Itabuna registra saldo positivo de empregos || Foto Zé Drone
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Itabuna fechou o mês de agosto com saldo positivo, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego. A alta foi puxada pelos setores de serviço, construção civil e comércio. No mês passado, foram 1.246 admissões ante 1.102 desligamentos, o que resultou em saldo positivo de 144 vagas. O estoque foi de 36.625 empregos no ano.

O setor de serviços criou 92 vagas, a construção civil 48, agropecuária 22 e o comércio quatro. O setor negativo na criação de empregos foi a agropecuária (-6), que tem pouca repercussão já que a maior parte do território é predominantemente urbano.

O bom desempenho na geração de empregos com carteira assinada, segundo a Prefeitura de Itabuna, ocorreu, em parte, pela criação de vagas no setor público, com o início de novas frentes de obras e serviços ou aceleração de projetos em andamento. O município cita a construção de creches, postos de saúde, Estação de Transbordo e de unidades escolares.

INVESTIMENTOS PÚBLICOS

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Marcos Souza, o Kiko, atribui o saldo positivo de empregos aos investimentos feitos na gestão do prefeito Augusto Castro (PSD) com recursos próprios, em convênio com o Estado da Bahia e o Governo Federal. Kiko lista obras como a construção de parques lineares da Avenida Amélia Amado e margens esquerda, no Jardim das Acácias, e direita do Rio Cachoeira, na Rua do Prado, onde está em fase de acabamento, guarda-corpos e paisagismo, Praça Celso Fontes Lima, no Góes Calmon.

Ele cita ainda a nova ponte que liga o Centro da cidade ao bairro da Conceição, que está com os serviços avançados. “O prefeito tem imprimido um ritmo bastante acelerado na modernização urbana, que se reflete na criação de empregos. Com os projetos em andamento e aqueles em fase de licitação ou de finalização de projetos, vamos avançar ainda mais no Programa de Integração Urbana de Itabuna 2030”, concluiu.

Bahia registra saldo de empregos formais em janeiro|| Foto Yago-Matheus/Sattre
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A Bahia gerou, em janeiro, 6.932 postos de trabalho com carteira assinada, conforme dados divulgados nesta quarta-feira (26). De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged, do Ministério do Trabalho, foram registrados 87.155 admissões e 80.223 desligamentos no mês passado.

Com 6.932 novos vínculos, a Bahia registrou um saldo superior ao do mês de janeiro do ano passado (+3.712 vagas). Dessa forma, o estado passou a contar com 2.144.553 empregos com carteira assinada, uma variação de 0,32% sobre o quantitativo do mês anterior.

Em janeiro, quatro das cinco atividades registraram saldo positivo. O segmento de Serviços (+3.543 vagas) foi o que mais gerou postos de trabalho. Em seguida vieram, Construção (+2.158 vagas), Indústria geral (+1.982 vínculos) e Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (+1.295 empregos). O setor de Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas (-2.046 postos) foi o único com perda líquida.

NORDESTE TEM SALDO NEGATIVO

Em janeiro, o Brasil preencheu 137.303 novas vagas e o Nordeste contabilizou uma perda líquida de 2.671 postos – alta de 0,29% e recuo de 0,03% sobre o estoque do mês anterior, respectivamente. A Bahia (+0,32%), portanto, exibiu aumento relativo maior tanto do que o do país quanto do que o da região nordestina.

No geral, 17 estados registraram saldo positivo de empregos com carteira assinado. A Bahia apresentou o oitavo maior saldo. Em termos relativos, a unidade baiana situou-se na 11ª posição.

No Nordeste, apenas dois estados experimentaram alta do emprego formal, com a Bahia assinalando o melhor resultado. O Maranhão (+1.019 vínculos) foi o outro com saldo positivo. Em termos relativos, o estado baiano também se situou na primeira posição.

Bahia registra saldo de empregos formais em fevereiro || Foto Divulgação
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A Bahia gerou, em fevereiro, 6.249 postos de trabalho com carteira assinada. Foram contabilizados 79.199 contratações e 72.950 demissões, conforme dados divulgados nesta quarta-feira (27), pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego. Trata-se do segundo mês seguido com saldo positivo.

