Tempo de leitura: < 1 minuto

O deputado federal eleito Josias Gomes (PT) manifestou apoio à mobilização do grupo ilheense intitulado Coeso (Comitê de Entidades Sociais em Defesa dos Interesses de Ilhéus e Região). A articulação tem como principal objetivo cobrar celeridade na emissão de licenças e execução de obras estruturantes no município.
“A população regional deseja alternativas e se mostra disposta a pressionar de maneira organizada, em busca de projetos que favoreçam toda a região”, acredita o petista, que nesta sexta-feira, 10, acompanhará em Ilhéus a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Às 14 horas, no Centro de Convenções de Ilhéus, Lula assina a ordem de serviço para a execução das obras do primeiro trecho da Ferrovia da Integração Oeste-Leste (Fiol), entre Ilhéus e Caetité.
Para o deputado eleito, não há dúvida de que outros projetos relacionados ao Complexo Intermodal Porto Sul, como o Terminal Marítimo da Bamin (Bahia Mineração), receberão licença ambiental em breve. “Não há demora, mas sim uma avaliação criteriosa, e a licença será emitida com um bom nível de condicionantes ambientais e sociais”, acredita Josias.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Complexo Porto Sul é, por enquanto, apenas uma "imagem meramente ilustrativa". O Coeso quer celeridade na execução

Um movimento intitulado Coeso (Comitê de Entidades Sociais em Defesa dos Interesses de Ilhéus e Região) elaborou uma pequena pauta de reivindicações para apresentar ao presidente Lula em sua estada em Ilhéus, nesta sexta-feira, 10.
A proposta é cobrar celeridade na execução das obras de duplicação da BR-415, manutenção e dragagem do Porto de Ilhéus e construção do Complexo Intermodal Porto Sul.
A lista foi fechada em uma reunião na manhã desta segunda-feira, 06, na sede do Sindicato dos Estivadores de Ilhéus. Representantes de sindicatos, associações de moradores, parlamentares e governo municipal estão engajados na causa e só falta mesmo articular a entrega das demandas diretamente às mãos do presidente.

Tempo de leitura: < 1 minuto

O governador Jaques Wagner e o presidente Lula tiveram encontro, nesta quarta, em Brasília, e conversaram sobre o andamento de projetos de obras de infraestrutura na Bahia, a exemplo do Complexo Intermodal Porto Sul, na região cacaueira baiana e que terá investimento de R$ 6 bilhões.

De acordo com a assessoria do governador, Lula também demonstrou interesse no projeto da Ponte Salvador-Itaparica, orçada inicialmente em R$ 1 bilhão. Os projetos preliminares serão apresentados por três consórcios interessados na ponte que integrará a capital Salvador ao litoral sul do Estado.

Tempo de leitura: < 1 minuto

O secretário extraordinário da Indústria Naval e Portuária, Roberto Benjamin, encontra-se em missão na China, onde se reúne com empresas e tenta abrir caminhos para novas parcerias e investimentos para a Bahia. Integram a comitiva o coordenador da Área Portuária da Seinp, Geraldo Magela, e representantes do Grupo Votorantim.
Investidores chineses estão antenados nas oportunidades que deverão surgir com a instalação do Complexo Intermodal Porto Sul, na Bahia. A empresa chinesa Xinwen Mining Group Co., que recepciona o secretário baiano, é sócia da Votorantim, proprietária de uma jazida de minério de ferro no estado de Minas Gerais.
A Votorantim já firmou compromisso de utilizar o Porto Sul para exportar o seu minério e também montar uma peletizadora  numa das zonas industriais do Complexo Intermodal. Na última terça-feira, 5, a Secretaria do Meio Ambiente da Bahia emitiu a anuência para o Terminal de Uso Privativo da Bamin na Ponta da Tulha, em Ilhéus. A estrutura será utilizada para o escoamento da produção de minério de uma jazida situada em Caetité.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Uma baleia de aproximadamente cinco metros de comprimento foi encontrada morta, na manhã desta terça-feira, 21, na praia da Ponta da Tulha, praticamente no mesmo local em que será construído o Terminal de Embarque Privativo da Bahia Mineração. Essa circunstância foi aproveitada por gente que rejeita o projeto para explorar crendices e dar à fatalidade a condição de mau-presságio.
– É por causa do Porto Sul, por causa do Porto Sul – repetiam uns amalucados andando pela praia.
Moral da história: enquanto a baleia encalhou, o senso do ridículo foi para o fundo do mar…

