Tempo de leitura: < 1minutoO maranhense Zeca Baleiro é atração confirmada no Festival do Morro.
O cantor Zeca Baleiro abrirá, dia 30, a programação do Festival do Morro. A edição deste ano do evento também reunirá nomes como Maria Rita, BaianaSystem e Negra Cor, comandada por Adelmo Casé.
O festival de Morro de São Paulo, no baixo sul baiano, terá três dias (30 e 31 de outubro e 1º de novembro) e espera atrair cerca de 20 mil pessoas.
Maria Rita, com o show “Coração a batucar”, apresenta-se no dia 31. BaianaSystema e Negra Cor fecham a programação no dia 1º de novembro. O palco será instalado na segunda praia do Morro. Os shows são gratuitos.
O festival já faz parte do calendário cultural da Bahia e reúne grandes nomes da MPB. Neste ano, o evento em Morro de São Paulo terá a forte concorrência do Ecofestival Mahalo de Surf, em Itacaré.
Já passaram pelos palcos do Festival do Morro nomes como Cidade Negra, Carlinhos Brown, Nando Reis, Maria Gadu, Vanessa da Mata, Capital Inicial, Lenine, Jorge Vercillo.
Tempo de leitura: 3minutosProfessora Tereza com alunos do Colégio Amélia Amado, em Itabuna.
A imagem muitas vezes vale mais do que mil palavras. Aliando o amor pela fotografia e toda a representação social que ela pode promover, a professora Tereza Cristina Fidélis, do Colégio Estadual Dona Amélia Amado, em Itabuna, a 445 km de Salvador, encontrou um jeito especial e envolvente de ensinar a disciplina. Usando a fotografia do cotidiano, ela alia a teoria de sociólogos como Max Weber, Émile Durkheim e Karl Marx, fazendo com que os estudantes compreendam melhor a sociedade em que vivem.
A iniciativa não só desperta um maior interesse dos estudantes pela Sociologia, como também contribui para o desenvolvimento do senso crítico. É o que explica Dalila França, ex-aluna, para quem o estudo da sociologia foi fundamental na escolha da faculdade de Direito.
“O trabalho da professora Tereza foi muito importante em minha vida. Ele me proporcionou entender melhor a sociologia e o trabalho destes sociólogos, além de conhecer lugares e ampliar meu conhecimento de forma prazerosa que é a fotografia. Hoje estou cursando Direito e já tenho uma melhor compreensão sobre a sociologia graças à professora Tereza Cristina, que me proporcionou o acesso a este conhecimento. Ela e seu trabalho são maravilhosos e inesquecíveis”, comenta.
O projeto “A sociologia e o cotidiano através da fotografia: suas correlações históricas e sociais, à luz dos sociólogos Max Weber, Émile Durkheim, Karl Marx”, envolve toda a unidade escolar em atividades como as aulas de campo, entrevistas e a socialização dos resultados. O objetivo é formar estudantes pesquisadores, questionadores e que busquem soluções para os problemas sociais do cotidiano de suas comunidades. “Conseguimos fazer com que o aluno entenda a disciplina. Alcançamos o protagonismo juvenil através dos Sociólogos Karl Marx, Émile Durkheim e Max Weber e como suas teorias nos ajudam a encarar, explicar e compreender a realidade social”, comemora a professora Tereza.
Ela diz, ainda, “que o projeto proporciona grande entusiasmo nos alunos e torna-se mais atrativo, pois a fotografia é um recurso didático de alta eficiência e o jovem de hoje é muito midiático. O objetivo é trabalhar com o cotidiano do aluno, facilitando assim, o aprendizado e o entendimento das teorias sociológicas. O projeto se destaca, também, por envolver aspectos da interdisciplinaridade, através da história da fotografia”.
PESQUISA
A professora Tereza também criou, em 2011, com o apoio do professor de Química, Abraão Matos, um Grupo de Ensino e Pesquisa do Amélia Amado (GEPAA), para incentivar a alfabetização e a educação científica no ensino básico, com estudantes a partir do 9º ano. O grupo conta com 35 estudantes, com 20 projetos em andamento. O estudante, William Barreto, do 1º ano do Ensino Médio, é um dos envolvidos. “Eu fui premiado na I Feira de Ciências do Núcleo Regional de Educação (NRE 05), em setembro. Foi uma experiência grande para mim”, afirma.
