Na próxima segunda-feira (5), as secretarias da Educação (SME) e da Saúde (SMS) darão início à Campanha Nacional de Combate à Verminose nas escolas da rede municipal de Itabuna. O público-alvo da campanha é formado por alunos de 5 a 14 anos de idade matriculados no ensino fundamental.
Profissionais vão esclarecer sobre sintomas e formas de proteção contra as doenças causadas por vermes, com diagnóstico e tratamento. As equipes das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) situadas no entorno estarão nas escolas para ministrar a medicação, que consta de comprimido com dose única.
A fim de evitar aglomerações, a campanha seguirá o cronograma de entrega das atividades escolares impressas e o atendimento aos estudantes será dividido por grupos, sendo que o primeiro, na próxima segunda, alcançará aproximadamente 8 mil alunos, do 1º ao 8º anos do Ensino Fundamental.
Estima-se que até o dia 14 de dezembro, data de encerramento da campanha, cerca de 14 mil estudantes da Rede Municipal de Ensino recebam a medicação. “A ideia é intensificar os cuidados e preservação da saúde dos alunos das escolas públicas do município, que em sua maioria, vivem em situação de vulnerabilidade social e elevado risco de adoecimento, ainda que não estejam com aulas presenciais, devido à pandemia causada pela Covid-19”, afirma a secretária de Educação, Nilmecy Gonçalves.
CUIDADOS
Os pais e responsáveis, ao levarem os estudantes às escolas para receberem a medicação, precisam observar os protocolos de proteção contra a covid-19: crianças e adultos usando máscaras, distanciamento mínimo de um metro e meio entre as pessoas, lavar as mãos e usar o álcool em gel. A SME recomenda ainda que os pais entrem em contato com os gestores escolares, para que horários e grupos específicos sejam informados a fim de evitar aglomeração.
Profissionais comemoram 500 altas em unidades Covid-19 na Santa Casa
Desde a entrada dos primeiros pacientes com sintomas do novo coronavírus que a rotina nos corredores, leitos e estacionamentos dos hospitais Calixto Midlej Filho (HCMF) e Manoel Novaes (HMN) mudou. Com o aumento de casos graves de infectados pelo vírus, o número de internamentos disparou nos últimos seis meses, principalmente de pacientes adultos. Cada alta médica tem sido muito comemorada. Os pacientem recebem o certificado de etapa vencida ao deixarem as unidades.
Zé Aguadeiro ao receber alta do Calixto Midlej
Desse período de pandemia, há várias histórias felizes para contar sobre o tratamento. Uma delas é a do casal Judson e Maria de Lourdes Lisboa. O casal formado há quatro décadas reside em Itajuípe. Judson e Maria de Lourdes ficaram internados na Unidade Covid do Hospital Calixto Filho, de onde receberam alta no dia 17 de julho.
Oura história de superação nessa pandemia é de um homem de 103 anos. Morador de Uruçuca, seu José Rodrigues dos Santos ficou internado durante seis dias na enfermaria da unidade Covid-19 do Calixto Midlej Filho. Muito querido em sua cidade natal, seu “Zé Aguadeiro”, como é conhecido, foi recebido com festa no dia 20 de julho.
Casal de Itajuípe, no sul da Bahia, é um dos símbolos da vitória contra a covid-19 no estado
Desde os registros dos primeiros casos de novo no sul da Bahia, na segunda quinzena de fevereiro, até quinta-feira (1ª) o HCMF e o HMN contabilizaram 2.532 atendimentos. Desse total, 922 pessoas precisaram de internamentos nas duas unidades, sendo que 502 já receberam alta médica. Muitas desses pacientes estão completamente recuperados da doença.
O Calixto Midlej Filho foi o primeiro no sul da Bahia a se preparar para atender pacientes com suspeita e/ou positivados para o novo coronavírus. “No início do ano promovemos o treinamento dos profissionais e adequamos as estruturas da nossa unidade para o enfrentamento ao novo coronavírus”, observa a diretora técnica do Calito, Lívia Mendes.
VITÓRIA DE PACIENTES E DE PROFISSIONAIS DE SAÚDE
A alta médica de cada paciente, afirma a diretora técnica, representa uma vitória não só para as famílias. “O nosso sentimento é de muita gratidão pelo trabalho que vem sendo oferecido. Os últimos seis meses foram muito difíceis, marcados por uma maior sobrecarga física e emocional, pois convivemos com o sofrimento de muitos pacientes e famílias”, retratando a rotina dos profissionais de saúde durante a pandemia.
