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O Cineclube Équio Reis, da Casa dos Artistas de Ilhéus, terá programação especial nesta terça-feira, 20, quando se comemora o Dia da Consciência Negra. Na tela, serão exibidos dois curtas-metragens que abordam a luta dos povos afrodescendentes no Brasil.

Um dos filmes é “O grito dos cativos”, de Telmo Figueiredo e Heuger Campos; o outro é “Cada negro é uma negritude”, de Murilo Campos. A sessão faz parte de um projeto que destaca a produção audiovisual dos acadêmicos do curso de Comunicação Social da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), numa parceria com o Núcleo de Produção Audiovisual do Teatro Popular de Ilhéus.

O projeto segue com a exibição de curtas até fevereiro de 2013.

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Clarindo Silva, a figura mais emblemática do Terreiro de Jesus, no Centro Histórico de Salvador, é personagem de uma das três biografias que serão lançadas no próximo dia 20, a partir das 16h30, na Assembleia Legislativa da Bahia. Os outros dois livros abordam, respectivamente, a vida do médico Juliano Moreira e a do geógrafo Milton Santos.

O trabalho sobre Clarindo é de autoria do escritor e jornalista Vander Prata, que compilou mais de 80 horas de entrevistas com o ilustre proprietário da Cantina da Lua, além de amigos e parentes.

Durante muitos anos, a Cantina foi um dos centros da efervescência cultural da capital baiana e símbolo da luta pela preservação do Pelourinho como patrimônio arquitetônico da humanidade. Relata o autor que “sob o comando de Clarindo Silva, (a Cantina da Lua) tornou-se um espaço democrático, que reunia poetas, músicos, jornalistas, radialistas, artistas, políticos, nativos e turistas, reinando absoluto como ponto de encontro da cena cultural baiana, principalmente durante as décadas de 1970 e 1980”.

Ainda segundo Prata, “Clarindo Silva estimulava a pluralidade de pensamentos, proporcionando boa comida e bebida de primeira, apreciadas principalmente quando rolava samba”. O livro que conta a bela história de Clarindo e de seu boteco mágico no Pelourinho tem prefácio do escritor e jornalista José de Jesus Barreto e contracapa do poeta Fernando Coelho.

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Teodorico e o puxa-saco Malote (foto Felipe de Paula)

A peça Teodorico Majestade – as últimas horas de um prefeito, do Teatro Popular de Ilhéus, será exibida amanhã e sábado, dias 16 e 17, sempre às 20 horas, na Casa dos Artistas. Será mais uma oportunidade para o público ilheense dar boas gargalhadas com as trapalhadas de Teodorico e sua trupe de puxa-sacos corruptos, mas sem deixar de refletir sobre a importância de se levar a política a sério.

Teodorico estreou em 2006 e já foi apresentada em várias cidades baianas, além dos estados de Alagoas, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, tendo recebido duas indicações ao Prêmio Braskem em 2008. Entre maio e julho deste ano, o espetáculo foi visto em 22 assentamentos sul-baianos.

O texto é de Romualdo Lisboa, que também responde pela direção da montagem, que traz elementos da cultura nordestina, como a literatura de cordel e cenário inspirado na xilogravura.

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Autor de Ponte estreita em curva sinuosa, Aquilino é um dos selecionados.

Os itabunenses Jailson Alves e Aquilino Paiva estão entre os dez escritores brasileiros com trabalhos selecionados no concurso nacional de literatura do Instituto Maximiano Campos.

Os textos de Jailson e Aquilino foram selecionados, respectivamente, em 3º e 7º lugares no concurso do instituto de Recife (PE). Mais de 500 escritores participaram da oitava edição do concurso.

Jailson reside atualmente em Salvador, é professor da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e faz doutorado na Universidade Federal da Bahia (UFBA). Aquilino é docente da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), cursa mestrado em literatura pela UEFS e publicou Ponte estreita em curva sinuosa, pela Editora UFRB.

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Ao responder a uma leitora sobre as incertezas da vida, o colunista Ousarme Citoaian (que assina a coluna UNIVERSO PARALELO aqui no Pimenta) disse que também ele emprega expressões do tipo “penso”, “parece” e semelhantes, por não ter “propriedade sobre as tais certezas certas”. O jornalista “pensa” que quem não duvida de si mesmo se transforma em morada da presunção – sendo esta “irmã siamesa da arrogância e da empáfia, e inimiga inconciliável da humildade”.

