O democrata disse que em 2005 o Polo tinha 70 empresas e gerava cinco mil empregos, com faturamento anual de R$ 2 bilhões. “O Pólo de Ilhéus chegou a ser responsável pelo atendimento de 20% da demanda nacional de computadores fixos e portáteis. Mas o PT não fez a lição de casa, que era melhorar a infraestrutura e facilitar o acesso aos mercados internacionais. Por isso, as empresas deixaram a Bahia e seguiram para Minas Gerais”, pontua Zé Ronaldo.



















