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Érico, do PMDB, se derrete diante de Wagner (Foto Divulgação).

No dia em que o presidente do PMDB baiano, Lúcio Vieira Lima, negou que haja qualquer possibilidade de reaproximação entre peemedebistas e petistas no estado, o prefeito de Várzea Nova, Érico de Araújo, seguiu caminho contrário: “Vamos eleger Wagner no primeiro turno”.

Érico participava da inauguração de uma unidade de Saúde da Família no município, que completou 25 anos de emancipação política nesta quinta, 25.

Wagner, sustentam assessores, evita falar sobre o assunto. Mas é claro que o apoio enfático do peemedebista fez o homem rir por dentro.

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O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) decidiu não acatar o pedido feito pelo PMDB da Bahia, que denunciou como propaganda eleitoral antecipada os cartões de boas-festas enviados aos baianos, com as assinaturas do governador Jaques Wagner e da primeira-dama, Fátima Mendonça.

Com isso, o partido de Geddel perde mais uma batalha na guerra que deve esquentar os tribunais até a eleição.

Nas hostes governistas, há quem diga que Geddel está atuando como uma espécie de linha auxiliar do DEM e do PSDB, a quem tem feito seguidos afagos, embora ocupe o cargo de ministro de Lula e, portanto, integra (ou deveria integrar) a base aliada.

Isso nem é mais fogo amigo. É fogo inimigo mesmo!

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– NEWTON SE REUNIU COM GEDDEL APÓS FECHAR COM WAGNER

– ENCONTRO OCORREU NA SEDE DO PMDB, HOJE

Newton tem encontro secreto com Geddel.

O prefeito Newton Lima (PSB), de Ilhéus, viajou a Salvador e teve encontro a portas fechadas com o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, na manhã desta segunda-feira.

O encontro ocorreu na sede do PMDB, no Costa Azul. Newton foi pontual. Chegou minutos antes da hora marcada: 8h30min. Levou a tiracolo o secretário de Serviços Urbanos, Carlinhos Freitas, que é presidente do PTB ilheense.

O prefeito quer que Geddel tire da cartola uma grande obra para a Terra de Gabriela. Segundo uma fonte peemedebista, o prefeito de Ilhéus apresentou o pedido e entoou bela música aos ouvidos do ministro: fez críticas nem tão leves ao governador Jaques Wagner.

Para o prefeito, o petista não teria correspondido ao apoio eleitoral anunciado na primeira semana de janeiro, dias após o “surto da caneta”. Até agora, teria relatado, o máximo que o governador garantiu à sua gestão foram uns trocados para a realização do carnaval e umas atrações “diretas do túnel do tempo”.

O encontro foi considerado bom, segundo a fonte. É possível que Newton volte atrás na sua decisão de apoiar Wagner. Mais ainda: não levou adiante o plano de devolver o diretório do PTB de Ilhéus a Geddel. Como se sabe, o partido saiu da base governista e fechou com o ministro da Integração Nacional, que é pré-candidato a governador.

Caso decida por apoiar Geddel, Newton terá de resolver um problema no Palácio Paranaguá: dois dos principais cargos do seu governo foram preenchidos, mês passado, por indicados do PT, partido de Wagner. São eles os de secretário de Saúde (Antônio Rabat) e Planejamento (Alisson Mendonça).

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A assessoria de comunicação do PMDB baiano emitiu nota, há pouco, afirmando que não passou de equívoco o envio de e-mail com ataques à ministra Dilma Rousseff e à pesquisa Vox Populi em que ela aparece a apenas sete pontos do tucano José Serra, governador de São Paulo.

“O envio ocorreu por equívoco. O material enviado não estava selecionado para divulgação”, disse a assessoria. O e-mail era uma cópia de postagem de um blog apócrifo que afirmava ser “fajuta” a pesquisa do Vox Populi e a mesma teria sido feita para “desempacar” a ministra Dilma Rousseff.

Tá explicado, então!

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O ministro Geddel Vieira Lima parece dar sinais de que não apoiará a candidatura da ministra Dilma Rousseff à presidência da República. O PMDB baiano é comandado com mãos de ferro pelo ministro. A legenda foi ao ataque contra os petistas.

