Brasileiro, filme "Ainda estou aqui" concorrerá a prêmio no Globo de Ouro || Foto Lara Dara Onawale/Sony Pictures
Tempo de leitura: < 1 minuto

Dirigido por Walter Salles, o longa Ainda estou Aqui  foi indicado ao prêmio Globo de Ouro de filme de língua estrangeira. A atriz Fernanda Torres também foi indicada a melhor atriz junto com Tilda Swinton, Kate Winslet, Angelina Jolie e Nicole Kidman.

Ainda estou Aqui narra a vida da família Paiva – a mãe, Eunice, e os cinco filhos – após o desaparecimento do marido de Eunice, o deputado Rubens Paiva, preso, torturado e morto pela ditadura militar.

O longa  é o filme escolhido pela Academia Brasileira de Cinema para ser o representante brasileiro a concorrer à indicação ao Oscar 2025. O filme foi recebido com comoção pelas plateias e premiado em vários festivais internacionais, levando o prêmio de melhor roteiro no festival de Veneza.

O filme é baseado no livro biográfico do jornalista Marcelo Rubens Paiva, filho caçula de Eunice e Rubens Paiva. Lançado em 2015, o livro conta a história da mãe dele, símbolo da luta contra a ditadura, que viveu até 2018, e morreu aos 86 anos, com Alzheimer.

Eunice Paiva criou os cinco filhos e se tornou advogada de direitos humanos e indígenas após a prisão e o desaparecimento do marido, em 1971, durante a ditadura, no Rio de Janeiro.

Ligia Callaz durante show n'A Baronesa, em Ilhéus || Foto Kallyne Cristina
Tempo de leitura: < 1 minuto

A cantora e compositora sul-baiana Ligia Callaz está em turnê regional, com o show Ligia Callaz e os Amores Pandêmicos. A estreia foi em Buerarema, terra Natal da artista, que também já passou por Serra Grande, no litoral de Uruçuca, Ilhéus e Itabuna. Na noite do próximo sábado (30), ela se apresenta na Casa Fluir, em Itacaré.

Segundo a cantora, o show é um desdobramento da produção do videoclipe da música Desafinado Amor e foi financiado com recursos da Lei Paulo Gustavo. Depois de apresentar o clipe durante show em Buerarema, Ligia decidiu fazer uma turnê percorrendo cidades onde morou. “É uma loucura que a galera abraçou, porque a produção é totalmente independente”, disse Ligia ao PIMENTA.

Ligia Callaz e os Amores Pandêmicos é um show de canções autorais, a maioria inéditas e compostas no período de confinamento da pandemia. Na apresentação intimista, ela recria no palco o ambiente de seu quarto, onde tudo foi sonhado e criado.

Os shows tiveram excelente receptividade do público, que acompanharam a artista nas duas canções já lançadas em todas as plataformas de streaming, Desafinado Amor, deste ano, e O tempo parou (criei asas), de 2022. No YouTube da cantora, é possível assistir aos dois videoclipes.

“Conto com a parceria de várias mulheres empreendedoras da área da cultura, com os proprietários dos locais onde nos apresentamos e, principalmente, com a parceria do público. Sem ele, nada faz sentido”, conclui Ligia.

Exposição coletiva será aberta nesta quarta (27), no Centro de Cultura || Foto Lucas Malkut/Ascom Funceb
Tempo de leitura: < 1 minuto

A Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb) promove, nesta quarta-feira (27), às 19h, no Centro de Cultura Adonias Filho, em Itabuna, a abertura da exposição coletiva da 68ª edição dos Salões de Artes Visuais da Bahia. A entrada é gratuita.

Na quinta-feira (28), às 15h, também haverá um bate-papo com artistas no mesmo local. A exposição poderá ser visitada até 27 de dezembro, de terça a domingo, das 9h às 22h. Neste ano, além de Itabuna, mais cinco cidades vão receber as edições do Salão nos outros macroterritórios do estado.

A exposição coletiva reunirá obras premiadas e selecionadas de pintura, instalação, gravura, fotografia e performance. Na edição do mcroterritório sul, serão expostas obras de artistas de Itabuna, Cairu, Uruçuca, Ilhéus e Porto Seguro. Os selecionados foram Alana Barbo, Amiantus, Camilla Nobre, Cândido, Hana Brener, Julio Novais, Renat Castilho e Thiago Oliveira.

TRÊS DÉCADAS

Criados em 1992, os Salões de Artes Visuais da Bahia consolidaram-se como um dos principais instrumentos de incentivo à criação e difusão de produção artística e à dinamização dos espaços expositivos do estado. Além de divulgar o trabalho dos artistas, eles estimulam a reflexão sobre temas da arte contemporânea, por meio de encontros formativos e de diálogos com os produtores.

