A Secretaria de Cultura de Ilhéus publicou o segundo dos dois editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Pnab), voltado para os pontos e pontões de cultura que atuam no município. Conforme o edital, serão selecionados dez projetos que promovam o acesso da população aos bens e aos serviços culturais nos territórios e comunidades onde atuam, nos termos da Política Nacional de Cultura Viva. Ao todo, serão distribuídos R$ 420 mil, sendo R$ 42 mil para cada selecionado.
Podem concorrer pontos e pontões de cultura com CNPJ e organizações da sociedade civil sem fins lucrativos que desenvolvam e articulem atividades culturais em suas comunidades, mesmo que ainda não estejam certificadas como ponto ou ´pontão de cultura pelo Ministério da Cultura. Para isso, devem cumprir os requisitos para a certificação no Cadastro Nacional.
O edital estabelece exigências como ter três anos de existência e desenvolvimento de atividade cultural documentada por meio de fotos, material gráfico de eventos, publicações impressas e em meios eletrônicos e outros materiais comprobatórios; comprovação de experiência prévia na execução de projetos semelhantes ao proposto; e capacidade técnica e operacional para o cumprimento das metas estabelecidas e do projeto inscrito.
O certame reserva vagas para projetos de instituições dirigidas por maiorias negras, indígenas e por pessoas com deficiência. As inscrições começam na próxima segunda-feira e seguem até 5 de junho, por meio do formulário eletrônico que ficará disponível neste link.
Teatro é uma das categorias contempladas pelo edital da Secult || Foto Teatro Popular de Ilhéus
Tempo de leitura: 2minutos
Do PIMENTA
A Secretaria de Cultura de Ilhéus lançou o primeiro edital da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, também conhecida como Lei Aldir Blanc 2, que teve origem como incentivo emergencial durante a pandemia e foi transformada em política permanente do Estado brasileiro. No município, o edital 1 da Pnab destinará R$ 980 mil para 112 projetos culturais.
Podem participar agentes culturais na forma de pessoa física ou jurídica (com ou sem fins lucrativos). Cada agente cultural pode inscrever um projeto. As inscrições começaram na sexta-feira (18) e seguirão até 18 de maio, por meio do formulário eletrônico disponível neste link.
O edital contempla ações de artes plásticas, capoeira, cultura afro/povo negro, cultura hip hop, cultura indígena, cultura popular, dança, literatura, música, patrimônio cultural, quadrilha junina, feiras criativas, audiovisual e teatro. A depender da categoria, o valor pleiteado pode variar de R$ 5 mil a R$ 70 mil.
Todas as categorias terão cotas de 25% para pessoas negras, de 10% para indígenas e de 5% para pessoas com deficiência. No caso dos agentes culturais constituídos como pessoa jurídica (empresa, associação, fundação etc), o enquadramento como cotista levará em consideração critérios como o predomínio de pessoas negras, indígenas ou com deficiência nos quadros dessas instituições.
Ao PIMENTA, a secretária de Cultura de Ilhéus, Anarleide Menezes, informou que a Pnab terá outro edital no município, o Cultura Viva, destinado aos pontos e pontões de cultura, com orçamento de R$ 420 mil. A data de publicação ainda não foi definida. “Sai nos próximos dias”, prevê a gestora.
A princípio, os recursos deveriam ter sido executados até o final de 2024, pela gestão dos ex-prefeito Mário Alexandre, Marão (PSD). Como parte dos estados e municípios não havia sequer divulgados os editais até aquela data, incluindo Ilhéus, o Ministério da Cultura prorrogou o prazo de execução até 30 de junho deste ano (veja mais aqui).
Projeto leva cinema, debates e oficinas a escolas de Itabuna || Foto Divulgação
Tempo de leitura: 3minutos
O teatro do Complexo Integrado de Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Ciebtec), em Itabuna, se transformou em uma sala de cinema e reflexão com a estreia da Mostra Cineclubista Itinerante – Cinema Negro em Foco. O projeto, que é gratuito, exibiu quatro produções brasileiras de forte impacto social: o curta metragem de ficção Ecos da Caveira de Burro, do produtor Sebáh Villas-Bôas; Até as Pedras se Encantam, de Ana Diamante; Confinados, em suas Vidas, de Isidoro Cruz Neto; e o documentário Contragolpe, de Victor Uchôa.
A atividade do último dia 4 levou à plateia alunos e professores do Ensino Médio, que mergulharam nas narrativas e participaram ativamente de um bate-papo após as exibições. Temas como desigualdade, ancestralidade, política e identidade ecoaram nas falas de quem assistiu e se reconheceu nas telas. Alguns estudantes demonstraram interesse em entender o processo de produção dos filmes, revelando um despertar criativo e um novo olhar sobre o audiovisual como ferramenta de expressão.
