Itabuna ganha novos leitos de UTIs do SUS || Foto Divulgação
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Itabuna ganhou, nesta quarta-feira (6), mais dez leitos de terapia intensiva ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A entrega dos leitos do novo Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães foi feita pela secretária estadual da Saúde, Roberta Santana, acompanhada pelo prefeito de Itabuna, Augusto Castro. O Governo do Estado investiu cerca de R$ 4,4 milhões entre obras e equipamentos.

O CTI é a primeira etapa da ampliação do Hospital de Base que terá novas unidades de urgência e emergência adulto e pediátrica; mais 20 leitos de UTI; seis salas de cirurgias; agência transfusional; unidade de apoio ao diagnóstico, que inclui tomografia, ressonância magnética, ultrassonografia, raio-x e endoscopia, além de setores administrativos. A intervenção completa representa um investimento do Governo do Estado de R$ 58,4 milhões somente em obras.

Estados aumenta o número de leitos de UTI em Itabuna || Foto Divulgação

A secretária Roberta Santana falou sobre a importância da implantação de novos leitos no sul da Bahia. “A gente fica feliz em poder colocar à disposição da população uma assistência qualificada. Essa é a regionalização e interiorização dos serviços da saúde. Esse é um pedido do governador Jerônimo (Rodrigues). É muito bom caminhar ao lado dos municípios” completou Roberta Santana.

O prefeito Augusto Castro destacou que a parceria com o Governo do Estado tem proporcionado muitos benefícios para a população de Itabuna. “Saúde não se faz sozinho. Este é um equipamento para cuidar e acolher a população”, declarou.

Essa é a primeira vez que o Hospital de Base de Itabuna passa por uma reforma para a modernização de suas instalações desde que foi inaugurada em 27 de setembro de 1998. As obras de ampliação já estão com 22% concluídas, segundo a Secretaria de Saúde da Bahia. A partir de agora, será iniciada a construção do novo prédio.

Campanha alerta para prevenção e tratamento do glaucoma || Foto Marcello Casal Jr./ABr
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Entre os dias 7 e 15 de dezembro, quem for aos cinemas de 125 cidades do Brasil assistirá a filme de 29 segundos com alerta sobre os riscos do glaucoma, causa mais comum da cegueira irreversível no mundo. A campanha da Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG) quer mostrar a importância dos exames preventivos com oftalmologista.   

A ideia da campanha nos cinemas é mostrar o que pode se perder ao deixar a doença avançar. “Infelizmente, no glaucoma a perda de visão é definitiva. No cinema, que é uma arte tão querida por todos, onde vemos imagens belíssimas, o paciente com a visão ruim, não consegue aproveitar. Então quisemos chocar as pessoas. Quase 150 mil pessoas serão impactadas por essa ação e o objetivo é informar que existe essa doença e fazer com que as pessoas procurem o oftalmologista para iniciar o tratamento o mais cedo possível”, disse o presidente da Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG), Roberto Galvão Filho.

Apesar de ser a mais comum causa de cegueira o glaucoma ainda é desconhecido por grande parte da população. Segundo uma pesquisa realizada por oftalmologistas ligados à SBG, com 1.636 indivíduos, 90% ignoravam que já apresentavam sinais de risco da doença. As estimativas da SBG mostram que 2,5 milhões de pessoas vivem com a doença no país.

Segundo a SBG, no mundo, há pelo menos 3,6 milhões de cegos e 4,1 milhões de indivíduos com deficiência visual moderada a grave devido ao glaucoma. Estima-se que 2040, o número de pessoas com glaucoma em todo o planeta chegará a 114 milhões. De 1% a 2% da população terá a doença. Quando se considera os indivíduos acima dos 70 anos, esse percentual sobe para 6% a 7%.

Os dados do dossiê elaborado pela SBG, indicam que em 2022 foram realizadas 10.805.942 consultas oftalmológicas pelo SUS, em todo o Brasil. Como o SUS atende 76% da população (24% têm cobertura de planos de saúde), o que corresponde a cerca de 163 milhões de brasileiros, o percentual de indivíduos que visitaram o oftalmologista uma vez por ano fica em torno de 6,7%.

“Por isso, os casos no Brasil são descobertos tão tarde. E o glaucoma descoberto tardiamente é mais difícil e mais caro para tratar. É quatro vezes mais caro tratar um glaucoma avançado do que um inicial. Além disso, os pacientes sofrem mais porque os defeitos visuais são irreversíveis. E isso implica em mais acidente de trânsito, mais quedas e mais custo para o estado”, enfatizou Galvão.