O titular do UP repete o conselho que um amigo seu ouviu do pai: “ao se sentir cheio de afetação e superioridade, visite o cemitério, para ver como, no final das contas, ali todos se igualam” – e lembra um curioso diálogo de José Lins do Rego e Graciliano Ramos, sobre o pessimismo deste.

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Lelo (centro) conversa com a plateia após chuva de risos em Siricotico (Foto Pimenta).

Ator e responsável pelo texto de Siricotico, uma comédia do balacobaco, Lelo Filho emocionou-se ontem, 10, ao final do segundo dia de três apresentações da peça em Itabuna. “Está sendo muito difícil viajar, fazer teatro, mas a gente não desiste, a gente quer continuar”, disse, acompanhado dos atores Jarbas Oliver, Alexandre Moreira e Nilson Rocha. A emoção, em parte, era explicada pela grande interação do público com os atores.

Para a plateia que encheu o Centro de Cultura Adonias Filho (CCAF) ontem, Lelo falou um pouco da concepção de Siricotico e lembrou que a comédia “responde à pergunta que o público sempre fez” ao mostrar os bastidores do teatro, de “como se faz um espetáculo”.

Lelo é da primeira formação de atores da Cia Baiana de Patifaria e completa 30 anos de carreira. Ele mesmo faz questão de dizer que o trabalho é árduo, mas completa: “Estou muito feliz de fazer o que amo”.

A última apresentação de Siricotico em Itabuna será neste domingo, 11, às 20h30min, no CCAF. No próximo final de semana, a peça estará em cartaz em Valença e o elenco se prepara para apresentações fora do Estado.

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Hoje é o segundo dia de três apresentações da peça Siricotico, uma comédia do balacobaco no Centro de Cultura Adonias Filho (CCAF), em Itabuna. A peça com os atores Lelo Filho, Jarbas Oliver, Nilson Rocha e Alexandre Moreira, da Cia Baiana de Patifaria, começa às 20h30min hoje e amanhã, dias 10 e 11.

Siricotico tem direção de Fernanda Paquelet e texto de Vinnicius Morais e Lelo Filho. Lelo, Jarbas, Nilson e Alexandre interpretam 20 personagens que contam bastidores do teatro ao narrar as desventuras da trupe Os Tartufos. É prato cheio para quem gosta de comédia teatral.

O quarteto, aliás, está em Itabuna pela terceira vez este ano. As duas primeiras apresentações foram com a peça A Bofetada, sempre com a promoção da Adois Produções, de Célio e Daniel Gomes.

SERVIÇO
Siricotico, uma comédia do balacobaco
Quando: Hoje e amanhã (dias 10 e 11), às 20h30min
Onde: CCAF
Horário: 20h30min
Ingressos: Bilheteria do CCAF.

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Saulo Fernandes, vocalista da Banda Eva há dez anos, confirmou saída do grupo musical que revelou nomes como Ivete Sangalo. Fernandes confirmou à repórter Wanda Chase, da TV Bahia, que tomará novos rumos. “É verdade, Wandinha”, disse sobre a despedida já em 2013.

De acordo com o próprio Saulo Fernandes na entrevista, a saída será oficializada ainda nesta noite de quarta, 7, durante show da banda na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, na capital baiana. Confira, abaixo, o vocalista cantando Circulou.

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Em resposta aos leitores, sobre questões metafísicas como “quem sou, o que sou, o que faço no mundo?”, o colunista Ousarme Citoaian (que assina a coluna UNIVERSO PARALELO, aqui no Pimenta) diz que “buscar-se é próprio do homem”. Como a querer provocar os filósofos, ele cita, a propósito, o “Conhece-te a ti mesmo”, de Sócrates (que teria vivido lá pelos anos 450 a. C.), para lembrar que Descartes, nascido mais de dois mil anos mais tarde, pregou um “Penso, logo, existo”. As duas frases, tão distanciadas no tempo, soam próximas, segundo o colunista, “no sentido de levar o indivíduo a investigar-se”.

Ele mesmo se confessa surpreso com essa proximidade entre dois pensamentos tão díspares, e conclui com uma brincadeira: “Eu imaginava que Descartes fosse… cartesiano!” O. C. ainda “conversa” com seus leitores sobre jazz, literatura (festeja o lançamento de uma pesquisa sobre Marighella, “o inimigo número um da ditadura militar”) e assuntos difusos, como os diabinhos (sorridentes e cheirando a enxofre) que se escondem dentro dos computadores.