A estudante Maria Fernanda Marques Barreto, de 16 anos, se identificou com o filme Contragolpe, que narra o jeito de luta do povo da periferia de Salvador, por meio do boxe, esporte que ela pratica. “Esse filme reflete a minha realidade, porque também faço parte de um programa que tem o mesmo foco: tirar a ideia de que as pessoas da periferia são criminosas. Gostei muito”, conta a jovem entusiasmada.
A mostra vai além da exibição de filmes, com duas oficinas pensadas para ampliar repertórios e estimular o protagonismo juvenil. A de Cineclubismo, ministrada pelo gestor cultural e coordenador do projeto, Cláudio Lyrio, apresenta a história dos cineclubes e ensina como criar um dentro da escola. Os estudantes aprendem a escolher filmes, promover debates e fazer do cinema um espaço de construção coletiva.
Um dos objetos da Mostra é aproximar jovens da linguagem cinematográfica || Foto Divulgação
Já a oficina de Introdução à Produção Audiovisual com Celular é ministrada pelo produtor cultural Sebáh Villas-Bôas, que ensina técnicas práticas de roteiro, gravação e edição usando apenas o celular. A proposta é mostrar que todos podem contar suas histórias, mesmo com poucos recursos.
PROVOCAÇÕES
Para o coordenador do projeto, Cláudio Lyrio, essas atividades são uma forma de provocar as escolas para que elas utilizem a linguagem audiovisual como instrumento pedagógico. “É importante sair um pouco da rotina da sala de aula para que os alunos tenham contato com o mundo audiovisual e façam a leitura do que está por trás na produção dos filmes. Eu acredito que, dessa forma, eles vão ter uma perspectiva diferente ao assistir a filmes”, disse em entrevista à TV Santa Cruz.
O professor de Ciências Humanas, Rafael Gama, incentivou os jovens a refletirem sobre o contexto social das obras e a importância de ocupar espaços. “Os profissionais estão aqui apresentando esse projeto como resultado de políticas públicas, de muita luta dos movimentos populares em torno da arte. Pra isso, é importante que vocês, jovens, participem de ações como essas para que mais recursos sejam destinados a projetos dessa importância”, explicou.
PRÓXIMAS ATIVIDADES
Todas as atividades têm acessibilidade garantida pela intérprete de Libras Roberta Brandão/InLibras. As próximas já tem datas marcadas.
No dia 23, estudantes do Colégio Estadual em Tempo Integral Professor Adeum Hilário Sauer vão ter a oportunidade de participar da sessão cineclubista com exibição do documentário Trem do Soul, de Clementino Júnior, além do debate que será mediado por Richard Santos, escritor, pesquisador, docente e extensionista da Universidade Federal do Sul da Bahia. No período da tarde, as atividades estarão concentradas nas duas oficinas de cineclubismo e de produção audiovisual.
No dia 30, o projeto vai oferecer sessão cineclubista no Centro de Cultura Adonias Filho, aberta ao público, com exibição de 5 filmes, a partir das 14h.
A Mostra é produzida pelo Ponto de Cultura OCA (Centro de Agroecologia e Educação da Mata Atlântica), por meio do Cineclube Mocamba. Com incentivo do Ministério da Cultura (via Lei Paulo Gustavo), da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) e da Prefeitura de Itabuna, o projeto segue em abril com novas ações.
Com inscrições abertas, evento será de 20 a 26 de abril || Foto Luas Vianna
Tempo de leitura: 2minutos
Mesas de debate, rodadas de negócio, workshops e oficinas. Essas serão as principais atividades do 2º Fórum Audiovisual dos Interiores da Bahia, de 20 a 26 de abril, em Ipiaú, no sul do estado. Voltado para profissionais, estudantes e demais agentes do setor dos 27 Territórios de Identidade baianos, o evento está com inscrições abertas em seu site oficial. A participação é gratuita.
O Fórum é promovido pela Associação do Setor Audiovisual do Sudoeste da Bahia (Sasb) e, nesta edição, conta com a produção da Voo Audiovisual, empresa sediada em Ipiaú. O principal objetivo do encontro é debater e reivindicar a criação de políticas públicas de fortalecimento do cinema produzido fora dos grandes centros urbanos, além de promover trocas de experiência, networking e novos aprendizados para os participantes.
A primeira edição ocorreu em 2023, em Vitória da Conquista. Na ocasião, membros de diferentes entidades representativas do audiovisual redigiram carta para reivindicar a interiorização e a descentralização de recursos e políticas públicas para o setor. A Lei Paulo Gustavo e a implementação da Bahia Filmes foram alguns dos temas discutidos durante o evento.
PROGRAMAÇÃO
Com uma programação diversa, a segunda edição aposta na integração entre formação, articulação política e oportunidades de negócio. A maior parte das atividades será presencial, no Complexo Poliesportivo e Cultural Dr. Salvador da Matta. Mas, alguns encontros serão on-line, incluindo oficinas e workshops, proporcionando ampla participação dos agentes culturais de diferentes regiões do estado.