O Monumento a Zumbi dos Palmares, em Itabuna || Foto Redes Sociais
Tempo de leitura: 2 minutos

Nesta quarta-feira, dia 20 de novembro, o País vai celebrar, pela primeira vez, o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra. O novo feriado nacional foi estabelecido em dezembro do ano passado, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que sancionou projeto de lei sobre a matéria.

A data remete à luta de Zumbi dos Palmares, no século 17. O último líder do Quilombo dos Palmares tornou-se o maior símbolo da resistência história das pessoas escravizadas contra o regime escravocrata, que atravessou o Brasil colônia e só foi abolido, formalmente, em 1888.

Além de relembrar a data da morte de Zumbi, o 20 de novembro fomenta o debate contemporâneo contra as diferentes formas de racismo ainda presentes na sociedade brasileira. O dia também é dedicado à celebração das contribuições da cultura afro-brasileira à formação social do Brasil.

ITABUNA

Cidades como Itabuna, no sul da Bahia, têm programação especial na Semana da Consciência Negra. Nesta terça-feira (19), às 19h, movimentos sociais do município farão a Vigília a Zumbi, no Monumento em Homenagem a Zumbi dos Palmares, no São Caetano. Segundo os organizadores, será um momento de reflexão e resistência, reunindo música, poesia, plantio de árvores e homenagens a figuras importantes da luta negra.

Os artistas convidados são o Grupo Cultural do Ylê Axé Odara, de Pai Gildo, o Movimento Cultural Alvorecer, Aldo Bastos, Lucia Helena, Non Moreira, Adilson Nascimento, Carlos Santal e Naldo Poeta.

BELEZA NEGRA

No próximo sábado (23), às 18h30min, o Centro de Cultura Adonias Filho, em Itabuna, receberá o Concurso Beleza Negra 2024, uma das atrações mais aguardadas da semana. O certame busca celebrar a estética e a identidade afro-brasileiras, além de descobrir novos talentos que representam o orgulho da cultura negra.

Fundado em 1987, o Movimento Beleza Negra Itabuna se consolidou como um espaço de valorização e preservação das expressões culturais afro-brasileiras, tornando-se um símbolo de resistência e representatividade na região.

Ailton Krenak e Ana Paula Tupinambá durante atividade na manhã de hoje (14) na Flizinha || Foto Júlia Barreto/PIMENTA
Tempo de leitura: 3 minutos

Uma saudação ao sol na Flizinha com o filósofo e ambientalista Ailton Krenak abriu o segundo dia da Festa Literária de Ilhéus (FLI), na manhã desta quinta-feira (14), no Centro de Convenções de Ilhéus, na Avenida Soares Lopes.

Krenak iniciou a atividade com uma saudação ao sol e, de forma lúdica, falando de natureza – inclusive humana, para o público infantil, na mesa de contos indígenas no espaço infantil da FLI. “Nós somos natureza”, afirmou para a plateia e ao lado de Ana Paula Tupinambá, quando discorreu sobre o encantamento de ser criança.

Dos convidados mais esperados desta edição da FLI, Krenak também participará de roda de conversa, ainda hoje, às 18h, no Espaço Jorge Amado. Com Casé Agantu, o escritor falará d´A Natureza do Tempo Presente, com mediação de Elisa Oliveira.

Membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), Krenak é ativista indígena e autor de obras como Ideias para adiar o fim do mundo, livro já traduzido para várias outras línguas, dentre elas francesa, alemã e inglesa. É das principais e mais respeitadas vozes na defesa do meio ambiente no mundo.

Mia Couto é um dos nomes confirmados na edição de 2024 da FLI || Foto TAG Blog

MIA COUTO: QUEM SÃO OS OUTROS

A FLI tem programação diversificada e reúne autores regionais, baianos, nacionais e traz como um dos seus convidados o moçambicano Mia Couto, escritor dos mais presentes no cotidiano e na leitura os brasileiros.

A participação dele será nesta sexta-feira (15), às 18h, no Espaço Jorge Amado, na roda de conversa Os outros somos nós, com mediação de Elis Matos. Nos três dias, haverá várias atividades voltadas a crianças, adolescentes e adultos. O encerramento, na sexta-feira, terá show com Silvanno Salles.

Ruana Silva, Alexandre Coimbra e Maria Menezes no primeiro dia da FLI || Foto Divulgação

A ABERTURA DA FLI

A edição 2024 da FLI começou ontem (13). Coordenadora-geral da Festa Literária, a jornalista Vanessa Dantas falou do peso da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e da Academia de Letras de Ilhéus (ALI) na consolidação do evento ao longo das seis edições anteriores. “Agora, a nossa coordenação chega para somar junto com eles”, assegurou.

Vladimir Pinheiro, presidente da Fundação Pedro Calmon, vê a Festa Literária de Ilhéus fundada em um princípio fundamental às políticas culturais do Governo da Bahia. “É a possibilidade de trazer para os nossos jovens, aos nossos estudantes, mas para a sociedade de uma forma geral, a perspectiva de sonho, de utopia, de uma cultura de paz”.