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A abordagem da mulher e as contingências da morte na obra de Jorge Amado são analisadas no livro “Morte e Gênero – Estudos sobre a  Obra de Jorge Amado”, escrito pelos professores André Rosa e Sandra Sacramento, ambos da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). O trabalho se propõe a discutir as representações da morte e do feminino em alguns dos mais importantes textos ficcionais do autor grapiúna.

Com o selo da editora Mondrongo, do Teatro Popular de Ilhéus (TPI), o livro tem lançamento marcado para esta quinta-feira, 8, às 18h30, na Casa de Jorge Amado (sede da Fundação Cultural de Ilhéus). Estão programadas apresentações do balé afro Dilazenze, grupo teatral Maktub, entre outras atrações.

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Terça-feira em Ilhéus é sempre dia de apreciar os curtas-metragens produzidos pelos acadêmicos de Comunicação Social da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). As sessões, com entrada franca, começam às 19 horas, no Cineclube Équio Reis, instalado na Casa dos Artistas.

Amanhã, dia 6, serão exibidos dois filmes: “Nos Trilhos do Tempo”, de Rackel Rocha, e “O Encanto das Águas – Histórias da Lagoa Encantada”, de Larissa Sobral e Marcela Falcão.

Além de ver os curtas, o público pode acompanhar (e interagir) a mesa redonda com professores da Uesc, que ocorre após as exibições.

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Um comentário sobre redes e sua utilização pouco convencional no Nordeste de  outrora – levar defuntos à “última morada”, na expressão de João Cabral de Melo Neto – gerou dúvidas sobre a opinião do colunista Ousarme Citoaian (que assina o UNIVERSO PARALELO aqui no Pimenta). “O leitor não lê o autor, lê a si mesmo, no texto do autor”, disse O. C., citando Marcel Proust, mas considerando que, em comunicação, se o receptor não entende a mensagem, a responsabilidade é do emissor. “Fui mal”, admite, antes de esclarecer que é nordestino, sim senhor e sim senhora. “Se fugi da seca, feito ave de arribação, segui o destino secular da minha gente; se perdi o sotaque, não perdi o jeito ´intelectual´, absorvido dos cegos da feira de Flores, às margens do rio Pageú, e dos livretos de literatura popular”, esclarece. E finaliza: “mesmo sem renunciar às origens, a busca do homem é pelo universal, ´el cielo como bandera´”.

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Imagem da baiana de acarajé se identifica com a cultura do Estado

O ofício da baiana de acarajé passa a ser reconhecido como Patrimônio Imaterial da Bahia, por meio de decreto assinado pelo governador Jaques Wagner. A atividade foi também registrada no Livro Especial de Saberes e Modos de Fazer, do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac).

Segundo o governador, a homenagem é um reconhecimento a “uma marca baiana, uma tradição da nossa culinária e da nossa hospitalidade”.

Uma hora dessa é covardia…
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Herbert Viana e os Paralamas do Sucesso fazem grande show neste domingo, 28, no Boca du Mar, em Ilhéus. A programação começa às 18h com uma das revelações da música brasileira, a cantora Thathi. Tudo tendo como “testemunha” a bela Baía do Pontal – e, claro, milhares de fãs.

O show tem patrocínio do Ministério da Cultura e da Caixa Econômica Federal (Eu faço cultura) e promoção da MVU Eventos. Os pontos de venda de ingresso são o Stand do Karioka e a Encantur (Ilhéus) e a central do Bicho Festeiro e Encantur em Itabuna. Mais informações do show podem ser obtidas pelo (73) 3231-2100.

Abaixo, os Paralamas cantam Alagados.

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Artista participou do evento em 2011

O músico Marcelo Ganem, de Buerarema, fará duas apresentações durante o Salon du Chocolat de Paris, evento que começa no próximo dia 31 e vai até o dia 4 de novembro. Será a segunda vez que o artista participa do evento.

Os shows acontecem nos dias 2 e 3, dando destaque às composições incluídas no álbum Amoroso Chocolate. Está prevista a presença do percursionista itabunense Cláudio Kron, que vive em Londres.

Ganem viaja à França a convite da Câmara Setorial do Cacau e do Instituto Cabruca.