O partido, através de sua assessoria de imprensa, distribuiu texto de um blog apócrifo assegurando que “é fajuta” a pesquisa em que Dilma Roussef aparece com 27% dos votos e Serra, 34% (PSDB).

O texto foi encaminhado pelo e-mail da assessoria do PMDB baiano, o imprensapmdb15@gmail.com. O título mais parece um indicador do ânimo de Geddel em relação à ministra Dilma Rousseff: “Denúncia! Como montar uma pesquisa fajuta para desempacar a Dilma.”

Trecho de e-mail do PMDB baiano com ataques a Dilma, Lula, Wagner e ao Vox Populi.

O material diz que os municípios onde houve a pesquisa foram escolhidos ‘a dedo’ para beneficiar o PT, inclusive na Bahia. “Não dá para deixar de comentar a Bahia. A amostra é imensa e tiram dali a representatividade do Nordeste. Por acaso, são 13 cidades no estado de Jaques Wagner”…

Com certeza, o clima vai azedar de vez!!!

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Humberto (c) pretendia disputar prefeitura de Maraú (foto JLC News).
Humberto (d) pretendia disputar prefeitura de Maraú (foto JLC News).

Uma das três vítimas mortas em acidente ocorrido na rodovia Ilhéus-Itacaré, hoje, o empresário Humberto Assunção foi pré-candidato a prefeito de Maraú em 2008. Ele era filiado ao PMDB, que acabou apoiando o atual prefeito, Antônio Silva Assunção, o Pito (PT).

Hoje, por volta das 7h30min, Humberto dirigia uma picape Mitsubishi L 200 (JPM-2358) nas proximidades do balneário de Serra Grande, Uruçuca, quando o carro rodou na pista e colidiu na lateral de um micro-ônibus (JQQ-0643), da NV Turismo, de Ilhéus.

Além de Humberto, estavam no carro a esposa, Leanízia Vivas Assunção, e a neta do casal, Gabriela Vivas. As mortes provocaram clima de comoção no município sul-baiano. Eles seguiam de Itacaré para Ilhéus.

Os corpos foram encaminhados ao DPT de Itabuna e depois seriam trasladados para Maraú. Com informações do repórter Costa Filho, rádio Jornal.

Atualizado às 16h07min

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Edmundo (à esq.)diz que apoio à reeleição de Wagner é "especulação".
Edmundo (de gravata vermelha) diz que apoio a Wagner é "especulação".

O vice-governador Edmundo Pereira disse não passar de especulação o seu hipotético apoio à reeleição do governador Jaques Wagner. Pelo menos, foi o que divulgou a assessoria do PMDB baiano, há pouco.

– Essa é uma hipótese fora de cogitação. A minha história foi toda construída no PMDB, onde estou deste 1974. O que se lê por aí é pura especulação.

Edmundo Pereira disse que mantém relação amistosa com o governador, mas guarda compromisso político com o PMDB. O vice-governador sempre foi só elogios à gestão de Jaques Wagner, mas teria dito que Geddel será chamado a governar e será um dos melhores da história da Bahia.

Diante do que se lê, perguntemos o que mudou para haver declaração tão entusiasmada em favor do ministro e pré-candidato a governador…

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Do Política Etc

Enquanto quase 200 concursados esperam pacientemente por suas nomeações para o serviço público municipal em Ipiaú, o prefeito Deraldino Araújo (PMDB) é acusado de promover verdadeira farra de nomeações de cabos eleitorais. A situação foi examinada pelo TCM, que expediu despacho condenando a postura do gestor.

E os fatos demonstram que Araújo não parece disposto a se emendar. Ele convocou a Câmara de Vereadores, extraordinariamente, para votar diversos projetos. O principal é um que, ipsi literis, “dispõe sobre a contratação de pessoal por tempo determinado para atender necessidade temporária de excepcional interesse público”…

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Essa é do Bahia Notícias

O magnata João Cavalcanti, que declarou criar o seu gato em um quarto com direito a cama king size e TV de plasma e ser auxiliado pelo “invisível”, desistiu da candidatura ao Senado pelo PMDB por algo mais lucrativo. Ele será o vice na chapa do ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, ao governo baiano.