As mesas de debate terão transmissão simultânea pelo canal do evento no YouTube e ocuparão um espaço central na grade, reunindo produtores, pesquisadores e representantes de entidades representativas da cadeia audiovisual para discutir temas estratégicos para o desenvolvimento do setor. Alguns dos assuntos em pauta são a interiorização das políticas públicas culturais; construção e reforma de salas de cinema; valorização da produção interiorana; e as perspectivas da recém-lançada Bahia Filmes, empresa do Governo do Estado, para além da capital.
Outra novidade desta edição são as rodadas de negócio, que ocorrerão de forma on-line nos dias 23 e 24 de abril. A ação permitirá aos participantes apresentar seus projetos a empresas do mercado, com o objetivo de firmar parcerias, obter feedbacks e disputar premiações. Ao todo, 17 players confirmaram presença, incluindo produtoras, distribuidoras, emissoras de TV e outras organizações da cadeia.
As atividades formativas serão de 21 a 23 de abril, com oficinas e workshops sobre temas como acessibilidade para produções audiovisuais, uso de inteligência artificial na direção de arte, estruturação de Film Commissions, produção de elenco, desenvolvimento de roteiros e técnicas de apresentação em pitching. Todos os participantes receberão certificação conforme a carga horária de cada formação, e as vagas são limitadas.
O projeto foi contemplado nos Editais da Paulo Gustavo Bahia e tem apoio financeiro do Governo do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura, Governo Federal. Paulo Gustavo Bahia (PGBA) foi criada para a efetivação das ações emergenciais de apoio ao setor cultural, visando cumprir a Lei Complementar nº 195, de 8 de julho de 2022.
Exposição itinerante apresenta a Casa da Capoeira de Ilhéus || Imagem Divulgação
Tempo de leitura: < 1minuto
O Galvão X, em Ilhéus, recebe hoje (4), às 19h, o lançamento da exposição Casa da Capoeira de Ilhéus, composta por 10 banners e 50 fotografia, em homenagem aos antigos mestres da arte marcial. Dentre os homenageados, destaque para os mestres Virgílio, Miguel Machado e Pelé da Bomba, que faleceram ano passado, e Caldeira, o mais velho da cidade, com seus 98 anos.
Os visitantes também irão ter acesso a um mapa com todos os grupos de capoeira que atuam em Ilhéus. O projeto é do Coletivo Ginga de Angola e do grupo Camarada Camaradinha, que atuam no Galpão X, espaço sócio-esportivo-cultural localizado próximo ao Terminal Urbano, na antiga Cesta do Povo.
Já no sábado (5) às 10h, a exposição itinerante desembarca na Feira da Agricultura Familiar, próximo ao Bataclan, na Avenida Dois de Julho. No mesmo dia, às 17h, segue para a Ciranda na Praça, na Praça Antônio Viana, na Cidade Nova. Na Ciranda, o jornalista Paulo Magalhães vai expor o livro Tudo que a boca come: capoeira, modernidade e cosmovisão afro-indígena, resultado de suas vivências no mundo da capoeira e de pesquisas acadêmicas.
O projeto foi contemplado nos Editais da Paulo Gustavo Bahia e tem apoio financeiro do Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura, via Lei Paulo Gustavo, do Governo Federal.
Mulheres da Aldeia Tucum e do Assentamento Alemita atuam em ação coletiva || Foto Divulgação
Tempo de leitura: < 1minuto
A Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) e a Biofábrica da Bahia reuniram mulheres do povo Tupinambá de Olivença e do Assentamento Alemita, de Itabuna, para uma troca de saberes e experiências sobre produção agrícola e outros aspectos da vida em comunidade. O encontro ocorreu nesta semana, na Aldeia Tucum, no distrito de Olivença, em Ilhéus.
Os técnicos agrícolas Davi Matos e Joab Sena, da Biofábrica, ministraram oficinas voltadas para a implantação de um jardim de clones de mandioca e a instalação de viveiro de mudas de espécies frutíferas e da Mata Atlântica, ambos na Aldeia Tucum, que é liderada pelo Cacique Ramon Tupinambá.
Chamado de KWÎÂWÉ, o grupo de mulheres da Aldeia e o coletivo feminino do Assentamento são vinculados a projeto da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFSB, a Incubadora de Tecnologias Sociais e Economia Solidária do Sul e Extremo Sul da Bahia (Itesba). O encontro da última quarta-feira (19) foi a primeira etapa de processo de integração socioeconômica iniciado no ano passado, que avança no biênio 2025-2026.