Tereza Cristina destaca que o grupo tem ajudado os estudantes a ingressarem no ensino superior. “Percebemos o quanto os ajudamos para o Enem. Temos alunos em universidades do Paraná, na Uesc e USP. Esse é o ganho, o conhecimento”, orgulha-se.
Para a direção, a iniciativa da professora em formar o GEPAA vem ajudando a transformar a educação do Colégio Dona Amélia Amado. “Todas as vezes que o aluno está envolvido com a pesquisa, sentimos de fato a transformação, vemos esse aluno na escola com outra disposição. Essa iniciativa incentiva o estudante e o próprio professor, que se sente reconhecido na realização do aluno”, declarou o vice-gestor da unidade, Daniel Filho.
Tempo de leitura: 2minutosFestival de Lençóis espera reunir cerca de 30 mil pessoas (Foto Divulgação).
Começa nesta sexta-feira (9), na Chapada Diamantina, a 17ª edição do Festival de Lençóis. A organização da festa tem a expectativa de levar aproximadamente 30 mil pessoas para a região, até o show da Baiana System, última banda a subir ao palco, no domingo (11). O festival tem patrocínio do Governo Baiano, por meio do FazCultura.
Mais uma vez, o evento apresenta na Praça Horácio de Mattos uma grade musical que deve agradar diferentes gostos. Entre as atrações nacionais, estão Pedro Mariano, Leo Jaime e Diogo Nogueira. Entre as bandas que embarcam de Salvador, a Baiana System e Scambo.
A cantora Márcia Castro é outra baiana que deve fazer balançar a praça com seu show bom de assistir e dançar. As atrações locais também estão na mira do público, que sempre se surpreende com o belo trabalho que levam para o festival. Este ano, a cidade anfitriã está representada musicalmente pelos grupos Choro Labuta, Helio Bahia e banda, Griô e Raiz do Vento.
Nesta edição, o Festival de Lençóis apresenta uma mensagem pelo meio ambiente, diante das queimadas que estão acontecendo em algumas regiões da Chapada Diamantina. Os artistas se engajarão na causa e convocarão o público a abraçar a bandeira contra os incêndios, tendo cuidado com pontas de cigarro, uso de velas e outros materiais inflamáveis perto das matas. O evento apoia a campanha Bahia contra o Fogo.
Programação (palco principal) A partir das 19h30min
Sexta-feira (9) Choro Labuta
Márcia Castro
Leo Jaime
Hélio Bahia e banda
Sábado (10) Griô
Pedro Mariano
Scambo
Banda Zion
Domingo (11)
Raiz do Vento
Diogo Nogueira
Baiana System
Companhia Circo da Lua se apresenta na Tenda do TPI (Foto Divulgação).A Tenda Teatro Popular de Ilhéus, localizada na Avenida Soares Lopes, terá a apresentação do espetáculo Há vagas no circo!“, da Companhia Circo da Lua, composta por artistas argentinos e brasileiros que interpretam palhaços numa divertida história. Será nesta sexta (9), às 19h.
A classificação indicativa para Há vagas no circo! é livre, recomendada especialmente às crianças. O ingresso individual custa R$ 16,00 (inteira) e R$ 8,00 (meia), à venda bilheteria da Tenda.
Já no sábado (10), também às 19h, o grupo Teatro Popular de Ilhéus (TPI) apresenta na Tenda o 3 Encena, espetáculo de comemoração aos vinte anos do grupo.
Em trio, atores relembram cenas de montagens feitas pelo TPI ao longo desses anos. A classificação indicativa é de 14 anos. O ingresso individual custa R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia), podendo ser adquirido na bilheteria da Tenda.
Tempo de leitura: < 1minutoFachada do Bataclan, que deverá ter programação semanal (Foto Gidelzo Silva).
