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Artistas discutem direitos, como a aposentadoria

Da Agência Brasil
O 2º Encontro Nordestino de Cordel começou hoje (ontem, 13) no Centro Cultural da Caixa, em Brasília. O evento foi aberto com uma mesa composta por pessoas ligadas ao universo dos repentistas e escritores de cordel. Dentre elas, Chico de Assis, repentista e organizador do evento, Gonçalo Ferreira da Silva, presidente da Academia Brasileira de Literatura de Cordel, e Hamilton Pereira, secretário da Cultura do Distrito Federal. Até sexta-feira (15), eles vão discutir temas de interesse da categoria. Entre eles, a questão da aposentadoria.
“O objetivo desta vez é trabalhar a possibilidade de alcançar direitos previdenciários e trabalhistas, para poder se aposentar. Também vamos debater nas mesas o reconhecimento do repente e da literatura de cordel como patrimônio imaterial”, disse Chico de Assis.
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Grupo evidencia, em clipe oficial, tratar-se de versão de música cubana (reprodução Pimenta).
No clipe oficial, pistas de que é versão da letra cubana (reprodução Pimenta).

Internautas criaram polêmica em torno da música candidata a “mais tocada” do carnaval de Salvador: Ziriguidum, dos Filhos de Jorge. O “pomo da discórdia” é a canção Yiri yiri bom, sucesso na voz do cubano Beny Moré e de autoria de Mendez Lopez. Mas o próprio grupo baiano assume que Ziriguidum se trata de versão da música cubana. Abaixo, confira o original e a versão baiana, com o devido crédito.

Aqui, o vídeo dos Filhos de Jorge, com Ziriguidum:

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Saulo, de bata, emociona-se na despedida da Banda Eva e parte para carreira solo (Divulgação).
Saulo, de bata, emociona-se na despedida da Banda Eva e parte para carreira solo (Divulgação).

Acompanhado de vários músicos baianos, o vocalista Saulo Fernandes se despede hoje da Banda Eva e deu show na passagem pelo circuito Campo Grande, em Salvador. Junto com o público e colegas, entoou Carinhoso e Chame Gente.
Fãs exibem cartazes em homenagem ao músico que parte para carreira solo. A despedida foi sem cordas, privilegiando o folião “pipoca”. O músico foi às lágrimas com a homenagem de colegas de profissão e dos foliões. Confira vídeo da Rede Bahia.

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Spike Lee entrevista Wagner, ACM Neto e artistas baianos em Salvador.
Spike Lee entrevista Wagner, ACM Neto e artistas baianos em Salvador.

O premiado cineasta norte-americano Spike Lee (Malcolm X – 1992 e Faça a Coisa Certa – 1989) vai desembarcar mais uma vez em Salvador nos próximos dias. Mas, por enquanto, a agenda do diretor indicado duas vezes ao Oscar não inclui samba, axé nem folia.
Acompanhado pela Paranoid, empresa de Heitor Dhalia e Tatiana Quintella escolhida para produzir seu novo documentário, Lee vem à capital baiana para fazer mais entrevistas para Go, Brazil Go e vai registrar o desfile do Afródromo, no domingo de Carnaval.
Em sua nova visita, o diretor de filmes como 4 Little Girls e Faça a Coisa Certa conversará com políticos de diferentes forças partidárias, artistas da nova cena musical brasileira, líderes de diferentes movimentos políticos e sociais locais e representantes do Candomblé.
Entre as figuras a serem entrevistas, estão Ivete Sangalo, o presidente do Olodum, João Jorge Rodrigues, ACM Neto, Jacques Wagner, Daniela Mercury, Carlinhos Brown, Alberto Pitta e Mãe Stella de Oxóssi. Leia mais no iBahia.

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O projeto de extensão “Teatro Popular e Interculturalidade”, da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), realiza nos próximos dias 5 e 7 de fevereiro as oficinas de Dança Afro Contemporânea e Improvisação Teatral e Técnicas de Voz. A primeira será ministrada pelo ator e coreógrafo Egnaldo França, enquanto a segunda terá à frente a atriz Malena Dórea.
As inscrições para as oficinas são gratuitas e já estão abertas no Centro de Cultura Adonias Filho

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Quem tiver interesse em aprender a tocar um instrumento musical, dançar ou ainda conhecer técnicas para aperfeiçoar o canto tem na Casa dos Artistas de Ilhéus um lugar ideal. Os cursos e oficinas oferecidos pelo Teatro Popular estão com inscrições abertas para pessoas de todas as idades, com atendimento das 14 às 18 horas.
Entre os cursos está o de bateria e percussão, ministrado pelo mestre Sabará sempre às sextas-feiras, em dois horários: 9h às 11h e 14h às 16h. Há ainda a oficina de canto popular, com Eloah Monteiro, e o curso de dança criativa (este para crianças e adolescentes), sob a condução da professora Érica Ocké. Pessoas de qualquer faixa etária podem se matricualr no curso de dança afrobrasileira, ministrado pela professora Neide Rodrigues.
Mais informações pelo telefone 73.4102-0580.