Secult divulga cronograma de execução dos recursos assegurados por lei || Foto Clodoaldo Ribeiro
Tempo de leitura: < 1minuto
A Secretaria de Cultura de Ilhéus anunciou o período de inscrições para o edital da Política Nacional de Fomento à Cultura Aldir Blanc 2. Elas poderão ser feitas de 4 de abril a 5 de maio, pela internet. A definição do prazo foi uma das deliberações de assembleia do Conselho Municipal de Cultura, que aprovou o cronograma de execução dos recursos destinados ao município, mais de R$ 1,4 milhão. O edital ainda não foi publicado.
O prazo de execução dos recursos termina no próximo dia 30 de junho (veja mais aqui). Com o tempo apertado, a Secult afirmou que o edital será conduzido de forma acelerada, mas respeitando os prazos mínimos de cada etapa. A Secult ampliará sua equipe para oferecer suporte aos proponentes, garante a secretária Anarleide Menezes.
Na divisão dos recursos, cada segmento terá direito a R$ 70 mil, que serão distribuídos entre os projetos conforme a quantidade estipulada. A decisão segue os encaminhamentos da reunião de 26 de agosto de 2024, com algumas adequações, informa a Pasta municipal.
SETORES CULTURAIS
Ainda sob o trauma coletiva provocado pela devolução dos recursos da Lei Paulo Gustavo (relembre), a assembleia de terça-feira (18) aprovou a inclusão do segmento Audiovisual, que contemplará 7 projetos. Também foram incluídas as feiras criativas culturais, que também distribuirá os R$ 70 mil entre 7 projetos (R$ 10 mil para cada). A inclusão dos dois segmentos foi uma saída para compensá-los, minimamente, pelo impacto negativo das perdas dos recursos devido à incapacidade da gestão passada de executar o dinheiro no tempo determinado pela legislação.
Os dois novos segmentos se unem à Cultura Afro/Povo Negro; Capoeira; Cultura Hip Hop; Preservação do Patrimônio Cultural; Literatura; Cultura Indígena; Culturas Populares; Artes Visuais; Música; Teatro; Dança; e Quadrilhas Juninas.
Assembleia está marcada para hoje (18), às 18h, no Centro Administrativo || Foto PMI
Tempo de leitura: < 1minuto
A Secretaria de Cultura de Ilhéus e o Conselho Municipal de Cultura promovem, nesta terça-feira (18), às 18h, no Centro Administrativo, no bairro da Conquista, Assembleia Geral Extraordinária sobre a execução dos mais de R$ 1,4 milhão destinados ao município pela Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Pnab). O prazo original para a utilização dos recursos terminaria ao final de 2024, mas foi prorrogado até 30 de junho deste ano (relembre).
Caso os municípios não consigam executar o dinheiro no prazo determinado, terão que devolvê-lo ao Ministério da Cultura. Sanção semelhante foi imposta os municípios que não executaram os recursos da Lei Paulo Gustavo no tempo definido pela legislação, como ocorreu em Ilhéus devido à incapacidade administrativa do governo do ex-prefeito Mário Alexandre (veja mais aqui).
“Para a atual gestão municipal, evitar a devolução desses recursos é um compromisso com a cultura de Ilhéus em sua diversidade, seja na sede ou em seus dez distritos”, disse a secretária de Cultura do município, Anarleide Menezes, referindo-se ao prazo exíguo para a execução da Pnab.
“O prazo que temos é muito curto. O ideal seria que o processo de execução da Pnab já tivesse sido, ao menos, iniciado pela gestão passada, permitindo que apenas déssemos continuidade. Porém, foram inúmeras as adversidades encontradas pela equipe para prosseguir e garantir os próximos repasses”, acrescentou a gestora.
Além de assegurar o incentivo financeiro ao setor cultural em 2025, a execução dos recursos da Aldir Blanc 2 também servirá de parâmetro para que o Ministério da Cultura defina quanto dinheiro enviará para cada município no próximo ano.
Gabriel e Larissa em leitura de "A Fala do Santo", de Ruy Póvoas, || Foto Sávio Lawinscky
Tempo de leitura: 2minutos
A Fala do Santo, do professor e poeta Ruy Póvoas, vai abrir o Ciclo de Leitura Dramática da Casa de Cultura Jonas&Pilar, às 19h da próxima sexta-feira (14), em Buerarema, sul da Bahia. Os atores Larissa Profeta e Gabriel Xavier vão explorar o universo dos contos da obra do escritor grapiúna.
A leitura dramática tem por base a pesquisa e o estudo da força teatral e do viés sócio-histórico da obra de Ruy Póvoas, que explora com rigor o itan, gênero textual narrativo sedimentado no registro escrito de histórias da tradição oral afro-brasileira, sempre pautadas em um ensinamento.
