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Os agentes penitenciários do Conjunto Penal de Itabuna estão enfrentando –  a maioria em virtude da extrema necessidade do emprego –  um regime de semi-escravidão. Por lá, trabalha-se dois meses para receber o salário de um e qualquer manifestação de descontentamento obtém resposta desrespeitosa do representante da empresa responsável pelos contratos, a Yumatã.

É naquela linha de “os insatisfeitos que peçam pra sair”.

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  1. PERGUNTA: SERÁ QUE FALTA REFEIÇÃO E MÉDICO PARA OS “INTERNOS”? (LÁ NÃO PODE CHAMÁ-LOS DE PRESOS OU DETENTOS E SIM DE “SENHOR”). E COMO NÓS SABEMOS, O CUSTO MENSAL DE CADA DESSES “INTERNOS” É DE R$: 1.600,00. ESSE REALMENTE É O PAÍS DA INVERSÃO DOS VALORES MORAIS.

  2. E, de que é a culpa? será que do Estado que não repassa para a prestadora de serviço? ou da prestadora de serviço que não sabe administrar os recursos? Cabe ao Estado nos responder. O que não pode é os funcionários pagarem à conta, sem receber os seus salários.

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