Fabiane Chavéz, diretora técnica do Manoel Novaes, hospital da Santa Casa
Em alguns casos, diz Lívia Mendes, a doença atingiu mais de um membro da mesma família. Isso exigiu ainda mais dos profissionais. “Chegamos com essas 500 altas com o sentimento de que as nossas equipes fizeram o melhor trabalho possível para acompanhamento e tratamento desses pacientes. Chegamos até aqui com sensação de dever cumprido”.
Muitos pacientes chegaram em estado muito grave e, mesmo assim, conseguiram vencer a batalha contra o novo coronavírus. “Há casos de paciente que ficou internado no nosso hospital por mais de 60 dias e conseguiu se recuperar. Outros, com sequelas mais graves, ainda estão em fase de tratamento”, explica a diretora técnica.
Na opinião da diretora médica, o momento mais dramático parece ter sido superado, mas as pessoas não podem abandonar as medidas preventivas. “Os números já mostram uma curva decrescente. A quantidade de pacientes internados caiu consideravelmente. Isso nos deixa um pouco mais tranquilos para sequência nessa luta de enfrentamento não só ao novo coronavírus, mas também na manutenção das assistências que o Calixto presta na nefrologia, oncologia, cirurgias de média e alta complexidade e aos pacientes da clínica médica”, finaliza.
Nas últimas 24 horas, voltou a subir o número de pacientes em recuperação da covid-19, os chamados casos ativos, na Bahia. Saltou de 6.744 ontem (30) para 7.254 nesta quinta-feira (1º), conforme dados do Portal Covid-19 da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab). No mesmo período, foram registrados 1.524 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,5%) e 1.794 curados (+0,6%). Cresce também percentual de ocupação de leitos de UTI Covid-19 (veja ao final do texto).
Desde o início da pandemia, subiu para 312.050 o total de casos confirmados da doença no estado, dos quais 298.001 já são considerados curados. O número de óbitos saltou para 6.795, 51 deles confirmados nesta quinta, mas ocorridos no período que vai de 1º de julho a 30 de setembro, conforme a Sesab.
Dos mais de 312 mil casos da doença, a maior proporção ocorreu em Salvador (27,90%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes, até aqui, são Ibirataia (6.661,44), Almadina (6.423,87), Madre de Deus (6.082,59), Itabuna (6.053,76) e São José da Vitória (5.232,46).
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 620.669 casos descartados e 75.750 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta quinta-feira (1º). Na Bahia, 26.188 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.
LEITOS DE UTI
Nesta quinta, também foi registrado o maior percentual de ocupação de leitos de UTI exclusivos para Covid-19 dos últimos 10 dias – 52%. A região com maior percentual de UTIs ocupadas é a centro-norte, com 80%, seguida pelo sul do Estado (Itabuna e Ilhéus), com 72%. No sudoeste (Vitória da Conquista e Jequié), chega a 63%.
A Bahia registrou 2.274 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,7%) e 1.317 curados (+0,4%) nas últimas 24 horas. Dos 310.526 casos confirmados desde o início da pandemia, 296.207 já são considerados curados e 6.744 encontram-se em recuperação (ativos).
Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (28,01%). Já os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Ibirataia (6.622,26), Almadina (6.387,26), Madre de Deus (6.049,40), Itabuna (6.025,62), São José da Vitória (5.151,75).
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 616.533 casos descartados e 73.826 em investigação até as 17 horas de hoje. Na Bahia, 26.105 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.
O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 47 óbitos que ocorreram no período de 3 de junho a 29 de setembro. O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 6.744, representando uma letalidade de 2,17%. Dentre os óbitos, 55,87% ocorreram no sexo masculino e 44,13% no sexo feminino.
Bahia registra quase 9 mil casos de Covid-19 em 48 horas
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou uma nota técnica para simplificar o procedimento de análise de dados e registro de vacinas contra a covid-19 no país. A nota, reduz exigências para admissão do protocolo dos novos produtos. A proposta, apresentada ontem (29), determina que após a inclusão das informações, a equipe irá analisar documentação em até 20 dias.
