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A pesquisa Vox Populi/Band/IG também aferiu as intenções de votos do eleitor baiano na corrida ao Senado Federal. Pelo instituto, o senador César Borges (PR) seria reeleito, com 29% dos votos.
O Vox Populi, no entanto, difere do Datafolha ao apontar Walter Pinheiro à frente de Lídice da Mata, apesar da situação de empate técnico. Pinheiro (PT) pontua com 22%. Lídice (PSB) aparece com 18%. A pesquisa tem margem de erro de 3,5 pontos percentuais.
O levantamento ainda traz os democratas José Ronaldo e José Carlos Aleluia com 9% e 5%, respectivamente. O vice-prefeito de Salvador, Edvaldo Brito (PTB), surge com 3%. França (PSOL) e Edson Duarte (PV) têm 2% cada um, mesmo percentual de Carlos Sampaio (PCB). Zilmar (PSOL) aparece com 1%.
Ainda segundo o Vox Populi, César Borges (PR) lidera com 23% quando considerada apenas a primeira menção do entrevistado. Pinheiro surge com 14% e Lídice, 9%.

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Separados por uma diferença de seis pontos na pesquisa Datafolha, os candidatos ao Senado pela coligação “Pra Bahia Seguir em Frente” estarão juntos nesta terça-feira em Ilhéus.
Lídice da Mata e Walter Pinheiro participam, às 8h30min, no Hotel Barravento, de uma reunião com lideranças do município.
À tarde, os dois acompanham a comitiva do governador Jaques Wagner, em evento na AABB de Itabuna.

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Lídice está em segundo, de acordo com o Datafolha

Aí vai uma informação para quem duvida do potencial da deputada federal Lídice da Mata, candidata ao Senado pelo PSB. Segundo a pesquisa Datafolha realizada de 20 a 23 de julho, a socialista está em segundo lugar na corrida por uma das duas vagas em disputa. À frente dela, encontra-se o senador César Borges (PR).
Os números, segundo o instituto, são os seguintes: César – 34%, Lídice – 26% e Pinheiro – 20%. Como a margem de erro é de 3%, configura-se uma situação de empate técnico entre os candidatos do PSB e PT.
Esses números com certeza surpreendem muita gente, mas talvez não àqueles petistas que outro dia se “esqueceram” de incluir o nome da deputada em uma propaganda da majoritária governista. Até parece que eles já sabiam…

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Em Brasília, o deputado federal Walter Pinheiro, candidato do PT ao Senado, criticou os que, segundo ele, “torcem contra a Bahia”. O parlamentar estava se referindo especialmente ao postulante no DEM ao governo baiano, Paulo Souto, que criticou o PT após a suspensão do processo licitatório da Ferrovia Oeste-Leste.
Segundo Pinheiro, “quem fica torcendo para não dar certo é o mesmo que nunca conseguiu se articular, nem como governador ou senador, para trazer uma grande obra para a Bahia como é a Ferrovia Oeste-Leste”.
O deputado petista também se propôs a se unir ao colega de Câmara, João Leão (PP), com a intenção de ajudar a Valec – estatal que conduz o projeto da ferrovia –  a superar os problemas encontrados na licitação. Ele não precisou que tipo de ajuda pode oferecer à empresa.
A licitação da Ferrovia Oeste-Leste foi suspensa após uma recomendação do TCU para que fossem revistos alguns critérios do certame. As empresas interessadas entraram com um mandado de segurança, exigindo a republicação do edital.

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Coordenador da campanha do governador Jaques Wagner para as próximas eleições, o prefeito de Camaçari, Luiz Caetano, responsabilizou “o pessoal que apoia Pinheiro” pelo episódio das pichações que omitiram o nome da candidata ao Senado, Lídice da Mata (PSB). Outra explicação, no mínimo insustentável, foi a de que teria faltado tinta de determinada cor para pintar o nome da socialista.
A explicação de Caetano, dada ao site Bahia Notícias, é um pouco mais convicente, mas é também um tanto preocupante. Revela que, mesmo que este ano o eleitor vote em dois candidatos ao Senado, há uma certa preferência por um deles, o mais próximo da cozinha e, naturalmente, da panelinha.
A exclusão de Lídice gerou ruído desnecessário no grupo político liderado pelo governador Jaques Wagner. Por isso, o idealizador de tal asneira – seja por falta de tinta, juízo ou vergonha na cara –  deveria ser considerado inapto para decidir qualquer coisa na campanha. É esse tipo de olhar para o próprio umbigo que pode destruir todo um projeto político.