Autoridades regionais e estaduais participaram da abertura da FLI, nesta quarta || Foto Divulgação

Líder do Governo do Estado na Assembleia Legislativa da Bahia, o deputado estadual Rosemberg Pinto recordou a importância de Ilhéus para a formação da sociedade baiana e já vislumbra a FLI com destaque no circuito nacional das feiras literárias. “Faltava um evento literário do tamanho que Ilhéus merece. Tenho convicção de que essa Festa Literária se transformará numa das maiores do Brasil, incluindo o potencial turístico da cidade”, afirmou

O COMEÇO

Reitora da Uesc por duas vezes e ex-secretária da Educação da Bahia, a professora Adélia Pinheiro deixou sua marca na construção histórica da Festa Literária de Ilhéus e falou da experiência de vivenciar a sétima e maior edição da FLI. “O sentimento é de orgulho e grande alegria em ver estudante, professor, o público interagindo com diferentes formatos de leitura, literatura e arte”.

A 7ª Edição da Festa Literária de Ilhéus (FLI) é promovida pela Sarça Comunicação e tem a LDM como editora oficial do evento. A FLI reúne como parceiros a Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e Governo do Estado da Bahia, por meio da Bahia Literária, ação da Fundação Pedro Calmon/Secretaria de Cultura, da Secretaria de Educação e da Secretaria de Turismo.

Silvanno Salles se apresentará no encerramento da 7ª FLI || Foto Divulgação
Tempo de leitura: 2 minutos

O cantor Silvanno Salles fará o show de encerramento da 7ª edição da Festa Literária de Ilhéus, que começa amanhã (13), às 9h, e segue até sexta (15), no Centro de Convenções Luís Eduardo Magalhães, localizado na Avenida Soares Lopes. Na noite de sexta, às 21h30min, o cantor apaixonado sobe ao Palco Gabriela Cravo e Canela para fechar a programação artística do evento, que este ano traz o tema A Princesinha do Sul no Mundo da Literatura.

Ícone da música popular, Silvanno Salles é dono da voz inconfundível que arrasta multidões por todo o País. No seu repertório, o melhor da música romântica, a exemplo de clássicos como Mentes tão bem, versão brasileira do sucesso homônimo em espanhol do duo Sin Bandera (Mientes tan Bien).

Com mais de 30 anos de carreira e um dos artistas mais queridos do Brasil, Silvano dos Santos Reis nasceu em Simões Filho, município da Região Metropolitana de Salvador, onde deu os primeiros passos de sua jornada musical. De estilo único, ele mistura romantismo com elementos do arrocha, tornando suas músicas e interpretações inconfundíveis.

Todas as atividades da Festa Literária de Ilhéus são gratuitas e abertas à população. Para o show de Silvanno Salles, o público é convidado a contribuir, voluntariamente, com a doação de um quilo de alimento não perecível para o programa Bahia Sem Fome.

ATRAÇÕES PARA TODOS OS GOSTOS

A programação artística da 7ª FLI, com a curadoria do dramaturgo Romualdo Lisboa, é um espelho da diversidade cultural do sul da Bahia. Contempla gêneros musicais como o rock de Cabeça Izidoro, as músicas de trabalho recuperadas pelas Mulheres em Domínio Público, os beats pesados dos DJs Naharaujo e Orixáfricano, além de expressões de outras linguagens, a exemplo da dança e do teatro, com atrações para todos os gostos e idades. Para conferir a lista completa, basta acessar o perfil do evento no Instagram: fli_oficial.

A 7ª Edição da FLI – Festa Literária de Ilhéus é uma realização da Sarça Comunicação, tem a LDM como editora Oficial do evento, parceria com a Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) e conta com o apoio da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), do Governo do Estado da Bahia, através da Bahia Literária, ação da Fundação Pedro Calmon/Secretaria de Cultura, da Secretaria de Educação e da Secretaria de Turismo.

Romualdo Lisboa é curador da programação artística da 7ª FLI || Foto Blog do Gusmão
Tempo de leitura: 3 minutos

A 7ª edição da Festa Literária de Ilhéus (FLI) começa na próxima quarta-feira (13) com diversidade de intervenções artísticas em três palcos no Centro de Convenções Luís Eduardo Magalhães. O palco O gato malhado e a andorinha Sinhá é garantia de sucesso com a criançada. Já o Gabriela Cravo e Canela traz a música para a cena. Entre um e outro, o Palco Itinerante, com palhaços e personagens dos livros de Jorge Amado, conduz o público pela vasta programação da FLI.

“A gente quis dar o máximo de diversidade possível e ampliar as possibilidades. Eu espero que funcione bem”, afirma o dramaturgo e diretor do Teatro Popular de Ilhéus, Romualdo Lisboa, responsável pela curadoria artística da Festa.