SINTOMAS E TRATAMENTO

O glaucoma não tem cura, mas, com diagnóstico precoce, é possível conter o avanço da doença. Por isso, a consulta anual ao oftalmologista é tão importante. A doença afeta a visão das laterais para o centro do olho e por isso o indivíduo não percebe que há algo errado, podendo se dar conta apenas quando até 60% do nervo ótico já estiver destruído. “As pessoas simplesmente não percebem que a visão está sumindo. Elas só percebem quando começam a bater no carro, esbarrar nas pessoas, na lateral de móvel, isso quando o campo visual periférico está danificado”, explicou.

A doença pode atingir pessoas de qualquer idade e normalmente é causada pelo aumento da  pressão intraocular, que também passa desapercebida pelo paciente. “O glaucoma não tem sintomas, mas tem sinais. Quando eu vejo o paciente no consultório, um dos primeiros sinais de glaucoma é a pressão intraocular elevada”. Outros aspectos que também podem ser observados em um exame no consultório são defeitos no nervo ótico e no fundo de olho, como aumento da escavação, sangramento e assimetrias de escavação. Ao notar esses sinais, o médico deve pedir exames mais detalhados.

Segundo o médico, o glaucoma não tem um tratamento específico e definitivo, e é muito difícil controlar, mas é possível estacionar a doença e a perda de campo visual. Além da pressão intraocular elevada, são fatores de risco o diabetes, a hipertensão arterial e miopia. Pessoas negras também precisam ficar atentas, pois têm maior predisposição a desenvolver o glaucoma.  “Se a pessoa tem um desses fatores de risco presentes, precisa ir ao oftalmologista uma vez ao ano”, disse Galvão.

O presidente da SBG enfatizou ainda que todo o tratamento para o glaucoma está disponível no SUS para pacientes de qualquer localidade do Brasil. “Se prescrito por um médico, o paciente tem a possibilidade de fazer o tratamento no SUS, incluindo desde os colírios que alguns estados até fornecem gratuitamente, até o tratamento com laser e cirurgias”, finalizou.

Juliano, do Plansul, fala de tratamento de contusão do meia Igor Oliveira, da Seleção da Califórnia
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O meia-armador Igor Oliveira já iniciou tratamento para disputar a finalíssima do Interbairros de Futebol 2023 pela Seleção da Califórnia, no Itabunão, no próximo domingo (26). O atleta sofreu contusão na partida válida pela semifinal contra Santa Inês, no último final de semana. A final será contra Ferradas (reveja aqui).

Exames confirmaram um estiramento muscular grau 1, na parte posterior da coxa. A avaliação foi feita pelo fisioterapeuta Erick Juliano Donato, do Plansul, que apoia a equipe. O profissional é especialista na área ortopédica/traumatológica e tratamento da dor de origem musculoesquelética.

Erick Juliano iniciou o tratamento personalizado de Igor para que o atleta esteja na final. “Estamos vivendo uma situação atípica, pois temos apenas uma semana para ajudar nessa reabilitação. Realizamos as avaliações e identificamos um estiramento muscular grau 1. Com isso, elaboramos o tipo de tratamento e exercícios que Igor realizará aqui no Centro Médico do Plansul e no campo até as vésperas da partida”, pontuou Juliano.

APOIO E CONFIANÇA

Para o time esse apoio está sendo muito importante, pois um tratamento especializado traz segurança para a equipe do Califórnia que já tem uma trajetória de vitórias no interbairros e fortalece um dos principais campeonatos do futebol amador do interior da Bahia.

– Estávamos preocupados, mas após a avaliação da equipe do Plansul e o tratamento iniciado sentir tranquilidade para focar na recuperação para o jogo de domingo. Quero dizer aos nossos torcedores que o time da Califórnia tá ”ON” na final. Estamos confiantes, a torcida pode aguardar uma emocionante final – garantiu emocionado Igor Oliveira.

A Seleção da Califórnia vai em busca de mais um título do Interbairros de Futebol. Em 2022, a equipe foi campeã da competição ao bater Nova Ferradas, nos pênaltis, por 4 a 3.

Foto Matheus Landim/GovBA
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Por meio de nota, o Hospital Regional Costa do Cacau reafirmou que cabe à Central Estadual de Regulação, da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab), a responsabilidade pela transferência do paciente A.S.S (saiba mais aqui).

O idoso, sogro do prefeito Tonho de Anízio, de Itacaré, aguardava há quase 48 horas pelo traslado para o Hospital Vida Memorial, também em Ilhéus. A transferência se deu ainda no início da noite de ontem.

