Tempo de leitura: < 1 minuto

Alguns têm se enganado redondamente no exame de paternidade pela indicação do diretor de Planejamento da Secretaria de Saúde de Itabuna. Informações colhidas por este blog indicam que Antônio Carrero chegou à administração municipal pelas mãos do presidente da Câmara de Vereadores de Itabuna, Clóvis Loiola. Portanto, é falsa a informação de que o pai da criança seja o empresário e ex-secretário Josias Miguel, como chegou a ser divulgado em um veículo de comunicação.

Em tempo: Carrero hoje “bate de testa” com o secretário da Saúde, Antônio Vieira, que sonha vê-lo exonerado, mas parece não ter autonomia para tanto.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Da Tribuna da Bahia (Raio Laser):

Numa iniciativa que deixou partidos como PSB e PCdoB atônitos, o governador Jaques Wagner chamou anteontem para si uma conversa com o PDT e praticamente desvinculou a agremiação das articulações que socialistas e comunistas promovem no sentido de opor resistência à indicação do deputado federal Walter Pinheiro para candidato a senador na chapa governista. Além de ter garantido à legenda a indicação do suplente na vaga de Pinheiro, Wagner mostrou porque escolheu Pinheiro para seu companheiro de chapa, ao lado de Lídice da Mata, do PSB, advertindo que não há risco para a disputa por parte de nenhum dos dois concorrentes à vaga. Os pedetistas saíram de lá convencidos de que o que o governador fala é lei, o que significa que a legenda deixará de representar preocupação para ele.

Tempo de leitura: < 1 minuto
Ex-vice-prefeitos descerram a placa de inauguração da galeria (foto Gabvp/Secom)

Para uns, o posto de vice não serve para coisa alguma, exceto aquelas substituições episódicas do titular do mandato. O vice é aquele costumeiramente esquecido e  muitas vezes tripudiado, como acontece no esporte com os eternos vice-campeões, que são tão (ou mais) malhados quantos os “lanterninhas”.

Pois a Bahia (tinha que ser aqui), começa a por um fim na vida triste dos vices. A reação surge em Salvador, onde o vice-prefeito Edvaldo Brito inaugurou nesta terça-feira (04) a galeria de fotos de ex-vices. Estão lá as imagens daqueles que dividiram a chapa, mas não necessariamente o poder, com Antônio Imbassahy, Lídice da Mata, Mário Kertész, Fernando José, Manoel Castro e muitos outros. Gente de quem a maioria dos soteropolitanos nem se lembra mais.

Brito justifica a homenagem, destacando que a instituição do vice coincidiu com a redemocratização do país. O eminente tributarista e segundo de João Henrique declarou que “trazer essa galeria é para os que virão depois experimentarem a história da democracia na Bahia” e que “essa história não se resume às fotos, mas ao que eles fizeram mostrando o heroísmo baiano”.

E nesta galeria pode-se afirmar que foi revelado mais uma vez o insuperável pioneirismo baiano.

Tempo de leitura: < 1 minuto

O presidente PT baiano está sob recomendação de manter-se o mais discreto possível com relação às articulações pela reeleição de Jaques Wagner. Fonte palaciana informa que as últimas intervenções de Jonas Paulo não foram bem sucedidas. Pior: existe uma avaliação que derrapagens do presidente petista causaram problemas sérios para o governador, como se deu com as indefinições em torno do fechamento com o PR, o que acabou contribuindo para que o senador César Borges se aliasse ao peemedebista Geddel Vieira Lima.

Jonas Paulo também é tido como um dos responsáveis pelo projeto de lançar Waldir Pires candidato ao Senado, gerando até a possibilidade de prévias e, portanto, de uma indesejada divisão explícita do partido, justamente num momento em que o PT precisaria estar mais unido do que nunca.

Ao presidente, já foi endereçado o velho adágio de que “a palavra é de prata e o silêncio é de ouro”. Resta saber se ele vai se conformar com a mordaça.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Contra as vozes que se opõem ao lançamento de sua candidatura ao Senado, o deputado federal petista Walter Pinheiro (PT) gosta de lembrar que foi eleito com 200 mil votos em 2008. Desse quantitativo, 50 mil saíram da capital e 150 mil do interior do Estado.

Pinheiro disputa a indicação com o ex-governador Waldir Pires, também do PT. A outra vaga está reservada a Lídice da Mata (PSB), que pode desistir da chapa majoritária, a depender de quem estiver ao seu lado.

Tempo de leitura: < 1 minuto
Foto Marcelo Fontes / Ag.FPontes

A Parada Disney, evento que atraiu 450 mil pessoas neste domingo em Salvador, revelou um entrosamento todo especial entre o governador Jaques Wagner (PT) e o prefeito soteropolitano João Henrique (PMDB). Juntos e sorridentes, com as respectivas primeiras-damas, os dois políticos pareciam velhos amigos se divetindo no mundo encantado de Walt Disney.