A Prefeitura de Ilhéus emparedou os atuais gestores do espaço Bataclan, famoso pela obra de Jorge Amado. Desde o ano passado, depois de uma polêmica surgida durante a campanha eleitoral de 2012, os concessionários já vinham arcando com as faturas de água, energia e do IPTU, que antes eram pagas pelo ilheense.
Agora, com um aditivo no contrato de cessão de uso, o espaço está obrigado a fornecer programação cultural por três dias da semana de forma gratuita. Atrações, que antes custavam R$ 50,00 a mesa, serão na faixa.
Essas medidas seriam uma espécie de retaliação do prefeito Jabes Ribeiro aos atuais coordenadores do espaço. Durante a campanha de 2012, chegaram a retirar uma placa colocada no local que indicava a reforma no prédio, tocada justamente pelo agora prefeito.
Pra completar o pacote, o restaurante instalado no prédio, localizado na Avenida Dois de Julho, terá de incluir no cardápio pratos típicos da culinária regional.
Tempo de leitura: 2minutosDaniel participa de mesa na Pré-Flica.
O jornalista e escritor sul-baiano Daniel Thame será um dos participantes do lançamento da Festa Literária de Cachoeira. A Pré-Flica ocorre nesta sexta e no sábado (18 e 19), na Caixa Cultural Salvador.
O lançamento oficial será às 18 horas de hoje (18), com mesa temática conduzida por Cristiano Ramos com os autores Cristóvão Tezza e Ronaldo Correia de Brito.
O evento conta com mesas literárias com autores renomados, música e programação especial para crianças e coleta de publicações para doação à biblioteca comunitária Sociedade Unificadora de Professores (SUP).
Amanhã (19), a partir das 9h, prossegue com novas mesas literárias compostas por escritores como Sônia Rodrigues, Victor Mascarenhas, Fabrício Carpinejar, Miriam de Sales, Ana Maria Gonçalves, Daniel Thame e Laurentino Gomes.
As discussões do dia 19 serão mediadas por autores e especialistas em literatura, como o pernambucano Cristiano Ramos, o curador geral do evento, Aurélio Schommer, o autor baiano revelação, Fernando Vita, além do ator Jackson Costa e do intelectual baiano Zulu Araújo.
OBRA DE THAME
Daniel Thame, que participará da mesa com o tema Muitas andanças, um só rumo, com Ana Maria Gonçalves e mediação de Zulu Araujo, é autor dos livros Vassoura, um relato sobre a tragédia gerada pela vassoura-de-bruxa no Sul da Bahia e Jorge100anosAmado, Tributo a um Eterno Menino Grapiúna, obras focadas em personagens dramáticos e muito realistas. Ele publicou A Mulher do Lobisomem e Manual de Baixo Ajuda-como transformar sua autoestima em anã.
Tempo de leitura: < 1minutoEncontro com compositores regionais ocorre na Tenda do TPI.
A Tenda do Teatro Popular de Ilhéus recebe, nesta sexta (18), mais uma edição do Encontro de Compositores, a partir das 20 horas.
Nesta semana, as atrações serão os compositores Sérgio Di Ramos, Fabiano Carillo, Danilo Nascimento e Herval Lemos. A Tenda do TPI fica na Avenida Soares Lopes.
O ingresso individual custa R$ 12 (inteira), podendo ser adquirido na bilheteria da Tenda. A classificação indicativa é 12 anos.
O encontro é parte das várias atividades desenvolvidas na Tenda do TPI. As atividades (http://goo.gl/raAgxB) são mantidas por meio do Programa de Apoio a Instituições Culturais de Ações Continuadas, do Fundo de Cultura da Bahia.
O jornalista e escritor Laurentino Gomes comentou a atual crise política em sua participação na 17ª Bienal do Livro do Rio, no dia em que se comemora a Independência do Brasil. “O país sofre uma carência de lideranças muito grande. Há uma espécie de nostalgia salvacionista, como se a sociedade estivesse carente de heróis, sempre esperando quem virá e nos levará a um novo patamar de desenvolvimento e cidadania”.