Um dos objetivos, segundo ele, é favorecer a presença prolongada do público infantil na FLI. “Além do lançamento do livro, da conversa com o autor, as crianças e adolescentes vão ter atrações artísticas durante o dia. A gente selecionou contadores de histórias e espetáculos infantis”.

Uma das atrações é o espetáculo musical de contação de histórias A Aventura de Mariá e Mureci, com manipulação de bonecos e objetos. A cultura popular vem forte com o Bumba-meu-boi da Juerana, A Volta de Jiboia e o Bicho Caçador.

MÚSICA, POESIA E MOQUECAGEM

À noite, a música toma conta do Palco Gabriela Cravo e Canela, reunindo um time de peso, com o Samba da Leoah, Mulheres em Domínio Público, os DJs Orixá Africano e Naharaujo e muito mais. “A gente está no Novembro Negro e traz a Orquestra Afro Gongombira”, ressalta Romualdo Lisboa.

O curador também destaca o Sarau do Poeta, de Jackson Costa; a Moquecagem, aula performance de Rafael Magalhães; e o show Panfletários, de Cabeça Isidoro (confira a programação completa ao final do texto).

De acordo com Romualdo, com os palhaços durante o dia e os personagens amadianos à noite, o público será instigado a transitar pelos diferentes ambientes da Festa Literária de Ilhéus, que tem sua programação central dividida nos espaços Jorge Amado, Juventudes FLI e Flizinha.

PRODUÇÃO NAS ESCOLAS

O curador também chama atenção para o lugar de destaque conferido à criatividade dos alunos da rede estadual de ensino. “A produção literária das escolas, dos estudantes, também vai para a Festa Literária. A gente vai ter recital de poesia, música, apresentações teatrais, tudo das escolas estaduais da nossa região.

A LDM é a Editora Oficial do evento, e a FLI recebe também como convidadas as editoras Editus, Via Litterarum, Tertúlias, Teatro Popular de Ilhéus, Editora Mondrongo, Academia de Letras de Ilhéus, Alita – Academia de Letras de Itabuna, Casa da Cultura Popular, Coletivo Raiz, Coletivo Vixi Bahia e Autores(as) Independentes.

A 7ª Edição da Festa Literária de Ilhéus (FLI) é uma produção da Sarça Comunicação, tem a LDM como Editora Oficinal do evento e conta com o apoio da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), do Governo do Estado da Bahia, por meio da Bahia Literária, ação da Fundação Pedro Calmon/Secretaria de Cultura e da Secretaria de Educação.

PROGRAMAÇÃO ARTÍSTICA | 7ª FLI

Leia Mais

Livro que narra a trajetória do ex-prefeito José Oduque Teixeira é uma das obras selecionadas
Tempo de leitura: 2 minutos

Saiu a lista das 20 obras selecionadas para lançamento coletivo na 7ª edição da Festa Literária de Ilhéus (FLI), que começa no próximo dia 13. Todos os autores vão participar de sessão de autógrafos no evento, no Centro de Convenções Luís Eduardo Magalhães, na Avenida Soares Lopes, Centro.

Uma das curadoras da 7ª FLI, a professora e gestora cultural Dinalva Melo confirma para o dia 15 de novembro o lançamento coletivo e sessão de autógrafos dos autores selecionados. Será na faixa das 9h30min às 11h30min, no Centro de Convenções.

– Cada autor terá um banner, com sua foto, a descrição da sua obra e uma síntese da sua biografia. Também terá cinco minutos para uma breve exposição sobre o trabalho, se desejar – acrescentou Dinalva.

Segundo a curadora, o chamamento público foi uma forma de democratizar um espaço de grande visibilidade, garantindo acesso a artistas residentes em qualquer lugar do Brasil.

O evento literário terá, nesta edição, participação de grandes autores e expressões da literatura nacional e internacional, a exemplo de Mia Couto e Ailton Krenak. O evento tem a LDM como editora oficial do evento e reúne as convidadas Editus (Uesc), Via Litterarum, Tertúlias, Teatro Popular de Ilhéus, Editora Mondrongo, Academia de Letras de Ilhéus, Academia de Letras de Itabuna (Alita), Casa da Cultura Popular, Coletivo Raiz, Coletivo Vixi Bahia e Autores(as) Independentes.

A 7ª Edição da Festa Literária de Ilhéus (FLI) é produzida pela Sarça Comunicação e conta com o apoio da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), do Governo do Estado da Bahia, por meio da Bahia Literária, ação da Fundação Pedro Calmon/Secretaria de Cultura, e da Secretaria de Educação.