Dizem que foi perguntado a Dona Maria Luiza Carneiro pelo deputado Geddel Vieira Lima e ela respondeu: “o Pateta não veio”.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Apesar de ter dividido palanque com Geddel e César Borges em Conceicão do Almeida, o deputado estadual Rogério Andrade (DEM) afirma que não está apoiando o peemedebista. Andrade diz que foi ao município atendendo a convite do prefeito Adailton Campos Sobral (Ito de Bêga), seu “correligionário”.

Indignado com o que chama de boatos, o deputado sustenta que tem compromisso com as candidaturas de José Ronaldo para o Senado e Paulo Souto para o governo da Bahia. E ainda saiu com um argumento curioso: “eu não subi no palanque de Geddel, subi no palanque do prefeito”.

Estranho (ato falho?) é Andrade chamar o prefeito de seu correligionário. Ito de Bêga é do PMDB!

Tempo de leitura: < 1 minuto
Rogério Andrade, César Borges e Geddel. Tá legal?

Em território baiano, o PMDB e o DEM estão trocando figurinhas sem a menor cerimônia e, se ainda não estão oficialmente unidos, tudo indica que estarão em um eventual segundo turno. Por todo canto, surgem lideranças democratas revelando apoio ao ministro Geddel Vieira Lima, como ocorreu há pouco na cidade de Conceição do Almeida, onde o deputado estadual Rogério Andrade (DEM) andou se derrentendo todo para os lados do ex-ministro.

Certo que também há casos em que o PT se vale da rebeldia existente em partidos adversários. Por exemplo, o prefeito de Alagoinhas, Paulo Cezar Simões, do PSDB, defende a reeleição de Jaques Wagner. Mas o chamego entre democratas e peemedebistas é algo que está ocorrendo com maior frequência.

Tempo de leitura: < 1 minuto

 

Os caciques do PTdoB, PMN, PSDC e PRP dizem ter consultado os “filiados e lideranças” antes de optar pelo apoio a Geddel. Na verdade, não foi bem assim…

A nota pública divulgada sobre o assunto tenta abafar um princípio de rebelião entre políticos (com mandato) de alguns desses partidos, que dizem não ter sido consultados sobre a aliança e que, portanto, foram pegos de surpresa.

Encontram-se no time dos esquecidos os deputados estaduais Getúlio Ubiratan (PMN), Antônia Pedrosa (PTdoB) e Capitão Fábio (PRP).

Tempo de leitura: < 1 minuto

Em reunião promovida nesta terça-feira, 27, em Ilhéus, com o presidente do PMDB baiano, Lúcio Vieira Lima, as lideranças do PTdoB, PMN, PTdoB e  PRP decidiram incorporar-se ao projeto peemedebista na sucessão estadual, informou o blog Agravo.

Além do apoio a Geddel, ficou decidido que as quatro legendas vão se coligar na eleição proporcional. Nessa composição, elas esperam eleger de dois a três deputados federais e cinco a seis estaduais.

Um dos atuais representantes do PRP na Assembleia Legislativa é o itabunense Fábio Santana, que  fica numa saia justa, pois integra a base aliada do governador Jaques Wagner (PT). E agora?

Tempo de leitura: < 1 minuto

Petistas que integram a corrente Construindo um Novo Brasil reuniram-se na noite desta segunda-feira, 26, com o governador Jaques Wagner. Era para ser uma conversa reservada, em torno da formação da chapa majoritária a ser encabeçada pelo Partido dos Trabalhadores, mas detalhes da reunião acabaram sendo divulgados. Este fato irritou o governador.

Os membros da CNB (estavam na reunião o presidente do PT no Estado, Jonas Paulo; o deputado federal Geraldo Simões e o ex-deputado Emiliano José) voltaram a defender a candidatura de Waldir Pires ao Senado. Wagner seria, de acordo com a versão que vazou, contrário ao nome e favorável à indicação do deputado federal Walter Pinheiro.

Preferências à parte, o que deixou o governador indignado foi que a discussão tenha sido exposta, inclusive com pontos constrangedores, como o de que a vedação ao nome de Waldir tem a ver com idade avançada do ex-governador baiano.

Dentro do próprio PT, há grupos criticando o vazamento da reunião e lamentando que situações como essa acabam por comprometer a composição da chapa. O assunto deverá ser tema de sérias conversas nesta quarta-feira.

Tempo de leitura: < 1 minuto

O vereador tucano Solon Pinheiro tentou hoje, pela terceira vez, realizar uma audiência pública para discutir a situação da segurança pública em Itabuna. Em duas ocasiões anteriores, a sessão havia sido cancelada em função da ausência de convidados.