Gabriel e Larissa com o professor e escritor Ruy Póvoas ao centro || Foto Sávio Lawinscky
A dramatização desses contos respeita a construção de um dos maiores escritores sul-baianos, explorando as repercussões semânticas desses textos, valorizando a riqueza e o vasto repertório da sabedoria popular. O trabalho começou a ser construído em dezembro de 2023 pelos atores Gabriel Xavier e Larissa Profeta e estreou em 25 de fevereiro de 2024, no Centro de Cultura Adonias Filho, em Itabuna, e chega a Buerarema neste fim de semana.
A leitura da obra de Ruy Póvoas tem encenação de Gabriel e Larissa, com preparação vocal de Natália roux e fotos de Sávio Lawinscky. Após A Fala do Santo, a Casa de Cultura trará leitura de As Estrelas do Orinoco, do escritor mexicano Emilio Carballido.
O Ciclo de Leitura Dramática é promovido pelo Instituto Macuco Jequitibá com apoio institucional da Prefeitura Municipal de Buerarema e apoio financeiro do Fundo de Cultura do Estado da Bahia, por meio das secretarias estaduais da Fazenda e da Cultura.
SERVIÇO A Fala do Santo: uma leitura da obra de Ruy Póvoas Onde: Casa de Cultura Jonas&Pilar (Buerarema/Ba) Quando: 14 de março de 2025, sexta-feira Horário: 19h Entrada: Gratuita Classificação: Livre
Clara, Patrícia e Maíra levam o melhor da música ao Batatinhas Bar, em Salvador || Reprodução
Tempo de leitura: < 1minuto
Clara Elisa, Maíra e Patrícia Ribeiro levam o Três de Copas para o Batatinha Bar, na Ladeira dos Aflitos, 68, Centro, em Salvador, para celebrar a contribuição das mulheres à música Brasileira. A estreia será nesta quinta-feira (6), a partir das 19h.
O show estará em cartaz todas as quintas-feiras de março, com direção musical de Ágatha Clarissa, que também assume a guitarra, acompanhada de Carol Pepa no baixo e Déia Azevedo na percuteria.
O trio promete repertório com músicas autorais e novas interpretações, “num passeio que vai da MPB ao jazz, do rock ao samba, da world music ao ijexá”.
Espaço de apresentação do Três de Copas, o Mês das Mulheres do Batatinha Bar terá bate papo, discotecagem, pocket show e palco aberto.
Na despedida de Neguinho da Beija-Flor, escola é campeã do Carnaval do Rio || Foto Tomaz Silva/ABr
Tempo de leitura: 3minutos
A Beija-Flor é a grande campeã do carnaval do Rio de Janeiro. A escola de Nilópolis, na Baixada Fluminense conquistou seu 15º título em um ano de homenagem a duas figuras lendárias.
Com o enredo Laíla de Todos os Santos, a escola de Nilópolis fez uma homenagem ao diretor de carnaval Laila, que morreu em 2021, após uma vida de contribuição à própria escola e ao carnaval.
O desfile também marcou a despedida de Neguinho da Beija-Flor como intérprete oficial da escola, após 50 carnavais. A missão dupla ficou a cargo do carnavalesco João Vitor Araujo.
Em segundo lugar ficou a Grande Rio, que trouxe para a avenida o enredo Pororocas Parawaras — As águas dos meus encantos nas contas dos curimbós, um mergulho nas águas misteriosas do estado do Pará.
Logo atrás veio a Imperatriz Leopoldinense, com o enredo Ómi Tútu ao Olúfon — Água fresca para o senhor de Ifón, que apresentou a jornada de Oxalá até Oyó, reino de Xangô, com muitos desafios pelo caminho.
Já a Unidos de Padre Miguel recebeu as piores notas e vai desfilar na Série Ouro, no ano que vem. A tradicional escola da Zona Oeste tinha acabado de voltar ao Grupo Especial e trouxe para a Sapucaí o desfile Egbé Iyá Nassô, uma homenagem aos 200 anos do primeiro terreiro de candomblé do Brasil.
A escola que será alçada à elite do carnaval carioca só será conhecida na quinta-feira (6). A apuração da Série Ouro também acontecia na quarta-feira, logo depois da leitura das notas do Grupo Especial, mas a data foi modificada este ano.
DESFILE DAS CAMPEÃS
As seis escolas que voltam para o Desfile das Campeãs no próximo sábado (8) são:
Beija-Flor
Grande Rio
Imperatriz Leopoldinense
Viradouro
Portela
Mangueira
APURAÇÃO
A apuração começou com um pouco de atraso às 16h10, na Cidade do Samba, espaço na Região Portuaŕia que concentra os barracões das agremiações. A cerimônia de leitura das notas dos jurados foi aberta ao público e o espaço ficou lotado.
Antes das notas serem divulgadas, a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) informou sobre as penalidades aplicadas às escolas que descumpriram algum termo do regulamento.