AUTORES E OBRAS SELECIONADOS

FERNANDA SILVA – Obra “O MEU LIVRO DE POESIAS “QUINTAL DE CASA: MEMÓRIAS”

ANA LÚCIA SANTOS – Obra ‘’LÍNGUA, SALIVA E SUOR’’

GILDO AUGUSTO – Obra ‘’REDES SOCIAIS E SEUS IMPACTOS NA AUTOIMAGEM”

CRISTINA BARRETO – Obra “A MENINA QUE NÃO SABIA SONHAR’’

ALESSANDRA MELO – Obra ‘’A VIRADA DECOLONIAL NA ARTE BRASILEIRA’’

GEISA LIMA – Obra ‘’HISTÓRIAS DO NOSSO ITAPICURU’’

TOM FIGUEIREDO – Obra ‘’ERAM MUITOS LEÕES’’

LUCIANA OLIVEIRA – Obra “PINTEI A LUA DE JASMIN’’

CLÁUDIO ZUMAETA – Obra ‘’A UNHA DO ELEFANTE ‘’

JANETE RUIZ DE MACÊDO – Obra ‘’HISTÓRIA E VIDA JOSÉ ODUQUE TEIXEIRA’’

TERESA SÁ – Obra “BORBOLETAR”

MARIA LUISA SILVA SANTOS –Obra “MATILDA, A PRINCESA REFUGIADA’’

LEILA OLIVEIRA – Obra ‘’ ALÉM DOS CÔMODOS ‘’
GRAZIELA GUIMARÃES DOS ANJOS – Obra ‘’ PSIU, EI MOÇA!’’

ARCHIBALDO DALTRO BARRETO FILHO — Obra “ VARAL”

ELISA OLIVEIRA – Obra “THEO E O SOL NA CABEÇA”

MARCIAL COTES JORGE –Obra “A PRETA DA AREIA: UMA RELEITURA DA BRANCA DE NEVE PARA A TERRA DE JORGE AMADO”

FERNANDA BRASIL –Obra “ QUANDO EU PERDI VOCÊ”

PAULO MAGALHÃES –Obra “TUDO O QUE A BOCA COME”

SIMONE CAETANO — Obra “ A VOZ DE ARMANDINHO MACEDO”

 

LISTA DE AUTORES NA RESERVA NO LANÇAMENTO DE LIVROS NA FLI

1 JANDAIRA FERNANDES DA SILVA – Obra “ ESCREVIVÊNCIAS SOBRE A LEITURA LITERÁRIA”

2. JOSE ALVES NUNES – Obra “UM CAMPONÊS E O NATURALISTA.ENTENDA QUEM É VOCÊ NESTA HISTÓRIA

3. RAFAEL FREIRE FERREIRA – Obra “UM BOCADO DE UM TANTO”

4. CAROL MOURA – Obra “OPÇÃO VIDA”

Mia Couto é um dos nomes confirmados na edição de 2024 da FLI || Foto TAG Blog
Tempo de leitura: 3 minutos

A maior de todas as edições da Festa Literária de Ilhéus (FLI) começará dia 13 de novembro. A programação já divulgada promete atrair nomes de peso da literatura ao Centro de Convenções Luís Eduardo Magalhães, na Avenida Soares Lopes, cartão-postal da Terra da Gabriela. A edição deste ano tem participações confirmadas de Mia Couto, Ailton Krenak e Emília Nuñez e vai até 15 de novembro.

O filósofo e escritor Ailton Krenak, membro da Academia Brasileira de Letras, participará de dois dos três espaços da Festa. O escritor moçambicano Mia Couto e a escritora Emília Nuñez, vencedora do Prêmio Jabuti 2023, também confirmaram presença.

ESPAÇO JORGE AMADO

A edição deste ano terá suas atividades distribuídas em três espaços: o Jorge Amado, com as mesas principais; o Flizinha, para as crianças; e o Juventudes FLI, voltado para a faixa etária dos 14 a 24 anos, além da programação artística que promete grandes nomes ainda. A coordenação geral é assinada pela jornalista, especialista em Gestão da Comunicação e Gerenciamento de Projetos, Vanessa Dantas.

Já o lançamento coletivo de livros, que vai selecionar 20 autores(as) residentes no Brasil, está com inscrições abertas até o próximo sábado (2). (inscreva-se: https://forms.gle/pRW4AsMJ74uuQyFa6).

A LDM é a Editora Oficial do evento e a FLI recebe também como convidadas as editoras Editus, Via Litterarum, Tertúlias, Teatro Popular de Ilhéus, Editora Mondrongo, Academia de Letras de Ilhéus, Academia de Letras de Itabuna (Alita), Casa da Cultura Popular, Coletivo Raiz, Coletivo Vixi Bahia e Autores(as) Independentes.

A 7ª Edição da Festa Literária de Ilhéus (FLI) é uma produção da Sarça Comunicação, tem a LDM como Editora Oficinal do evento e conta com o apoio da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), do Governo do Estado da Bahia, através da Bahia Literária, ação da Fundação Pedro Calmon/Secretaria de Cultura e da Secretaria de Educação.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA DA 7ª FLI

Leia Mais

O escritor Cyro de Mattos na Flicaré 2024 || Foto Daniel Thame
Tempo de leitura: 3 minutos

O escritor Cyro de Mattos, de 85 anos, falou da emoção de ser homenageado na Festa Literária de Itacaré 2024 e agradeceu pelo reconhecimento de sua obra em vida. “Aos mais de cinquenta prêmios, distinções, diplomas, troféus, medalhas, no Brasil e exterior, vem se juntar agora ao meu legado o Diploma de Mérito que me outorgou a coordenação do evento”, disse o autor grapiúna.

