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Por iniciativa do tucano Solon Pinheiro, a Câmara de Vereadores de Itabuna realizaria na tarde desta terça-feira (13) uma audiência pública para debater a violência na cidade. Na verdade, seria a segunda tentativa de promover essa discussão, que não contou com o apoio das autoridadess de segurança do município.

O comandante do 15º Batalhão da Polícia Militar, Tenente-Coronel Jorge Ubirajara, comunicou, faltando meia hora para o início da audiência, que não poderia comparecer.

Em ofício, o comandante diz que havia outro compromisso para aquele horário e observa que o assunto segurança pública foi discutido, na semana passada, durante reunião do Pronasci, do governo federal, na AABB.

Diante de tamanho desinteresse – em parte causado pela conhecida inutilidade de tais eventos – é provável que o vereador desista.

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Presidente da Câmara assumiria o governo nesta terça-feira. Não deixaram

Nem mesmo com o vice-prefeito de Ilhéus se convalescendo de uma cirurgia delicada (ele foi submetdo a uma redução do estômago), o primeiro mandatário Newton Lima quis entregar o governo àquele que seria o segundo substituto.

Marão, todo costurado e se alimentando de canudinho, assume o cargo nesta terça-feira (13), cobrindo a ausência de Newton, que viaja lépido e fagueiro para a terra do papa.

O mais provável, porém, é que o secretário de Governo, Alcides Kruschewsky, cuide de tudo até o retorno do prefeito, que vai participar de uma feira de investimentos imobiliários.

Deixar a caneta – ainda que por breve período – nas mãos do presidente da Câmara, Jailson Nascimento, foi algo que a cúpula do Paranaguá descartou de pronto.

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Geraldo: críticas à área política do governo.

O deputado Geraldo Simões, vice-líder do PT na Câmara Federal, creditou à área política do governo a derrota nas negociações com o PR baiano e o senador César Borges. “A coordenação política não trabalhou bem. Quem trabalhou melhor, levou a composição”, disse.

À provocação do Pimenta, sobre o elogio indireto ao ministro Geddel Vieira Lima, o petista não pestanejou:

– Nessa operação, ele foi mais competente que a área política do governo.

Para o parlamentar federal, no entanto, a reviravolta nas negociações não complica as chances de eleição de Wagner no primeiro turno. “Mas não deixa de ser um reforço para a candidatura de Geddel”.

Geraldo acredita que, mais do que nunca, o PT terá que desempenhar um papel mais ativo na campanha à reeleição de Wagner, sem que isso signifique, especificamente, mais um nome do partido na chapa majoritária. “Vamos ter que trabalhar mais [para que Wagner seja reeleito]. O PT tem que ser mais consultado, ouvido”.

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A oferta do PMDB que convenceu o senador César Borges foi construir um chapão, formado por PTB, PR e PSC. Sem dúvida uma boa para republicanos que irão disputar eleições para a Câmara e a Assembleia Legislativa. Neste último caso, entre outros, Elmar Nascimento e Sandro Régis.

Calcula-se que o PR acrescente pouco na formação do quociente eleitoral (seria mais receptor do que doador). E isso significa que os outros partidos do chapão podem ir para o sacrifício.

No PSC, por exemplo, a deputada estadual Ângela Sousa será uma das grandes prejudicadas.

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Val Cabral foi alvejado por um balde de tinta durante protesto (foto Alex de Souza)

Dizem que a vingança é um prato melhor apreciado quando se come frio. E é desse entendimento que está sendo vítima a funcionária da Emasa, Fabiana Simões.

Fabiana sempre foi alvo da língua afiada do radialista Val Cabral, que criticava sua nomeação para cargo de confiança na Emasa. Segundo Cabral, Fabiana seria militante de esquerda, seguidora e parente (olho no sobrenome!) do deputado federal Geraldo Simões (PT).

A verdade é que a moça fez realmente campanha para a petista Juçara Feitosa nas eleições de 2008, mas não tem a mais remota relação de parentesco com GS. O sobrenome é pura coincidência.

Fabiana esperou o dia de ir à forra. No mês de janeiro, Val Cabral fazia protesto em frente à Emasa, quando a funcionária aproximou-se sorrateiramente e atirou um balde de tinta  no radialista (relembre aqui). Foi um sururu que acabou na delegacia.

Ocorre que a habilidosa atiradora de tinta ocupa seu cargo na Emasa por indicação do Partido Verde, do qual é presidente o vereador Gerson Nascimento. Que reza pela cartilha de Val Cabral, também membro do partido.