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ariel (1)Ariel Figueroa | colunadeturismo@gmail.com
 

Senti a falta dos turistas fotografando, tentando dançar, se esforçando por participar. Senti a falta de Ilhéus.

 
Dois capoeiristas, três estivadores, algumas baianas e muita raça. Este é o balanço de uma festa que já foi grande. Participei mais uma vez da lavagem da Catedral, do início ao fim. No final da festa ficou um sabor amargo na boca, o retro gosto não foi legal. Faltou muito, faltou tudo.
À margem de Ilhéus passou o cortejo de baianas festejando São Sebastião ou Oxossi. A Cultura de Ilhéus foi dizimada, vulgarizada, marginalizada, deu tristeza ver o cortejo passar e o olhar das pessoas mostrar o desconhecimento do que estava acontecendo. Ilhéus esqueceu suas tradições. A Ilhéus ariana esqueceu sua cultura.
Estive no Mercado de Artesanato, cheio de turistas e estes sem saber que nesse preciso momento estava acontecendo uma das mais belas festas populares de Ilhéus; parece que as pousadas e os hotéis não informaram a respeito da lavagem da catedral. A Atil – Associação de turismo de Ilhéus – precisa incorporar seu papel de pelo menos divulgar o que está acontecendo aqui, pelo menos. Senti a falta dos turistas fotografando, tentando dançar, se esforçando por participar. Senti a falta de Ilhéus.
Não se trata de ser ou não povo dos terreiros, é uma coisa nossa coisa de ilheense participar da lavagem da Catedral. Pelo menos isso eu aprendi na década de 90, era assim. Os terreiros estão a cada ano pensando se descem para a festa ou não, isso tá claro. Enquanto a lavagem continuar a ser uma festa organizada por políticos, está fadada a acabar. Acredito que uma reunião entre os envolvidos seja necessária, de forma urgente.
Ano passado, na hora do caminhão pipa, a água faltou. Este ano tinha um caminhão pipa reluzente de novo, mas faltou uma coisa: Axé.
Lavagem da Catedral sem Axé não faz sentido.
Ariel Figueroa é turismólogo. Editor do site Coluna de Turismo

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O ator Walmor Chagas, 82, morto ontem em Guaratinguetá (SP), teve como um dos últimos trabalhos profissionais a interpretação do personagem Samir Luedy no filme A coleção invisível, de Bernard Attal. Parte do filme foi gravada em Itajuípe, no sul da Bahia.
Walmor intepretava o colecionador de gravuras e desenhos em filme que tem a participação do ator global Vladimir Brichta e revelou para as artes o talento do itajuipense Wesley Macêdo, de 14 anos. A história é baseada na obra homônima de Stefan Zweig .
Em um dos trechos, o personagem interpretado por Walmor diz : “eu pensava que estava morto para o mundo”.

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Ator Walmor Chagas ....
Ator Walmor Chagas atuou em mais de 40 peças, 20 filmes e 30 novelas (Reprodução G1).

O ator Walmor Chagas, de 82 anos, foi encontrado morto na chácara onde vivia na cidade de Guaratinguetá, no interior de São Paulo, na tarde desta sexta-feira (18). As circunstâncias da morte ainda serão investigadas.
Com mais de 60 anos de carreira, o gaúcho Walmor de Souza Chagas atuou em mais de 40 peças, cerca de 20 filmes e mais de 30 novelas. Era considerado um dos grandes atores do teatro brasileiro.
Segundo o relato de um funcionário, o caseiro José Arteiro de Almeida, o corpo do artista foi achado caído na cozinha com um tiro na cabeça por volta das 16h30. Almeida disse ainda ao G1, por telefone, que, no momento da morte, Walmor estava sozinho dentro da casa. Ele diz também que uma empregada e uma cozinheira haviam acabado de deixar o local.
Leia a íntegra

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Festa  é uma das mais tradicionais de Ilhéus (foto Clodoaldo Ribeiro)
Festa é uma das mais tradicionais de Ilhéus (foto Clodoaldo Ribeiro)