O procedimento, chamado de submissão contínua, diz que a análise dos dados referentes aos imunizantes acontecerá na medida em que forem gerados e apresentados à Anvisa os resultados das pesquisas, “visando uma posterior submissão de registro quando do preenchimento dos requerimentos regulatórios necessários”.
“A partir da adoção desse procedimento, não será preciso aguardar a disponibilização de todos os dados e documentos técnicos, bem como o preenchimento dos requerimentos regulatórios, para realizar a submissão do registro junto à Anvisa. Ou seja, conforme os dados forem gerados, estes deverão ser apresentados à Agência, de modo que o processo regulatório seja agilizado”, informou a Anvisa.
De acordo com a agência reguladora, a estratégia tem como objetivo acelerar a disponibilização à população brasileira de vacinas contra o novo coronavírus, desde que garantidas a qualidade, a segurança e a eficácia.
Segundo a nota técnica, o pedido de registro da possível vacina deve ser protocolado com uma justificativa e conter informações sobre o status regulatório mundial, histórico de interações prévias do requerente com a Anvisa e um cronograma de submissão da documentação técnica a ser avaliada.
A cada nova etapa deverá ser feito um aditamento com informações sobre a pesquisa. Caberá à Anvisa analisar a documentação em até 20 dias, “a depender da quantidade de dados submetida, contados a partir da data do protocolo.”
O procedimento será repetido a cada nova submissão de informações. O número de ciclos de aditamentos dependerá do número de pacotes a serem submetidos pela empresa interessada, não havendo limite imposto pela Anvisa para este número.
“Os produtos que tiverem sua análise iniciada pelo procedimento de submissão contínua poderão ter submetido seu pedido de registro formal após a conclusão do último aditamento protocolado e após avaliação pela empresa quanto à suficiência dos dados de qualidade, eficácia e segurança para o estabelecimento de uma relação de benefício-risco positiva e robusta, considerando a indicação terapêutica pleiteada e as discussões prévias com a Anvisa”, diz a nota técnica.
Médico Umberto Castro Alves explica funcionamento do Artroscopia para Todos
O Hospital Regional Costa do Cacau, em Ilhéus, inicia nesta quinta-feira (1°), projeto inovador que beneficiará população estimada em um milhão de habitantes, com a perspectiva de expansão para as demais regiões do estado. O Artroscopia para Todos permitirá realização de cirurgia das estruturas articulares com auxílio de câmera e lente, minimizando os riscos e permitindo uma reabilitação precoce.
O projeto do hospital ilheense, que é unidade 100% SUS do Governo da Bahia, sob gestão do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento da Administração Hospitalar (IBDAH), com câmeras facilita a identificação das lesões com apenas dois pequenos furos na articulação.
As vantagens da artroscopia para os pacientes são enormes, conforme o hospital. Dentre elas, causa menos danos aos tecidos, mínimo sangramento, tem um tempo de cicatrização rápido em relação a outras cirurgias mais invasivas e as cicatrizes, de tão pequenas, costumam desaparecer com o tempo e praticamente indolor.
Idealizador do Artroscopia Para Todos, Umberto Castro Alves diz que o projeto foi elaborado com a finalidade de interiorizar a cirurgia artroscópica em diversas regiões do estado da Bahia. “O Artroscopia Para Todos é um projeto pioneiro e inovador que facilitará o acesso da população aos procedimentos sofisticados da medicina esportiva, invertendo o fluxo de pacientes que outrora precisavam se deslocar até a capital baiana para a realização de procedimentos”, disse Umberto Castro Alves.
Segundo ele, a realização da artroscopia no Costa do Cacau, além de reduzir o impacto no tempo de espera pelo procedimento, “o paciente terá total assistência em uma unidade próxima a sua residência e de seus familiares”.
O agendamento para a realização do procedimento no HRCC obedecerá a demanda já existente junto às secretarias de saúde da região cacaueira. “Faremos o atendimento dos pacientes no HRCC e marcaremos a cirurgia”, diz o especialista.
O presidente do IBDAH, José Antônio Sousa, destaca o grande investimento do governo estadual na oferta de atenção à saúde eficiente e resolutiva. “O Governo da Bahia tem investido muito na saúde dos baianos e o Hospital Regional Costa do Cacau é mais uma unidade que se tornou referência em saúde de qualidade”, garante.