O multimilionário já resolveu tudo com o pré-candidato e o partido. Ele desistiu de Brasília porque não gosta da cidade e a rotina de viajar toda segunda e retornar na sexta prejudicaria os seus negócios megacifrados.

Leia a íntegra

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Um fato insólito aconteceu durante a visita de Jaques Wagner a Itapetinga, hoje. O mato da fazenda ao lado do aeroporto pegou fogo e provocou uma imensa cortina de fumaça e até o Corpo de Bombeiros teve que ser acionado.

Foi o suficiente para alguns petistas com propensões a teorias conspiratórias afirmar que o fogo havia sido provocado pela dona das terras, uma fazendeira ligada ao PMDB, para impedir a chegada de Wagner.

Não precisou nem de detetive para constatar que as chamas foram provocadas por faíscas do foguetório que saudava a visita do governador.

Era, digamos, fogo amigo, bem comum no próprio PT…

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Marco Wense

Lúcio ao lado de Geddel: calou a boca.
Lúcio ao lado de Geddel: um silêncio estranho.

O presidente estadual do PMDB, o polêmico e irreverente Lúcio Vieira Lima, irmão do ministro Geddel, na defesa do partido e dos peemedebistas, não deixa pedra sobre pedra.

No entanto, para a surpresa de todos, principalmente dos correligionários mais próximos, Lúcio optou pelo inesperado silêncio em relação ao artigo de Antonio Imbassahy (Jornal A Tarde, edição de 31-12-2009).

Antes de publicar alguns trechos, é bom lembrar que Imbassahy é o presidente estadual do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). O alvo é o prefeito de Salvador, o peemedebista João Henrique.

“É o retrato de uma administração marcada pela permissividade e ação midiática nocivas à vida da cidade”.
“A falta de planejamento e a imensa quantidade de promessas não-cumpridas, ainda presentes na memória de muitos, irritam os cidadãos”.

“Da bandeira do combate aos impostos prevaleceu a impostura! Tudo isso revela oportunismo e enganação, e leva ao descrédito e quebra de confiança da população junto à autoridade municipal”.

Comparando o seu governo – Imbassahy foi prefeito de Salvador – com o de João Henrique: “Salvador era bem-cuidada, com a autoestima da sua gente elevada, o que nos permitia seguidas avaliações positivas em várias pesquisas de opinião”.

E mais: “A administração da capital é, entre as avaliadas, a pior do país, algo que envergonha a nossa cidade”. E finaliza: “Em 2010, melhor sorte para a nossa amada Salvador”.

Pois é. O Lúcio, aquele Lúcio que não leva desaforo para casa, o Lúcio sem papas na língua, que chamou a então candidata Juçara Feitosa (PT) de “farofeira”, não disse nada. Ficou calado.

O comandante-mor do peemedebismo não quer nenhum tipo de atrito com os democratas e tucanos. Como acredita em uma disputa de Geddel com Wagner no segundo turno, espera o apoio do DEM e do PSDB.

E o prefeito João Henrique, que é a segunda maior liderança do PMDB da Bahia, que foi o alvo principal das bicadas de Imbassahy, vai ficar calado?

Quem cala, consente. Diz a sabedoria popular, infinitamente com mais crédito do que a “sabedoria dos políticos”, quase sempre voltada para a malversação do dinheiro público.

DEMOCRACIA

Se depender da família Carneiro, o pré-candidato Paulo Souto, do Partido Democratas (DEM), não retorna ao Palácio de Ondina, sem dúvida a morada mais disputada e cobiçada da Bahia.

O senador João Durval (PDT) e o prefeito de Salvador, João Henrique (PMDB), são eleitores do ministro Geddel. O deputado Sérgio Carneiro (PT) e Luiz Alberto (PSB) vão votar na reeleição do governador Jaques Wagner.

O papai João Durval segue a orientação política do prefeito João Henrique. O voto de Yeda Barradas, a simpática mamãe, é uma grande dúvida. Na opinião da modesta coluna, esse enigmático voto é para Jaques Wagner.