Tempo de leitura: < 1 minuto

O secretário do Meio Ambiente do Estado da Bahia, Eugênio Spengler, fará palestra nesta quinta-feira, 9, às 14 horas, na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). O tema serão as questões ambientais e o plano diretor do Complexo Intermodal Porto Sul.
A exposição, dirigida à comunidade acadêmica e à sociedade civil organizada, acontecerá no auditório localizado no 5º andar da Torre Administrativa da Uesc.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Álvaro Degas | degas@oi.com.br
Uma vez a mente aguda e veloz, embora nem sempre muito gentil, de Roberto Campos produziu uma frase que, para mim, é uma verdadeira pérola. Disse Robertão: “numa democracia o direito à liberdade de expressão não garante o direito de ser levado a sério”.
Antes de ser agressiva, e o é, a frase possui uma singeleza lapidar porque há muitos contextos diferentes em que a expressão “não ser levado a sério” pode ser utilizada. Pode ser o caso óbvio de alguém estar falando algo ridículo ou absurdo, e então não deverá mesmo ser levado a sério. Mas o contrário também pode se dar: o ridículo ou absurdo pode estar na compreensão das pessoas, que não levam a sério o que é dito por alguém.
Por exemplo, as eleições municipais de 2004 foram, para os eleitores de Ilhéus, uma excelente oportunidade perdida de se levar a sério algumas advertências. Mas a escolha, naquela oportunidade, foi exercer o direito democrático de não levar a sério o que alguns setores diziam.
Pleno exercício da Democracia. Embora de maneira lamentável.
Leia mais no R2C Press

Tempo de leitura: < 1 minuto

Chamou bastante atenção na consulta pública realizada nesta sexta-feira em Ilhéus, sobre a avaliação ambiental estratégica do projeto Porto Sul, a ausência dos representantes do Ministério Público Federal.
Titular de uma ação contra o complexo logístico, o MPF tem sido um ferrenho inimigo do projeto. Mas seus procuradores são criticados por quase nunca comparecerem às discussões sobre o mesmo.
Na reunião de ontem, o secretário Eugênio Spengler, do Meio Ambiente da Bahia, disse que o procurador Eduardo El Hage alegou ter sido informado tardiamente sobre a consulta pública e que estaria entrando em período de férias exatamente no dia da mesma.
Uma grande coincidência, sem dúvida.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Spengler criticou radicalismo nos debates entre ambientalistas e desenvolvimentistas (foto José Nazal)

O secretário do Meio Ambiente da Bahia, Eugênio Splenger, falou há pouco na abertura da consulta pública sobre a avaliação ambiental estratégica do projeto Porto Sul. E a tônica do seu pronunciamento foi a necessidade de equilíbrio entre ambientalistas e desenvolvimentistas.
Spengler utilizou a expressão “círculo suicida” para definir o conflito entre os que pregam radicalmente a preservação ambiental e os defensores do progresso.  “É preciso equilíbrio, pois esse confronto não é bom nem para o desenvolvimento nem para o meio ambiente.
Neste momento, quem está com a palavra é o professor Emílio La Rovere, da UFRJ, que coordenou os estudos. Ele enfatizou que a avaliação teve como objetivo apontar os caminhos para que o projeto Porto Sul seja realizado de maneira “ambientalmente correta”.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Terá início em instantes, no auditório da Justiça Federal em Ilhéus, a consulta pública sobre a avaliação ambiental estratégica do Programa Intermodal e Logístico Porto Sul.
O evento reúne autoridades do governo baiano, representantes de municípios da região e pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que fizeram a avaliação.
A previsão era de que a consulta tivesse início às 8h30min, portanto já se tem mais de 40 minutos de atraso. Os debates estão programados para se encerrar às 16 horas.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Será realizada nesta sexta-feira, dia 6, das 8h ao meio-dia e das 14h às 18h, no auditório da Justiça Federal em Ilhéus, a consulta pública da Avaliação Ambiental Estratégica do Programa Multimodal de Transporte e Desenvolvimento Minero-Industrial da Região Cacaueira – Complexo Porto Sul. 
O encontro contará com a presença da equipe da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que realizou estudos sobre o empreendimento. Representantes do Governo do Estado e das prefeituras de Ilhéus, Itabuna, Uruçuca, Itajuípe, Coaraci e Buerarema tambem estarão no evento.
O estudo, que analisa os impactos positivos e negativos do projeto Porto Sul, foi realizado ao longo de 18 pela UFRJ.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Serra, tucaníssimo ao tratar do Porto Sul

