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Após criticar o Insituto Sensus no primeiro turno e usar pesquisa da mesma empresa no horário eleitoral nesta semana, o PSDB decidiu rever sua relação com os números.
Hoje, o presidente nacional da legenda, Sérgio Guerra, descarregou adjetivos para cima do Vox Populi, que apontou Dilma Rousseff com 51% e José Serra, com 39% (ante 40% a 48% na semana passada). Para o tucano, a pesquisa que dá vantagem à petista é “sem vergonha” e induz o eleitor.
Marcos Coimbra, do Vox Populi, ficou na dele. “Pesquisas trabalham com probabilidades. Não é matemática, é estatística”. O que alivia os tucanos é o fato do VP ter errado em margem considerável em relação ao pleito do dia 3 de outubro, quando deu Dilma com 51% dos votos. Ela ficou com 46,2%.

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Um trecho do debate da Band em que o candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, fala sobre o combate à criminalidade, é apontado por adversários do tucano como revelador do preconceito de Serra contra os nordestinos.
No trecho, Serra fala sobre a criação de um cadastro único de criminosos de todo o País e menciona, a título de exemplo, que “hoje, um criminoso da Bahia que está andando em uma rua do Rio de Janeiro, se pedir o documento não acontece nada”.
Uma edição feita com este pedaço do debate pergunta: “Pra falar de criminoso precisa se referir justamente a um baiano? Tem que ser um nordestino?”
Confira:

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Nos votos válidos, petista tem 57%
e tucano cai para 43% no Vox Populi

Dilma Rousseff (PT) conseguiu ampliar para 12 pontos a vantagem sobre o José Serra (PSDB), conforme a mais nova pesquisa Vox Populi/IG. Ela pulou de 48% para 51%, enquanto o tucano oscilou negativamente de 40% para 39%.
A pesquisa foi feita nos dias 15 a 17 e ouviu 3 mil eleitores e tem margem de erro de 1,8 ponto percentual. Votos brancos e nulos são 6% e o percentual de indecisos caiu de 6% para 4%.
Considerando-se apenas os votos válidos, Dilma tem 57% e Serra pontua com 43%. Nesse caso, a vantagem da petista subiu de 8 para 14 pontos percentuais.
A petista obtém sua maior vantagem no Nordeste, onde atinge 65% ante 28% do tucano. Serra consegue ter vantagem no Sul (50% a 41%). No Sudeste, Dilma lidera: 47% a 40%.
RELIGIÃO
Ainda conforme a pesquisa Vox Populi/IG, Serra pontua com 44% e Dilma atinge 42% entre os evangélicos. A petista é melhor entre os católicos (54% a 37%) e ateus (49% a 36%). Conforme o levantamento, ela vai a 55% e o tucano a 37% no universo dos “católicos não praticantes”.
Um outro dado positivo para Dilma nesta aferição é que o voto dela é o mais consolidado. 11% dos serristas dizem que podem mudar o voto. Entre os que declararam intenção de votar na petista, o percentual daqueles que podem pular para o galho tucano é de 7%.
Confira a pesquisa completa

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Um debate chato. Talvez essa seja a melhor definição para o que se viu do confronto morno, sonífero entre os presidenciáveis José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), promovido pela RedeTV e pela Folha de São Paulo.
O debate foi encerrado há pouco. Os temas mais (mal) tratados foram privatizações, corrupção e drogas. Os dois candidatos começaram nervosos, mas o tucano José Serra conseguiu “equalizar” logo. Dilma conseguiu um equilíbrio apenas no segundo bloco, quando falou de temas que lhe são mais “próximos” ou que são mais caros ao adversário tucano, a exemplo das privatizações.
Os dois, claramente, entraram querendo um jogo de empate. Ou, na linguagem eleitoral, entrando para não perder o que já possuem de (intenções de) votos. A petista, para tentar conquistar mais votos no eleitorado paulista, a todo tempo questionava deslizes do governo de Serra em São Paulo. Serra batia na tecla da “estatização” da coisa pública por petistas.
No quesito corrupção, Dilma foi instada a comentar sobre a sua ex-braço direito Erenice Guerra. Afirmou que a sua ex-auxiliar “errou”. E ponto. Final. O tucano José Serra foi mais, digamos, cínico. Disse que não sabia que era de Paulo Vieira de Souza de quem os repórteres estavam falando quando lhe perguntaram sobre “Paulo Preto”, o homem acusado de rapinar R$ 4 milhões de um suposto Caixa 2 da campanha tucana.
A VOZ DOS INDECISOS
Eleitores paulistas indecisos foram reunidos numa sala para analisar o desempenho dos candidatos no debate desta noite, supervisionados pelo jornalista José Roberto de Toledo, um dos maiores conhecedores de estatísticas e pesquisas do país.
Conforme Toledo, Serra foi ligeiramente melhor que Dilma. O tucano levou a melhor na abertura do debate e nos dois blocos finais. Houve empate no segundo bloco e Dilma ganhou o terceiro.
Mas na avaliação geral, e conforme entrevista de Toledo à RedeTV, os dois candidatos obtiveram “notas meio medíocres” dos eleitores indecisos de São Paulo. Numa escala de 0 a 100, ficaram abaixo de 70.

