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A sessão das Comissões Técnicas da Câmara de Vereadores de Itabuna transcorria normalmente na tarde desta segunda-feira, 12, até que um som inusitado para aquele ambiente (ou não!) tirou todos do foco e provocou uma risadaria geral. O barulho foi simplesmente o relinchar de um jumento, que é o toque do telefone celular do vereador Del Gally (PTdoB).

A algazarra que se seguiu à chamada recebida pelo vereador combinaria com um circo ou uma feira, mas não com uma Câmara Municipal, casa que alguns insistem em desrespeitar das mais variadas formas… Quando não é se locupletando, é fazendo presepada.

Felizmente, o telefone de Del Gally não irá relinchar no legislativo por muito tempo, já que ele não se elegeu em outubro.

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Ex-presidente do legislativo itabunense terá contas apreciadas a partir de hoje

A Câmara de Vereadores de Itabuna começa a analisar nesta segunda-feira, 12, nas Comissões Técnicas, as contas da gestão do ex-presidente da casa, Edson Dantas, referentes ao ano de 2008. A previsão é de que a discussão em plenário ocorra na quarta-feira, véspera do feriado prolongado.

Após a análise das contas de Edson Dantas, entra na fila a apreciação das contas do prefeito Capitão Azevedo (DEM), de 2009, que já tiveram parecer negativo do TCM em razão de graves irregularidades e vícios insanáveis, com destaque para o gasto de quase R$ 23 milhões sem licitação com a empresa Marquise, responsável pela limpeza da cidade.

O relator das contas é o vereador Adeládio Pezão (DEM), aliado de Azevedo, que já antecipou seu parecer favorável tanto no que diz respeito às contas do prefeito como às do ex-presidente do legislativo.

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Não é só no descaso com a cidade que o prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo (DEM), dá sinais de que abandonou o barco após a derrota no dia 7 de outubro. Outro exemplo de que o gestor atual entregou os pontos está na Câmara de Vereadores.

Desde que a composição do legislativo foi inteiramente renovada, com o afastamento dos titulares por liminar judicial, Azevedo não indicou ninguém para assumir a função de líder do governo na Câmara.

A situação gerou o seguinte comentário de um oposicionista:

– Para que líder, se não existe governo?

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Em Itororó, sudoeste baiano, ainda tem muita gente espantada com a derrota do prefeito Adroaldo Almeida (PT), que perdeu a última disputa eleitoral para o peemedebista Marco Brito.

Adroaldo teve uma gestão elogiada, principalmente nas áreas de educação e saúde, mas há quem lhe critique o estilo concentrador. Um fato, porém, causou especial prejuízo ao petista, sobretudo com os evangélicos.

No mês de abril do ano passado, o prefeito lançou o livro Até o fim dos dias e mais um domingo, no qual ele tece loas aos próprios dotes sexuais. A “autopromoção” incomodou o eleitorado mais conservador e teria contribuído para a derrota.

Mas nem tudo está perdido. Desde a publicação do livro, Adroaldo faz o maior sucesso com o público feminino.

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Percebeu-se uma movimentação anormal no diretório do PT de Itabuna durante o mês de outubro. De uma cambulhada só, o partido recebeu mais de 900 novos filiados, o que não tem nada a ver com o crescimento petista (fora de Itabuna, diga-se de passagem).

Na verdade, a enxurrada de filiações tem a ver com a disputa travada entre os grupos dos deputados federais Josias Gomes e Geraldo Simões pelo controle do PT no município.

A briga por enquanto tem Simões como favorito. Para se ter uma ideia, dos pouco mais de 900 novos filiados em outubro, o grupo deste deputado foi responsável por nada menos que 722. Somente no dia 31!

A data foi a última do prazo para filiação de quem poderá participar do Processo de Eleição Direta (PED), em novembro de 2013.

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Pezão puxa a fila para a “absolvição” de Azevedo

A Câmara de Vereadores de Itabuna está prestes a dar um belo salvo-conduto ao prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo (DEM), cujas contas referentes ao ano de 2009 tiveram parecer negativo do TCM. O tribunal identificou uma penca de irregularidades, como o gasto de mais de R$ 22 milhões num contrato sem licitação com a empresa Marquise.

Em suma, os problemas referentes às contas de Azevedo vão muito além do que se poderia chamar de meros erros formais. São o que a lei considera vício insanável, o que, entre outras coisas, significa que o prejuízo causado aos cofres públicos jamais será reparado.

O parecer do TCM será apreciado na semana que vem pela Câmara, provavelmente já na segunda-feira, dia 12. O relator da matéria é o vereador Adeládio Pezão (DEM), que não esconde de ninguém qual será o seu voto. Resta saber como será o dos demais, mas nas contas do governo, Azevedo vence o TCM (e a moralidade pública) com tranquilidade.