“Um acontecimento de conteúdo rico, sob vários aspectos, bonito de ver e viver. Comoveu-me por ter sido distinguido em vida o meu legado, a essa altura enredado numa estrada comprida. Viver é reconhecer para ser referência positiva no existir”, concluiu.

A Flicaré 2024 recebeu cerca de 20 mil visitantes de 24 a 26 de outubro. O evento ocupou a praça da Igreja Matriz de São Miguel Arcanjo, construída há 300 anos, diante da orla central da cidade, com o tema Do Cacau e Chocolate, Histórias, Leituras e Oralituras.

Evento foi marcado pela diversidade cultural de Itacaré || Foto Daniel Thame

Durante os três dias, a Festa promoveu mesas redondas, lançamentos de livros, conversas com escritores, música, dança, exposições de artes plásticas, oficinas, apresentação de escolas e grupos culturais, feira da agricultura familiar, exibição de documentários, contação de histórias, cozinha show e caminhão de leitura.

CONSOLIDAÇÃO

O poeta e gestor cultural Rafael Gama, curador da Flicaré, faz avaliação positiva do evento. “Envolvemos toda a comunidade e estabelecemos um elo entre vários tipos de arte. Foram quatro espaços para que o público pudesse desfrutar da literatura, música, dança, teatro, economia solidária. E ainda tivemos a Flicarezinha, um local em que o público infantojuvenil pode mostrar seu talento e adquirir novos conhecimentos, com a Feira de Ciências”.

A secretária de Educação de Itacaré, Jamile Souza, atraiu estudantes de várias cidades da região. Segundo a gestora, a Festa Literária foi uma grande oportunidade para mostrar às pessoas que, além das belezas naturais, o município tem uma cultura forte, diversa e rica. “Vamos ampliar o evento”, acrescentou, referindo-se à edição de 2025.

Flicaré atraiu estudantes do sul da Bahia || Foto Daniel Thame

Ouvido pelo PIMENTA, o jornalista e escritor Daniel Thame disse que a Flicaré consolidou a presença do paraíso sul-baiano no circuito das festas literárias. “A Festa Literária de Itacaré dá visibilidade aos artistas, envolve a população local e qualifica a experiência do turista que visita o evento. Sem dúvida, Itacaré se consolida no calendário nacional de eventos ligados à literatura”.

VITRINE

O artista plástico Carlos Santal expôs obras na Flicaré 2024. Grapiúna e radicado em Portugal, ele disse que a Festa é uma oportunidade de apresentar sua produção artística num evento que valoriza todas as manifestações culturais.

A escritora Luh Oliveira, que lançou o livro de poemas Pintei a Lua de Jasmim no evento, também vê a Flicaré como uma vitrine valiosa. “É um espaço importante na divulgação do nosso trabalho e conquista de novos leitores”.

A Prefeitura de Itacaré promoveu a Festa Literária com apoio do Governo da Bahia, Fundação Pedro Calmon, Sebrae, Câmara de Vereadores de Itacaré, Embasa e CVR Costa do Cacau.

Tempo de leitura: 2 minutos

A organização da 7ª Festa Literária de Ilhéus (FLI) publicou edital para a seleção de autores(as) interessados(as) em participar do lançamento coletivo de livros e da sessão de autógrafos durante o evento, que vai movimentar o Centro de Convenções da cidade de 13 a 15 de novembro. O prazo de inscrições vai até o próximo sábado (2), pela internet.

Podem participar do chamamento escritores(as), quadrinistas, cordelistas e ilustradores(as) residentes em qualquer parte do Brasil. Das 20 vagas, duas são reservadas para pessoas com deficiência, uma para negro(a) e outra para indígena. A inscrição é gratuita.

Para se inscrever, é necessário acessar o Edital de Chamamento (https://forms.gle/pRW4AsMJ74uuQyFa6) e preencher a ficha de inscrição disponível nele. Depois, a ficha preenchida deverá ser encaminhada para o e-mail lancamentoeditalfli@gmail.com, acompanhada de portfólio-biografia, capa do livro em alta definição, foto do(a) autor(a), além dos anexos 2 a 8 (no que couber).

Além das 20 obras selecionadas, outras cinco formarão cadastro reserva. O resultado da seleção será divulgado até o dia 6 de novembro.

LANÇAMENTO E SESSÃO DE AUTÓGRAFOS

A professora e gestora cultural Dinalva Melo, uma das curadoras da 7ª FLI, informa que o lançamento coletivo e a sessão de autógrafos estão marcados para o dia 15 de novembro, das 10h às 12h, no Centro de Convenções de Ilhéus.

