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Contestando a versão de que estaria com as relações estremecidas com o prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, o líder do governo na Câmara, vereador Milton Gramacho, diz que está tudo bem entre ele e o gestor. O que Milton propôs – é o que ele sustenta – foi um rodízio na liderança.

O vereador afirma que a missão de líder lhe sobrecarrega e o seu desejo é que outros integrantes da base tenham a oportunidade de exercer o posto. A sugestão foi levada a Azevedo, que ficou de se posicionar a respeito.

Entretanto, ninguém entendeu quando ele disse, todo feliz, que estava “deixando [tirando] um fardo das costas”.

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Rúbia: sempre de olho no poder

Fiel ao seu estilo “pula-pula”, a ilheense Rúbia Carvalho está de volta ao aconchego do deputado federal Raymundo Veloso (PMDB).

Rúbia, que era peemedebista, havia rompido com o deputado e se filiou ao PSC em 2009. Nos últimos anos, ela esteve acomodada na Diretoria de Fomento da Secretaria de Ciência e Tecnologia do governo baiano.

Como o PSC confirmou a aliança com o PMDB, Rúbia decidiu realinhar-se com  Veloso. A ilheense é conhecida como verdadeira “malabarista” política.

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Embora sustente não ter preferência pelo companheiro de chapa na disputa por uma vaga ao Senado, é claríssimo que a deputada federal Lídice da Mata (PSB) sonha em concentrar os votos da esquerda. Para isso, naturalmente, é necessário que a outra vaga na majoritária seja reservada a um político de direita.

Houve até quem cogitasse que o PSB poderia sair da aliança com o PT, caso o escolhido para a outra vaga de candidato ao Senado seja, por exemplo, Walter Pinheiro. Como a semana que passou foi propícia a todo tipo de especulação, cogitou-se que os socialistas se uniriam a Geddel.

Neste sábado (17), o presidente do diretório do PMDB na Bahia, Lúcio Vieira Lima, descartou a possibilidade de acolher Lídice da Mata, caso ela procure esse caminho.

“O tempo do PSB passou”, disse Lúcio, acrescentando que o PPS já deuà chapa de Geddel o perfil de centro-esquerda que ela precisava.

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Do Blog do jornalista Paixão Barbosa:

Por ter apostado todas as suas fichas numa chapa majoritária com a presença de César Borges, o governador Jaques Wagner está, agora, com poucas opções e um pequeno espaço de manobra para refazer seus planos. De pronto, ele terá que mudar sua proposta de ter dois nomes fortes com ampla penetração no eleitorado antes dominado pelos aliados do grupo carlista, que seriam César Borges e Otto Alencar, compondo a chapa com mais dois nomes ligados à esquerda, ou seja, ele próprio e Lídice da Matta.

A substituição do senador do PR por um nome do PT não é tão simples porque na legenda há, pelo menos duas correntes defendendo as indicações de Walter Pinheiro e de Waldir Pires e outra que acha perigoso colocar dois petistas, por considerar ser fundamental ampliar o espectro político da chapa. Mais uma vez a bola está nos pés do governador e, depois do impasse gerado com César Borges, a direção do PT não pretende interferir e aceitará o que o Wagner definir.

Fora alguma grande surpresa – que seria mais uma neste processo – há duas opções apenas para o governador: a primeira seria a indicação de Pinheiro ou Waldir (com muito mais chances para o primeiro); a outra saída, na qual tem muita gente apostando, seria a indicação do deputado Marcelo Nilo (PDT) para o posto de vice, passando Otto Alencar para a vaga no Senado (posição, aliás, que ele queria inicialmente).

Nilo, presidente da Assembleia Legislativa, estaria com a reeleição garantida de acordo com seus aliados, mas tem dito a toda hora que aceita ser candidato a vice-governador. E, quanto a Otto, sua espirituosa declaração ao jornalista Levi Vasconcelos (titular da coluna Tempo Presente, de A TARDE), de que “Tanto faz dar na cabeça como na cabeça dar, ou onça na terra ou tubarão no mar“, mostra que está disposto a tudo e aceita de bom grado ir para a disputa senatorial.

Esta próxima semana promete ser decisiva para esta definição. Até porque a demora no fechamento da chapa, nestas ciscunstâncias, só faz aumentar o desgaste que o recuo de César Borges provocou.

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Provocado por um repórter com relação à sua atual posição nas pesquisas de intenção de voto para o governo baiano (terceiro lugar), o peemebista Geddel Vieira Lima usou de sua conhecida ironia e fez gozação com a barba de Jaques Wagner.

“Eu hoje sou o terceiro e em 2006, quando o apoiamos, Jaques Wagner era uma piada”, introduziu o ex-ministro, para em seguida completar: “as pessoas olhavam pra ele e perguntavam quem era aquele Papai Noel”.