Ainda em nota, o Hospital Costa do Cacau informou ter adotado todos “os procedimentos cabíveis para realização da transferência”, o que é corroborado por um dos netos de A.S.S., Romário Damasceno.

“Na oportunidade, salienta ainda que o hospital não tem ingerência com o setor de regulação do Estado”, encerra a nota do Hospital Costa do Cacau.

Tonho de Anízio questiona demora em transferência de paciente em Ilhéus || Foto Divulgação
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Um paciente aguarda há 48 horas por transferência simples do Hospital Costa do Cacau para o Vida Memorial, ambos em Ilhéus, gerando revolta em parentes. Parentes do idoso foram informados de que deveriam estar no Costa do Cacau às 7h de ontem (20) para acompanhar a transferência, o que não ocorreu.

Uma das filhas do idoso diz que, hoje (21), novamente a espera foi frustrada. O paciente está sendo assistido pelo Costa do Cacau, mas a revolta se deve à demora e à falta de respostas da Central de Regulação do Estado no envio de transporte.

O idoso é sogro do prefeito de Itacaré, Antônio de Anízio (PT). Há pouco, o prefeito questionou a demora na transferência e falta de comunicação entre os hospitais e Secretaria de Saúde para agilizar a transferência.

OUTRO LADO

Por meio de nota, o Hospital Costa do Cacau explicou que a unidade adotou todos os procedimentos cabíveis para a transferência do paciente. “Na oportunidade, salienta ainda que ao hospital não tem ingerência com o setor de regulação do Estado”, informa a nota. Atualizada às 8h41min.

Moacyr cobra entrega de ambulância nova a Uruçuca
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O prefeito Moacyr Leite Júnior (UB) reclamou do tratamento dispensado pelo Governo do Estado a Uruçuca, na região sul, e cobrou ambulância a que o município tem direito, segundo ele. A ambulância servia à comunidade de Serra Grande, distrito de Uruçuca. Um acidente gerou perda total do veículo.

O valor do seguro, afirma o prefeito, foi repassado ao Estado. “Estou lutando há dois anos para que o estado devolva a ambulância a Uruçuca, já que o dinheiro do seguro foi repassado pra ele”, disse Moacyr.

O prefeito de Uruçuca disse, ainda, que procurou a secretária de Saúde, Roberta Santana, logo que o novo governo assumiu, em janeiro deste ano. “Procurei a nova secretária, Roberta Santana, e ela me garantiu que, quando houvesse uma nova compra de ambulâncias, Uruçuca receberia de volta o equipamento”.

Moacyr se disse surpreso quando, na semana passada, o Governo do Estado fez a entrega de 66 ambulâncias, mas Uruçuca foi excluído do lote de municípios beneficiados. “Este equipamento é de suma importância para a nossa população. Vou continuar cobrando uma solução da Secretaria de Saúde do Estado”, concluiu.

João Evangelista, de branco: greve suspensa após garantia de pagamento
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Funcionários da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna decidiram suspender a greve que seria deflagrada na manhã desta terça-feira (14). De acordo com João Evangelista, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna, houve sinalização de pagamento do salário de outubro ainda nos próximos dias.

A provedoria tem atribuído à Prefeitura de Itabuna a culpa pelos atrasados no pagamento de salários. O município já reconheceu a dívida com a Santa Casa de Misericórdia, hoje superior a R$ 5 milhões.

Numa entrevista na última semana, o prefeito Augusto Castro disse que a queda no repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) tem comprometido pagamento aos fornecedores.

Gildásio sofreu queimaduras em 70% do corpo || Foto Mateus Landim/GovBA
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David Mendes, com Laís Nascimento

Gildásio estava na varanda de casa, em Teixeira de Freitas, no extremo-sul da Bahia, quando foi atingido por um raio e teve 70% do corpo queimado, no último sábado (4). A intensidade da descarga elétrica recebida pelo idoso, de 64 anos, durante o incidente foi tanta que desfez o tecido de suas roupas e danificou acessórios como óculos e relógio, ocasionando queimaduras de segundo e terceiro graus. Ele foi socorrido por vizinhos e levado para o hospital municipal e, em seguida, foi transferido para um hospital privado.

Na segunda-feira (6), a equipe médica que o acompanhava solicitou sua regulação para unidade com suporte especializado, sendo aceito no Hospital Geral do Estado (HGE), que é referência no tratamento de queimaduras. “Fui muito bem acolhido desde o acidente. Até agora, tudo foi fácil, graças a Deus. Só tenho a agradecer, uma referência boa aqui no estado da Bahia, o HGE. Estou muito satisfeito”, contou Gildásio.

