A artista plástica e ceramista grapiúna Conceição Portela abre, às 19 horas desta sexta-feira, 20, no Foyer do Teatro Municipal de Ilhéus, a exposição “Kakau”. As cerâmicas e telas foram inspiradas no livro Cacau, de Jorge Amado, editado em 1933.
A exposição também integra as homenagens ao centenário do escritor grapiúna e ficará aberta ao público até o dia 30. “Cacau” relata as questões sociais existentes nas fazendas de cacau: trabalho duro, escravo e as humilhações pelas quais passavam os trabalhadores nas plantações de cacau no sul da Bahia.
Neste cenário há também rico folclore. As telas de Conceição Portela trazem esse imaginário popular, retratando alegorias como Mula-sem-cabeça, o Lobisomem, Caipora e os Duendes do cacau. Na abertura, haverá apresentação musical de Jean Costa.
Tempo de leitura: 2minutosVida de Vestibulete traz dicas sobre hidrocarbonetos para quem vai disputar vestibular e Enem.
O primeiro vídeo alcançou mais de 230 mil visualizações em apenas seis dias no Youtube. A aula-paródia Área do Conetransformou os estudantes itabunenses Spartakus Santiago, Mariana Rosas e Paula Lavinsky em fenômenos da internet e alçou o trio à condição de celebridade.
Depois de aula de geometria espacial, agora a turma de alunas e ex-aluno do Colégio Sistema, de Itabuna, envereda pelos mistérios da Química. Traz dicas dos hidrocarbonetos (confira o vídeo logo abaixo).
Spartakus e Mariana têm agora as companhias de Andreza Santana e Laís Xavier em Vida de Vestibulete, paródia para Vida de Empreguete, trilha das personagens Penha, Cida e Rosário, da novela global Cheias de charme.
O vídeo foi criado para uma gincana da escola. Andreza interpreta Penha, Mariana é Rosário e Laís faz o papel de Cida. Paula, que interpretou Pauloncé em Área do Cone, desta vez não pôde participar porque estava doente no período das gravações.
SUCESSO NACIONAL
Spartakus dirige, filma, edita e compõe.
Spartakus rememora o sucesso alcançado pelo primeiro vídeo. Além de grandes publicações brasileiras, ele, Paula e Mariana apareceram em programas de grandes redes de televisão. “Aparecemos no Hoje em Dia (Record), Eliana (SBT), Jornal da Globo (Globo) e Leitura Dinâmica (RedeTV!)”, afirmou ao PIMENTA.
Rolou também convite para participar do Pânico, na RedeTV, mas a data disponível já estava agendada para gravações no programa de Eliana. O trio também apareceu em programas regionais.
Spartakus mudou-se de cidade após aprovação para cursar publicidade no Rio de Janeiro. As gravações de Vida de Vestibulete ocorreram no período de greve nas universidades federais.
– Com a greve, vim pra Bahia e aproveitei pra participar de mais um vídeo – disse ao PIMENTA. Spartakus é o responsável pela direção, filmagem, letra e edição de Vida...
Confira o novo vídeo-aula sobre os hidrocarbonetos:
Tempo de leitura: 2minutosAmélia Maron, filha de Lourdes, e a repórter Marta Almeida.
Desde o final da década de 50, quando foi lançado o livro Gabriela Cravo e Canela, do escritor baiano Jorge Amado, persiste um grande mistério: Afinal a personagem Gabriela existiu mesmo em Ilhéus no Sul da Bahia?
Uma revista da época, a extinta Manchete, divulgou um artigo associando moradores da cidade aos personagens do livro. Foi quando começou a ganhar força a versão de que Gabriela seria Dona Maria de Lourdes Maron, que era casada com o dono do Bar Vesúvio, o libanês Emílio Maron, na década de 40.
Historiadores como Maria Luiza Heiner contam que não é bem assim. Jorge Amado em entrevista em 1992, feita no próprio Vesúvio, declarou que o casal não era Nacib e Gabriela. Mas mesmo assim a história acabou virando um “mito” com a mistura entre ficção e realidade.
Hoje, do livro, podemos observar em Ilhéus um rico patrimônio histórico: O bar Vesúvio, que ainda funciona como restaurante, o Bataclan, que agora é uma casa de shows e também restaurante, o Cine Teatro de Ilhéus, a Catedral de São Sebastião e ainda tem o sobrado onde Jorge Amado passou a infância, a Casa de Jorge Amado.