Um dos eventos mais importantes e que enfatiza o sincretismo religioso em Ilhéus será realizado neste sábado, 19. É a Lavagem das Escadarias da Catedral de São Sebastião, programada para começar às 10 horas.
A festa é uma iniciativa do Sindicato dos Estivadores de Ilhéus e conta com o apoio da Prefeitura e da iniciativa privada. O cortejo que abre as celebrações sai às 10 horas da Avenida Dois de Julho e segue pelo centro da cidade, passando pela Rua da Linha e Avenida Soares Lopes, até chegar à catedral.
Baianas e blocos afros são o destaque dos festejos, que deve reunir cerca de 2 mil pessoas, conforme previsão da Secretaria Municipal do Turismo.

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CAPAS_MONDRONGO

A Mondrongo, mais nova editora do sul da Bahia, comemora seu primeiro aniversário em evento que acontece neste sábado, dia 12, às 18 horas, na Casa dos Artistas. E não haveria melhor maneira de marcar a data do que realizando um novo lançamento de obras literárias. Serão cinco, com autores consagrados e novos nomes, a exemplo de Rodrigo Melo, autor do livro de contos O sangue que corre nas veias.
Os outros novos títulos da editora do Teatro Popular de Ilhéus são: Essa esquiva e dilacerada fauna, também de contos, escritos por Jorge Araújo; Um rio nos olhos (poesia), de Aleilton Fonseca; O chão & a nuvem (poesia), de Heitor Brasileiro; e O túmulo agonizante, obra de Ramon de Freitas Ribeiro que traz duas novelas de terror.
A Mondrongo estreou com a produção dos textos das peças Teodorico Majestade – as últimas horas de um prefeito O Inspetor Geral, de Romualdo Lisboa. Desde o nascimento, já são 22 títulos publicados.

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GUSTAVO HAUNGustavo Haun | g_a_haun@hotmail.com
 

Durante as duas semanas seguintes, o conhecido cacauicultor mandava alguns dos seus mais de trezentos funcionários irem ao comerciante, um ou dois por dia, para perguntar se tinha pedra de amolar para vender.

 
Sêo Oscar era um dos homens mais ricos da Bahia, com certeza o maior cacauicultor individual do mundo à sua época.
A fama dele corria léguas e mais léguas: homem previdente, astuto e trabalhador. Ninguém lhe passava a perna. Corria a estória de que até seu genro tinha tentado assassiná-lo (de olho na gorda fortuna!), porém não havia logrado êxito, pois Sêo Oscar fora mais esperto…
Havia migrado de Sergipe para o sul da Bahia em busca de terras e riquezas. E as conseguiu, com muito suor e dedicação.
O tempo passava e Sêo Oscar só prosperava ainda mais.
Certa feita ele se dirigiu ao antigo Banco Nacional – era um dos maiores correntistas da instituição – e pediu para reaver sua aplicação.
Era muito dinheiro. O Banco consultou o saldo: mais de milhões! Trabalheira danada. Contaram, recontaram. Colocaram em várias maletas o seu valioso vintém. No fim do dia, quando lhe entregaram o montante, ele disse ao gerente:
– Ô, seu menino, sabe de uma, não vou levar o dinheiro, não… Só queria saber se vocês tinham guardado ele bem, aí…
As más línguas criaram inúmeras lendas sobre Sêo Oscar, como a de que ele amarrava um comprimido de melhoral e tomava para passar a dor de cabeça constante. Quando estava bom da dor, puxava de volta o cordão, guardando o remédio para uma próxima vez…
Como disse, muitas, muitas lendas! E o homem era famoso por elas.
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chuckEm sua conversa semanal com os leitores, Ousarme Citoaian (que assina a coluna UNIVERSO PARALELO aqui no Pimenta) diz que, na questão do preconceito, “o Brasil esteve bem à frente dos EUA”, pois “elegeu um Rei do Baião, negro (ou pardo) e nordestino chamado Luiz Gonzaga”. O colunista se referia às relações históricas entre Elvis Presley e Chuck Berry – para muitos críticos, o verdadeiro “pai” do rock. Só que o mercado fez o gênero “fugir das mãos de Chuck Berry e ir parar no colo de Elvis Presley, feito Rei do Rock”.

Especialistas apostam que Berry perdeu a parada por ser negro, enquanto Elvis,“bem apessoado”, tinha o perfil “adequado” para subir os degraus da glória. Entre nós, para felicidade geral da Nação, Luiz Gonzaga – apesar de muita gente torcer o nariz para pardos e nordestinos, foi em frente e construiu fama.

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