Foram cerca de sete horas entre o pedido dos médicos para a regulação do paciente para o HGE e a chegada até o hospital, em Salvador. A rapidez da transferência é resultado do pronto atendimento da Central Estadual de Regulação (CER), da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), à demanda de Gildásio, associado ao transporte via unidade de terapia intensiva (UTI) aérea, viabilizado pelo Governo do Estado. O equipamento fez com que o tempo de deslocamento dos 800 quilômetros, entre sua cidade e a capital, se encurtasse.

O atendimento ao idoso, tanto na regulação quanto durante o tratamento no HGE, tem surpreendido Joare, filho caçula de Gildásio, que acompanha o pai desde a saída de Teixeira de Freitas. “Os médicos solicitaram a transferência [para o HGE] por volta das 13h [de segunda]. Embarcamos no aeroporto de Teixeira na mesma tarde e, por volta das 20h, já estávamos no HGE”, conta.

Gildásio é um dos 19.434 pacientes regulados, em todo o estado, no mês de outubro, três mil a mais na comparação com o mesmo período de 2022, quando a CER registrou 16.366 pessoas encaminhadas para internações hospitalares em todo o estado. O recorde de internação do último mês é comemorado pela diretora da Regulação, Rita Santos. Segundo ela, o resultado veio a partir do trabalho de excelência prestado pela equipe da Central – que, atualmente, conta com 600 profissionais, entre médicos reguladores e auxiliares de regulação –, integrado à oferta de equipamentos de saúde e sua capilaridade em todo estado.

“Isso se deve à ampliação dos serviços e leitos que o governo do Estado vem garantindo a cada mês. Essas ações, implantadas em todas as regiões de saúde, têm garantido, não só um número maior de atendimentos, mas, também, a redução no tempo de espera”, afirma a diretora da Regulação Rita Santos.

Central de Regulação atende a todo o estado || Foto Matheus Landim/GovBA

A DINÂMICA DA CER

Diariamente, são 30 médicos que atuam no período diurno e outros 16 no período noturno, o que garante o acompanhamento, 24 horas por dia, de todas as solicitações encaminhadas pelas unidades requisitantes. Rita Santos explica, ainda, a importância do atendimento por profissionais especializados. “Não só garante o aumento do número de atendimentos, porque são mais médicos analisando as ocorrências, mas, também, porque consegue dar uma qualidade melhor na avaliação dos relatórios”, pontua.

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Vânia participou de congresso científico em Salvador
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Profissionais de Enfermagem do Hospital Regional Costa do Cacau, em Ilhéus, participaram de capacitação no atendimento a pacientes classificados como grande queimado. O médico intensivista Edvaldo Vieira de Campos, coordenador médico do Serviço de Terapia Intensiva do Hospital Universitário Regional de Maringá, do Paraná, ministrou o treinamento por meio de plataforma digital.

Edvaldo abordou os cuidados clínicos com os pacientes vítimas de queimaduras de segundo e terceiro graus, em mais de 20% e 10% da superfície corporal queimada, respectivamente. A enfermeira Vânia Oliveira, integrante da Comissão de Feridas do HRCC, diz que o profissional do hospital paranaense passou orientações valiosas sobre a monitorização do paciente queimado”.

Ainda no curso, afirma ela, os profissionais da Enfermagem receberam informações sobre a forma mais adequada para dar o suporte necessário a pacientes vítimas de queimaduras. De 27 a 29 de setembro, Vânia participou do XIII Congresso Brasileiro de Queimaduras, no Centro de Convenções de Salvador, com palestras ministradas por renomados especialistas da área, no Brasil e no exterior.

Na avaliação da enfermeira do HRCC, sua participação no evento foi muito proveitosa para sua atuação na assistência hospitalar. “Foram três dias com discussões importantes sobre interdisciplinaridade e inovação em queimaduras. Agradeço a diretoria da nossa unidade por essa oportunidade de qualificação, o que reflete na melhoria do atendimento ao paciente”, declarou.

Rio de Janeiro - O presidente Michel Temer e o governador Luiz Fernando Pezão participam da inauguração do centro de radiocirurgia do Instituto Estadual do Cérebro, no centro do Rio (Tânia Rêgo/Agência Brasil)
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Uma em cada quatro pessoas com mais de 35 anos vai sofrer um acidente vascular cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame, em algum momento da vida – e 90% desses derrames poderia ser prevenido por meio do cuidado com um pequeno número de fatores de risco, incluindo hipertensão ou pressão alta, tabagismo, dieta e atividade física. O alerta é da Organização Mundial do AVC. 