Na tarde desta terça-feira, 27, o ainda comandante do 15º Batalhão da PM, tenente-coronel Jorge Ubirajara Pedreira, apareceu na Câmara. Já exonerado do comando (vai assumir o batalhão de Vitória da Conquista), Pedreira chegou de mau-humor e passou a desqualificar o debate. Houve uma discussão entre o militar e Pinheiro, que diz ter sido provocado.

Diante do clima desfavorável, o defensor público Valter Fonseca e o juiz da 4ª Vara Cível, Valdir Viana, pediram licença e se retiraram. Outras quatro promotoras e uma juiza chegaram quando o “cenário” já estava desfeito e sugeriram que se fizesse uma quarta tentativa de discutir a segurança no município.

Prudentemente, o debate será marcado para depois da transmissão de comando no 15º Batalhão.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Ninguém acredita muito na disposição do Capitão Azevedo para exonerar secretários por improdutividade ou qualquer outro defeito. Reformas administrativas já foram anunciadas, “freios de arrumação” já foram acionados, mas as peças continuam nos mesmos lugares.

Circulam pela cidade pelo menos três listas com grupos diferentes de demissionários. Tem Antônio Formigli Rebouças (Social), Marcelino Oliveira (Agricultura), Fernando Vita (Desenvolvimento Urbano), Antônio Vieira (Saúde), o poderoso Carlos Burgos (Fazenda) e muito mais…

Fala-se ainda que o presidente da Emasa, Alfredo Melo, dará lugar ao Sargento Gilson (Administração). Azevedo não abre o jogo, mas dizem que a tal reforma está mesmo por vir.

Resta esperar que o jogador saiba mover as peças corretamente. Será que sabe?

Tempo de leitura: < 1 minuto

O prefeito de Itabuna é tido como um dos participantes da articulação que levou o empresário Roberto Barbosa à presidência da comissão provisória do PP no município. A composição foi feita à revelia do deputado estadual pepista Luiz Argôlo, que tinha interesse na causa.

Por baixo do pano, o prefeito operou para que seu irmão, Jorge Luiz Azevedo Leal, assumisse uma das vagas na comissão provisória do PP. Quem cuidou dos detalhes da operação foi o “Sargento Pinheiro”, homem da mais estrita confiança do prefeito.

Há quem acredite que a manobra signifique o princípio do afastamento entre Azevedo e Luiz Argôlo, que a princípio seria um dos candidatos escolhidos pelo prefeito para a Câmara Federal. Não se sabe se continua sendo.

Tempo de leitura: 2 minutos

Do Política Etc:

Num artigo em tom emocional, publicado na edição de ontem (20) do jornal A Tarde, o deputado federal ACM Neto (DEM) sustenta que, a despeito das vozes contrárias, o carlismo vive. Argumenta o parlamentar e herdeiro do clã que a ação – no seu modo de ver, desastrada – do governo baiano ajuda a manter fortes os ideais do velho babalorixá.

O que se convencionou chamar de carlismo na Bahia foi um modo de fazer política duro, com pouca ou nenhuma margem para o diálogo, o tempo do “para os amigos tudo e para os inimigos os rigores da lei”. Antônio Carlos encarnou o poder, amou o poder, viveu do e para o poder. Foi um político ousado, mas não se pode esquecer que suas décadas de mandonismo não tiraram a Bahia do atraso.

Não é de hoje que a Bahia encabeça as listas de analfabetismo, mortalidade infantil, falta de saneamento básico, ausência de infraestrutura. De certa forma, o carlismo ainda vive nessa miséria toda que assola o Estado e não pode deixar de ser considerada como herança de quem passou 40 anos no comando. De fato, o carlismo vive…

Neto acredita que o debate comparativo pode ser favorável ao Democratas, mas ele está equivocado. É possível até dizer que o governo atual poderia ter avançado mais, sido mais arrojado, mas daí a entender que seria bom se copiasse o do passado vai uma enorme distância. Não dá para afirmar que a Bahia estava boa e hoje está ruim, porque boa jamais esteve.

Quando o carlismo vivia mesmo, o grupo controlava trezentas e tantas prefeituras com um poder incontrastável. Hoje tem só uns 70 prefeitos, aqueles que não debandaram para os lados do PT ou do PMDB.

O carlismo não vive em ACM Neto, que sem dúvida é um bom deputado. É inteligente, assim como o patriarca era. É equilibrado, ponderado, respeitoso na divergência… O que o avô não era. Portanto, nem ACM Neto é carlista. O carlismo não vive também em Paulo Souto, em José Carlos Aleluia nem no tucano Antônio Imbassahy.

Quem mais se assemelha ao velho líder, embora fuja da  comparação, é o peemedebista Geddel Vieira Lima, que já pertenceu ao time e depois virou seu inimigo.

Então, é forçoso concluir que o carlismo só vive na memória de alguns. Para uns com saudade e para outros com o alívio de quem se lembra como era difícil querer respirar e não poder.