Em uma das frases curtas de sua entrevista coletiva no Bar Vesúvio, em Ilhéus, o presidenciável José Serra, como bom tucano, tentou posicionar-se no alto do muro quando abordou o tema “Porto Sul”. Primeiro, o candidato disse que o projeto é bom e importante, e logo em seguida criticou uma suposta pressa nas definições relativas ao complexo logístico, o que comprometeria o desenvolvimento sustentável.
O petista Josias Gomes, candidato a deputado federal, ironizou o equilibrismo do tucano. “Inteligente, Serra não poderia dizer que é contra o Porto Sul, mesmo porque ele e sua assessoria sabem que a esmagadora maioria dos ilheenses apoia o projeto, mas ao mesmo tempo ele precisava fazer alguma crítica, já que o puro elogio a uma iniciativa do governo do PT não poderia ser feita pelo adversário”, avalia Josias.
Fazendo trocadilho, o petista diz que a observação relativa ao desenvolvimento sustentável “não se sustenta”. Segundo ele, o projeto está sendo tocado com estrito cumprimento da legislação ambiental e é amplamente fiscalizado pelas instituições competentes. “O licenciamento ambiental tem condicionantes da maior relevância e, diferentemente do que alguns apregoam, a tendência é de que o projeto não apenas produza desenvolvimento econômico, como também favoreça a recuperação de áreas da Mata Atlântica que já vêm há muito tempo sendo destruídas”, observa.

Tempo de leitura: < 1 minuto

O movimento formado por entidades e instituições que defendem o Complexo Intermodal Porto Sul lança hoje (dia 12) um abaixo-asinado em favor do projeto. Haverá mobilização nesta manhã, das 10 horas ao meio-dia, em frente às agências dos Correios e da Caixa Econômica Federal, no calçadão da rua Marquês de Paranaguá, centro de Ilhéus.
As entidades envolvidas – cerca de 400 em toda a região – já haviam produzido um manifesto, assinado pelos seus representantes e entregue à ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Agora, querem um documento subscrito por pessoas da comunidade, sendo que o objetivo é colher 50 mil assinaturas.
De acordo com Marco Lessa, representante das associações de moradores, o abaixo-assinado será entregue ao Ibama, Ministério do Meio Ambiente e ao Ministério Público Federal.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Há certa polêmica instalada em Ilhéus, que coloca Porto Sul e turismo em polos antagônicos, como se um não pudesse conviver com o outro. Por outro lado, comenta-se que diversos empresários estão somente aguardando sair o licenciamento ambiental do projeto para construir seus hotéis na região norte ilheense. Acreditam eles que, longe de prejudicar, o porto atrairá negócios, gente e dinheiro, beneficiando inclusive a hotelaria.
Nesse sentido, é emblemático o outdoor colocado esta semana em diversos pontos de Ilhéus. Com “assinatura” de dois dos principais hoteis da cidade – além de CDL, Maçonaria e Rotary -, a peça expõe em letras garrafais: “Queremos o Porto Sul. Precisamos de empregos!”.
A verdade é que as divergências em torno do Complexo Intermodal Porto Sul começam a mudar de foco. Em vez dos tradicionais “contra” e “a favor”, estão engrossando a voz os que apoiam o projeto, exigindo porém que os impactos ao meio ambiente sejam minimizados.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Quando ouve alguém falar que a Ferrovia da Integração Oeste-Leste servirá apenas ao transporte do minério de ferro extraído pela Bamin em Caetité (BA), o vice-presidente da empresa, Clóvis Torres (baiano de Ipiaú) pergunta na hora: “e os outros mil quilômetros, servirão para que?”.

Torres se refere aos mil quilômetros do trecho entre Caetité e Figueirópolis (TO), já que de Caetité a Ilhéus a linha terá cerca de 500 quilômetros.

No seminário sobre o desenvolvimento das regiões sul e extremo-sul do Estado, realizado ontem em Ilhéus, o secretário extraordinário da Indústria Naval e Portuária, Roberto Benjamin, explicou que o Porto Sul também servirá ao embarque de outras cargas, como a soja da região oeste. Naturalmente, o transporte até o litoral será pela ferrovia, que reduz os custos e torna o setor mais competitivo.

Autoridades presentes ao seminário também criticaram os que combatem o chamado Complexo Intermodal de Transportes. Segundo representantes das três esferas de governo, não é mais o momento de discutir se o empreendimento  deve ou não ser realizado, mas sim de falar sobre a redução dos impactos e execução de medidas compensatórias que beneficiem a comunidade.