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Walter Pinheiro (foto Clodoaldo Ribeiro)

O Pimenta fez uma pequena entrevista na manhã desta segunda-feira, 31, com o deputado federal Walter Pinheiro, recém-indicado para disputar a vaga de senador pelo PT da Bahia.

Ainda em clima de comemoração da vitória obtida no encontro extraordinário do partido, realizado ontem (30), em Salvador, Pinheiro falou sobre as repercussões da disputa que travou com o ex-governador Waldir Pires. Ele acredita que, apesar da dureza da peleja política, o PT sai coeso do processo.

O deputado fala também sobre o papel que será desempenhado pelo ex-governador Waldir Pires daqui pra frente e nega ter acusado Paulo Souto e César Borges de receberem financiamento do crime organizado. Só que o Pimenta localizou as notas taquigráficas de seu discurso proferido na Câmara dos Deputados, onde consta a denúncia.

Confira:

O processo de disputa pela indicação do candidato a senador deixou o PT mais unido ou mais dividido?
O PT tem uma divisão natural na sua política, mas tem unidade na ação. Nós fazemos o debate interno, que é importante. O PT não é um partido monolítico, onde um bloco só determina as coisas. Você tem as diversas correntes de pensamento e essa fluidez do debate é que faz a riqueza do PT. Esse processo foi muito importante, porque nós debatemos com a militância, pudemos discutir as melhores alternativas e fomos construindo já a plataforma de campanha. Essa riqueza faz do PT um partido efervescente.

Qual será  o caminho do partido após essa disputa?
Agora o PT marcha enquanto PT. Nós estamos já conversando com os partidos da frente. O presidente Jonas Paulo já deve estar tomando todas as iniciativas nesse sentido e o certo é que o PT vai “ultra-unido” nessa jornada.

O debate entre os que o apoiavam e os que preferiam Waldir incluiu ataques duros. O que houve?
A unidade não pode cercear a liberdade de pensamento, e unanimidade – obviamente que não quero me comparar a ele –  mas nem Cristo teve. Num momento crucial da história, Cristo terminou tendo gente que, mais do que palavras, chegou a lhe atirar outro tipo de agressão. Na realidade, a divergência é normal no processo político e nós tivemos um debate que, ainda que em determinados momentos com um certo calor, deu-se dentro dos limites do chamado campo da democracia e das ideias. Se por um lado houve um tipo de postura mais firme, mais dura, por outro lado nós tivemos uma ampla maioria do Partido dos Trabalhadores que tomou decisões importantes sobre a política de alianças, desenvolvimento da campanha e a própria questão da candidatura ao Senado. Eu diria que a nossa candidatura não só sai vitoriosa pelo fato de ter uma ampla maioria, como sai vitoriosa pela riqueza do processo. Orgulha a qualquer um postulante ter a oportunidade de fazer um grande debate de ideias com uma figura como Waldir Pires.

Que papel sobra para Waldir Pires no campo da esquerda baiana?
Waldir não pode ter um papel de sobra porque fica parecendo que é resto. Waldir tem um papel importante, um papel de ponta, pois é uma figura que contribuiu muito. Chegou no PT em 1997, foi nosso candidato a federal em 1998, a senador em 2002. Ele cumpriu uma tarefa importantíssima à frente da Controladoria Geral da União (CGU), implantando um trabalho que hoje é motivo de premiação mundial no que diz respeito à questão da transparência. Waldir vai continuar tendo papéis como esses e tranquilamente se incorporará ao processo de campanha do PT  e contribuirá muito para que a gente possa continuar com esse nosso projeto no País.

Na discussão que seguiu ao assassinato do delegado Clayton Leão, o senhor acusou os ex-governadores César Borges, atual senador, e Paulo Souto de terem sido coniventes e recebido apoio financeiro do crime organizado. Em resposta, César Borges o acusou de jogar baixo. Quem está falando a verdade?
Não, eu não fiz acusação nenhuma a ninguém. O que eu disse foi uma resposta ao senador  César Borges e ao governador Paulo Souto, que declararam que o governador Jaques Wagner tinha lavado as mãos. Eu disse e repito peremptoriamente: lavar as mãos foi o que eles fizeram durante oito anos de gestão, porque um foi sequência do outro. Não fiz nenhuma acusação. O que eu disse foi que, na realidade, eles, na minha opinião, não investiram para combater o crime organizado, diferentemente dos investimentos feitos pelo governador Jaques Wagner. Então, se alguém lavou as mãos, e aliás deixou uma água bastante suja, foi quem ao longo de oito anos não se preocupou com um investimento pesado em segurança. A crítica que eu fiz foi pelo fato deles tentarem politizar o crime, o que na nossa opinião não deveria ser desse jeito. Eu fiz questão de frisar: não dá pra fazer isso. Eles tentaram inclusive “surfar” num momento difícil, de dor de família, da perda de uma pessoa muito importante para a família e para a estrutura da polícia.

