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O deputado federal Fábio Souto (DEM) que, apesar de ter domicílio eleitoral em Ilhéus, raramente é visto no município, tenta articular uma estratégia que lhe permita disputar a prefeitura ilheense em 2012. Esse assunto é recorrente  desde 2004 e voltou a ser lembrado neste sábado, pelo blog Políticos do Sul da Bahia.

Para chegar ao comando do Palácio Paranaguá, o deputado pretende contar com o apoio do PSDB, liderado em Ilhéus pelo vice-prefeito Mário Alexandre, filho da deputada estadual Ângela Sousa (PSC). Haverá aí um problema a ser resolvido, já que o tucano também almeja comandar o município.

Outro partido com o qual o filho do ex-governador Paulo Souto pretende contar é o PMDB.

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Ricardo Ribeiro | ricardoribeiro@pimentanamuqueca.com.br

 

Língua afiada, Geddel  recorreu a uma analogia de lupanar para atingir o PT.

Como é comum acontecer em política, a entrevista do peemedebista Geddel Vieira Lima, publicada neste fim de semana no jornal Agora, de Itabuna, revela mais pelo que não diz do que pelo que o entrevistado afirma.

Há alguns meses, seria impensável o ex-ministro da Integração Nacional sequer cogitar a possibilidade de uma reconciliação com o PT, notadamente em Itabuna, onde a maior liderança do partido carrega a responsabilidade por uma vaia estrondosa dedicada a Geddel durante o lançamento do PAC do Cacau em Ilhéus.

A entrevista, naturalmente, tem muitas críticas ao PT e a Geraldo Simões, mas nas entrelinhas Geddel confirma aquela tese de que não há impossibilidades em política. Faltando mais de um ano para definir o jogo, as críticas parecem “charme” de quem não deseja parecer um pretendente fácil.

O PMDB está procurando se valorizar, ao mesmo tempo que aponta vícios e defeitos no PT. Em certo trecho da entrevista, o ex-ministro repreende Geraldo Simões por este ter negado a autoria da vaia em Ilhéus. “Hoje, quando nega, não resgata credibilidade para eventuais conversas”, broqueia Geddel.

Outra leitura da reprimenda pode ser a seguinte: “Geraldo, meu filho, arrependa-se dos pecados e venha com humildade pedir nosso apoio, que poderemos pensar no seu caso”. O perigo é que o conselho embute uma armadilha, pois o confessor assumiria ter mentido reiteradamente sobre sua participação em um episódio que contribuiu para o rompimento entre PT e PMDB na Bahia.

Língua afiada, Geddel ainda recorreu a uma analogia de lupanar para atingir o PT, classificando-o como partido sovina na hora de dar apoio e desesperadamente sedento para obtê-lo. “Para receber, parece aquelas moças do antigo Bataclan”, mandou o ex-ministro, recordando as dadivosas meninas da casa de Maria Machadão.

Dizem que no Bataclan era comum os coronéis inimigos baixarem as armas para se entregar aos deleites, pecados e vícios nas madrugadas, longe de olhares curiosos e indiscretos. A semelhança com o que ocorre nos bastidores da política torna altamente apropriada a comparação feita pelo cacique do PMDB.

Como se diz em bom baianês, nada mais natural que esse rififi entre petistas e peemedebistas acabasse no brega…

 

Ricardo Ribeiro é um dos blogueiros do PIMENTA e também escreve no Política Et Cetera.

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O jovem Alexandre Simões, que recentemente mirou a Secretaria da Saúde de Ilhéus, agora está empenhado em assumir outro cargo na cidade. A “menina dos olhos” do rapaz passou a ser a direção do Hospital Geral Luiz Viana Filho (Hospital Regional). Nos bastidores, a movimentação é intensa para que saia a indicação.

O problema é que o nome de Simões não é unanimidade no PT ilheense e o “emplacamento” pode acirrar desavenças internas, que já não são pequenas.

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… Marão passeia!

 

Marão na transmissão do cargo: ô felicidade!

 

O prefeito Newton Lima (PSB) despediu-se temporariamente dos ilheenses no último dia 24, alegando necessidade de se recuperar de problemas ortopédicos. Em seu lugar, como manda o figurino, assumiu o vice Mário Alexandre (PSDB), que não esconde o amor incontido pela cadeira do titular.

Na ausência de Newton, Marão estabelece uma intensa agenda de compromissos, incluindo visitas a comunidades nos quatro cantos de Ilhéus e a autoridades em Salvador. Já na quinta-feira, dia seguinte à transmissão do cargo, o tucano se reunia com o vice-governador e secretário estadual da Infraestrutura, Otto Alencar; o diretor do Derba, Saulo Pontes; e com o secretário baiano do Turismo, Domingos Leonelli.

O vice fica no governo até o dia 4. Até lá, promete usar a cadeira com gosto e, quando não tiver jeito, abandoná-la com saudade.

 

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Por incrível que pareça, a última eleição da Mesa Diretora da Câmara de Itabuna ainda pode ser anulada. Segundo informação publicada pelo blog Políticos do Sul da Bahia e confirmada pelo PIMENTA, a falta de um documento oficializando a mesa põe em risco a atual composição.