Autor da trilogia de best-sellers 1808, 1822 e 1889 – que tratam, respectivamente, da chegada da família real portuguesa ao Brasil, da Independência e da Proclamação da República -, Gomes falou sobre a conservação de um imaginário monárquico na população, que seria resquício do passado. “As pessoas esperam que o Estado deve ser o grande provedor, responsável pela solução de todos os problemas, mas elas mesmas não estão acostumadas a participar”, disse, citando a falta de costume dos brasileiros de comparecer a assembleias de condomínio e reuniões de pais nas escolas.
Em conversa com o público mediada pelo editor da revista de História da Biblioteca Nacional, Rodrigo Elias, Gomes lembrou o fato de D. Pedro II ser considerado até hoje um herói. “Miramos na figura dele como guia em direção ao futuro em meio a turbulência que vivemos”. Questionado sobre a influência dos militares no país, o escritor refletiu que não vê espaço para uma intervenção hoje.
De acordo com o jornalista, mesmo após a Proclamação da República, os militares assumiram o papel de herdeiros de um “poder moderador do império”. “Eles agiam como responsáveis por garantir a estabilidade política, seguindo a ideia positivista de que a nação precisava ser tutelada. Estamos passando por um momento muito sério e tem gente pedindo golpe. É quase uma maneira de pedir a um pai que resolva os nossos problemas, já que não conseguimos solucionar nós mesmos, sozinhos, pelo voto, na urna”.
Na opinião do jornalista, as grandes vitórias são os fenômenos de fortalecimento das instituições civis, do Judiciário e do Ministério Público, bem como da imprensa e das redes sociais, de maneira que o papel dos militares na política tende a diminuir com o tempo.
Tempo de leitura: 2minutosAs cantoras Carla e Lílian, com suas respectivas duplas, fecharam o projeto (Foto Divulgação).
A qualidade das atrações e do repertório do Toque Brasileiro, da TV Santa Cruz, foi o ponto alto do projeto que retornou após oito anos, segundo avaliam os secretários municipais Gilvan Rodrigues (Comunicação) e José Humberto Martins (Indústria, Comércio e Turismo). Por três sextas feiras seguidas, nomes da música grapiúna se revezaram no palco do projeto, na Praça Camacã.
A qualidade pôde ser medida pela grade de artistas locais. Jane Monteiro e Matheus Magnavita e Jan Costa abriram o projeto. Na segunda semana, Jaffet Ornelas e Marcelo Ganem. As duplas Carla e Silvano Gonzaga e Lilian Casas e Alex Félix fecharam a edição deste ano.
Para o secretário de Comunicação de Itabuna, Gilvan Rodrigues, o Toque Brasileiro valoriza os artistas grapiúnas. O secretário ressaltou o apoio do município ao projeto da emissora de TV.
Gilvan ainda destacou ações do município no apoio às manifestações culturais da cidade, por meio da Secretaria da Indústria, Comércio e Turismo e da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania, que é responsável pelos projetos Casa das Artes e Viv-A-rte, reunindo cerca de 10 mil jovens.
Marcelo Ganem e Jan Costa também se apresentaram na praça (Foto Divulgação).
Tempo de leitura: 2minutosMaria Luiza autografa obra para baixinhos e grandinhos na Bienal (Foto Divulgação).
Duas obras da Editus foram lançadas na XVII Bienal Internacional do Livro do Rio, maior evento literário do país. Cancioneiro do cacau, de Cyro de Mattos, e o infantil Tonico descobre que é de todo lugar, de Maria Luiza da Silva Santos, foram lançadas no segundo e no terceiro dia da Bienal.
Cancioneiro do cacau foi apresentada com outras três publicações do projeto editorial Coleção Nordestina, iniciativa idealizada pelas editoras que integram a Abeu Nordeste.
A história infantil Tonico descobre que é de todo lugar caiu no gosto não só da criançada, mas também dos adultos que prestigiaram a sessão de autógrafos da autora Maria Luiza Santos.