Geddel fez a pilhéria ao lado do prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo (DEM), com quem também se comparou. “Em 2008, no início da campanha, ninguém acreditava em Azevedo e hoje ele é o prefeito”, disse ele, cheio de esperança de repetir a história dos desacreditados.

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Ao não desistir da prefeitura em 2004, eu livrei Geraldo de uma derrota histórica. Veja o que aconteceu com [Capitão] Fábio e Juçara [Feitosa]

Renato Costa, rejeitando o rótulo de laranja de Fernando Gomes em 2004. Naquela peleja, FG venceu o pleito por 2.819 votos de diferença para Geraldo Simões e tornou-se prefeito pela quarta vez.

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"Com esse charme, todos querem meu apoio"

Em sua vida política, o prefeito de Itabuna não é do tipo que “casa”. Moderninho, ele não amarra compromisso e prefere “ficar”, com toda a liberdade possível.

Azevedo vai se encontrar com um dos seus “ficantes” neste sábado, dia 17. Quem é ele? O deputado federal Geddel Vieira Lima (PMDB), que marcou encontro com o prefeito para as 15 horas, no Centro Administrativo.

Também está prevista uma visita dos dois à Avenida Amélia Amado, onde será realizada uma obra de saneamento com recursos de R$ 12 milhões, liberados pelo Ministério da Integração Nacional. Dinheiro autorizado quando Geddel era o ministro.

O peemedebista pagou o “dote” (com o nosso dinheiro, naturalmente) e agora chega para trocar alianças, mas o cabra é rebelde e escorregadio. Faz juras de amor a um de dia e se agarra com outro à noite, sem a menor cerimônia.

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Uma reunião que acontece na manhã desta quinta-feira, em Salvador, pode estar selando a composição da chapa majoritária encabeçada pelo governador Jaques Wagner para as próximas eleições. Um grupo se articula para que o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PDT), seja o candidato a vice.

Nessa costura, Otto Alencar (PP) seria candidato a senador, juntamente com Lídice da Mata. Esta, por sua vez, deseja Otto como companheiro na chapa, rejeitando a ideia de que  o petista Walter Pinheiro ocupe a vaga.

Há quem não apoie a indicação de Nilo para a vice, por considerar que ele tem pouca expressão no Estado. De qualquer forma, a costura pró-Nilo é mantida a sete chaves.

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O médico Renato Costa, pré-candidato a deputado estadual pelo PMDB, concedeu entrevista há pouco ao programa “Bom Dia, Bahia” na Rádio Nacional. E, naturalmente, é questionado sobre o possível apoio que receberia do ex-prefeito e ex-desafeto Fernando Gomes (DEM).

Segundo Renato, não existem conversas engatilhadas sobre o tema, mas o apoio – se vier – será bem acolhido. “Eu e Fernando tivemos divergências em 1989, portanto há mais de 20 anos, e não posso fazer política olhando no retrovisor”, disse o médico.

Renato já conta com o apoio do filho do ex-prefeito, Sérgio Gomes, que é filiado ao PMDB. Neste sábado, 17, o deputado federal Geddel Vieira Lima estará na região e uma de suas missões seria convencer Fernando Gomes a apoiar a candidatura de Renato Costa.

A despeito daquelas divergências de 20 anos, Renato é hoje só elogios a Fernando. “Quem pode dizer que Fernando não é uma grande liderança? Se ele me apoiar, é claro que aceitarei”, enfatizou. O médico disse ainda que até Jaques Wagner aceitaria o apoio de Fernando Gomes.

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O Pimenta noticiou há pouco a situação do “primeiro casal” de Itapetinga, cidade em que o prefeito José Carlos Moura é do PT e a primeira-dama, Cida Moura, é membro do PR. Coisa que será resolvida tranquilamente, com a desfiliação da esposa.

Porém, complicada mesmo é a situação em Salvador, onde prefeito e a primeira-dama integram partidos do mesmo arco de alianças (PMDB e PSC), mas não falam a mesma língua. João Henrique Carneiro apoia Geddel e a primeira-dama e deputada estadual Maria Luiza recusa-se a seguir com o pré-candidato peemedebista ao governo baiano.

Segundo Maria Luiza, o marido prefeito tem inteira liberdade para seguir as próprias convicções e compromissos, desde que respeite os dela. Ele que não respeite!

Há quem afirme que JH pode “pipocar” a qualquer momento. É que dizem que lá na casa dos Carneiro quem fala por último é uma certa loira temperamental…

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O nome de Walter Pinheiro (PT) como candidato ao Senado ao lado da socialista Lídice da Mata enfrenta forte oposição… Da própria Lídice.

