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A Bofetada retorna ao CCAF neste final de semana (Foto Pimenta/Arquivo)

A peça A Bofetada não era apresentada em Itabuna há cinco anos. A Cia Baiana de Patifaria compensou a ausência com grandes apresentações que provocaram riso e reflexão. Mais que missão cumprida. No retorno ao palco do Centro de Cultura Adonias Filho (CCAF), em julho deste ano, foram três dias de casa lotada.

Daniel e Célio Gomes, da produtora Descanso do Guerreiro, garantiram mais três dias de apresentações da tchurma de Fanta Maria em Itabuna. A primeira delas será nesta sexta-feira, às 20h30min, no CCAF. A peça tem 24 anos em cartaz e já foi assistida por mais de um milhão de pessoas no período, em apresentações na Bahia e nas principais capitais brasileiras.

SERVIÇO
A Bofetada
Onde: Centro de Cultura Adonias Filho
Quando: 21, 22 e 23 de setembro
Ingresso: R$ 40,00 (R$ 20,00 meia)

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Em sua abordagem semanal dos comentários postados na coluna Universo Paralelo, Ousarme Citoaian, provocado por uma leitora, afirma que a má pronúncia fere os ouvidos, não os sentimentos. “Amores `naquela base do só vou se você for´ não são destruídos por sotaques”, prega o colunista, para quem “o cupim da intolerância só corrói madeira fraca” (e, retornando à veia satírica, diz que está com ideia de montar um consultório sentimental)…

O. C. ainda se diz “quase com inveja” do leitor que cita Os desvalidos, de J. C. Dantas (que um crítico chamou “o Faukner de Sergipe”), divide com uma leitora a glória vivida pela coluna ao falar da queridinha de Sócrates, a poetisa de Safo (com quem inauguraram a moda de queimar livros) e ainda lamenta que, mesmo no Recife, as pessoas comecem a falar  “Bêbêribe e “Ôlínda” – por nefasta influência da tevê.

Para ver os comentários – e a coluna desta semana – clique aqui.

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Corpo e Alma, primeiro livro da delegada de polícia civil e poeta Sione Porto, será lançado na próxima sexta, 21, às 19, no Hotel Tarik, em Itabuna.

Membro da Academia de Letras  de Itabuna (Alita), Sione traz em Corpo e Alma 60 poemas que são “fruto de emoção, sentimento, paixão pelas pessoas e celebração do amor à vida”, como a própria define.

O livro tem prefácio do juiz de Direito e presidente da Alita, Marcos Bandeira, para quem “Sione escreve  com  as  tintas da sensibilidade e da paixão”.

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O Trombone

O jornalista e escritor  sulbaiano  Daniel  Thame é um  dos convidados da  Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica), que acontece de 17 a 21 de outubro no  Recôncavo Baiano. Este ano, a Flica fará homenagens aos centenários de Nelson Rodrigues e Jorge Amado.

Autor dos livros Vassoura,  A Mulher do Lobisomem  e Jorge100anosAmado- tributo a um eterno Menino Grapiúna, editados pela Via Litterarum, Thame participa,  no dia 20,  de uma mesa redonda com o tema “Jorge Amado e os contextos de Terras do Sem Fim e Gabriela”, ao lado da escritora norte-americana Mary Ann Mahony.

Entre os convidados para a Flica 2012 estão  confirmados escritores do Brasil,  Estados Unidos, Espanha,  Portugal, Angola, Nigéria e Togo. A filha de Nelson  Rodrigues,  Sonia Rodrigues, participa da mesa redonda em  homenagem  ao pai. A  Flica será  realizada no  Convento do Carmo e terá ainda espaços como  Casa da Rede, Varanda do Sesi e Pouso da Palavra.

A Flica tem o patrocínio da Coelba e Governo do Estado da Bahia (através do Fazcultura, Secretaria de Cultura, Secretaria da Fazenda) e Petrobras, e apoio da FIEB/SESI e Bahiatursa, apoio institucional da Prefeitura de Cachoeira, e realização da Putzgrillo! Cultura e Icontent.

Veja a programação completa da Flica 2012 em www.flica.com.br

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Ao “comentar os comentários” feitos à coluna Universo Paralelo, que assina aqui no Pimenta, Ousarme Citoaian teve uma surpresa: “O guriatã existe!” – exclamou, feliz feito um índio de Gonçalves Dias, ao ler a informação de um leitor. O colunista se referira ao pássaro símbolo da Academia de Letras de Itabuna, como “talvez já extinto”. Bichinhos de pena à parte, O. C. ainda conversa sobre poetas, poetos, poetisas e jazz (uma de suas paixões assumidas). Depois de rápido passeio (de nariz tapado!) pelo rock dito “brasileiro”, visita a língua portuguesa, tangencia a “sincronicidade” de Jung e, diante de certo comentário, se rende: “Não me sinto hipócrita bastante para não sentir o ego acariciado”.