Bahia possui mais de mil pacientes internados por causa da covid-19
A Bahia tem 6.665 vítimas da covid-19 ainda em isolamento ou internadas em centros covid-19 ou hospitais, segundo a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab). São os chamados casos ativos (em recuperação). O número foi divulgado há pouco.
O total de internados chega a 1.005 – 531 em UTI e 474 em leito clínico. Dos 308.252 casos confirmados desde o início da pandemia, 294.890 já são considerados curados.
Já nas últimas 24 horas, o estado registrou 1.624 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,5%) e 1.665 curados (+0,6%). Os casos confirmados desde o início da pandemia ocorreram em 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (28,14%).
Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (6.576,54), Almadina (6.350,66), Itabuna (5.992,32), Madre de Deus (5.987,77) e Dário Meira (5.144,72).
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 611.572 casos descartados e 74.021 em investigação até as 17 horas desta terça-feira (29). Na Bahia, 25.964 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.
ÓBITOS
O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 49 óbitos que ocorreram em datas diferentes, no período de 27 de abril a 27 de setembro. O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 6.697, representando uma letalidade de 2,17%. Dentre os óbitos, 55,92% ocorreram no sexo masculino e 44,08% no sexo feminino.
Ilhéus registra mais duas mortes provocadas pela covid-19 || Foto José Nazal
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Nesta segunda (28), Ilhéus confirmou mais duas mortes provocadas pelo novo coronavírus (Covid-19), conforme a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau). São 233 óbitos pela covid-19 desde o início da pandemia.
Conforme boletim dessa segunda, o município tem 6.817 casos confirmados da doença, 28 deles ocorridos nas 24 horas compreendidas entre o início da noite de domingo e igual período de ontem.
Ilhéus tem, ainda, 319 pacientes em isolamento, 56 deles internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Segundo a Sesau, há 473 pacientes com quadro suspeito da doença aguardando resultado do exame. Desde o início da pandemia, 21.910 casos suspeitos apresentaram resultado negativo (descartados).
Itabuna confirma 299 casos de Covid-19 em uma semana.
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Na noite deste domingo (27), Itabuna ultrapassou a marca de 10 mil curados do novo coronavírus (Covid-19), segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS). O boletim aponta total de 10.028 vítimas da covid-19 curadas da doença.
Desde o início da pandemia, o município registra total de 12.390 infectados pelo vírus. Destes, 2.095 estão em período de recuperação, porém 267 pessoas não resistiram ao vírus.
Ainda conforme o boletim da SMS, das pessoas que estão infectadas, 32 estão internadas em leitos de Unidade de Terapia Intesiva (UTI) e 40 em leitos clínicos.
A Secretaria aponta evolução dos dados positivos (total de recuperados) e reforça a necessidade de as pessoas continuarem se cuidando para não serem infectados. Dentre os cuidados, o uso adequado da máscara de proteção facial – que deve ser lavada sempre a cada uso, evitar aglomerações e higienizar as mãos sempre que necessário, seja com água e sabão ou álcool em gel.
Com 2.128 novos casos e 1.977 curados nas últimas 24 horas, a Bahia atingiu total de 305.186 infectados pela covid-19 desde o início da pandemia. Destes, 291.362 já são considerados curados e 7.272 encontram-se ativos (em recuperação).
Os casos confirmados ocorreram em todos os 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (28,32%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Ibirataia (6.517,76), Almadina (6.350,66), Madre de Deus (5.940,36), Itabuna (5.917,75), São José da Vitória (5.108,71).
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 604.757 casos descartados e 74.451 em investigação até as 17 horas deste sábado (26). Na Bahia, 25.746 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.
ÓBITOS
O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 49 óbitos que ocorreram em diversas datas. O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 6.552, representando uma letalidade de 2,15%. Dentre os óbitos, 55,77% ocorreram no sexo masculino e 44,23% no sexo feminino.
A Bahia registrou 1.833 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de (+0,6%) e 1.857 curados (+0,7%), além de 47 óbitos, nas últimas 24 horas, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab).Os óbitos ocorreram no período de 13 de abril a 23 de setembro, conforme tabela da Sesab.