No Dia Mundial do AVC, lembrado neste domingo (29), a entidade destaca que a doença é uma das maiores causas de morte e incapacidade no mundo, pode acontecer com qualquer um em qualquer idade, e é algo que afeta a todos: sobreviventes, familiares e amigos, além de ambientes de trabalho e comunidades.

A estimativa é que mais de 12 milhões de pessoas no mundo tenham um AVC este ano e que 6,5 milhões morram como resultado. Os dados mostram ainda que mais de 110 milhões de pessoas vivem com sequelas de um AVC. A incidência aumenta significativamente com a idade – mais de 60% dos casos acontece em pessoas com menos de 70 anos e 16%, em pessoas com menos de 50 anos.

“Mais da metade das pessoas que sofrem um derrame morrerão como resultado. Para os sobreviventes, o impacto pode ser devastador, afetando a mobilidade física, a alimentação, a fala e a linguagem, as emoções e os processos de pensamento. Essas necessidades complexas podem resultar em desafios financeiros e cuidados para o indivíduo e para os seus cuidadores”, alerta a organização.

De acordo com o neurologista e coordenador do serviço de AVC do Hospital Albert Einstein, Marco Túlio Araújo Pedatella, o AVC acontece quando há uma obstrução do fluxo de sangue pro cérebro. Ele pode ser isquêmico (quando há obstrução de vasos sanguíneos) ou hemorrágico (quando os vasos se rompem). Em ambos os casos, células do cérebro podem ser lesionadas ou morrer.

“Os principais fatores de risco que temos hoje pro AVC são pressão alta, diabetes, colesterol elevado, sedentarismo, fumo, uso excessivo de bebida alcoólica, além de outros fatores que a gente não consegue interferir muito, como idade, já que acaba sendo mais comum em pacientes mais idosos, sexo masculino, pessoas da raça negra e orientais e histórico familiar, que também é um fator de risco importante.”

JOVENS

Apesar de o AVC ser mais frequente entre a população acima de 60 anos, os relatos de casos entre jovens têm se tornado cada vez mais comuns. Pedatella lembra que, nesses casos, os impactos são enormes, uma vez que a doença pode gerar incapacidades importantes a depender do local e do tamanho da lesão no cérebro.

“Acometendo um paciente jovem, uma pessoa que, muitas vezes, vai deixar de trabalhar, vai precisar fazer reabilitação, gerando enorme gastos. Em vários casos, dependendo da sequela, esse paciente precisa de ajuda até pra andar, então, vai tirar um familiar do trabalho pra poder auxiliar. Então acaba aumentando muitos os gastos de seguridade social, além dos gastos com tratamento e reabilitação.”

“Infelizmente, a gente não tem um remédio que trate, que cure essas lesões. Os pacientes melhoram com a reabilitação, mas dependendo da lesão, do tamanho, da localização, podem ficar com alguma sequela mais incapacitantes.”

RECONHECENDO SINAIS

O especialista explica que reconhecer os sinais de um AVC e buscar tratamento rapidamente não apenas salva a vida do paciente, mas amplia suas chances de recuperação. “O AVC é um quadro repentino, súbito. Acontece de uma vez.”

“A pessoa tem perda de força ou de sensibilidade de um ou de ambos os lados do corpo; perda da visão de um ou de ambos os olhos; visão dupla; desequilíbrio ou incoordenação motora; vertigem muito intensa; alteração na fala, seja uma dificuldade para falar, para articular palavras, para se fazer ser compreendido ou compreender; além de uma dor de cabeça muito intensa e diferente do padrão habitual”.

“É recomendado que, na presença de qualquer um desses sinais, entre em contato com o serviço de urgência para que o paciente possa ser avaliado por um médico e afastar a possibilidade de um AVC. A gente tem uma janela muito estreita, no AVC isquêmico, pra poder tratar esse paciente e evitar sequelas incapacitantes – até quatro horas e meia com tratamento medicamentoso e até seis horas com procedimento endovascular.” Com informações d´Agência Brasil.

Foto Tomaz Silva/Agência Brasil
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A população negra brasileira tem os piores indicadores relativos a emprego, renda, educação e participação política quando comparada ao grupo de pessoas brancas. Apresenta também índices desfavoráveis relacionados à vitimização pela violência. Quando são avaliadas as condições de saúde, mais uma vez os negros fica em posição desvantajosa, com piores incidências de determinados males e doenças. 