O presidente Ruy Machado (PRP) foi intimado nesta quinta-feira, 24, para que, no prazo de cinco dias, comprove que foi publicada a resolução com o resultado da eleição da Mesa Diretora. Este ato é obrigatório, de acordo com o Regimento Interno do Poder Legislativo Municipal.

Se realmente depender  do documento exigido pela justiça, o presidente estará encrencado, pois a resolução de fato não foi publicada.

Na Câmara, há quem defenda que, como a eleição da nova mesa ocorreu por determinação judicial (na disputa entre Roberto de Souza e Ruy Machado), não seria necessário que fosse publicada a resolução.

Resta saber se será esse o entendimento da justiça.

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Pesquisa feita há menos de dez dias em Ilhéus, pela empresa Compasso, deixa o cenário totalmente aberto quando os eleitores são questionados sobre em quem pretendem votar para prefeito em 2012. Quando não lhe é apresentada uma lista, o ilheense fica simplesmente perdido.

Nada menos que 77,2% não sabem em quem votar, não responderam ou estão indecisos.

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Ônibus incendiado hoje pela manhã, em Santa Luzia.

A polícia civil já tem os nomes de alguns dos suspeitos de atear fogo em um ônibus escolar em Santa Luzia, por volta das 7h desta quarta-feira (23). De acordo com testemunhas, o veículo foi incendiado a um quilômetro do distrito de Betânia, quando levava os estudantes para escolas localizadas na área urbana de Santa Luzia.

Homens mandaram o motorista parar e tiveram a ajuda de algumas pessoas para destruir o ônibus. Alguns dos passageiros carregavam coquetel molotov, usado para incendiar o veículo.

Gervásio: ato teria conotação política.

Há pouco, o PIMENTA conseguiu entrar em contato com o secretário municipal de Educação, Gervásio Correia Filho. Para ele, o incêndio tem conotação política, pois o veículo era seminovo e encontrava-se em perfeito estado.

O secretário admite que um outro ônibus escolar usado pela prefeitura tem molhação, mas serve a estudantes de outras localidades. Gervásio disse que os estudantes da região de Betânia terão outro ônibus já amanhã pela manhã e poderão estudar nesta quinta, 24.

Ainda de acordo com o secretário, o veículo destruído não pertencia à prefeitura. “Era locado pelo município”, diz. O carro era seminovo e ainda não foi estimado o prejuízo com a ação nesta manhã de quarta-feira.

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Este político é de marca ou falsificado?

O presidente a Câmara de Vereadores de Ipiaú, Raimundo Menezes Moreira (PTdoB), é chegado a uma polêmica. Recentemente, ele disse em uma entrevista que é a favor da pirataria, que as autoridades de segurança consideram um negócio entrelaçado ao crime organizado. Graças a esse gosto pelo ilícito, o vereador ganhou o apelido “Raimundo Paraguai”, alcunha sempre repetida pela imprensa local.

Como está frequentemente na mira dos blogs e rádios de Ipiaú, o porta-voz da pirataria não perdoa a imprensa e diz que esta é venal e se encontra “a serviço dos poderosos”.

Nesta segunda-feira, 21, dois blogueiros – um deles o Afonso Mendes, do Notícias de Ipiaú – sabatinaram Raimundo Paraguai e pediram que ele apontasse os profissionais de imprensa corruptos. O vereador ficou sem ter o que dizer e passou a exigir, apoplético, que lhe respeitassem.

Segundo Mendes, o presidente da Câmara até imita um político original, mas não passa de falsificação.

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Azevedo: desejo de mudar.

O prefeito Capitão Azevedo finalmente admitiu a vontade (e até necessidade nesses tempos bicudos) de mudar de partido. O mandatário itabunense foi eleito pelo DEM, mas afirmou que está trabalhando – nas intocas – em busca de um outro abrigo partidário. Alguns falam em PP, outros até no PSD.

E foi numa entrevista ao Políticos do Sul da Bahia que o prefeito disse que já está arrumando seus (os dele, claro!) panos de bunda.

– Estou trabalhando para mudar de partido. Mas isso será na paz. Não quero sair brigado com o DEM. Se sair, quero ter o DEM como aliado em 2012, na minha reeleição.

E por que esse vai-não-vai? Simples: o vice de Azevedo é o médico e ex-secretário de Saúde Antônio Vieira, filiado também ao Democratas. Azevedo não quer arriscar uma mudança de partido e acabar sem mandato e com o trono ocupado pelo vice.

Além do apoio que espera contar por parte do PP e do governo estadual, o prefeito raciocina que

Confira a entrevista

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O ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes, atualmente alojado no PMDB, seguiu para um périplo no Velho Mundo e já avisou a amigos mais próximos que seu desejo no retorno é tratar de política. Gomes, de 72 anos e quatro mandatos como prefeito da cidade, cogita uma possível candidatura no ano que vem, o que pode bagunçar o cenário político local e trazer preocupações extras ao prefeito José Nilton Azevedo (DEM), que em tese divide o mesmo campo do antecessor.