“Cada autor terá um banner, com sua foto, a descrição da sua obra e uma síntese da sua biografia. Também terá cinco minutos para uma breve exposição sobre o trabalho, se desejar”, acrescentou Dinalva.

O chamamento público, segundo a curadora, democratiza um espaço de visibilidade para os artistas, fora da lógica de mercado. “Os autores locais, em geral, se não se filiam a uma academia de letras, têm dificuldade, porque ficam à mercê da indústria cultural. A FLI abre um espaço extremamente democrático, com um público ávido por novas informações. É uma oportunidade de troca, um ato de democratização do acesso e da produção da literatura”, concluiu.

A organização do evento recomenda a leitura atenta do Edital, que não prevê pagamento de cachê, hospedagem e deslocamento. O banner será ofertado pela FLI.

A 7ª Edição da Festa Literária de Ilhéus é promovida pela Sarça Comunicação e conta com o apoio da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), do Governo do Estado da Bahia, por meio da Bahia Literária, ação da Fundação Pedro Calmon/Secretaria de Cultura e da Secretaria de Educação.

Confira a programação completa do evento
Tempo de leitura: 4 minutos

O 12º Festival de Dança Itacaré marca a internacionalização do evento, que vai transformar a cidade litorânea no sul da Bahia em palco de uma programação composta por artistas do Brasil e de mais cinco países. A exemplo do ano passado, a edição de 2024, que começa hoje (28) e segue até 10 de novembro, também vai ocupar espaços de Ilhéus, cidade a 60 quilômetros de Itacaré.

Com o tema Expande Expande, o Festival contempla artistas da Bahia, Piauí, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Minas Gerais, além de Portugal, Argentina, França, Costa do Marfim e Moçambique. Durante os 14 dias do evento, serão promovidas performances, espetáculos, intervenções, exibições de vídeo e oficinas-espetáculos.

A abertura oficial desta edição será no dia 6 de novembro, às 19h30min, no Centro Cultural Porto de Trás, em Itacaré, seguida do espetáculo nacional Ancestralidade em Movimento, da artista soteropolitana Edileusa Santos.

Festival reúne artistas de cinco países, além do Brasil

Segundo a idealizadora do Festival de Dança Itacaré, Verusya Correia, a marca do evento é sua abertura para expressões contra hegemônicas. “É no sentido de ancorar-se nas ações diversificadas e em contextos plurais em dança que almejamos oxigenar as nossas estruturas para vislumbrar táticas de emancipações dos modelos coloniais”, acrescentou.

O Festival de Dança Itacaré 2024 é uma produção da Casa Ver Arte, com apoio da Prefeitura de Itacaré, e fomento do Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas 2023. Confira, abaixo, a programação completa.

Leia Mais

Tempo de leitura: 2 minutos

O Teatro Candinha Doria, em Itabuna, será o cenário do 3º Encontro de Corais Sul Baianos, neste sábado (26), a partir das 19h. O evento é promovido pela Juventude Interligados e o Ministério da Ação Social da Igreja Batista Teosópolis de Itabuna (Teo), sob a coordenação da musicista Deyse Góes.

A entrada para o evento é um quilo de alimento não perecível, que será destinado ao Mercado Solidário. São 12 corais unidos em uma causa nobre: arrecadar recursos para os projetos sociais da Teosópolis, incluindo o Mercado Solidário, que fornece alimentos e produtos de limpeza para famílias carentes, e a Ceia Solidária, programada para dezembro.

Do encontro participarão grupos de Itabuna, Ilhéus e Coaraci, como o Coral Teosópolis, Coral Juvenil, Coral Amor em Canto, Coral Masculino, Coral Olga Ribeiro e Coral Interligados, da Igreja Batista Teosópolis de Itabuna. Também se apresentarão o Coral Manancial (Igreja Manancial de Itabuna), o Coral Lindinópolis (Igreja Batista Lindinópolis de Ilhéus), o Coral da Primeira Igreja Batista de Itabuna, o Coral PIB de Coaraci, o Coro Jovem da PIB de Coaraci e o Coral Esperança (Igreja Esperança de Itabuna).

Três desses grupos, o Coral Teosópolis, o Esperança e o da Primeira Igreja Batista de Itabuna, são reconhecidos por meio de decreto municipal como patrimônio imaterial e artístico da Cultura de Itabuna.

“Esta será uma excelente oportunidade para apreciar a boa música”, pontua Deyse Góes, maestrina e organizadora do encontro. Coordenador do Ministério da Ação Social da Igreja Teosópolis, Gilson Pinheiro diz que os encontros têm obtido grande sucesso: “Tem sido um momento em que pessoas se reúnem para ouvir música e praticar a solidariedade”, disse.

“Todos estão convidados a participar. A cada ano, o encontro se supera. Será uma grande celebração de louvor a Deus, através de gestos práticos de amor ao próximo e solidariedade, porque o amor que transforma é o amor que faz”, enfatiza Geraldo Meireles, pastor da Igreja Batista Teosópolis.