Para atender o correligionário pintado, Nascimento mandou avisar ao prefeito Azevedo que tem outro nome para a vaga de Fabiana Simões. Ou seja, a mulher está com a cabeça a prêmio.

Segundo informações, dentro do governo a “pintura” promovida por Fabiana Simões foi vista com obra de arte e há forte resistência para que o pedido do vereador seja atendido. É esperar para ver no que dá.

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Apesar das conversas do senador César Borges (PR) com o deputado federal Geddel Vieira Lima (PMDB), o governador baiano Jaques Wagner não considera a hipótese de que o primeiro deixe de fazer parte de sua chapa majoritária.

Durante um encontro da Juventude Progessista, o governador elogiou “velhos e novos aliados”, mencionando o PP, que o teria apoiado no momento em que o PMDB abandonou o barco governista.

Com relação a César Borges, Wagner afirmou que há muita especulação, mas que a aliança com o PR está firmada. Falta apenas definir a formação das coligações proporcionais, sendo que o “chapão” está descartado.

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A vereadora Rose Castro (PR) quer porque quer tomar para si o título de “Magda” da Câmara Municipal de Itabuna, que por enquanto pertence com todas as honras ao presidente da casa, Clóvis Loiola de Freitas. Mas  do jeito que vai, é capaz de Rose superar o “mestre”.

Loiola já ganhou até mídia nacional (na coluna de humor de José Simão), ao trocar inadvertidamente quorum por cloro. Rose, na sessão desta quarta-feira (07), discutia com o colega Raimundo Pólvora (PPS), mas afirmava não estar interessada em entrar no “inquérito” da questão.

Tiveram que acalmar alguns vereadores, pois não era nada demais. A vereadora quis dizer “mérito”.

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Ela voltou a abrir a boca, mas está, digamos, mais comedida. A primeira-dama da Bahia, Fátima Mendonça, concedeu entrevista à repórter Caroline Felippi, do site Além da Notícia, e considera o governador Jaques Wagner centrado.

“As pessoas, às vezes, falam, “ah, ele é mole”. Quem quiser que pense. Na verdade, ele tem um cuidado para não cometer injustiça. É uma pessoa muito centrada”.

A primeira-dama relembra quando o ex-senador ACM morreu e, no mesmo dia, quatro deputados carlistas chamaram Jaques Wagner para uns dois dedos de prosa. Para Fatima Mendonça, aliás, o carlismo se foi. “Não existe mais carlismo. Era ele [Antônio Carlos Magalhães] quem mandava em todos”.

“Fatinha” revela, ainda, que não almeja disputar cargo eletivo. “Política é muito mutante. É por isso que não quero me candidatar a nada”.

Confira a entrevista em vídeo

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Não bastasse o conflito agrário, Buerarema vive também uma crise político-administrativa que se arrasta há mais de um ano e meio. Hoje, o secretário de Administração, o primeiro-ministro Eribaldo Lima, entregou o seu pedido de exoneração. Seguiu os passos da secretária de Saúde, Maria do Carmo. Outro pedido “na gaveta” é o da titular da Pasta da Educação, Edvanete Torquato.

A secretária de Saúde, que enfrentava greve dos servidores há quase duas semanas, nem falou com o prefeito-interino, Eudes Bonfim. A carta foi entregue a um dos irmãos do mandatário. A surpresa na política de Macuco foi o pedido de exoneração de Eribaldo Lima. Ele integrava o time de frente do (des) governo. Preferiu pular fora antes que o barco afunde – de vez.

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Os militantes do PSB na Bahia se reúnem neste sábado, 27, em Salvador, para discutir as pré-candidaturas do partido à Câmara dos Deputados. Com a provável indicação de Lídice da Mata para a chapa majoritária de Jaques Wagner, o principal nome socialista na disputa federal será o atual secretário do Turismo, Domingos Leonelli.

Outra reunião será marcada para debater as candidaturas à Assembleia Legislativa.

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O prefeito de Paratinga, município baiano situado no Vale do São Francisco, é do PT, o que não o impediu de derramar-se em elogios ao ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, peemedebista e pré-candidato ao governo baiano.

Durante evento em Paratinga, o prefeito Manoel José Carneiro de Carvalho, deixou claro que apoiaria Geddel, o que chegou a ser gravado em  vídeo. As imagens da pulada de cerca foram divulgadas e o “adúltero” foi enquadrado pelo PT.