Pelas ruas da cidade, os turistas chegam em busca dos locais descritos no romance e são recebidos por artistas locais como Janete Lainha, que interpreta Gabriela, no Centro Histórico de Ilhéus. O atual dono do Vesúvio, Guido Paternostro, brinca com a confusão entre realidade e ficção que as pessoas ainda fazem.
REPÓRTERES AJUDAM A PÔR FIM NO MISTÉRIO
A repórter Marta Almeida e o cinegrafista Marcelino Silva, da TV Santa Cruz, conseguiram entrevistar a filha de Loudes Maron, pondo fim às histórias e boatos que cercam o assunto. A reportagem foi ao ar ontem e marca o retorno de Almeida às telinhas.
Na cidade onde moram parentes de Dona Maria de Lourdes, o neto Júnior Maron não se incomoda com a associação que foi feita entre seus avós e os personagens do livro e brinca com a comparação, pois é chamado de “Nacibinho”.
Mas os filhos do casal que ainda estão vivos e moram na Bahia nunca quiseram falar do assunto. A artista plástica Amélia Maron, no entanto, falou com exclusividade para a TV Santa Cruz, em entrevista para a jornalista Marta Almeida. Quebrou o silêncio de anos, depois de muita insistência e contou como era sua mãe, uma exímia cozinheira.
O assunto sempre foi muito delicado na família Maron, mas Dona Amélia decidiu falar para esclarecer de uma vez por todas a confusão feita com sua mãe, que, segundo ela, não tinha as características físicas da personagem.
Segundo Amélia, Lourdes era apenas uma criança na década de 20, quando se passa o romance e, por causa da associação feita, sofreu muito. As pessoas não entendiam que a personagem, diz, era fruto da imaginação do escritor que declarou ter na verdade se inspirado em várias pessoas para construir sua Gabriela.
Pescador, ex-prefeito de Ilhéus, presidente da Fundação Maramata e contador de histórias, Antônio Olímpio lançará o livro Os peixes e os frutos do mar à mesa, na próxima sexta, 13, às 19h, no Teatro Municipal de Ilhéus.
Na obra editada pela Mondrongo Livros, de Ilhéus, o amante de pesca esportiva se apresenta como “cozinheiro” desde os 18 anos, no período em que residiu no Rio de Janeiro e sentia saudade da comida de casa.
O que aprendeu com a mãe e com o tempo de pescador e cozinheiro é compartilhado no livro de 308 páginas que traz “receitas originais” e de “outros autores”, todas elas “testadas e aprovas por amigos e familiares”.
Tempo de leitura: < 1minutoCasa dos Artistas traz homenagem ao Rei do Baião.
A programação cultural diversificada da Casa dos Artistas, em Ilhéus, traz nesta terça, 10, mais uma homenagem ao Rei do Baião, Luiz Gonzaga. No Cineclube Équio Reis, será exibido o filme O comprador de fazendas, de 1951, com trilha sonora de Gonzagão.
Segundo a direção da Casa dos Artistas, todas as terças deste mês de julho serão dedicadas a filmes que guardem relação com a vida e a obra de Luiz Gonzaga.
A programação celebra o centenário de nascimento de um dos maiores nomes da música brasileira. O projeto conta com o apoio do Memorial Luiz Gonzaga da Fundação de Cultura Cidade do Recife.
Tempo de leitura: 3minutosJarbas Oliver e Lelo Filho contracenam em A Bofetada (Foto Leto Carvalho).
“Não fazemos teatro de puro entretenimento, mas de reflexão”, afirma o ator, produtor e diretor da peça A Bofetada, Lelo Filho, da Cia Baiana de Patifaria. Ele teve um dedinho de prosa com o PIMENTA na quinta, 5, um dia antes de iniciar a série de três apresentações da peça no Centro de Cultura Adonias Filho, em Itabuna.
A Bofetada tem 24 anos de apresentações contínuas pelo País e interior baiano com o texto sempre renovado de ingredientes a partir de pesquisas de situações locais.
Lelo disse que na curta temporada em Itabuna não faltarão críticas bem-humoradas. “Fizemos pesquisa para ver o que está acontecendo [na cidade] e sobre coisas que se pode mencionar no texto. É um espetáculo renovável”, resumiu. A seguir, os principais trechos da prosa.
PIMENTA – Como tem sido a experiência de levar ao público um espetáculo como este por tanto tempo?