Os principais personagens do Filme Ainda Estou Aqui Alile Dara Onawale/Sony Pictures
Tempo de leitura: 2minutos
Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, conquistou, na noite deste domingo (2), o Oscar de Melhor Filme internacional. Os brasileiros – aqueles que gostam, valorizam a arte e as boas produções- fizeram festa em diferentes regiões do país pela conquista inédita para o cinema nacional. Uma grande conquista da Democracia. Uma vitória para os amantes da história bem narrada e verdadeira.
Inspirado no livro homônimo do escritor Marcelo Rubens Paiva, o filme foi lançado em 2024. A obra traz um pouco sobre o foi a Ditadura Militar no Brasil (1964 – 1985). O livro foi lançado em 2015. No ano passado, virou filme e conquistou o mundo. Ainda Estou Aqui conquistou a primeira estatueta para o Brasil.
Walter Salles com a estatueta de Melhor Filme Internacional || Reprodução TV GloboComo era esperado, uma multidão no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Fortaleza, Belém, Maceió e Salvador, dentre outras capitais, acompanhou a cerimônia com muita apreensão e ainda celebra. Em Salvador, a folia momesca, que era agitada, ganhou um ingrediente a mais. A emoção tomou conta do país.
O autor do livro Ainda Estou Aqui, Marcelo Rubens Paiva, é um dos cinco filhos da advogada e ativista Eunice Paiva (1929 – 2018) e do ex-deputado Rubens Paiva (1929 – 1971). Paiva, o pai, teve o mandato cassado e depois foi perseguido, raptado, torturado e morto por agentes da ditadura (da Aeronáutica e do Exército). Leia matéria abaixo.
Brasileiro "Ainda estou aqui" concorre ao Oscar em 3 categorias || Foto Alile Dara Onawale/Sony Picture
Tempo de leitura: 5minutos
D´Agência Brasil
Repercussões nacionais e internacionais de diferentes características. Públicos emocionados e curiosos sobre o que foi a ditadura militar no Brasil (1964 – 1985). Cinema brasileiro reconhecido ao tratar do impacto do autoritarismo (que ainda hoje ameaça democracias)… São variados os motivos que fazem o filme Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, já chegar vencedor ao Oscar, neste domingo (2), avaliam estudiosos. Mesmo se não vierem estatuetas.
Inspirada em livro de 2015 com escrita biográfica de mesmo título, de autoria do escritor Marcelo Rubens Paiva, a obra foi lançada em 2024 e levou mais de cinco milhões de pessoas ao cinema. Em caso de vitória neste domingo, será a primeira estatueta para o Brasil. Em 1960, porém, o longa brasileiro Orfeu Negro venceu na categoria de melhor filme estrangeiro, mas o filme representava a França (do diretor Marcel Camus).
Marcelo Rubens Paiva é um dos cinco filhos da advogada e ativista Eunice Paiva (1929 – 2018).e do ex-deputado Rubens Paiva (1929 – 1971), que teve o mandato cassado e depois foi perseguido, raptado, torturado e morto por agentes da ditadura (da Aeronáutica e do Exército).
Até agora, o longa recebeu 38 prêmios nacionais e internacionais, entre eles, o Prêmio Goya e o Globo de Ouro de Melhor Atriz. No Oscar, foi indicado em três categorias melhor filme, melhor atriz, para Fernando Torres, e melhor filme internacional.
PRESENTE
Em geral, estudiosos ouvidos pela Agência Brasil explicam que remexer no passado de uma forma diferente, em diálogo com um presente atribulado, mobiliza crítica e o público, o que já, de antemão, representa vitória.
De acordo com o professor Arthur Autran, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), e que lidera grupo de pesquisa sobre cinema e audiovisual na América Latina, a repercussão é “enorme” em diversos níveis, independentemente se o longa receber algum Oscar neste domingo.
Há o que o pesquisador chama de uma “repercussão social”.
“O filme se tornou, de fato, uma espécie de evento. Muitas pessoas se interessaram pelo cinema brasileiro”, explica.
Para ele, isso evidentemente cria um clima bastante positivo e, mesmo sem utilizar diretamente de recursos públicos, é uma expressão da política pública brasileira para o audiovisual.
Outra vitória do filme para o país citada pelo professor é a valorização da memória nacional. “(O assassinato de Rubens Paiva) Foi um crime praticado pela ditadura militar brasileira. O filme é trazido de uma forma muito emocionante e candente. Houve muita competência em recontar essa tragédia brasileira e trazer isso de uma forma narrativamente muito poderosa”, diz Autran.
O filme, em si mesmo, segundo analisa o especialista, ao trazer uma narrativa poderosa, coloca luz sobre o cinema brasileiro.
“NÓS TEMOS VOZ”
Outra estudiosa, a professora de artes cênicas Dirce Waltrick do Amarante, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), identifica que a visibilidade fora do Brasil significa uma vitória expressiva para a arte brasileira.
