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A direção do Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), em Ilhéus, emitiu nota para esclarecer que todos os procedimentos realizados na unidade hospitalar são gratuitos. Por isso, qualquer tipo de cobrança feita em nome da instituição deve ser denunciada como tentativa de golpe.

“Caso alguém ligue ou solicite valores para realização de algum exame ou cirurgia no HRCC, denuncie imediatamente”, informa trecho do alerta feito nesta segunda (30). O texto ainda reforça que o hospital pertence ao Estado da Bahia e atende à população pelo Sistema Único de Saúde (SUS), exclusivamente.

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O secretário de Saúde André Cezário informou que a Prefeitura de Ilhéus e o Governo da Bahia discutem o destino do convênio do Sistema Único de Saúde (SUS) com o Hospital Santa Dulce, antigo Vida Memorial. Hoje (30), a instituição privada anunciou a paralisação dos serviços de pediatria vinculados ao contrato público, devido à falta dos pagamentos referentes aos meses de janeiro e fevereiro deste ano.

“Reunimos hoje com o Estado para definir como ficará [a relação contratual]. Amanhã terá uma nova reunião”, resumiu André Cezário, em mensagem de texto enviada nesta noite ao PIMENTA.

A direção do hospital se manifestou por meio de nota publicada no site Ilhéus.net. O texto informa que, em setembro de 2021, portaria do governo do estado estabeleceu que todos os atendimentos de pediatria seriam concentrados no Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, inaugurado em dezembro. No entanto, segundo a gestão da entidade, a vigência do contrato com o SUS vai até 5 de janeiro de 2023, e o hospital foi orientado a manter o serviço de “porta de entrada”. O texto não esclarece se a orientação partiu do governo estadual ou da prefeitura.

Até o momento, o Hospital Materno-infantil não implementou todos os serviços pediátricos de média e alta complexidade, que ainda são ofertados à população por meio de convênios de instituições privadas com o SUS.

Fornecimento de remédios pelo governo federal é irregular desde 2019, conforme a Sesab
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Mais de 12 mil pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na Bahia são prejudicados pela falta de medicamentos de alto custo que deveriam ser fornecidos pelo governo federal, segundo a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab).

A irregularidade na entrega desses medicamentos vem ocorrendo desde 2019, conforme explica Luiz Henrique d’Utra, superintendente de Assistência Farmacêutica, Ciência e Tecnologia (Saftec), da Sesab.

No momento, conforme a pasta estadual, existem 16 itens com falta total e mais 11 em risco de desabastecimento, o que representa um valor estimado em R$ 15 milhões. São medicamentos para doenças como Alzheimer, glaucoma, HIV/Aids, doença de Parkinson e anemia falciforme, entre outros, cuja compra é centralizada pelo governo federal, que consegue fazer a aquisição por preços mais acessíveis.

O superintendente da Saftec afirma que existem medicamentos cuja compra cabe aos municípios, outros ao estado e outros ainda ao governo federal. No caso dos remédios de alto custo, que deveriam ser fornecidos pela União e que estão em falta ou risco de falta, o estado não teria recursos para a aquisição e alguns não são encontrados para compra na Bahia.

Planilha aponta que alguns hospitais militares têm 85% dos leitos ociosos
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A bancada do PSOL na Câmara dos Deputados encaminhou, nesta quarta-feira (7), ofício à Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, com objetivo de garantir que os leitos ociosos dos hospitais militares sejam utilizados por pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) durante a pandemia de Covid-19.

De acordo com o partido, após determinação do Tribunal de Contas da União (TCU), as Forças Armadas abriram dados sobre a ocupação de leitos para pacientes com Covid-19 nos hospitais militares. As planilhas, divulgadas pela primeira vez desde o início da pandemia, apontam que alguns hospitais militares têm 85% das vagas ociosas.

“Nesse cenário de exclusividade para militares, o restante das unidades de saúde do país sofre com o colapso do sistema. Ontem, 6 de abril, o Brasil atingiu a triste marca de mais de 4 mil mortos pela Covid-19”, diz trecho da nota divulgada pelo Partido Socialismo e Liberdade.

No pedido de providências feito à Procuradoria, o partido destacou o dever constitucional do Estado de garantir o direito à saúde “mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”.

Além da disponibilização de leitos ociosos para o SUS, a bancada de parlamentares do partido solicita investigação e eventual responsabilização sobre o caso.