evitar a saída, até o presidente nacional dos comunistas, Renato Rabelo, decidiu colocar o dedo na ferida. As articulações também envolvem o ex-presidente do PCdoB e comunista histórico Péricles de Souza.

Segundo informações, Pimenta teria se aliado aos ruralistas em Brasília, o que torna sua permanência no PCdoB bastante complicada. No mínimo, é prudente desconfiar das convicções comunistas do deputado, se é que isso ainda significa alguma coisa nesses tempos de falência das ideologias.

Ao Blog do Anderson, Pimenta afirmou que as propostas do PCdoB ainda não atendem às suas “reivindicações”…

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Que a mesa diretora da Câmara de Vereadores de Itabuna eleita no dia 30 de novembro é governista, não há dúvidas. Apesar de contar com o apoio do que resta da oposição, a mesa tem todos os seus cargos ocupados por membros da situação.
Ruy Machado, o possível futuro presidente (porque há outra mesa anteriormente eleita e não se sabe ao certo qual será confirmada), afirma independência, mas suas relações políticas são tão complicadas, que ninguém acredita muito nessa tal liberdade.
Tornou-se versão aceita e difundida que a disputa pela Mesa da Câmara se travou entre duas “facções” do governo Azevedo. Uma liderada pelo secretário da Administração Gilson Nascimento e outra sob o comando da secretária particular do prefeito, Joelma Reis, que na curiosa estrutura da administração municipal tem status de primeira-ministra.
É verdade que esses dois próceres do governo Azevedo vêm duelando há algum tempo e realmente disputaram a Mesa do legislativo, inclusive com loteamento prévio de cargos.
Venceu Machado, o escolhido de Gilson Nascimento. Mas há quem diga que, independente do nome escolhido, há um secretário de Azevedo que não perderia de jeito nenhum. Ele se chama Carlos Burgos, o titular da Fazenda e que, em tese, apoiaria Gramacho…
Em tese, porque alguns fatos sugerem que a coisa não é tão simples. Machado entrou com uma ação judicial contra Roberto de Souza, que reivindica a condição de presidente eleito, com o benefício da anterioridade e sem a mácula de ter invadido o plenário para garantir sua eleição.  E o advogado do autor da ação faz parte do escritório de um certo Carlos Burgos.
Ou seja, tudo em casa… E a independência, ó…

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O mês de novembro se foi e o PIMENTA divide com os seus leitores e anunciantes uma boa notícia: a assimilação do novo (e mais fácil) endereço de acesso ao blog foi mais rápida do que prevíamos.

Conforme o Google Analytics, registramos mais de 331 mil acessos e 920.726 pageviews em novembro, apesar da turbulência provocada pelo serviço ineficiente do UolHost, e que acabou nos deixando por até quatro dias não consecutivos fora do ar.
Os números estão, na média, a 20% dos registrados na antiga versão do blog (390 mil visitas e 1,2 milhão de pageviews), mas considerados um sucesso para o curto período de migração (16 dias). Melhor ainda é saber que a evolução é diária e consistente.
E tem mais: agora em dezembro começaremos a implementar novidades visando enriquecer o conteúdo e oferecer mais opções a quem acessa o www.pimenta.blog.br. Uma destas inovações para o PIMENTA trará informações do mundo dos negócios e impactará mercados como o automotivo e imobiliário. E sempre com a mesma característica marcante do blog. Afinal, não há graça numa “muqueca” sem pimenta.

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Como avisamos no dia do aniversário do Pimenta, o blog ficou mais velho e deu vontade de usar “roupa nova”. É só uma leve alteração no layout, criação de novas seções (elas serão acrescentadas gradativamente) e valorização de alguns espaços, como a página do blog no Twitter (siga-nos!).
No mais, tudo continua como d’antes. E nunca se esqueça de que o Pimenta é feito por você também. Continue lendo e participando com comentários, críticas e sugestões. Assim, o molho fica mais gostoso.

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Foi exatamente num dia 5 de agosto, há quatro anos, que nascia de parto natural o blog Pimenta na Muqueca. Movidos pelo objetivo de fazer um jornalismo sem amarras, dinâmico, com um toque de irreverência, os jornalistas Davidson Samuel e Ricardo Ribeiro encontraram na internet o melhor caminho: rápido, interativo e – o mais importante para dois “lisos” – baratíssimo (ou, naquela época, de graça mesmo).
O Pimenta começou utilizando o serviço Blogger, do Google, e depois teve mudanças, até chegar ao formato em que se encontra. Ao longo desses quatro anos, o site foi gradativamente conquistando a fidelidade de milhares de leitores e tem hoje mais de 330.000 visitas e  1.000.000 de page views por mês (medido pelo Google Analytics).
É uma grande alegria ver esse trabalho sendo tão reconhecido e produzindo resultados positivos para a sociedade. A cada desmando denunciado, descaso revelado e arbitrariedade combatida, o Pimenta mostra a que veio. Não nos interessa o jornalismo protocolar e burocrático, mas sim o exercício da comunicação como arma em defesa do interesse público.
Nesse mês de aniversário, o Pimenta receberá algumas mudanças no visual e novos serviços serão acrescentados. Na essência, o site continua com o mesmo espírito de sempre e a vontade de melhorar a cada dia.
Aos nossos leitores, comentaristas e aos que nos ajudam a fazer um dos blogs de notícias mais acessados da Bahia, muito obrigado!

Seção nostalgia: clique AQUI para ver a primeira nota postada no Pimenta, ainda no Blogger.

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Estou ‘apopletica’ com a inclusão da palavra ’tisnar’ no vernáculo político contemporâneo, gerando uma hermenêutica prolixa nos entendimentos radicais, da filosofia excêntrica dos esdrúxulos apaziguadores da mata fechada em glóbulos brancos dos silvícolas…….ufa.
Cansei Dona Marina, dá um tempo.
Silvana Miserinha

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Independente da questão do Porto, acho decepcionante a proposta do ambientalista, Sr. Rui Rocha, de que deveríamos nos limitar, em termos de atividade econômica, a cacau, chocolate, turismo e pesca. São e serão sempre setores importantes, e que devem ser melhorados e farão parte de nosso futuro, mas que jamais serão suficientes para o pleno desenvolvimento econômico e social de toda uma população como a do sul da Bahia. É pensar muito pequeno. Nenhuma atividade (nem as listadas) tem impacto zero sobre o meio-ambiente. Há que se controlar impactos, não as opções do futuro das pessoas.

GESIL AMARANTE, em comentário à nota “Porto Sul: repercussão negativa faria Globo recuar”.