Obs.: O Pimenta consultou o site da Câmara dos Deputados e localizou transcrição do discurso proferido pelo deputado Walter Pinheiro no dia 27 de maio, em que ele realmente acusa os carlistas de ter recebido financiamento do crime organizado. Leia o trecho:


“(…) A Bahia, atualmente, é conhecida nacionalmente como o Estado que mais gera emprego, que mais cresce, mesmo num cenário de dificuldade. A violência atual é fruto da inoperância de governos passados, que não tiveram coragem de enfrentar o crime organizado. Pelo contrário, juntaram-se a ele, até em financiamento de campanha“.

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Quem estava numa felicidade só nesta manhã de segunda-feira era o ex-deputado federal Josias Gomes. Ele veio para Ilhéus no mesmo voo de Walter Pinheiro, também acompanhado pela deputada estadual Fátima Nunes (PT). Motivo de tanta alegria: o resultado das articulações para completar a chapa majoritária que será liderada pelo governador Jaques Wagner.

A despeito de vozes contrárias, Josias foi reconhecido como um dos principais estrategistas a favor de Pinheiro. Logo cedo, em seu programa na rádio Tudo FM, o comunicador Raimundo Varela sacou um cartão verde para o ex-deputado, que chegou a Ilhéus sorrindo “de orelha a orelha”.

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Em entrevista concedida há pouco ao Pimenta na Muqueca, em Ilhéus, onde participa do evento que comemora o Dia da Agricultura, o deputado federal Walter Pinheiro falou sobre o resultado do encontro extraordinário do PT,que o indicou pré-candidato a senador na chapa petista. Segundo o parlamentar, o partido sai mais unido do processo, mesmo com os duros ataques que lhe foram desferidos pelo deputado Geraldo Simões. Para Pinheiro, tudo muito natural e de acordo com as regras do processo democrático.

O Pimenta também quis saber detalhes sobre a acusação atribuída a Pinheiro, de que os ex-governadores Paulo Souto e César Borges foram coniventes com e receberam financiamento do crime organizado. O pré-candidato ao Senado negou ter feito essa afirmação, mantendo apenas a observação de que os então carlistas foram negligentes com a badidagem, propiciando o seu crescimento ao patamar atual.

Logo mais, o blog publica os principais trechos da conversa, em que Pinheiro também fala sobre o papel que deverá ser desempenhado a partir de agora pelo ex-governador Waldir Pires na esquerda baiana.

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Ao final do encontro extraordinário que definiu o nome do pré-candidato do PT ao Senado, o deputado federal Walter Pinheiro (o indicado) fez um discurso em que enalteceu as qualidades do ex-governador Waldir Pires (o preterido), afirmando que a sua participação dignificou o processo. Depois, os dois políticos se abraçaram, num gesto que procurou definir a unidade da legenda.

Waldir já havia antecipado ao governador Jaques Wagner que só iria até o final, submetendo-se aos delegados do PT, por considerar esse caminho mais decente do que desistir no meio do caminho. Disse também que, se derrotado, reconheceria e apoiaria o vitorioso. O abraço de hoje foi um sinal claro, um ato cavalheiro de um político que sempre se portou como autêntico democrata.

Entre os “generais” da campanha waldirista, porém, a derrota não foi assimilada da mesma forma. O deputado federal Geraldo Simões disparou contra Pinheiro em seu discurso no encontro petista, quando só faltava confirmar um resultado já conhecido.

GS declarou, entre outras coisas, que Pinheiro era dos que viam com naturalidade a aliança com César Borges (que seria o candidato ao Senado na chapa de Wagner) e lembrou o episódio da crise do mensalão, quando Pinheiro criticou o PT e cogitou sair do partido. Disse tudo isso, mas sem citar o nome do agora candidato petista ao Senado.

O clima ficou pesado.

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A primeira viagem do pré-candidato a senador pelo PT, Walter Pinheiro, será para o sul da Bahia. Mais precisamente, para Ilhéus.

Pinheiro estará nesta segunda-feira, 31, a partir das 9 horas, no evento que comemora o Dia da Agricultura Familiar. Será na Praça Dom Eduardo, onde ficam o bar Vesúvio e a Catedral de São Sebastião.

Colado no “senador”, virá o pré-candidato a deputado federal, também pelo PT, Josias Gomes.