LELO FILHO – A Bofetada é um espetáculo que se renova o tempo inteiro. A cada nova temporada, a cada cidade visitada, a gente sempre insere alguma coisa. A Bofetada comemora 24 anos. É um trabalho de ator, bacana. Para quem fez ou está fazendo, é um trabalho de memorizar coisas novas. A gente monta o espetáculo como se tivesse sido feito em cada lugar que a gente visita.
Nesses 25 anos, dá para sentir renovação de público no interior da Bahia, onde há carência de produção, espetáculos e espaços teatrais?
Com A Bofetada, a gente percorreu 50 cidades do Brasil. O interior da Bahia sempre. Foram longas temporadas no Rio, São Paulo, Brasília, Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte. Só não fizemos a região Norte. Acredito que o espetáculo também seja responsável pelo bom momento do teatro baiano, que começou na virada dos anos 80 e 90, quando se chamou o público de volta para ver espetáculos produzidos na Bahia. Quando a gente volta, a plateia se renova com gerações que não viram o espetáculo. Há cinco anos que a gente não vem a Itabuna.
Basta você ligar a TV e assistir ao noticiário político da cidade e do país para ter grande arsenal de piadas.
Você se recorda de algum fato pitoresco envolvendo o espetáculo em cena e a plateia nas apresentações feitas aqui na região?
Quando você fala de coisas locais, como a Ilha do Jegue, o Bairro Maria Pinheiro e a divisa com o Daniel Gomes, ou inserindo locais, coisas que o público entende, gera humor, risos. Meu personagem mora na divisa dos dois bairros. Há certa ironia. A gente faz com o intuito de aproximar, o que acaba ficando até mais engraçado.
Muitas mudanças no elenco durante esse longo período?
Sou o único ator da formação original. Pelo espetáculo, já passaram 14 atores. O atual núcleo tem Alexandre Moreira, Jarbas Oliver, Nilson Rocha e eu. Em paralelo, estamos com o espetáculo Siricotico, que já esteve em Itabuna, uma das poucas cidades baianas a recebê-lo.
Deve ser prazeroso fazer A Bofetada com o texto renovado. Ainda há muito a oferecer ao espectador?
O Brasil é país rico em fornecer material. Basta você ligar a TV e assistir ao noticiário político da cidade e do país para ter grande arsenal de piadas. Não que seja uma coisa boa, mas, na verdade, a gente ironiza essas mazelas todas para que a plateia reflita. Não fazemos teatro de puro entretenimento, mas de reflexão.
Serviço Peça A Bofetada (Cia Baiana de Patifaria) Quando: 7 e 8 de Julho / 20h Onde: Centro de Cultura Adonias Filho (Itabuna) Ingresso: R$ 40,00 (R$ 20,00 meia)
Hoje começou a campanha eleitoral em todas as cidades brasileiras, mas o itabunense pode ver comédia besteirol de verdade – e das melhores – com a peça A Bofetada. O bando de Fanta Maria se apresenta hoje, amanhã e domingo (dias 6, 7 e 8), sempre às 20h, no Centro de Cultura Adonias Filho.
A peça da Companhia Baiana de Patifaria entra no 24º ano e já foi assistida por mais de um milhão de pessoas em palcos de todo o País. Ingressos podem ser adquiridos na Central do Ingresso, Bicho Festeiro e na portaria do Centro de Cultura. O ingresso custa R$ 40,00 (R$ 20,00 a meia).
As origens da MPB, os principais compositores e intérpretes de 1890 a 1990, década a década, de Chiquinha Gonzaga a Marisa Monte, de Catulo da Paixão Cearense a Zezé Di Camargo e Luciano. Relançado semana passada, MPB – A História de Um Século (Editora Funarte, R$ 70,00) é um livrão de 528 páginas que serve de referência a quem quer entender os rumos dessa trajetória, e acompanhá-la em fotos.
São 400 imagens de artistas de “importância decisiva”, entre amarelados registros de Patápio Silva, Ernesto Nazareth, Heitor dos Prazeres e Pixinguinha, imagens icônicas das gerações bossa nova (Tom, Vinicius, Menescal, Bôscoli, Carlos Lyra e companhia, Sérgio Mendes e o Brasil-66 posando com Nixon em Washington), da música de protesto, festivais, jovem guarda, até chegar aos anos 90 do pagode e do sertanejo pop.