Após a reprimenda, Carvalho fez duras críticas a Geddel e declarou que o vídeo foi “truncado”. Agora, está sob ameaça de um processo a ser movido pelo PMDB.

Em se tratando de infidelidade partidária, é a primeira vez que um político será processado pelo “amante”.

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O "Padre" Lula chega para celebrar o casamento. Os "noivos" já estão no altar e os itabunenses podem ser as testemunhas (foto Manu Dias /Agecom)

Itabuna pode assistir nesta sexta-feira (26) à confirmação de uma ironia do destino político, pois é grande a expectativa de que a aliança entre o governador Jaques Wagner e o senador César Borges (PR) seja anunciada nesta cidade.

Por que “ironia”? Ora, foi exatamente em Itabuna, num comício realizado há dez anos, que Borges, numa metáfora para referir-se à incompatibilidade entre PT e o então PFL (hoje DEM), bradou que “água e óleo não se misturam”.

Na coluna Tempo Presente desta quarta-feira (24), o jornalista Levi Vasconcelos escreve: “O senador César Borges sempre disse que o anúncio da opção oficial que ele faria teria que ser algo especial, com a presença de ‘alguém importante’ do cenário nacional”.

Nesta sexta, com Lula, Dilma Rousseff e o ministro dos Transportes Alfredo Nascimento (PR), em Itabuna, o “cenário” estará perfeito. E a aliança, conforme já transborda dos bastidores, está seladíssima, aguardando apenas o anúncio com toda a pompa e circunstância.

Aliás, o presidente estadual do PT, Jonas Paulo,  já concedeu entrevista, afirmando que até mesmo a discussão sobre a chapa proporcional é algo superado. E esse era o último empecilho para a composição com o PR.

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Ninguém, absolutamente ninguém, na Câmara de Vereadores de Ilhéus sabe onde está a prestação de contas do prefeito Newton Lima (PSB), relativa a 2008, quando ocupou o cargo em substituição ao desastre chamado Valderico Reis (PMDB). Os documentos “tomaram doril”. Nem mesmo os vereadores que compõem a Comissão de Finanças do Legislativo conseguem encontrá-los. Os funcionários fogem do assunto como o diabo foge da cruz.

E um passarinho anda espalhando que o sumiço nas contas é o troco que está sendo dado por um certo vereador que se deu mal na reforma do secretariado executada pelo prefeito Newton Lima e parece “andar mal da saúde”. Quem é ele? Exatamente o presidente da Casa, Jailson Nascimento (PMN).

As contas em questão tiveram parecer contrário à sua aprovação pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). Como há um prazo para que os vereadores de Ilhéus acatem ou não a decisão do TCM, o pau tá comendo.

Se correr a revelia, fica mesmo é valendo a decisão dos membros do tribunal, complicando definitivamente o prefeito de Ilhéus, que tenta resgatar o parecer para preparar sua defesa. Ou Jailson se pronuncia ou então…

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Na falta de quem mande, vereador também se candidata a síndico do Centro Administrativo

O vereador Roberto de Souza (PR) pode até negar (o que, aliás, é de praxe nesses casos), mas ele dá todos os sinais de que deseja candidatar-se a prefeito de Itabuna em 2012.

Na Câmara Municipal, Roberto é oposição ao prefeito Azevedo. Opõe-se não somente na política, mas também no estilo.

O vereador é primeiro-secretário do legislativo, mas todos sabem que é ele quem dá as ordens na casa. Loiola, inexperiente, apenas finge que preside e ainda aceitou, no ano passado, uma manobra que antecipou a votação da futura mesa diretora. A partir de 2011, Roberto mandará de fato e de direito.

Azevedo é o contrário. Prefeito, é quem menos manda no seu próprio governo, onde os secretários Gilson Nascimento e Carlos Burgos jogam no ataque e ainda prendem a bola. Para completar, Azevedo tem que ouvir pitacos frequentes de Roberto de Souza, emitidos do plenário e do programa de rádio Resenha da Cidade.

O prefeito chiou, dizendo – sem mencionar o nome – que tem vereador com vontade de mandar no governo. Todo mundo entendeu para quem foi o recado e Roberto não se incomodou em vestir a carapuça, mas negou o interesse pela cadeira de Azevedo.

“Não quero ser prefeito, o meu interesse é ajudar a cidade”, disse hoje o bem-intencionado vereador Roberto de Souza. Há quem aposte que basta o senador César Borges (PR) confirmar o ingresso nas fileiras petistas para o vereador, correligionário de César, mudar o rumo dessa prosa.