Para ler os comentários, clique aqui

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Toda terça-feira é dia do colunista Ousarme Citoaian responder aos leitores que comentaram sua coluna (Universo Paralelo, publicada no fim de semana) – o que ele faz com extrema elegância. “Nós, os autores, não temos o direito de chutar a canela de quem nos lê e opina, mesmo que as opiniões não batam com a nossa”, justifica.

Em tom de cumplicidade, ele “fala” com as pessoas como se estivesse numa roda de amigos e, às vezes, quase sedutor, encontra o que há de melhor para dizer: a uma leitora recita “Por onde for quero ser seu par”; a outra gaba a escrita bem feita (“Preciso me cuidar, senão você me toma o emprego!”) e a alguém que também elogiou a escolha de Andança, tasca um “Me leva, amor”, a propósito de explicar apungência do verso. Ao comentário de quem cita dois livros seus, O. C. manda um afago, embrulhado numa frase velha e boa (“Quem encontra um leitor, encontra um tesouro”).

Confira a coluna e, na sequência, o comentário dos comentários aqui

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Imagem captada pelas lentes de Luiz Tito em Barreiras, no oeste baiano, integra exposição.
Tito reúne trabalho de 20 anos em exposição.

O cotidiano de cidades baianas como Feira de Santana e Itabuna será retratado na exposição do fotógrafo Luiz Tito, do jornal A Tarde, no Museu Parque do Saber, Bairro São João, em Feira de Santana.

“Luiz Tito: 20 anos escrevendo com a luz” traz uma coleção de alguns dos melhores trabalhos do profissional nas mais de duas décadas de trabalho. São 60 fotografias em tamanho 50×60, “expondo a verdade nua e crua, sem abdicar da poesia”.

Tito trabalhou por quase dois anos na sucursal d´A Tarde em Itabuna. Ele destaca a qualidade das imagens e o espontâneo presente nas fotos jornalísticas. “Não são frutos de ensaios, mas da apresentação de pequenos fragmentos do cotidiano”, diz.

“As imagens tanto falam, quanto gritam, como sussurram, sorriem e choram, numa mistura formidável de emoções”, diz, confirmando a proposta de não abdicar do poético na exposição em Feira.

PALESTRAS NA ABERTURA

A exposição também reunirá grandes figuras do jornalismo baiano, como o feirense e mestre da fotografia Reginaldo Pereira, que terá a companhia de outro palestrante, o editor de fotografia do Grupo A Tarde, José Carlos Casaes, que falará sobre “Fotojornalismo na era digital”. A programação desta sexta também trará o editor da coluna Tempo Presente, d´A Tarde, Levi Vasconcelos.

Foto de Tito traz usuária de crack, adolescente, dormindo na calçada da Cinquentenário, em Itabuna.
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José Cruz | Blog da Dad

No país do futebol, preparem-se para as emoções dos 14 Jogos Paralímpicos a partir do dia 29 (ontem), em Londres. Isso mesmo — Paralímpicos.

Os “paraolímpicos” ficaram na história dessa competição, que começou em 1960, na Itália, para deficientes físicos, amputados, cegos ou paralisados cerebrais ou mentais.

Em março deste ano, o Comitê Brasileiro que dirige os esportes para deficientes decidiu adequar o termo brasileiro ao International Paralympic Committee. E oficializou a expressão Paralímpica, em substituição ao conhecido paraolímpico.

Em Londres, serão 115 homens e 67 mulheres brasileiras disputando em 18 modalidades, tentando avançar no quadro de medalhas. Nos Jogos de Pequim, em 2008, nossa representação ficou em nono lugar, com 47 medalhas, sendo 16 de ouro, 14 de prata e 17 de bronze.

A expectativa, agora, é que os brasileiros melhorem a classificação. Não duvide. Nossos atletas vêm em evolução constante, a partir dos Jogos de Sydney, em 2000, principalmente nas provas de atletismo e natação.

Isso ocorre devido a dois aspectos: o forte aporte de recursos do governo federal, inclusive com patrocínio das Loterias Caixa, e a realização dos Jogos Escolares e Universitários, que contribuíram para a renovação da equipe.

Boa sorte, Brasil! Vamos à torcida por nossos atletas da superação, atletas paralímpicos.