Dados do boletim Saúde da População Negra, apresentados na segunda-feira (23) pelos ministérios da Saúde e da Igualdade Racial, confirmam que questões como mortalidade materna, acesso a exames pré-natais e doenças infectocontagiosas se mostram mais severas na população negra.

No Dia Nacional de Mobilização Pró-Saúde da População Negra, celebrado em 27 de outubro, a Agência Brasiltraz a avalição de especialistas que dedicam esforços profissionais e acadêmicos para a promoção da saúde deste grupo, que representa mais da metade da população do país. De acordo com o IBGE, 56% dos brasileiros se reconhecem como negros – somatório de pessoas pretas e pardas.

DO NASCIMENTO À MORTE

Uma explicação para os dados considerados preocupantes é o racismo. Segundo Andrêa Ferreira, pesquisadora da Associação de Pesquisa Iyaleta, há várias evidências que colocam o racismo como “determinante social estrutural que condiciona a vida da população negra”. Para ela, o preconceito acompanha essa população desde antes do nascimento até a forma pela qual morre.

“Quando a gente olha os dados de mortalidade materna, a gente sabe que as taxas são maiores entre as mulheres negras. Quando a gente olha a mortalidade por causas externas, por exemplo, que inclui acidentes e por arma de fogo, ela se concentra na população negra. Então, o racismo faz todo esse percurso de interferir na possibilidade de nascer, crescer e viver”, afirma a pesquisadora que também faz parte do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs), da Fiocruz Bahia.

“O racismo condiciona a vida das pessoas negras em todas as suas fases, desde a possibilidade de terem um parto adequado, de nascerem vivas até a forma como morrem”.

Na avaliação da Andrêa, uma vez que a pessoa negra consegue romper barreiras que a afastam do serviço de saúde, começa outro problema. “Você tem um tratamento desigual quando a gente compara as pessoas brancas e as negras. Você tem o viés racial implícito, o preconceito e as discriminações pautando a forma como as pessoas negras são tratadas”. A pesquisadora considera que essa forma de racismo prejudica a forma de acolhimento, tratamento, oferta de exames e, consequentemente, o diagnóstico de doenças.

“Temos estudos que mostram como o racismo em suas manifestações retarda, por exemplo, o diagnóstico da sífilis gestacional no Brasil”, cita.

O estudo do Ministério da Saúde revela que 70% das crianças com sífilis congênita – transmitida para a criança durante a gestação – são filhas de mães negras.

Para Andrêa, a pandemia de covid-19 foi uma prova de como o racismo atua como determinante social. “A pandemia foi clara em mostrar como o racismo estava ali, determinando quem seriam as pessoas que precisaram sair do isolamento social para trabalhar, que moravam em casas densamente povoadas, sem acesso à água e saneamento. Eram as pessoas negras”, avalia.

RACISMO EM TODAS AS PARTES

Lúcia Xavier é fundadora da organização não governamental (ONG) Criola, defensora dos direitos humanos de mulheres negras. Ela concorda que um dos fatores que fazem com que negros tenham piores índices de questões relativas à saúde se dá por uma forma de racismo no atendimento de saúde. Para ela, há “um conjunto de procedimentos feitos de forma inadequada”.

“[A pessoa negra] recebe menos informação do que precisa. É atendida com rapidez quando precisa de um pouco mais de tempo para explicar, para reconhecer os problemas. As queixas não são admitidas como legítimas. Se ela acaba perdendo sua consulta, volta para o fim da fila de espera”.

Uma outra face do acolhimento e tratamento inadequados é, na avaliação de Lúcia, que a pessoa acaba sendo responsabilizada pelos problemas.

“Qualquer agravo que ocorra, o primeiro responsável é ela. Se ela se infectou com dengue, é porque ela não cuidou da água parada. Se ela pegou covid-19, é porque não utilizou os mecanismos de proteção necessários para cuidar da sua saúde”, exemplifica.

“DOENÇA DE NEGRO”

No país em que mais de 60% das mortes por aids são de negros – índice que era de 52% em 2011, Lúcia aponta que as doenças infectocontagiosas são também consequência dessa discriminação que acontece durante o que deveria ser um acolhimento.

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Doiane recebe prêmio nacional por sua contribuição profissional || Foto Divulgação
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A enfermeira Doiane Lemos Sousa recebeu, na noite desta terça-feira (24), em João Pessoa (PB), o prêmio Anna Nery, a maior honraria concedida pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen). A profissional, indicada pelo Conselho Regional de Enfermagem da Bahia (Coren-BA) para esta edição, foi premiada por seu relevante trabalho e dedicação prestados à categoria. Ela recebeu a premiação das mãos da presidente do Coren-BA, Giszele Paixão, e da presidente do Cofen, Betânia Santos.