Com o resultado do segundo mês do ano, a Bahia passou a contar com 2.061.843 vínculos celetistas ativos, uma variação de 0,30% sobre o quantitativo do mês anterior. Salvador registrou um saldo de 4.741 postos de trabalho celetista.

No mês passado, quatro dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldo positivo de postos de trabalho com carteira assinada. O segmento de Serviços (+3.114 vagas) foi o que mais gerou postos dentre os setores. Em seguida, Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (+1.257 postos), Construção (+884 empregos) e Indústria geral (+839 vagas).

BRASIL

No mês, o Brasil computou um saldo de 306.111 vagas, enquanto o Nordeste registrou 10.571 novos postos – representando variações relativas de 0,67% e 0,14% comparativamente ao estoque do mês anterior, respectivamente. Dentre as 27 unidades federativas do país, apenas três não apontaram crescimento do emprego celetista em fevereiro deste ano.

Em termos absolutos, com 6.249 novos vínculos formais, a Bahia ocupou a primeira posição na geração de postos entre os estados nordestinos no mês. Dentre os todos estados, ficou na décima colocação. Em termos relativos, com variação percentual de 0,30%, situou-se na segunda posição no Nordeste.Leia Mais

Setor de transportes tem saldo positivo || Foto Feijão Almeida/GOVBA
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A Bahia gerou, em julho, 5.180 postos de trabalho com carteira assinada, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, divulgados nesta quarta-feira (30). Foram contabilizadas 72.577 contratações e 67.397 demissões. Foi o sétimo mês seguido com saldo positivo.

Quatro dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas contribuíram positivamente para o resultado do mês. O segmento de Serviços (+3.790 vagas) foi o que mais gerou postos, seguido da Indústria geral (+785 postos), Construção (+422 vagas) e Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas (+418 vínculos).

O grupamento de Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (-236 empregos) foi o único com perda líquida de postos no mês.

O saldo de julho para o estado revelou-se inferior ao de junho (+8.168 postos) e ao do mesmo mês do ano passado (+13.257 postos) e foi melhor apenas do que o de janeiro (+3.848 postos) este ano.

REGIÃO NORDESTE

No Nordeste, todos os nove estados experimentaram alta do emprego formal no mês. Ceará foi o de maior saldo, com 6.490 novos postos. A Bahia ocupou a segunda colocação (+5.180 vínculos), seguida de Pernambuco (+4.401 vagas), Piauí (+3.729 empregos celetistas), Rio Grande do Norte (+3.531 postos), Paraíba (+3.477 postos), Maranhão (+2.586 vagas), Alagoas (+2.169 vagas) e Sergipe (+492 vínculos).

No agregado dos sete primeiros meses de 2023, a Bahia preencheu 56.097 novas vagas – aumento de 2,95% em relação ao total de vínculos com carteira assinada do começo do ano.

Bahia registra saldo de empregos pelo nono mês consecutivo || Foto Paula Froes
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A Bahia criou 7.604 postos de trabalho com carteira assinada em junho. Com o resultado, consolidou-se a liderança na região Nordeste no acumulado do primeiro semestre deste ano com saldo positivo de 70,1 mil postos. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira (29) pelo Ministério do Trabalho.

Classificando os setores de atividade econômica em cinco grandes grupos, quatro apresentaram saldos positivos em junho de 2021: Serviços (+4.094 postos), Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (+2.652 postos), Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (+582 postos) e Indústria geral (+394 postos).

CONSTRUÇÃO CIVIL EM QUEDA

Em contrapartida, a Construção (-118 postos) registrou saldo negativo. No grupamento que mais gerou vagas, o de Serviços, destacaram-se as áreas de Atividades Administrativas e Serviços Complementares com a criação de 1.039 postos e Saúde Humana e Serviços Sociais com a geração de 828 posições celetistas.

No acumulado dos seis primeiros meses do ano, a Bahia (+70.150 postos) seguiu a tendência apresentada pela região nordestina (+172.616 postos) e pelo país (+1.536.717 postos). O estado, que tem a maior força de trabalho da região (6,5 milhões de pessoas – IBGE, PNADC – 2021.1), também ocupou a primeira posição no Nordeste, seguido pelo Ceará (+33.256 postos).