Para Rita Virginia Argollo, diretora da Editus e atual gestora da Abeu Nordeste, “lançar produções regionais em um evento do porte da Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro e ver o interesse de um público tão diverso, não só projeta ainda mais os autores e a qualidade das nossas editoras, como também fortalece a Regional Nordeste dentro da ABEU.”
O livro Tonico descobre que é de todo lugar já está disponível para compra na livraria da Editus (Uesc), na livraria Nobel em Itabuna e na Papirus Livraria, em Ilhéus. Na internet, o leitor pode encontrar o título no site da Livraria Cultura e no www.bookpartners.com.br. Pedidos podem ser feitos pelo vendas.editus@uesc.br e pelo telefone (73) 3680-5240. Já o livro Cancioneiro do Cacau em breve estará disponível para os interessados nos principais pontos de venda.
Forró temperado com tudo, do rock ao jazz, mas sem perder a pisada genuína do ritmo. Esse é o som da Banda Dona Zaíra, destaque da última edição do programa Super Star, da Rede Globo, que se apresenta no dia 2 de novembro, no Espaço de Lazer O Bosque, em Itabuna.
Formada por Rafael Beibi (zabumba e vocal), André (sanfona), Diego (triângulo), Rafinha (cavaco), Matheus (contrabaixo) e Maicon (percussão e viola), a banda de Piracicaba, interior de São Paulo, completa 10 anos de estrada em 2015.
Seguindo a turnê do disco Antenas e raízes, a apresentação em Itabuna será inédita no interior da Bahia. Antes, o grupo se apresenta somente em Salvador, no mesmo final de semana.
A turnê Antenas e Raízes simboliza a mistura da raiz com a modernidade. Em seu repertório, a banda faz uma releitura de clássicos da música brasileira, com influências de Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Adoniran Barbosa, Chico Science.
O repertório também sofre influência de ritmos que vão além do forró, como música eletrônica, iê-iê-iê, carimbó, cúmbia, rock´n´roll, jazz, MPB, tropicalismo, hip hop, catira, maracatu, coco-de-roda. “A sonoridade de Antenas e Raízes é um convite a vivenciar o forró fora dos salões de dança, com uma perspectiva diferente e livre de preconceitos”.
Falando um pouco sobre o CD, o triangulista Diego expressa de forma objetiva a proposta da banda. “Queremos mostrar que o forró é para todos. Você não precisa saber dançar para curtir o nosso som. A nossa proposta é provocar as pessoas para que elas dancem de acordo com a reação do corpo, independentemente de ser com outra pessoa ou sozinho”, explica.
Modernidade sem perder a raiz, alegria e juventude. A banda Dona Zaíra convida todos a viajarem juntos pelo som. Texto de Diego Melo.
Tempo de leitura: 2minutosSarau “De tempos somos” será nesta noite, na Tenda do TPI (Foto Guto Muniz).
A turnê do grupo mineiro Galpão, pela Bahia, terá duas apresentações em Ilhéus. A abertura será nesta quarta (9) com o sarau De tempo somos, que reúne música e poesia em espetáculo livre, na Tenda do Teatro Popular de Ilhéus, na Avenida Soares Lopes, às 19 horas.
De tempo somos – Um sarau do Grupo Galpão reúne 25 canções de trabalhos mais antigos e tem direção musical e arranjos de Luiz Rocha. As canções são entoadas por atores, ao vivo.
– A cantoria é a celebração do encontro, da festa, da disposição para seguir em frente (apesar de tudo que nos faz pender para o chão!), do espírito libertário e contestador inerente a toda reunião festiva – explica Lydia Del Picchia, que divide a direção do sarau com Simone Ordones.
O sarau, além de música, reúne poesia “colhida” em textos de Eduardo Galeano, Anton Tchékhov, Olga Knipper, Calderón de la Barca, Charles Baudelaire, Manuel Bandeira, Nelson Rodrigues, Jack Kerouac, Paulo Leminski e José Saramago. Todos suavemente compartilhados pelos atores com a plateia.