A cantora e compositora grapiúna Ligia Callaz || Foto Divulgação
Tempo de leitura: < 1 minuto

A cantora e compositora grapiúna Ligia Callaz apresenta, nesta sexta-feira (25), às 19h, o videoclipe da canção Desafinado Amor durante o show Ligia Callaz e os Amores Pandêmicos, na Casa de Cultura Jonas & Pilar, em Buerarema, no sul da Bahia.

Os ingressos são limitados e estão à venda pelo WhatsApp (73) 9 8862-3647. A inteira custa R$ 20 e a meia, R$ 10. Também é possível aproveitar a promoção da trisadinha, em que três entradas saem a R$ 45.

Quem não puder ir, mas deseja colaborar com o show pode comprar o ingresso e doá-lo a um estudante da rede pública de ensino. Para isso, basta fazer o pagamento da meia entrada, via Pix (chave 73988623647), e enviar o comprovante por WhatsApp, assinalando a doação com a frase “para um estudante”.

Ligia já apresentou o show autoral em eventos como a Festa Literária de Ilhéus, o Festival de Arte e Gastronomia de Serra Grande e o Festival de Verão de São Gonçalo do Rio das Pedras, em Minas Gerais.

Jackson Costa define projeto no CPI como transformador || Foto Domingos Matos/Divulgação
Tempo de leitura: 2 minutos

O ator e diretor Jackson Costa, itabunense da gema – melhor definido como “papa-jaca” -, participou, na manhã de sexta-feira (11), de uma Roda de Conversa com reeducandos participantes do projeto de Remição pela Leitura e práticas educativas Relere. O artista foi às lágrimas por diversas vezes, principalmente quando lembrava de suas origens e do poder da educação e da leitura em sua vida, mesmo em condições adversas.

Os reeducandos tiveram oportunidade de interagir com o artista, que se mostrou fascinado pelo processo ressocializador em curso na unidade prisional, especialmente por meio da educação e da leitura. O Relere é promovido pelo Ministério Público, por meio do Programa MP Educa, e foi idealizado pela promotora Cleide Ramos, da 13ª Promotoria. Uma de suas características é a discussão crítica da política, das relações sociais e de poder que são travadas atualmente no Brasil e no mundo, e da realidade do encarceramento.

O artista se mostrou um entusiasta da forma como se dão os processos e as práticas ressocializadoras, especialmente porque não se limitam às atividades laborativas do trabalho em si, mas também porque avançam na (re)construção do ser a partir do seu autoconhecimento, da leitura, das práticas terapêuticas e da arte.

PADRE LÍVIO

Jackson Costa já participou de diversas novelas globais, inúmeras peças teatrais, além de realizar trabalhos em TV, voltados à juventude e estudantes. O artista contou de suas experiências na Globo, citou o preconceito contra o nordestino que identificou na empresa à época, falou de sua participação na primeira exibição da novela Renascer, em que interpretou o Padre Lívio. Ao ser questionado, defendeu seu trabalho: prefere a primeira versão ao remake exibido até há um mês.

O artista se mostrou muito impactado com o processo ressocializador em curso na unidade. No evento, ele pôde ouvir relatos e testemunhos de pessoas que se autodeclaram “ressocializados”, especialmente de estudantes universitários, que cursam na própria unidade prisional diversos cursos da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

“Isso é transformador, e estou muito feliz de poder participar desse momento. Quero retornar o mais breve possível, quero contribuir de alguma forma, que possamos fazer uma oficina de teatro”, declarou o artista.

Jackson Costa teve a oportunidade de conhecer alguns reeducandos com quem teve uma convivência indireta, já que, segundo relataram, eles moraram próximos a alguns artistas, nos anos 80 e 90, e viam o ator nas casas desses vizinhos e também o acompanhavam em apresentações pela cidade. “Sempre fui seu fã”, declarou o reeducando.

O bate-papo foi recheado por diversos poemas declamados pelo artista, que até realizou minioficina de pandeiro e, atendendo a pedido, fechou sua participação interpretando o poema Navio Negreiro (Castro Alves) de maneira emocionante, levando muitos ouvintes às lágrimas. Aplausos de pé.

COGESTÃO

Participaram do evento, além dos reeducandos, colaboradores da empresa Socializa, que administra o presídio em regime de cogestão com o Governo do Estado, servidores e estagiários do Ministério Público, professoras facilitadoras do projeto Relere e a própria promotora Cleide Ramos.

O diretor do Conjunto Penal de Itabuna, Bernardo Cerqueira Dutra, finalizou o evento agradecendo pela presença do ator e reforçando a pretensão de seguir fortalecendo todos os projetos e ações de ressocialização, especialmente projetos voltados à educação, a exemplo do ENCCEJA, que será realizado ainda esta semana na unidade.