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Gimenez e Pitty Webo no palco com “Mulheres solteiras procuram” (Foto Figueira Jr.).

Aline, Marisa e Sara são mulheres solteiras e cada uma com os seus dramas. Uma conhece o “princípe encantado” que é… casado, a outra descobre que o ex-marido joga no time do meio e o namorado da terceira sumiu.

Histórias assim recheiam a comédia Mulheres solteiras procuram, em cartaz no sábado e no domingo, dias 1º e 2, no Centro de Cultura Adonias Filho, em Itabuna, com os atores globais Pitty Webo, Marco Antonio Gimenez e Wagner Trindade, sempre às 20h30min.

A peça é mistura de realidade e ficção. Escrita pela própria atriz Pitty Webo, que também dirige e atua, Mulheres solteiras procuram já rodou o Brasil e conquista a plateia pela qualidade na interpretação e por expor no palco – de forma hilária – os dramas não apenas feminino. A peça traz as reações masculinas nas interpretações de Marco Antonio Gimenez e Wagner Trindade.

SERVIÇO
Mulheres solteiras procuram
Onde: Centro de Cultura Adonias Filho
Quando: Dias 1º e 2, às 20h30min
Quanto: 40,00 (inteira) / R$ 20,00 (meia-entrada)
Elenco: Pitty Webo, Marco Antonio Gimenez e Wagner Trindade

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O colunista Ousarme Citoaian, que assina a coluna Universo Paralelo aqui no Pimenta, afirmou – em resposta a comentário do leitor Ricardo Seixas – que “ética nada tem a ver com diploma de jornalista”.

Ousarme considera ter sido essa interpretação equivocada da Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas) que levou o Supremo Tribunal Federal (STF) a derrubar a pretensão da exigência do diploma, agora aprovada pelo Senado.

Para ele, o mercado, distante das interpretações do STF e do Senado, não está nem aí para diploma, beca e capelo. E brinca ao afirmar que o mercado “emprega quem tem competência (e, valha-nos Deus, até quem não tem)”. O. C. “conversa” com seus leitores às terças.

Confira mais na coluna desta semana

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Família Caymmi foi uma das atrações do festival deste ano.

André Guimarães, dirigente da Maná Produções, disse que o Festival Amar Amado reúne condições para ocorrer anualmente, pelo menos, até 2017. Agora em 2012, o evento de homenagem ao escritor grapiúna Jorge Amado atraiu milhares de pessoas e atrações nas áreas gastronômica, literária e musical, a exemplo de Caetano Veloso, Margareth Menezes e Família Caymmi.

A Maná obteve do município uma carta de cessão de espaço para os próximos cinco anos, segundo Guimarães. “Um evento desse porte, realizado anualmente na cidade de Ilhéus, vai consolidar a imagem da cidade como Capital Baiana da Cultura”, acredita.

O diretor da Maná Produções afirmou que a ideia é agregar outros símbolos e personagens ao festival. Em 2013, revela, o Amar Amado renderá homenagens ao centenário de Vinícius de Moraes. E em 2014, o alvo seria o cantor baiano Dorival Caymmi.

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Ousarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.br

A vida há de ser lida no original, pelos nossos olhos, não pelos olhos dos outros. Mesmo assim, o texto interpretado por pessoa mais experiente nos ajuda a entendê-lo. Pensei nisso relendo o poema de Manuel Bandeira Vou-me embora pra Pasárgada(que todo mundo conhece, nem que seja vagamente). É exemplo acabado de “escapismo romântico” – forma de evadir-se da realidade desagradável, o que os poetas fazem usando o devaneio, a imaginação. No caso, Bandeira “muda-se” para Pasárgada (um lugar perdido na Pérsia), onde as coisas acontecem de forma contrária ao seu dia a dia cheio de limitações. O poeta era tuberculoso – e esta informação é indispensável para que a gentil leitora entenda o poema.

Clique aqui e confira a coluna Universo Paralelo na íntegra

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Do Blog do Gusmão

O Festival Amar Amado, que comemorou o centenário do escritor Jorge Amado e agradou a nativos e turistas, pode entrar para o calendário de eventos culturais de Ilhéus.

Segundo José Nazal, chefe de gabinete do prefeito Newton Lima, a realização anual do evento está em discussão no Ministério da Cultura.

Na edição desse ano, a primeira, o festival foi financiado com verbas do ministério, captadas por meio da Lei Rouanet, e contou com o apoio do governo estadual.

O evento proporcionou, durante 8 dias, vários espaços onde foram discutidas as contribuições de Jorge Amado para a cultura contemporânea. Teatro, feiras e discussões literárias e música tiveram espaço garantido.