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Foi tudo muito tranquilo no encontro entre o prefeito eleito de Itabuna, Vane do Renascer (PRB), e o gestor que sai, Azevedo (DEM), no final da tarde desta terça-feira, 6. Fora o detalhe de que Azevedo não conseguiu disfarçar o desconforto com duas pessoas que integravam a comitiva do visitante e sucessor.

Uma das figuras em questão era Gilson Nascimento, ex-secretário da Administração do atual governo, com o qual rompeu na metade do mandato. Nascimento teve papel importante na eleição de Azevedo em 2008, mas aquela história de que ingratidão tira afeição o fez procurar outro rumo. Em 2012, apoiou Vane e sorriu. O prefeito, como se sabe, chora até hoje.

O outro participante da comitiva era o vereador Ruy Machado (PTB), que na última eleição estava oficialmente com o DEM, mas extraoficialmente ajudou o candidato do PRB, o que Azevedo não perdoa. Mas hoje teve que engolir.

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Matéria publicada nesta terça-feira, 6, no jornal O Globo revela que caciques do DEM já se assanham para os lados do PSB do governador de Pernambuco, Eduardo Campos. Após a vitória de ACM Neto, em Salvador, partido já iniciou as discussões sobre os rumos que tomará para chegar a 2014.

Uma das propostas mais defendidas no DEM é a de atacar a polarização entre PT e PSDB, aproximando-se do PSB e de outros interlocutores.

O partido do governador pernambucano é visto como alternativa natural, por ser o único com uma possível candidatura capaz de rivalizar com tucanos e petistas.

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“Existe uma discussão para que o PCdoB indique o secretário da Saúde (do governo Vane)”. Quem fez a afirmação, na manhã desta terça-feira, 6, no programa de rádio Show do Jota Silva (Jornal AM), foi o vice-prefeito eleito Wenceslau Júnior.

O comunista justificou opção, explicando que o PCdoB tem presença expressiva, tanto na Secretaria Estadual da Saúde como no Ministério, o que criaria uma vantagem estratégica caso o partido venha a indicar o secretário municipal.

Nos bastidores, sabe-se que a preferência seria a nomeação do médico Ubiratan Pedrosa, que foi secretário de Saúde de Itabuna na década de 80 (governo Ubaldo Dantas) e hoje responde pela pasta em Juazeiro, cidade governada pelo PCdoB.

Segundo Wenceslau, Pedrosa se dispôs a colaborar com a transição em Itabuna, “mas isso não significa que ele será o secretário”. Outros nomes cotados são os dos médicos Humberto Barreto e Edson Dantas, ambos também ex-ocupantes da Secretaria Municipal da Saúde em governos anteriores.

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Três quadros históricos do PT de Itabuna voltaram na semana passada para as fileiras do partido, após oito anos de afastamento. Luís Viana, o Lula; Hilton Cândido e Jackson Moreira dizem que retornam para arejar a legenda na cidade e participar ativamente das discussões nos chamados “fóruns regimentais”.

Os três lembram ter participado da construção do PT  em Itabuna, mas lamentam, atualmente, “a ausência de um partido que seja vivo e atuante, rumando para um exclusivismo que o colocou numa difícil situação de credibilidade perante todas as forças políticas”.

Hilton, Lula e Jackson Moreira fizeram parte de gestões anteriores do ex-prefeito e hoje deputado federal Geraldo Simões, com quem romperam. Mas afirmam que a renovação no PT não está presa a questões pessoais. Segundo eles, é preciso que a legenda em Itabuna volte a “representar o povo de nosso município, com os espíritos voltados para os interesses de toda a região.

Clique no link abaixo para ler texto escrito a seis mãos pelos velhos novos petistas.

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Posto de saúde lotado no bairro Califórnia. Situação da saúde em Itabuna exige muita articulação política e alta capacidade de gestão

Certo que a recomendação do futuro prefeito de Itabuna é de discrição sobre os nomes que irão compor a equipe, mas as especulações nesse momento de definições são inevitáveis.

Na manhã desta segunda-feira, 5, o radialista Jota Silva (Jornal AM) divulgava dois candidatos a titular da Secretaria da Saúde, uma pasta que, em virtude da importância da matéria e da situação particularmente grave em que se encontra, o prefeito eleito vê com especial atenção.

Segundo o radialista, os nomes mais cotados para assumir a Saúde são os dos médicos Ubiratan Pedrosa (que foi secretário no governo do prefeito Ubaldo Dantas – 1983 a 1988), hoje secretário em Juazeiro e consultor do Ministério da Saúde; e Humberto Barreto, sanitarista, que comandou a área em Itabuna na primeira gestão de Geraldo Simões (1993-1996).