Sem nenhum tipo de pressão e constrangimento, João Henrique, Sérgio Carneiro e Luiz Alberto procuram o seu próprio caminho. Além de filhos de João e Yeda, são também da democracia.

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Através de sua assessoria, a professora Acácia Pinho ratificou ao Pimenta que está insatisfeita com a nova composição do diretório do PMDB itabunense, mas negou que vá pedir a interferência da cúpula estadual – com a ajuda do deputado Raymundo Veloso (confira nota publicada aqui, mais cedo).

– Não vou criar clima de animosidade com Renato [Costa]. O meu interesse em eleger Márcio e Raymundo Veloso, Renato e fortalecer o PMDB está acima destas questões paroquiais do PMDB de Itabuna.

Bom, dito isso, lá vem estocada: “quero um partido mais atuante, e grande como ele sempre foi”. A professora, ex-candidata a vice-prefeita de Itabuna, disse que o PMDB local deve ser o das mobilizações e que “tenha posições”.

Ainda cabe esclarecer que Márcio Veloso concorre a deputado estadual, Raymundo Veloso, à reeleição como deputado federal, ambos de Ilhéus. Renato Costa, do diretório de Itabuna, tentará retorno à Assembleia Legislativa baiana. Acácia apoia a dupla ilheense.

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Acácia se envolve em nova polêmica no PMDB.
Acácia se envolve em nova polêmica no PMDB.

A professora Acácia Pinho adora atrair ou criar polêmica no campo político. A mais recente envolve a definição da nova executiva do diretório itabunense do PMDB.

Ela está chateada porque lhe ofereceram o cargo de segunda vice-presidente do diretório. A professora (fracassada na tentativa de ser vice-prefeita) não aceitou a oferta e decidiu ficar fora da executiva peemedebista.

Nos bastidores, no entanto, recorreu ao deputado federal Raymundo Veloso para que a direção estadual do partido interfira e lhe garanta uma melhor posição no diretório itabunense.

Como ela chegou recentemente no partido e tornou-se famosa mais por criar problemas internos, será difícil ter êxito na manobra. E a missão é ainda mais dolorosa porque o ‘time’ do ex-deputado Renato Costa fechadinho. A escalação tem o ex-deputado na presidência do partido em ‘Tabocas’. O contabilista Alberto Elmo (Bebeto) ocupa a vice-presidência.

Dois ocupantes de cargos na prefeitura de Itabuna, comandada pelo democrata Capitão Azevedo, estão na primeira e segunda secretarias do diretório peemedebista: respectivamente, Ricardo Xavier e e o secretário de Desenvolvimento Urbano, Fernando Vita.

O diligente Antônio Moreira, o ‘Moreirinha’, ficará com a chave do cofre do partido, ocupando a posição de tesoureiro. O advogado Ruy Correa e o técnico em saúde Edenilton Oliveira (Tita) serão os vogais do diretório.

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Os peemedebistas que votaram numa enquete do partido sobre a disputa presidencial em 2010 preferem uma candidatura própria a apoiar a petista Dilma Roussef: 41,16% ante 39,9%, segundo a consulta no site.

Neste cenário, 13,29% preferem que o PMDB vá de José Serra (PSDB) e outros 5,65% optaram por liberdade às bases para apoiar quem bem entender. A enquete registrou 4.551 votos.

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O governandor Jaques Wagner e a ministra Dilma Roussef
O governandor Jaques Wagner e a ministra Dilma Rousseff

A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) incendiou os bastidores do circuito político baiano em sua passagem pela terrinha, no fim de semana. Uma declaração dela deixou bem claro para os rebeldes o que é prioridade para o Planalto na Bahia, em relação às eleições de 2010:

“Geddel é ministro do governo Lula e o governador Jaques Wagner é uma pessoa que tem uma relação absolutamente próxima comigo, sobretudo com o presidente Lula, e portanto a nossa relação aqui é muito clara. Nós temos esses dois vínculos”.

Falta dizer muito pouca coisa pro peemedebista. Talvez que ‘aceitamos dois palanques, mas nosso apoio, aqui, é para Jaques Wagner’. Na verdade, depois de uma declaração dessas, não falta dizer mais nada.