“Nós temos conseguido erguer a nossa voz. É uma voz falada em português, de um país periférico como o Brasil. Uma voz que tem sido ouvida”, explica a pesquisadora.
O alcance do filme, de acordo com o que Dirce Waltrick entende, tem trazido repercussão às produções brasileiras na arte. “Esse filme é importantíssimo em razão dessa temática e tem muitas chances de vencer no Oscar. De toda forma, eu acho um filme fundamental, uma virada de chave para a nossa cultura”.
Para a professora, a função da obra de arte é de fato mexer e perturbar.
“As pessoas se sentem instigadas a ir atrás e a saber mais sobre quem foi Eunice Paiva, que lutou pelo direito dos indígenas (o que é menos abordado no filme)”.
DE OLHO NO PRESENTE
Para o professor de história Marco Pestana, da Universidade Federal Fluminense (UFF), pesquisador do tema da ditadura, o filme tem diferentes méritos, como o de, mesmo tratando de um período obscuro, conseguir dialogar de maneira direta com o presente. “É um filme que, nessa conjuntura, tem cumprido um papel importante”.
Em um cenário de expansão de correntes autoritárias pelo mundo, como ele avalia a ascensão do extremismo em países de diferentes continentes, o longa apresenta-se como uma linguagem universal e que pode ser compreendida além do cenário do passado brasileiro.
Segundo considera Pestana, esse avanço político foi conquistado por uma disputa ideológica ferrenha, inclusive com uma ideia reverberada e falsa de que haveria tranquilidade no Brasil e que tinham problemas com a polícia e com a justiça quem estava fazendo algo de errado. “Isso é parte da construção ideológica de valorização desse período”, explica.
O professor entende que o filme mostra que aquele período não era exatamente uma era de ouro para o Brasil. “Evidentemente dialoga (e contesta) com esse imaginário que a extrema-direita tenta fomentar”.
DIREITOS
Naquele cenário da obra, o filme destaca o impacto da ação repressiva sobre um membro da família. “E como isso tem consequências para o conjunto daquela família, não só naquele momento, e como é um impacto de longa duração. Não deixa de mostrar o momento da luta e o em que a família consegue o atestado de óbito”, explica.
Sobre o direito da família, a advogada Ariadne Maranhão reconhece que o filme traz visibilidade ao tema da morte presumida.
“O reconhecimento antecipado da morte foi um avanço que garantiu não apenas segurança jurídica, mas um alívio necessário para que essas famílias seguissem com suas vidas dentro do ordenamento”, explica.
Ela entende que a repercussão do filme Ainda Estou Aqui, no âmbito do direito de famílias e sucessões, é relevante, já que evidenciou como o contexto histórico impactou diretamente as estruturas familiares e a autonomia das mulheres.
“Como sabemos, por séculos, as mulheres foram silenciadas e relegadas ao papel de zeladoras da família, sem voz, para participar das decisões que moldavam suas próprias vidas”. Para a especialista, o filme retrata essa realidade sob a ótica de Eunice Paiva.
“A arte desempenha um papel fundamental para alertar a sociedade sobre os seus direitos”.
Selton Mello e Fernanda Torres, que concorre na categoria Melhor Atriz nesta noite || Foto Alile Dara Onawale/Sony Pictures
“FURA A BOLHA”
O professor de história Marco Pestana, da UFF, argumenta que o filme consegue ter repercussão até com pessoas que não conheciam ou compreendiam as violências perpetradas pelos agentes da ditadura. Com Oscar ou sem, há uma vitória nesse sentido.
“Furou a bolha. Em alguma medida, isso tem relação com a estratégia narrativa de politizar pelo viés do cotidiano, da vida familiar”.
No entender do professor Arthur Autran, da UFSCar, a esse respeito, houve um esforço do filme de tentar falar para um público o mais amplo possível dentro do Brasil e fora do Brasil também. Ainda que, conforme os especialistas, com limitações a “quem não quer ouvir”. Ele lembrou que Marcelo Rubens Paiva, que é cadeirante, foi atacado quando estava em um bloco de carnaval.
JUSTIÇA
Depois que o filme foi lançado, o Supremo Tribunal Federal (STF) resolveu analisar o processo que estava com trâmite parado há uma década. Agora, a Corte anunciou que vai julgar se a Lei da Anistia se aplica aos crimes de sequestro e cárcere privado cometidos durante a ditadura militar a partir das investigações da morte do ex-deputado Rubens Paiva.
Marco Pestana avalia que a decisão tem relação com o filme e a conjuntura. “O STF soube ler (o momento) e entendeu que era momento para pautar isso”.