O histórico dos dois médicos, ambos sanitaristas, indica várias semelhanças, sobretudo o foco na atenção básica e na saúde preventiva. Entre as diferenças, o fato de que Pedrosa é ligado ao PCdoB, partido do vice Wenceslau Júnior.

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Do site Congresso em Foco

Na reunião que teve com a bancada de senadores do partido na última quarta-feira (31), o presidente do PT, Rui Falcão, informou que, após o final do julgamento do mensalão, será divulgada uma dura nota com um posicionamento oficial sobre o caso.

A intenção é que a nota explicite alguns pontos que vêm sendo repetidos por petistas desde que o julgamento iniciou-se no Supremo Tribunal Federal (STF): a coincidência do calendário com as eleições municipais, os aspectos políticos de alguns posicionamentos dos ministros, a falta de provas para sustentar algumas condenações.

Há, porém, um problema que dificulta a redação da nota: não há unidade no PT sobre o que deve dizer o texto, até onde se deve ir, até onde o partido deve confrontar-se com o STF, até onde é possível denunciar excessos no julgamento sem perder a razão e até que ponto o partido deve correr o risco do desgaste na defesa de seus companheiros condenados.

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Em comentário postado no PIMENTA, o professor Denelísio Nobre, diretor do Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna, nega que lhe tenham prometido o comando da Direc 7 e afirma não saber nada a respeito da possível saída da professora Rita Dantas desta diretoria, bem como acerca da entrada de um grupo de fernandistas (seguidores do ex-prefeito Fernando Gomes, ex-arqui-inimigo de Geraldo Simões, hoje mui amigos) no PT.

Fica registrado.

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Charge (já postada no dia 31/10/12) sugere como Geraldo Simões se torna cada vez mais parecido politicamente com Fernando Gomes. Agora, até o grupo é o mesmo

Um fenomenal rol de fernandistas está para desembarcar no PT de Itabuna, sob as bênçãos do deputado federal Geraldo Simões. Avalia-se que sejam em torno de 30 fiéis seguidores do ex-prefeito Fernando Gomes que irão assinar suas fichas de filiação e engrossar as fileiras petistas. Como chega para reforçar o time do cacique, o grupo terá direito a um belo prêmio: o comando da Direc 7.

O fato já é dado como certo dentro do partido e assusta parte da militância, que vê Simões, a cada gesto, desacreditar e desfigurar o PT na cidade. Na Direc, a professora Rita Dantas já anunciou sua saída, que deverá ocorrer em breve. Pelos compromissos firmados, seu lugar será assumido realmente por um fernandista.

Um dos que estão mais indignados com a situação é o professor Denelísio Nobre, diretor do Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães. É que o deputado-cacique também já lhe prometera o comando da Direc, agora oferecido aos recém-chegados.

A estratégia de Simões é se fortalecer para o Processo de Eleição Direta (PED), que acontecerá em novembro de 2013, e já tem como primeira postulante a esposa do deputado, Juçara Feitosa. Por outro lado, opositores internos do parlamentar se movimentam para enfrentá-lo e a entrada de egressos do PSOL, ocorrida esta semana, seria uma das armas dos adversários do cacique. Embora afirmem independência, os pessolistas deverão perfilar com a ala contrária a Fernando Gomes… Ops, Geraldo Simões!

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Marco Wense

É razoável dizer que a eleição do democrata cutucou o adormecido eleitorado que ainda é fiel ao ex-chefe.

 

Cada agremiação partidária analisa os resultados da eleição de 2012 como lhe convém. Nenhuma legenda admite o enfraquecimento pós-processo eleitoral.

As respectivas lideranças lançam mão de diferentes argumentos – alguns consistentes, outros sem qualquer solidez – para mostrar que seu partido saiu fortalecido do pleito.

Nacionalmente, podemos apontar o PSB de Eduardo Campos, governador de Pernambuco, e o recém-criado PSD, do prefeito Gilberto Kassab (SP), como os dois principais destaques.

O PSB foi a sigla que mais cresceu desde 2008. Ganhou mais 40% de prefeituras. Derrotou o PT em cidades importantes, como Belo Horizonte, Recife e Fortaleza.

E mais: além de protagonizar grandes vitórias sobre o PT da presidenta Dilma Rousseff e do ex-Lula, o PSB foi o principal vencedor nos 100 municípios mais pobres.

O novato PSD, uma mistura heterogênea de políticos de qualquer espécie, depois de eleger quase 500 prefeitos, se transformou em uma força política relevante.

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