A publicação culmina na “nova MPB” que também estourou ali: Marisa, Cássia Eller, Chico César, Zélia Duncan, alguns “modismos” passageiros e fenômenos femininos que se perpetuaram (Ivete, Ana Carolina).
Já a novíssima MPB não entrou. “O espírito do livro foi se ater ao século 20, que foi o consolidador e definidor da MPB. O século 21 está começando ainda, não dá para se ter uma apreciação crítico-histórica”, diz Ricardo Cravo Albin, pesquisador aplicado e diretor do Museu da Imagem e do Som entre 1965 e 1971. Seus textos aparecem no livro também em inglês, francês e espanhol. Do Estadão.
14 curtas-metragens foram selecionados para a mostra competitiva da segunda edição do Festival de Cinema Baiano (Feciba). O evento será realizado de 2 a 7 de abril no Teatro Municipal e na Fundação Cultural de Ilhéus. Dentre os filmes selecionados estão Nunca mais vou filmar, do cineasta e crítico Leandro Afonso Guimarães.
Os filmes foram selecionados dentre 35 curtas inscritos por cineastas de Salvador, Itabuna, Ilhéus, Gandu, Feira de Santana, Vitória da Conquista, São Félix, Palmeiras e Itajuípe. O vencedor da mostra competitiva pelo voto popular levará premiação de R$ 2 mil, além do troféu Feciba, produzido pelo artista plástico Goca Moreno. O júri técnico vai apontar o vencedor de melhor direção, melhor roteiro, melhor fotografia e melhor direção de arte.
Os ingressos para a segunda edição do festival já estão disponíveis. O passaporte para toda o evento custa R$ 20,00. Acesse o site do evento (http://www.feciba.com.br/). O festival é produzido pelo NuProArt e Panorâmica e conta com fomento do governo baiano. Abaixo, confira os curtas selecionados para a mostra competitiva:
A máquina, de Íris de Oliveira
A morte de DJ em Paris, de Igor Pena
Breve passeio, de Rafael Jardim
Boi bandido, de Ernesto Molinero
Corte seco, de Matheus Vianna
De pés descalços, de Sheylla Tomáz Nunca mais vou filmar, de Leandro Afonso
Virou o jogo: A história de Pintadas, de Marcelo Villanova
O cadeado, de Leon Sampaio
O caso de Ester, de Susan Kalik e Thiago Gomes
Olho de boi, de Diego Lisboa
Peixe-boi, de Paula Gomes
Premonição, de Pedro Abib
Sala de milagres, de Cláudio Marques e Marília Hughes
A FICC (Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania) promove hoje mais uma edição do Caldo Cultural, no Bar Lá em Casa. E como hoje é o Dia Nacional da Poesia, o evento será especial. A programação começa às 19 horas, com acesso livre.
Lago em Gabriela?
De Portugal e via Facebook, o ilheense Luisaldo Barreto comentava a escolha do ator Marcelo Serrado para o papel de Tonico Bastos no remake de Gabriela, que a Globo levará ao ar até o início do próximo semestre. Sem contestar a qualidade do artista que hoje faz sucesso interpretando o mordomo Crô, em Fina Estampoa, Luisaldo sugere o conterrâneo Fábio Lago para o papel: – Este personagem serviria bem a Fábio Lago.
Ilheense e aluno de Pedro Matos, Fábio Lago faz sucesso no teatro, interpretou personagens fortes no cinema (Tropa de Elite é exemplo) e em 2009 foi eleito o Ator Revelação ao interpretar o personagem Fabiano, na novela Caras & Bocas, também da Rede Globo. Talento é o que não falta ao ator.
Marcelo Serrado, que interpreta o Crô, estará em Gabriela.
A TV Globo definiu mais um ator para a novela Gabriela. Marcelo Serrado, que interpreta o hilário Crodoaldo Valério, o Crô, em Fina Estampa, assumirá o papel de Tonico Bastos no remake homônimo do romance escrito pelo itabunense Jorge Amado.
Dentre outros nomes já escalados, estão o de Juliana Paes e Humberto Martins, que farão Gabriela e Nacib, respectivamente, além das cantoras Emanuelle Araújo e Ivete Sangalo. A musa do axé interpretará uma prostituta, segundo a produção do remake. As gravações da novela estão previstas para começar entre o final deste mês e o início de março. Algumas cenas serão gravadas em Ilhéus.
A bateria dos Casados I… Responsáveis arrasta multidão com as velhas marchinhas (Foto Pimenta).