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Conhecedor do resultado que terá o bate-chapa entre Waldir e Pinheiro, o governador Jaques Wagner preferiu ficar longe de Salvador neste domingo e confirmar o placar somente quando algum delegado do PT se dispuser a telefonar-lhe. De manhã cedo, Wagner “se picou” para Santo Estêvão e ainda irá para Itapetinga, onde tem compromissos oficiais.

Alguns petistas, que gostariam de transformar o encontro de hoje em um grande ato de unificação da legenda, lamentam a ausência do governador.

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As divergências em torno da indicação do candidato ao senado – se Waldir Pires ou Walter Pinheiro – já dá lugar a ataques abaixo da linha da cintura entre petistas. O lado que defende o ex-governador, antevendo a derrota, passou a espernear feio.

Ontem (dia 26), Rosembergue Pinto (pró-Waldir) disparou contra o ex-deputado federal Josias Gomes, o principal articulador da indicação de Pinheiro. Adjetivos como oportunista e desleal foram utilizados. Gomes disse que não responderia à provocação, mas reafirmou que, “apesar das incontestáveis qualidades de Waldir,  Pinheiro é  o melhor nome para o atual momento”.

Os defensores do ex-governador também passaram a dizer que Waldir está sendo tratado pelo PT da mesma forma que era pelo carlismo. Traduzindo: é como se afirmassem que os aliados de Pinheiro fulminam a postulância de Waldir com inspiração nos métodos do velho cacique do PFL.

Para um petista, tal acusação é o mesmo que xingar a mãe.

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Pinheiro fará dobradinha com Lídice na disputa pelo Senado

O deputado federal Walter Pinheiro (PT) fez aniversário nesta terça-feira, 25, e foi cumprimentado por amigos no restaurante Barbacoa, conhecido ponto de encontros políticos na capital baiana.

Foi muito mais que um “parabéns pra você”…

Nesse almoço, Pinheiro recebeu apoio declarado da grande maioria da executiva estadual do PT. Dos 19 membros, 15 assinaram um manifesto em apoio à indicação do petista para a vaga na chapa majoritária. E o deputado segue favoritíssimo para o Encontro do Partido dos Trabalhadores.

Tome-se como termômetro a corrente Construindo um Novo Brasil (CNB). De 105 delegados que enviará ao encontro, 75 apoiam Pinheiro.

Em suma: resta somente providenciar uma saída honrosa para Waldir.

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Na entrevista que concedeu hoje ao programa Balanço Geral (Record), o governador Jaques Wagner tentou ser o mais diplomático possível para explicar sua preferência com relação ao nome do PT baiano que deverá postular uma vaga ao Senado.

Segundo o governador, Waldir Pires é um excelente quadro, tem bagagem intelectual, biografia impecável, mas… Para o momento político, o mais indicado é o deputado federal Walter Pinheiro.

Arrematando o raciocínio, Wagner disse que a situação é semelhante à de um técnico que tem dois grandes jogadores para escalar na mesma posição. Ele afirmou que esse é “um bom problema que o PT tem”.

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Pinheiro tem a preferência de Wagner para a disputa ao Senado

Estimulado por uma minoria dentro do PT, o ex-governador Waldir Pires insiste na realização de prévias no partido para a escolha do candidato ao Senado. Waldir segue na contramão de um consenso que vai se formando em torno da indicação do deputado federal Walter Pinheiro para a vaga.

Nesta terça-feira (14), Pinheiro se reuniu com a bancada estadual do PT, no restaurante Barbacoa, para agradecer o apoio unânime dos representantes petistas na Assembleia. Também participaram do almoço o prefeito de Camaçari e coordenador da campanha de Jaques Wagner, Luís Caetano, e o ex-deputado federal Josias Gomes.

Segundo informações, o presidente da executiva estadual do PT, Jonas Paulo, encontrou-se com os deputados estaduais antes do almoço e teria reconhecido que a candidatura de Pinheiro é irreversível. Jonas, porém, não esteve no Barbacoa, talvez em virtude de ter sido um dos maiores incentivadores da indicação de Waldir.

Blogs de Salvador publicaram, esta noite, nota em que se atribui a simpatizantes da candidatura do ex-governador a intenção de exigir prévias. Pinheiro recusa a ideia, por acreditar que, em função das circunstâncias, seria um processo desgastante para o partido. Waldir diz que não desiste e cobra a consulta aos militantes.

Em meio a toda essa polêmica, o PT se prepara para realizar seu encontro estadual, neste fim de semana, em Salvador. O nome do indicado para a disputa ao Senado promete centralizar as atenções.