OS GIGANTES DA MONTANHA
Outro grande espetáculo do grupo será gratuito e aberto, amanhã (10), às 18 horas, na Praça da Catedral, no centro histórico de Ilhéus. O Grupo Galpão encenará Os gigantes da montanha, com direção de Gabriel Villela. SERVIÇO De tempo somos – um sarau do Grupo Galpão Quem: Grupo Galpão (MG) Onde: Tenda do Teatro Popular de Ilhéus Quando: Quarta, dia 9 Horário: 19 horas Ingresso: R$ 10,00 e R$ 5,00, no local. Classificação: Livre
Tempo de leitura: 2minutos“De Tempo somos” é proposta que une teatro e poesia, na Tenda do TPI (Foto Guto Muniz).
Com os espetáculos De tempo somos – um sarau do Grupo Galpão e Os Gigantes da montanha, o Grupo Galpão encerrará a turnê nacional na Bahia. As apresentações serão em Ilhéus (9 e 10 de setembro) e Salvador (12 e 13 de setembro).
O grupo tem 33 anos de história, sendo 15 deles com patrocínio da Petrobras, e já percorreu o país. Antes da Bahia, as apresentações da Turnê Espírito Santo-Bahia percorrem as capixabas São Mateus, Linhares e Vitória.
A apresentação do dia 9 em Ilhéus será na Tenda do Teatro Popular, na Avenida Soares Lopes, a partir das 19 horas, com o espetáculo De tempo somos – um sarau do Grupo Galpão, com direção de Lydia Del Picchia e Simone Ordones. O espetáculo custará R$ 10,00 a inteira. É, na definição de atores e diretoras, um encontro da música com o teatro. “O grupo foge ao rótulo de espetáculo e experimenta um formato de sarau com cantoria, festa e poesia”.
Já no dia 10, o Grupo Galpão apresenta-se, gratuitamente, na Praça da Catedral de São Sebastião, no centro histórico de Ilhéus, a partir das 18 horas, quando encenará Os gigantes da montanha, dirigido por Gabriel Villela. Trata-se de uma fábula em que é narrada a chegada de uma companhia teatral decadente a uma vila mágica, povoada por fantasmas e governada pelo Mago Cotrone.
Escrita por Luigi Pirandello, a peça é uma alegoria sobre o valor da arte e sua capacidade de comunicação com o mundo moderno, cada vez mais pragmático e empenhado nos afazeres materiais.
“Os gigantes da montanha” será encenada na Praça da Catedral de Ilhéus (Foto Thiago Costoli).
Tempo de leitura: < 1minutoJô Carlos fundou as bandas Lordão e Vera Cruz (Foto Reprodução).
Faleceu nesta manhã de quarta (26), no Hospital Calixto Midlej Filho, em Itabuna, o empresário Jô Carlos, líder da Banda Vera Cruz.
Desde a fundação da banda Lordão, de onde saiu na década de 90, Jô Carlos atuou como crooner. Deixa víuva, sete filhos e neto.
O músico será enterrado nesta quinta (27), no Cemitério Campo Santo, em Itabuna. O horário ainda será informado pela família. Jô estava internado há quase uma semana no Calixto Midlej Filho.
Tempo de leitura: < 1minutoSecretário Jorge Portugal participa do Improviso no dia 3 (Foto Mateus Pereira).
A primeira edição do Improviso, Oxente!, do Teatro Popular de Ilhéus (TPI), será com o secretário estadual de Cultura, Jorge Portugal. O evento está previsto para 3 de setembro, na Tenda do TPI, na Avenida Soares Lopes, em Ilhéus. O tema central do Improviso com Jorge Portugal será cultura e educação.
O evento é um mix de debates com intervenções artísticas. Ainda no dia 3, o debate terá as presenças dos professores Álamo Pimentel (Universidade Federal do Sul da Bahia-UFSB) e Jules Soares (Universidade Estadual de Santa Cruz-Uesc). O pedagogo e escritor Pawlo Cidade será o mediador do debate.
O Improviso, Oxente! também debaterá, em setembro, legislação e políticas públicas (dia 10), formação de professores (17) e o lugar da arte na escola e o lugar da escola na arte (dia 24).