A deputada federal do PSB prefere disparadamente que Otto Alencar seja deslocado da pré-candidatura a vice e ocupe a outra vaga na disputa pelo Senado. Já Pinheiro pode fazer o que quiser, desde que não seja pleitear a cadeira de senador.

Com toda razão, Lídice entende que um outro nome de esquerda reduziria a força de sua candidatura, o que não ocorrerá na hipótese de Otto ser o candidato ao Senado.

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Situação bem sui generis está a ocorrer na política de Itapetinga. Por lá, o prefeito José Carlos Moura é filiado ao PT, mas a primeira-dama Cida Moura integra as fileiras do PR.

Até domingo passado, essa relação político-matrimonial era tranquila e até promissora, mas veio Geddel e seu chapão para estragar a harmonia.

É claro que Cida Moura nem cogita ir para o palanque peemedebista. Em breve, ela irá protocolar seu pedido de desfiliação na Justiça Eleitoral.

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Otto, ao lado de Luiz Caetano e Josias (Camaçari Fatos e Fotos)

A visita do pré-candidato a vice-governador da Bahia, Otto Alencar (PP), nesta terça-feira, 13, a Camaçari, teve toda a pinta de campanha. Os membros mais animados da comitiva, aliás, dizem que  pode se considerar que  a corrida sucessória começou ontem na terra do Polo Petroquímico.

Acompanhado de diversos políticos, como o prefeito Luiz Caetano (que será o coordenador da campanha de Wagner à reeleição), Jonas Paulo (presidente da executiva estadual do PT) e o ex-deputado federal Josias Gomes, Otto visitou lideranças locais, deu entrevista em rádio, pintou e bordou.

O pré-candidato afirmou que tem uma relação afetiva com Camaçari. “Quando eu conheci, isso aqui era um canteiro de obras. Camaçari evoluiu muito”, declarou.

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Renato Costa já tem apoio do filho de FG

Parece improvável, mas tem gente especulando que o ex-prefeito de Itabuna, Fernando Gomes (DEM), poderá apoiar a eleição do médico Renato Costa (PMDB) para deputado estadual. E tudo por uma questão de DNA…

O filho de FG, Sérgio Gomes, que foi candidato a prefeito de Pau-Brasil em 2008, já se definiu pelo apoio a Renato e tenta levar o pai pelo mesmo caminho. Por trás da articulação, estaria ninguém menos que o deputado federal Geddel Vieira Lima.

Uma reunião entre Geddel e Fernando está marcada para este sábado, 17, em Itabuna. E o assunto Renato Costa encontra-se na pauta.

Para refrescar a memória dos mais jovens, Renato foi vice-prefeito de Fernando de 1989 a 1992 e a convivência entre os dois não foi das mais tranquilas. Eles brigaram tanto, que o então prefeito mandou impedir a entrada do vice no seu próprio gabinete.

Sem sala e sem consideração, o vice-prefeito era (é até hoje) chamado de “Renato Moleza” por Fernando Gomes. E Geddel agora assume a empreitada de reajuntar os dois.

Não é moleza. É dureza!

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Ensinamentos da ciência:

1. Água e óleo não se misturam.

2. Para toda ação, há sempre uma reação.

Maria Luzia diz que desiste da candidatura

Após a aliança do PMDB com o PR, pré-candidatos às eleições parlamentares que integram partidos da base peemedebista resolveram mostrar toda a sua insatisfação. O clima é, para dizer o mínimo, de revolta em partidos como PSC e PTB, os quais Geddel Vieira Lima apresentou como moeda para atrair os republicanos.

Sentindo que foram usados, vários políticos – alguns já detentores de mandato – resolveram botar a boca no mundo. O protesto mais veemente – e surpreendente – foi o da deputada estadual e primeira-dama de Salvador, Maria Luiza Carneiro.

Recentemente, Maria Luiza saiu do PMDB para o PSC, partido no qual pretendia disputar o mandato de deputada federal. Não mais!

Com a chegada do PR, a turma do PSC entendeu que vai acabar como garçom de churrascaria. Ou seja, servindo enquanto os outros comem.

Disse Maria Luiza: “Por convicção pessoal, não pertenço ao grupo de apoio à candidatura do ex-ministro Geddel Vieira Lima. E sei que isso já me custaria a perda da legenda partidária”.

Observando a cena de longe, mas com grande interesse, o PT espera o mar pegar fogo para comer peixe assado. Os petistas estão divididos entre os que desejam resgatar logo o PSC dessa crise e os que preferem deixar o imbróglio aumentar e só estender a mão aos revoltosos quando a situação se complicar ainda mais.

Tudo depende da forma como cada um interpreta Maquiavel…