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Apesar de declarar neutralidade no segundo turno da disputa eleitoral, a candidata derrotada do PV à Presidência da República, Marina Silva, afirmou neste domingo (17) que a candidatura de Dilma Rousseff (PT) se aproximou mais dos pontos defendidos pelo PV do que a candidatura de José Serra (PSDB).
“Houve um acolhimento maior por parte da candidata do PT”, disse a senadora, que classificou a posição tomada como “independente”. “Houve um acolhimento significativo, mas um pouco menor, por parte da candidatura do PSDB”, afirmou, em referência ao programa mínimo defendido pela sigla e apresentado no último dia 8 para servir de base para conversas com os candidatos.
Intitulado “Agenda por um Brasil Justo e Sustentável”, o documento continha propostas abordando dez temas distintos, da transparência nos gastos públicos à reforma política e ao aumento do investimento na educação, sem esquecer do meio ambiente.
Terceira colocada no primeiro turno com quase 20% dos votos válidos, a senadora se esquivou de dizer em quem votaria no dia 31 deste mês, a despeito da postura tomada neste domingo. “O voto é secreto e, para defender minha independência, vou reservar esse direito”, disse.
Depois de dizer que sua participação no processo eleitoral “ainda está em andamento”, a ex-ministra do Meio Ambiente não revelou se pretende se manifestar publicamente a respeito de eventuais acontecimentos nas duas campanhas. “Não falo sobre conjecturas”, disse.
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A pesquisa Datafolha que será divulgada em instantes apontará um quadro próximo ao registrado na semana passada. Segundo o blog do Noblat, Dilma Rousseff tem 47% das intenções de voto (possuía 48%) e José Serra com 41%.
No comparativo com a pesquisa da semana passada, Dilma oscilou um ponto para baixo e Serra manteve os mesmos 41%. Como o cenário esperado era de uma subida do tucano, o que não ocorreu, se pergunta se a tática contra José Serra já está funcionando.
Aguardemos todos os números da pesquisa, pois.

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Conhecido por seu estilo fanfarrão, o presidente estadual do PT, Jonas Paulo, deu o braço a torcer em relação às últimas pesquisas eleitorais que indicam proximidade e até empate técnico entre Dilma Rousseff e o tucano José Serra.
Via Twitter, ele comentava: “Estamos tranquilos, serenos e focados no nosso objetivo. Entendemos que o segundo turno é um processo eleitoral bastante disputado”.
Quem te viu…

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Mônica ao lado de José Serra (Foto Werther Santana).

Há exatos 30 dias a esposa do presidenciável José Serra, Mônica Serra, participava de ato político na Baixada Fluminense e foi vista pela reportagem do jornal Estadão pedindo votos a um senhor de 73 anos.
Edgar da Silva, um declarado eleitor dilmista, ouviu de Mônica para não votar na petista, conforme o jornal: – Ela [Dilma] é a favor de matar criancinhas.
Mônica Serra e o seu esposo pregam uma campanha conservadora e de forte apelo religioso. O que surpreende é que Mônica faça tão densa ação política contra a adversária após, conforme o Correio do Brasil, recorrer ao aborto.
O fato, conforme cinco alunas ouvidas pelo jornal Correio do Brasil (leia aqui), foi narrado pela própria Mônica em uma aula na Unicamp, em 1992. A redação do Correio disse ter tentado falar com  a professora e esposa de José Serra, mas não obteve retorno. O caso também é retratado no blog O Trombone (confira todos os detalhes clicando aqui).