Soldada Carol viralizou nas redes sociais depois de interação com Saulo Fernandes
Tempo de leitura: 2minutos
O sorriso da soldada Maria Carolina Sousa da Silva, no Carnaval de Salvador, viralizou nas redes sociais em poucos minutos. Fã de Saulo Fernandes, ela estava na patrulha na tarde de sábado (1º), em frente a um camarote onde o cantor fazia um show para a pipoca em Ondina, e não passou despercebida pelo artista, muito menos pelo público.
Tudo começou com o interesse de Saulo pela patrulha e em especial pela simpatia da soldada. Ele logo perguntou, no microfone: “como é seu nome minha querida, me encantei por você”. Carol, como foi carinhosamente chamada, caiu no gosto da “pipoca”. A soldada é lotada no 15º Batalhão da Polícia Militar, em Itabuna.
Os foliões acataram imediatamente o comando de Saulo: “cuidado com Carol e os amigos de Carol!”, pediu ele à multidão, após ter percebido a presença da patrulha com respeito e simpatia e um sorriso que chamou a atenção do artista. Rapidamente a informação de que a soldada tem um filho de cinco anos chamado Saulo em homenagem ao cantor chegou até o artista, que fez questão de conhecê-la.
A imagem que viralizou mostra a pipoca de Saulo abrindo a roda e se divertindo e demonstrando respeito ao trabalho da polícia, com um sorrisão de Carol e dos colegas como retribuição do respeito mútuo. O vídeo foi parar na página oficial do artista com a declaração: “Carol..mãe de Saulinho, meu Xará. Você fez meu carnaval hoje, minha querida. Muito grato. Respeito e amor @pmdabahia”. A postagem em poucas horas rendeu mais de 100 mil curtidas, cinco mil comentários e 24 mil compartilhamentos.
“SÓ QUERIA TIRAR UMA FOTO COM ELE (SAULO FERNANDES)”
“É inexplicável, jamais imaginava isso. Eu só queria tirar uma foto com ele, porque sou fã, acho ele um exemplo de artista. De repente me vi representando a corporação que tanto amo e com sentimento de pertencimento, orgulho e de forma pública, com reconhecimento da população pelo nosso trabalho. É emocionante demais”, disse a soldada ainda sem acreditar na dimensão que o ato alcançou. O coração de Carol ainda vai passar por mais emoções. Ela foi convidada pelo cantor a sair no trio com ele na terça-feira (4) de Carnaval.
“A soldado [soldada] Carolina tem seis anos na corporação e realiza um trabalho exemplar, já fez parte da Ronda Maria da Penha e hoje atua na tropa tática do 15º Batalhão, tem um histórico com uma conduta que orgulha a corporação”, destaca o coronel Mattos, comandante de Inteligência (Coint) da PM-BA.
Maria Carolina Sousa da Silva tem 29 anos, curiosamente faz aniversário no mesmo dia da PM-BA, 17 de fevereiro, serve no 15º Batalhão em Itabuna e faz parte da Companhia de Emprego Tático Operacional (CETO). Ela fez o Curso de Formação de Soldado (CFSd) em 2018 no 8º Batalhão em Porto Seguro. É casada e tem um filho de cinco anos chamado Saulo, nome que agora chegou ao conhecimento do artista homenageado.
Festa de pré-Carnaval começa hoje (21) e segue até amanhã (22) || Foto PMI
Tempo de leitura: < 1minuto
A Secretaria de Transportes e Trânsito de Itabuna (Settran) fechou parte das ruas do Centro para o tráfego de veículos automotores. Segundo a Prefeitura, o objetivo da medida é garantir a segurança da população durante a 44ª Lavagem do Beco do Fuxico, que começa nesta sexta-feira (21) e segue até amanhã (22).
O titular da Settran, Fernando Benigno, informa que o bloqueio começou a ser montado na quinta-feira (20), após diálogo com a Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania, responsável pela promoção da festa. Hoje (21), a Avenida do Cinquentenário e a Praça Adami já estão fechadas para o tráfego e o estacionamento de carros e outros veículos.
A Secretaria também definiu os locais de parada, embarque e desembarque de táxis, ônibus e transportes por aplicativo. Os ônibus poderão usar o ponto da Praça Otávio Mangabeira (Praça Camacan), cujo estacionamento será destinado aos mototáxis. Veículos de aplicativos poderão operar na mesma praça, em frente a uma instituição financeira. Já os táxis deverão embarcar e desembarcar passageiros na Rua Alício de Queiroz.
“Desde as 20h de quarta-feira, dia 19, houve o fechamento de todas as transversais da Avenida do Cinquentenário, a partir da Praça Camacan, para montagem das estruturas que serão utilizadas pelas forças de segurança”, reforçou Fernando Benigno. Desde a meia-noite de hoje, está proibido estacionar na Avenida do Cinquentenário. Já no sábado (22), será vedado o estacionamento na Rua Duque de Caxias e transversais, que recebem a concentração de blocos da Lavagem do Beco do Fuxico.