No Brasil, o estado baiano está no sétimo lugar, levando em conta a série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo. A capital do estado apresentou saldo positivo em junho (+2.158 postos) e no acumulado do ano (+16.763 postos).

A construção civil está dentre os setores que mais geraram empregos na Bahia
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A Bahia liderou a geração de emprego no Nordeste em março, com a criação de 9.820 postos de trabalho com carteira assinada. No mês passado, foram 57.868 contratações e 48.048 demissões. Os dados são do Ministério da Economia que, nesta quarta-feira (28), divulgou as Estatísticas Mensais do Emprego Formal (Novo Caged).

No terceiro mês do ano, no Nordeste, cinco estados criaram posições de trabalho. A Bahia (+9.820 postos) foi acompanhada pelo Maranhão (+3.629 postos), Rio Grande do Norte (+2.116 postos), Paraíba (+2.082 postos) e Piauí (+1.236 postos). Em contrapartida, Alagoas (-8.310 postos), Pernambuco (-2.762 postos), Ceará (-1.564 postos) e Sergipe (-1.457 postos) encerraram posições celetistas.

“Avaliando-se os dados referentes aos saldos de empregos distribuídos no estado, em março de 2021, constata-se ganho de emprego na Região Metropolitana de Salvador (RMS) e no interior. De forma mais precisa, na RMS, foram criados 2.488 postos de trabalho, em março deste ano, e no interior foram geradas 7.332 posições celetistas”, destaca o secretário estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Davidson Magalhães.

POR SETORES

Quanto ao saldo de emprego acumulado no ano, destaca-se a abertura de postos de trabalho com carteira assinada na RMS (+14.068 postos) e no interior (+28.650 postos).

Exceto Alojamento e alimentação (-1.909 postos) e Comércio (-642 postos), que fecharam posições celetistas, todos os outros setores geraram postos no mês de março de 2021: Administração pública (+4.273 postos), Indústria geral (+2.719 postos), Informação, comunicação e outras atividades (+1.536 postos).

Além de Construção (+1.478 postos), Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (+1.449 postos), Transporte, armazenagem e correio (+592 postos), Outros serviços (+321 postos) e Serviços domésticos (+3 postos).

Bahia registra saldo de empregos formais em outubro
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A Bahia gerou, em agosto, 9.420 postos de trabalho com carteira assinada, resultado que decorre da diferença entre 43.764 admissões e 34.344 demissões. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, divulgados nesta quarta-feira (30).

O secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro, destacou este foi o melhor resultado do ano para a Bahia. “Ainda que num contexto sanitário mundial atípico, da pandemia do coronavírus, o resultado é alentador diante dos desafios do mercado de trabalho”.

O resultado ficou acima do verificado no mesmo mês do ano anterior, quando 3.392 postos de trabalho foram criados, sem as declarações fora do prazo. O resultado é, também, superior ao registrado no mês imediatamente anterior, quando 3.182 postos celetistas foram gerados. Veja em leia mais os setores com saldo de emprego.

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Porto registra saldo de mais de 200 empregos em novembro|| (Foto: Google Street View)

Porto Seguro foi o município do extremo sul da Bahia que apresentou o melhor resultado na geração de empregos em novembro. De acordo com dados do Ministério do Trabalho, as empresas instaladas no município fizeram 1.021 contratações e 764 demissões, resultando em saldo de 257 vagas no mês passado.

Os setores que mais abriram novas vagas em Porto foram comércio, serviços e construção civil. Juntos, os três setores criaram 244 postos de trabalho com carteira assinada em novembro. O comércio teve o melhor resultado, com saldo de 97 empregos formais.

No acumulado do ano, o resultado é ruim para os trabalhadores. No período de janeiro a novembro, foram eliminados 396 empregos formais em Porto, sendo que 394 somente nas empresas do setor de serviços. A tendência é que o déficit de empregos seja reduzido nos próximos meses, principalmente por causa do desembarque de milhares de turistas.

TEIXEIRA

Teixeira de Freitas acumula saldo de empregos formais|| (Foto: Google Street View)

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