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Encabeçado por sete bispos, entre eles dom Thomas Balduíno, bispo emérito de Goiás Velho (GO) e presidente honorário da Comissão Pastoral da Terra (CPT), e d. Pedro Casaldáliga, bispo emérito de São Felix do Araguaia (MT), foi divulgado hoje um manifesto de “cristãos e cristãs evangélicos e católicos em favor da vida e da vida em abundância”, que contava no início da tarde com mais de 300 adesões de religiosos e fiéis.
O texto será entregue a Dilma Rousseff (PT) na segunda-feira, no Rio, na mesma cerimônia em que a candidata à Presidência receberá apoio de intelectuais e artistas.
Os adeptos rechaçam que “se use da fé para condenar alguma candidatura” e dizem que fazem a declaração de voto “como cristãos, ligando nossa fé à vida concreta, a partir de uma análise social e política da realidade e não apenas por motivos religiosos ou doutrinais”.
No manifesto, eles deixam claro que “para o projeto de um Brasil justo e igualitário, a eleição de Dilma para presidente da República representará um passo maior do que a eventualidade de uma vitória do Serra (José Serra, presidenciável pelo PSDB)”.
O documento recebeu o apoio dos bispos Demétrio Valentini (Jales, SP); Luiz Eccel (Caçador, SC); Antônio Possamai, bispo emérito de Rondônia; Xavier Gilles e Sebastião Lima Duarte, bispo emérito e bispo diocesano de Viana (MA). Também apoiam Dilma dezenas de padres e religiosos católicos como Frei Betto, pastores evangélicos, o monge da Comunidade Zen Budista (SP) Joshin, o teólogo Leonardo Boff, o antropólogo Otávio Velho e a professora da Universidade de São Paulo (USP) Maria Victoria Benevides.
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Os tucanos pretendem fazer um esforço concentrado na região Nordeste para reduzir a diferença que a petista Dilma Rousseff impôs a José Serra no primeiro turno. Somente na Bahia, Serra virá ainda duas vezes até a eleição, visitando as cidades de Salvador e Feira de Santana.
Em outros grandes centros nos quais o candidato não poderá estar, por conta do pouco tempo de campanha, a ordem é marcar presença com outras lideranças do PSDB e do DEM. Itabuna e Ilhéus, por exemplo, serão invadidas pelos serristas no próximo dia 21 de outubro, num verdadeiro “arrastão”.
Quem coordena o movimento é o deputado estadual eleito Augusto Castro.

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O Pimenta conversou há pouco com o deputado federal Índio da Costa (DEM), candidato a vice-presidente do Brasil na chapa de José Serra (PSDB). No diálogo por telefone, o político do Democratas procurou enfatizar que um eventual governo tucano não teria preconceitos de ordem partidária.
“Não vamos considerar questões partidárias para cuidar de nenhuma cidade ou estado”, prometeu o deputado, fazendo questão de frisar que, na Bahia, o governo Serra trabalharia “de braços dados com o governador Jaques Wagner (PT)”. Índio ainda arrematou, com açúcar e com afeto, que “todos (os governadores) terão o mesmo carinho e atenção”.
A promessa é uma estratégia tucano-democrata para conquistar votos nos estados que elegeram governadores ligados ao governo Lula e tem sido feita pelos emissários dos PSDB e do DEM nas mais diversas partes do País.
Pouco antes de falar com o Pimenta, Índio da Costa expressou o mesmo compromisso em um encontro com lideranças políticas em Salvador. Ao blog, ele frisou que falava em seu nome e em nome do candidato José Serra.
Índio da Costa aproveitou para fazer críticas ao governo Lula, atacando os índices de execução do PAC e do Programa Minha Casa, Minha Vida. E, numa demonstração de que vice também promete, o candidato abriu sua caixinha de bondades e assegurou que a dupla Serra/Índio resolverá a questão do aeroporto Jorge Amado, de Ilhéus, e realizará a duplicação do trecho Ilhéus-Itabuna da rodovia BR-415.
Enquanto conversava com o Pimenta, o vice de Serra estava em companhia do presidente estadual do PSDB e deputado federal eleito Antônio Imbassahy, e do deputado estadual eleito Augusto Castro, também tucano.

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A segunda pesquisa pós 3 de outubro mostra a ex-ministra Dilma Rousseff (PT) com 48% das intenções de votos e José Serra (PSDB) com 40%. O levantamento foi feito pelo Vox Populi, encomendado pelo Portal IG.
Quando computados apenas os votos válidos, Dilma aparece com 54,5% das intenções de voto e Serra atinge 45,5%. Nesta conta, são excluídas as intenções de votar em branco ou nulo e o percentual de indecisos.
A pesquisa ouviu 3 mil brasileiros no domingo e na segunda, dias 10 e 11, em 214 municípios do país. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual.
O Vox Populi também avaliou o governo. Para 78% dos entrevistados, o Governo Lula é ótimo ou bom. 17% consideram regular e 4% avaliam como ruim ou péssimo. 1% não souberam ou não quiseram responder à este quesito.

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Os quatro principais institutos do país registraram pesquisas sobre o segundo turno presidencial envolvendo José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT). A divulgação se dá a partir da próxima quinta, 14, conforme datas de registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
1- O Vox Populi ouvirá 3 mil eleitores entre hoje e amanhã, dias 11 e 12, sob encomenda da TV Bandeirantes;
2 – O Sensus iniciou nesta segunda consulta com 2 mil eleitores sobre a disputa nacional, encomendada pela Confederação Nacional de Transporte (CNT). O trabalho de campo será concluído na quarta, 13;
3 – O Ibope também começou hoje e deve encerrar na quarta, 13, a sua pesquisa com 3.010 eleitores; e
4 – O Datafolha pode divulgar já na sexta, à noite, o resultado do seu levantamento em todo o país, quando pelo menos 3.220 eleitores serão ouvidos. O trabalho está previsto para os dias 14 e 15.