Com relação à viagem, não se deve esquecer de que, da última vez que o prefeito itabunense foi à Europa, seu principal objetivo era acertar a venda da Emasa para os gringos. A história não deu certo (para ele), mas a ideia não saiu da cabeça de FG.

Resta saber se novamente a visita é também de negócios…

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Passado o mal-estar da procissão de São José, onde o bispo diocesano Dom Ceslau Stanula criticou o governo itabunense por cuidar mal da saúde da população e não colaborar com as ações relativas à segurança pública, o prefeito José Nilton Azevedo (DEM) procura dar um fim à polêmica e evitar um conflito com o representante da Igreja Católica Apostólica Romana neste município.

Por meio de nota produzida por sua assessoria, Azevedo diz que não ficou “zangado”com o bispo. Afirma ainda entender que “o líder católico é mais um aliado, ao demonstrar sua preocupação com a saúde de Itabuna”.

Azevedo também convidou Dom Ceslau a defender o retorno da gestão plena da saúde ao município. A mudança no setor depende de avaliação de um plano operativo pelo Conselho Municipal da Saúde e posterior votação da CIB (Comissão Intergestores Bipartite).

Será que o bispo abençoa?

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Paixão Barbosa (blog Política, Gente & Poder):

Já se pode prever uma batalha jurídica pela frente neste caso das vagas de suplentes, uma vez que o Supremo Tribunal Federal (STF) está dividido em relação a quem tem o direito de reivindicar o mandato do deputado ou senador que se afasta por qualquer motivo, se à coligação ou ao partido. Quando tudo parecia indicar que o STF iria definir que os mandatos pertencem aos partidos e não a esta excrescência que é a coligação partidária, o ministro Ricardo Lewandowski mostrou que a coisa não é bem assim.

Ao julgar mandado de segurança de autoria de Wagner da Silva Guimarães, que concorreu a deputado federal pelo PMDB de Goiás, ele decidiu que vaga de suplência parlamentar pertence à coligação e não ao partido. Segundo Lewandowski, a coligação é formada para um fim específico (eleições), mas seus efeitos se projetam para o futuro. Ele apontou como exemplo que uma coligação pode entrar com ações na Justiça após o período eleitoral. O ministro também rebateu os argumentos de que a regra da fidelidade partidária tem que valer também no caso de suplência por vacância de parlamentar para ocupar outro cargo.

O problema é outros ministros do STF, como Carmen Lúcia, entendem que as vagas são do partido e já decidiram deste forma em outros mandados de segurança impetrados por suplentes. Atualmente, 14 mandados de segurança questionam vagas de suplência no Supremo, sendo que cinco decisões – uma do plenário e as outras individuais dos ministros – definiram que a vaga é do partido.

Na Bahia, vários suplentes assumiram mandatos com base no entendimento da Câmara federal de que a vaga é da coligação. Portanto, deverão acompanhar atentamente, e ansiosamente, a definição que, pelo visto, envolverá ainda muito debate.

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Em seu twitter, o deputado federal ACM Neto (DEM) mostra que acusou o golpe com a fundação do PSD (Partido Social Democrático), legenda criada para abrigar insatisfeitos dos mais diversos partidos, que têm brecha na legislação eleitoral para ingressar em partido recém-criado sem por em risco os mandatos.

Ao criador da legenda, o prefeito paulistano Gilberto Kassab, Neto sinaliza com os rigores de uma oposição ferrenha e chama o PSD  de Partido Sem Dignidade, variando também para Partido Sem Decência.

Fica ao gosto do freguês.

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Depois de ouvir (e não aceitar bem) as críticas do bispo Dom Ceslau Stanula à sua administração, o prefeito de Itabuna, José Nilton Azevedo (DEM), mostrou desconforto e tentou fazer uma interpretação ampla  da fala do religioso.

“Ele tem que raciocinar que isso (saúde e segurança) é um problema nacional. Eu desafio qualquer indivíduo nesse país a mostrar onde tem a saúde pelo SUS funcionando bem”, rebateu Azevedo.

Ouça a resposta:


 

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A Tarde:


Deverá ser por meio da Secretaria de Políticas para as Mulheres, a ser criada a partir do desmembramento da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e Política para as Mulheres, que a Articulação de Esquerda (AE), tendência interna do Partido dos Trabalhadores (PT), vai participar do primeiro escalão do governo Wagner. A discussão interna tem revelado a insatisfação do grupo, que viu serem frustradas as perspectivas iniciais de uma participação mais expressiva.

Nos bastidores há quem diga que a indefinição quanto à participação da AE no governo se deve à insatisfação do governador com a condução da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) durante a gestão do hoje deputado federal Valmir Assunção, alvo de denúncia de uso indevido de tíquetes de vale-compra de cesta básica da Coordenação de Defesa Civil (Cordec) durante a campanha de 2008.

A afirmação é contestada por outra corrente do partido. “Valmir ficou até o último dia e seu substituto é indicação dele. Toda equipe de transição foi mantida”, rebateu outra fonte que pediu para não ser identificada.

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