“A entrega desta premiação a Doiane é mais do que justa, pois esta mulher é guerreira, líder nata, conhecida por sua luta em favor dos profissionais da área da saúde e por suas ações sociais”, destacou Giszele. Doiane é enfermeira especialista em Terapia Intensiva sob a forma de residência pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), sanitarista e atua como subcoordenadora de Controle de Doenças Imunopreveníveis do Município de Salvador.

Além de Doiane, outros 31 profissionais da categoria foram com o prêmio Anna Nery. São enfermeiros, técnicos e auxiliares que atuam nas mais diversas áreas da profissão e contribuem para a qualidade da assistência e da formação, mesmo nos contextos mais adversos.

Criada em 2012, a premiação é destinada aos profissionais que, com trajetórias de dedicação e inovação, trabalham pelo desenvolvimento da profissão. Neste ano, a solenidade ocorreu durante o 25º Congresso Brasileiro dos Conselhos de Enfermagem (CBCENF).

Funcionários da Santa Casa podem entrar em greve por salário || Foto PIMENTA
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A Santa Casa de Misericórdia de Itabuna está cobrando, da Prefeitura, o repasse de R$ 13 milhões por serviços já prestados e ainda não pagos pela Secretaria Municipal de Saúde. Os dois lados devem sentar à mesa, na manhã desta sexta-feira (20). A reunião deverá ter a participação do provedor Francisco Valdece e do prefeito Augusto Castro (PSD).

A situação é considerada crítica, pois o salário de setembro dos funcionários ainda não foi pago pela instituição filantrópica, que atribui o atraso à dívida não honrada pela Prefeitura.

De acordo com Raimundo Santana, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi), não está descartada paralisação dos funcionários, caso o salário de setembro não seja pago até esta sexta-feira.

“A situação financeira dos trabalhadores é crítica e parar os serviços é a única alternativa. Devemos definir sobre esse movimento conversando com os trabalhadores amanhã mesmo”, afirma Raimundo Santana. A Santa Casa tem cerca de 1,6 mil funcionários e é responsável pelos hospitais São Lucas (100% SUS), Calixto Midlej Filho e o pediátrico Manoel Novaes.

Dos quadrinhos para os palcos, heróis infantis fazem a festa da criançada || Fotos Pedro Augusto
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Passeios na Carreta da Alegria, apresentações culturais com atrações infantis, estande de leitura com o projeto Letras que Voam, pintura facial, escultura de balões, brincadeiras interativas e vacinação foram algumas das atrações do Circuito Kids. O evento para a criançada foi promovido, neste domingo (8), pela Prefeitura de Itabuna e Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC), na Arena Zé Cachoeira, no Banco Raso.

A secretaria Daiane Vila Nova levou a pequena Analu ao circo e ficou encantada com as atrações e a animação do evento. “Chegamos aqui às 14h, fomos a alguns brinquedos e viemos ao circo. O Circuito Kids está maravilhoso e o mais importante ela está se divertindo muito” comemorou a mãe da criança.

“Nosso objetivo foi que as crianças tivessem um momento de diversão, mas que os pais também se preocupassem com a proteção delas. Ou seja, é bem-estar com proteção”, disse a secretária municipal de Saúde, Lívia Mendes Aguiar, que cooperou com a realização do Circuito Kids. Ela afirmou que a adesão à vacinação está baixa em todo país o que pode causar o retorno de doenças que estavam erradicadas, como catapora e varíola.

A copeira Verônica Santos levou o filho para atualizar o cartão de vacina. “Na correria do dia a dia, a gente acaba não tendo tempo de ir a um posto de saúde. Mas, hoje, tive a oportunidade de regularizar a vacinação dele”.

Já o estudante João Pedro Marcelino, 14 anos, tomou a vacina e depois foi aproveitar a sessão do Arena Circus. “O evento está ótimo. Agora vou par o circo curti muito”, disse. O circuito Kids também teve distribuição de brinquedos e um grande palco, onde personagens infantis se apresentaram fazendo a alegria de crianças e adultos.

Pirulito e Paçoca é das atrações que mais divertem a criançada – e o público adulto também

MAIS DE 10 MIL PESSOAS

Segundo a Prefeitura, o evento atraiu 10 mil pessoas. O presidente da FICC, Aldo Rebouças, já celebrava os primeiros números da festa ainda no início. “O evento está só começando e a arena já está lotada”, disse por volta das 14h.