Dos 301.248 casos confirmados desde o início da pandemia, 287.486 já são considerados curados (recuperados), 7.307 encontram-se em recuperação – chamados de ativos – e 6.455 óbitos.
Os casos confirmados ocorreram nos 417 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (28,38%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Ibirataia (6.432,86), Almadina (6.314,06), Madre de Deus (5.892,95), Itabuna (5.860,06) e Dário Meira (5.088,70).
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 596.056 casos descartados e 74.522 em investigação até as 17 horas desta quinta-feira (24). Na Bahia, 25.507 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.
ÓBITOS
O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 47 óbitos que ocorreram em diversas datas. O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 6.455, representando uma letalidade de 2,14%. Dentre os óbitos, 55,85% ocorreram no sexo masculino e 44,15% no sexo feminino.Leia Mais
Com uma blitz educativa nos hospitais Calixto Midlej Filho e Manoel Novaes, a Santa de Casa de Misericórdia de Itabuna iniciou, nesta terça-feira (22), as atividades da Semana de Segurança do Paciente. As medidas para a identificação segura do paciente e a campanha Adorno Zero foram os destaques nesse primeiro dia de ações.
Coordenado pelo Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT), Comissões de Controle a Infecção Hospitalar (CCIH) dos dois hospitais e Escritório de Qualidade e Segurança do Paciente, o primeiro dia foi destinado a divulgação e sensibilização das equipes sobre a importância do Protocolo da Identificação Segura e uso obrigatório da pulseira/adesivo de identificação do paciente.
Hoje, o uso da pulseira, que já vinha sendo adotada nas unidades Covid, foi expandida para todos os setores de internamento do Calixto Midlej Filho. No Novais, o Protocolo de Identificação foi reforçado, pois é uma prática já estabelecida há tempos.
Nesta terça-feira também foi lançada a campanha “Adorno Zero”, que reitera a necessidade de os funcionários nas áreas assistenciais não usarem acessórios como brincos, relógios, pulseiras, anéis e broches, que são possíveis vetores para infecção hospitalar. Esses cuidados são para proteger não somente os pacientes, mas também próprios funcionários.
A programação da Semana de Segurança do Paciente prossegue nesta quarta-feira (23), nos auditórios dos hospitais Calixto Midlej Filho e Manoel Novaes, com treinamentos simultâneos para os funcionários dos setores administrativo e assistenciais das duas unidades. Serão abordadas as Metas de Segurança, Gestão de Ocorrência, Notificação de Incidentes e Eventos Adversos, Controle de Infecção e Biossegurança. A Semana de Segurança será encerrada na quinta-feira (24) com o Fórum Online de Segurança do Paciente.
Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 693 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,2%) e 784 curados (+0,3%). Dos 295.996 casos confirmados desde o início da pandemia, 282.229 já são considerados curados e 7.454 encontram-se ativos.
Os casos confirmados ocorreram em 416 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (28,46%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram Ibirataia (6.387,15), Almadina (6.185,94), Itabuna (5.794,87), Madre de Deus (5.793,39), Dário Meira (5.051,35).
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 583.455 casos descartados e 68.902 em investigação até as 17 horas desta segunda-feira (21). Na Bahia, 25.183 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.
ÓBITOS
O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 48 óbitos que ocorreram no período que vai de 24 de maio a 20 de setembro. O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 6.313, representando uma letalidade de 2,13%. Dentre os óbitos, 55,98% ocorreram no sexo masculino e 44,02% no sexo feminino.
Auditoria diagnóstica é feita para obtenção da acreditação hospitalar
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O Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), em Ilhéus, iniciou em agosto deste ano o processo para obtenção da Acreditação Hospitalar, método de avaliação e certificação que busca promover e garantir a qualidade e a segurança da assistência no setor de saúde, com a chancela da Organização Nacional de Acreditação (ONA). Já em setembro, o trabalho continua na unidade hospitalar da rede estadual instalada no sul da Bahia.
O trabalho segue com treinamentos de gestores para apresentação do manual da ONA, também com o mapeamento de processos, in loco, nos setores do hospital para auditoria diagnóstica dos procedimentos e das rotinas utilizadas. Essas atividades são fundamentais para a implantação de todos os requisitos preconizados pelas normas de certificação.