A tradicional Lavagem do Beco do Fuxico atraiu cerca de 20 mil foliões neste sábado (3), conforme cálculos da polícia militar. A avenida do Cinquentenário, o Beco do Fuxico e a praça Adami foram tomados pela alegria, dezenas de atrações, blocos tradicionais e – em ano eleitoral – muitos pré-candidatos a prefeito e vereador. Multidão seguiu a ordem e balançou o chão da praça (Foto Pimenta).
Os blocos mais tradicionais abriram a “Ressaca do Carnaval”. A irreverência das “meninas” do Maria Rosa e a graça dos Casados I… Responsáveis e dos Dez Casados encantavam desde adultos a jovens. O bloco Dez Casados sacudiu a avenida com vários solos de guitarra baiana. Não faltaram o som da família Macedo e o frevo pernambucano. Olhe aí as CasadAs I… Responsáveis, gente, tomando a avenida (Foto Pimenta) Se não tem carnaval, tem lavagem. E olhe a multidão que desceu a avenida… (Foto Pimenta).
O show continuou depois do banho de cheiro das baianas. A percussão dos meninos do Encantarte foi seguida por blocos como Chapolin, Hora-Extra e Meninas de Tromba. O axé do Asa de Águia e Chiclete com Banana tiveram espaço com as bandas Descarga Elétrica e Karamba na Kara, em cima do trio elétrico Nasa. Baianas descem o Beco do Fuxico com ritmo e água de cheiro (Foto Pimenta). Percussão do Afro Encantarte fez bonito na avenida (Foto Pimenta).
Os foliões tomavam a avenida e milhares reinavam na praça Adami, onde se aglomeravam à espera dos trios elétricos e dos quatro caminhões-pipas. Água para lavar a alma do folião que – mais uma vez – ficou sem carnaval e tirou o atraso na lavagem. Caminhão-pipa lava a alma do folião na ressaca carnavalesca (Foto Pimenta). Olha aí a perfeita tradução do que é alegria! (Foto Pimenta). Carlos Barbosa ataca de Maria Rosa e encontra pretendente (Foto Pimenta). Caçolinha liberou as meninas do Maria Rosa para um clique (Foto Pimenta). A baianinha deu a ordem: "leva eu, mainha!" (Foto Pimenta).
Confira mais fotos da Lavagem do Beco clicando aqui no Leia Mais
A atriz Thalita Carauta, que interpreta a Janete no humorístico Zorra Total, se apresenta hoje e amanhã (dias 3 e 4), no Teatro Municipal de Ilhéus. O espetáculo, intitulado “A Favela”, será exibido a partir das 20h30min, nos dois dias.
Trata-se de uma comédia stand up, que narra um dia típico de uma comunidade carente. No palco, Thalita interpreta quatro personagens: Clarete, uma vendedora de calcinhas e barraqueira; Dona Santinha, a pregadora suspeita; Fininho, o chefe da favela; e, é claro, Janete, uma radialista que dá dicas de sedução a pessoas que estão “encalhadas”. A direção do show é de Rodrigo Sant’Anna, parceiro de Thalita no Zorra, onde interpreta Valéria.
Os ingressos ainda podem ser adquiridos na bilheteria do teatro, Stand do Karioca e Academia Tonus. Em Itabuna, eles estão disponíveis no Bicho Festeiro, no Shopping Jequitibá.
Tempo de leitura: < 1minutoLavagem reuniu mais de 15 mil foliões no ano passado (Foto Pimenta).
Itabuna cai na folia em instantes em mais uma edição da Lavagem do Beco do Fuxico, evento que este ano será realizado no pós-carnaval. Organizado por blocos tradicionais da cidade, a festa está programada para começar às 17h, mas a multidão começa a se aglomerar nas transversais da avenida do Cinquentenário e no Jardim do Ó (centro de cultura Adonias Filho).
É do Jardim do Ó que vão sair blocos como Maria Rosa, Casados I… Responsáveis, Descasados, a percussão do Encantarte, Mulher de Tromba, Hora-Extra e As Mocreias da Califórnia, em desfile pela avenida do Cinquentenário.
Ao cair da tarde, a muvuca se concentrará entre o Beco do Fuxico (Adolfo Leite), a Duque de Caxias e a praça Adami. A folia será puxada por trios, minitrios elétricos, carros de som para os blocos tradicionais e o “fuscão do som”.