O prefeito Augusto Castro percorreu vários espaços da Arena Zé Cachoeira, na companhia de secretários e do presidente da FICC, e tirou fotos com pais e filhos e fez muitas selfies e vídeos. Augusto Castro agradeceu o envolvimento de todas as secretarias municipais e órgãos da gestão para o sucesso do evento.

– Com certeza o Circuito Kids entrou para a história de Itabuna como uma grande oportunidade de alegrar crianças de todas as idades, promover o lazer e o entretenimento e a interação. Graças a Deus tudo aconteceu como planejado – disse.

Augusto faz selfie com público durante o Circuito Kids

Na frente do palco, uma multidão se aglomerou para participar do sorteio de brindes, presentes, brinquedos e até uma bicicleta para as crianças com. O público também quis ver a apresentação de personagens e fazer imagens, com personagens como Batman, Homem-Aranha, Homem de Ferro e Incrível Hulk, além das princesas.

A Carreta da Alegria foi uma das atrações mais disputadas no Circuito Kids. Cada passeio pelas ruas da cidade levou 180 pessoas. Outra atração foi o Espaço Letras que Voam, da FICC. A coordenadora Geny Xavier disse que o projeto retorna com algumas mudanças, entre elas a participação de alunos de escolas públicas nas oficinas que ocorrem no Teatro Candinha Doria. Já no Circuito Kids, a iniciativa ofereceu mediação de leitura com livros da Biblioteca Municipal Plínio de Almeida.

Fundação se posicona contra PEC do Plasma, que pode transformar sangue em mercadoria || Foto Davidyson Damasceno/ABr
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O Conselho Deliberativo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) se posicionou contra a proposta de emenda à Constituição nº 10, de 2022, (PEC 10/2022), a chamada PEC do Plasma. Ela tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado e tem por objetivo permitir que a iniciativa privada colete e processe o plasma humano.

A Constituição brasileira proíbe todo tipo de comercialização de órgãos, tecidos e substâncias humanas. Atualmente, a coleta e o processamento do sangue ficam a cargo da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás), estatal criada em 2004. A PEC do Plasma altera o artigo 199 da Carta Magna, que dispõe sobre as condições e os requisitos para coleta e processamento de plasma para permitir que isso seja feito pela iniciativa privada.

Pela proposta seria acrescentado no artigo 199 o parágrafo: § 5º A lei disporá sobre as condições e os requisitos para coleta e processamento de plasma humano pela iniciativa pública e privada para fins de desenvolvimento de novas tecnologias e de produção de biofármacos destinados a prover o Sistema Único de Saúde.

RISCOS

A Fiocruz disse que “a aprovação da PEC pode causar sérios riscos à Rede de Serviços Hemoterápicos do Brasil e ao Sistema Nacional de Sangue, Componentes e Hemoderivados. A comercialização de plasma pode trazer impacto negativo nas doações voluntárias de sangue, pois há estudos que sugerem que, quando as doações são remuneradas, as pessoas podem ser menos propensas a doar por motivos altruístas”.

Além disso, segundo a Fiocruz, esta prática traz riscos para a qualidade e segurança do plasma e pode aumentar as desigualdades sociais.

“Estudos sugerem, por exemplo, que a comercialização pode atrair pessoas em situações financeiras difíceis, dispostas a vender seu plasma, além de facilitar o acesso a pessoas que podem pagar, em detrimento daquelas que não têm condições”, acrescentou a fundação.

PREJUÍZOS

Atualmente, o plasma doado no país atende exclusivamente às necessidades da população brasileira e traz retorno na forma de acesso a medicamentos. “A comercialização do plasma poderia suscitar ainda movimentos de exportação, o que prejudicaria os brasileiros, deixando o país vulnerável diante de emergências sanitárias”, informou a Fiocruz, que destaca que hoje o Sistema Único de Saúde (SUS) presta atendimento a 100% dos pacientes que necessitam de hemoderivados.

“Para o aprimoramento da política nacional de sangue, referência mundial pela sua excelência e capacidade de atender a todos os brasileiros, a Hemobrás precisa ser fortalecida para que possa produzir no máximo da sua capacidade. É importante também fortalecer a Coordenação-Geral de Sangue e de Hemoderivados do Ministério da Saúde, encarregada da execução da política de atenção hemoterápica e hematológica que regula da coleta ao processamento e a distribuição de sangue e hemoderivados no Brasil”, finalizou a Fiocruz.