De acordo com a consultora Adriana de Carvalho Dias, da CGQ Consultoria e Gestão da Qualidade, a equipe do HRCC está bastante motivada para que esse processo de Acreditação aconteça. “Quando eu chego nas áreas para fazer essas auditorias diagnósticas, no primeiro momento de conversa, de conhecer as áreas, sou recebida assim com muito carinho. Os profissionais estão empenhados nesse objetivo e são colaborativos. A gente sabe que tem um trabalho muito grande pela frente e só estamos iniciando, mas percebo que as pessoas querem, de verdade, que esse hospital seja acreditado”, disse.
Adriana Dias destacou pontos positivos da unidade hospitalar. “O Hospital Costa do Cacau, tem uma infraestrutura adequada, atende a RDC 50 (Regulamento Técnico referente a projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde). Isso já é algo que nos tranquiliza bastante num processo. Observamos boas práticas, como as comissões, que são obrigatórias. Elas já iniciaram, já são formadas. Claro que a gente precisa trabalhar alguns requisitos. Também conseguimos perceber a questão da identificação paciente, a identificação a beira leito, que também é uma outra prática importante”, destacou.
A consultora sinalizou que os requisitos a serem implantados no hospital vão aprimorar as boas práticas existentes. “A gente já percebe, por exemplo, algumas áreas que já trabalham com alguns indicadores, isso também é um ponto positivo. As rotinas já estão descritas através de POP (Procedimento Operacional Padrão). Ao longo desse processo de implantação vamos aprimorar algumas práticas, mas percebemos também rotinas de escritas e alguns indicadores nas áreas”, enfatizou.Leia Mais
Não podemos permitir a desestruturação desse nosso patrimônio, que neste mês completa 30 anos de muita luta. Precisamos fazer sua defesa permanentemente e avançarmos ainda mais na sua eficiência.
Rosivaldo Pinheiro || rpmvida@yahoo.com.br
O SUS é o maior sistema público de saúde do mundo, fruto de uma intensa luta que acabou garantida na Constituição Federal em 1988 e nas Leis 8.080 e 8.142, em 19 de setembro de 1990. Sua gestão é tripartite – de responsabilidade dos três níveis de poder: federal, estadual e municipal. Funciona em consonância com os princípios da universalização, equidade e integralidade.
Segundo informa o Conselho Federal de Medicina, 75% dos brasileiros dependem 100% do SUS, representando um custo total anual de R$ 103 bilhões para o tesouro nacional. Para fazermos um comparativo, os outros 25% dos brasileiros que usam plano de saúde gastam, por ano, R$ 90 bilhões, significando dizer que investem três vezes mais no cuidado com a saúde, se comparados aos usuários do Sistema Único.
É importante destacar que a nossa população está envelhecendo e já ultrapassa as 30 milhões de pessoas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e a população com 65 anos ou mais alcançará um contingente de mais de 55 milhões de pessoas em 2060.
É sabido por todos os brasileiros que as políticas de saúde passam por cotidianas dificuldades no tocante à redução dos recursos, em função da promulgação, no apagar das luzes de 2016, da Emenda Constitucional 95, que fixou teto de gastos para saúde, educação e segurança pública por 20 anos.
Mesmo diante desses ataques provocados pelo teto de gastos, desvios por corrupção, impactos provocados por gestores sem qualificação e compromisso com a missão desse poderoso sistema de saúde, sua face de humanidade foi demonstrada nessa pandemia do novo coronavírus, evitando que tivéssemos ainda mais mortes.
Os profissionais dos SUS deram a vida e se agigantaram, mostrando para todos o quão importante é o nosso SUS, especialmente para os mais vulneráveis economicamente, demonstrando toda a sua capacidade e importância na luta em defesa da vida, fazendo valer a máxima do artigo 196 da CF/88: “a saúde é um direito de todos e dever do estado”.
Portanto, defender o SUS é defender as nossas próprias vidas, garantindo assistência à saúde gratuita e de qualidade para um número cada vez maior de brasileiros que precisam dessa política pública comprovadamente essencial em nossas vidas. Não podemos permitir a desestruturação desse nosso patrimônio, que neste mês completa 30 anos de muita luta. Precisamos fazer sua defesa permanentemente e avançarmos ainda mais na sua eficiência.
Rosivaldo Pinheiro é economista e especialista em Planejamento de Cidades (Uesc).