Livro que narra a trajetória do ex-prefeito José Oduque Teixeira é uma das obras selecionadas
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Saiu a lista das 20 obras selecionadas para lançamento coletivo na 7ª edição da Festa Literária de Ilhéus (FLI), que começa no próximo dia 13. Todos os autores vão participar de sessão de autógrafos no evento, no Centro de Convenções Luís Eduardo Magalhães, na Avenida Soares Lopes, Centro.

Uma das curadoras da 7ª FLI, a professora e gestora cultural Dinalva Melo confirma para o dia 15 de novembro o lançamento coletivo e sessão de autógrafos dos autores selecionados. Será na faixa das 9h30min às 11h30min, no Centro de Convenções.

– Cada autor terá um banner, com sua foto, a descrição da sua obra e uma síntese da sua biografia. Também terá cinco minutos para uma breve exposição sobre o trabalho, se desejar – acrescentou Dinalva.

Segundo a curadora, o chamamento público foi uma forma de democratizar um espaço de grande visibilidade, garantindo acesso a artistas residentes em qualquer lugar do Brasil.

O evento literário terá, nesta edição, participação de grandes autores e expressões da literatura nacional e internacional, a exemplo de Mia Couto e Ailton Krenak. O evento tem a LDM como editora oficial do evento e reúne as convidadas Editus (Uesc), Via Litterarum, Tertúlias, Teatro Popular de Ilhéus, Editora Mondrongo, Academia de Letras de Ilhéus, Academia de Letras de Itabuna (Alita), Casa da Cultura Popular, Coletivo Raiz, Coletivo Vixi Bahia e Autores(as) Independentes.

A 7ª Edição da Festa Literária de Ilhéus (FLI) é produzida pela Sarça Comunicação e conta com o apoio da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), do Governo do Estado da Bahia, por meio da Bahia Literária, ação da Fundação Pedro Calmon/Secretaria de Cultura, e da Secretaria de Educação.

AUTORES E OBRAS SELECIONADOS

FERNANDA SILVA – Obra “O MEU LIVRO DE POESIAS “QUINTAL DE CASA: MEMÓRIAS”

ANA LÚCIA SANTOS – Obra ‘’LÍNGUA, SALIVA E SUOR’’

GILDO AUGUSTO – Obra ‘’REDES SOCIAIS E SEUS IMPACTOS NA AUTOIMAGEM”

CRISTINA BARRETO – Obra “A MENINA QUE NÃO SABIA SONHAR’’

ALESSANDRA MELO – Obra ‘’A VIRADA DECOLONIAL NA ARTE BRASILEIRA’’

GEISA LIMA – Obra ‘’HISTÓRIAS DO NOSSO ITAPICURU’’

TOM FIGUEIREDO – Obra ‘’ERAM MUITOS LEÕES’’

LUCIANA OLIVEIRA – Obra “PINTEI A LUA DE JASMIN’’

CLÁUDIO ZUMAETA – Obra ‘’A UNHA DO ELEFANTE ‘’

JANETE RUIZ DE MACÊDO – Obra ‘’HISTÓRIA E VIDA JOSÉ ODUQUE TEIXEIRA’’

TERESA SÁ – Obra “BORBOLETAR”

MARIA LUISA SILVA SANTOS –Obra “MATILDA, A PRINCESA REFUGIADA’’

LEILA OLIVEIRA – Obra ‘’ ALÉM DOS CÔMODOS ‘’
GRAZIELA GUIMARÃES DOS ANJOS – Obra ‘’ PSIU, EI MOÇA!’’

ARCHIBALDO DALTRO BARRETO FILHO — Obra “ VARAL”

ELISA OLIVEIRA – Obra “THEO E O SOL NA CABEÇA”

MARCIAL COTES JORGE –Obra “A PRETA DA AREIA: UMA RELEITURA DA BRANCA DE NEVE PARA A TERRA DE JORGE AMADO”

FERNANDA BRASIL –Obra “ QUANDO EU PERDI VOCÊ”

PAULO MAGALHÃES –Obra “TUDO O QUE A BOCA COME”

SIMONE CAETANO — Obra “ A VOZ DE ARMANDINHO MACEDO”

 

LISTA DE AUTORES NA RESERVA NO LANÇAMENTO DE LIVROS NA FLI

1 JANDAIRA FERNANDES DA SILVA – Obra “ ESCREVIVÊNCIAS SOBRE A LEITURA LITERÁRIA”

2. JOSE ALVES NUNES – Obra “UM CAMPONÊS E O NATURALISTA.ENTENDA QUEM É VOCÊ NESTA HISTÓRIA

3. RAFAEL FREIRE FERREIRA – Obra “UM BOCADO DE UM TANTO”

4. CAROL MOURA – Obra “OPÇÃO VIDA”

Mia Couto é um dos nomes confirmados na edição de 2024 da FLI || Foto TAG Blog
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A maior de todas as edições da Festa Literária de Ilhéus (FLI) começará dia 13 de novembro. A programação já divulgada promete atrair nomes de peso da literatura ao Centro de Convenções Luís Eduardo Magalhães, na Avenida Soares Lopes, cartão-postal da Terra da Gabriela. A edição deste ano tem participações confirmadas de Mia Couto, Ailton Krenak e Emília Nuñez e vai até 15 de novembro.

O filósofo e escritor Ailton Krenak, membro da Academia Brasileira de Letras, participará de dois dos três espaços da Festa. O escritor moçambicano Mia Couto e a escritora Emília Nuñez, vencedora do Prêmio Jabuti 2023, também confirmaram presença.

ESPAÇO JORGE AMADO

A edição deste ano terá suas atividades distribuídas em três espaços: o Jorge Amado, com as mesas principais; o Flizinha, para as crianças; e o Juventudes FLI, voltado para a faixa etária dos 14 a 24 anos, além da programação artística que promete grandes nomes ainda. A coordenação geral é assinada pela jornalista, especialista em Gestão da Comunicação e Gerenciamento de Projetos, Vanessa Dantas.

Já o lançamento coletivo de livros, que vai selecionar 20 autores(as) residentes no Brasil, está com inscrições abertas até o próximo sábado (2). (inscreva-se: https://forms.gle/pRW4AsMJ74uuQyFa6).

A LDM é a Editora Oficial do evento e a FLI recebe também como convidadas as editoras Editus, Via Litterarum, Tertúlias, Teatro Popular de Ilhéus, Editora Mondrongo, Academia de Letras de Ilhéus, Academia de Letras de Itabuna (Alita), Casa da Cultura Popular, Coletivo Raiz, Coletivo Vixi Bahia e Autores(as) Independentes.

A 7ª Edição da Festa Literária de Ilhéus (FLI) é uma produção da Sarça Comunicação, tem a LDM como Editora Oficinal do evento e conta com o apoio da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), do Governo do Estado da Bahia, através da Bahia Literária, ação da Fundação Pedro Calmon/Secretaria de Cultura e da Secretaria de Educação.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA DA 7ª FLI

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O escritor Cyro de Mattos na Flicaré 2024 || Foto Daniel Thame
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O escritor Cyro de Mattos, de 85 anos, falou da emoção de ser homenageado na Festa Literária de Itacaré 2024 e agradeceu pelo reconhecimento de sua obra em vida. “Aos mais de cinquenta prêmios, distinções, diplomas, troféus, medalhas, no Brasil e exterior, vem se juntar agora ao meu legado o Diploma de Mérito que me outorgou a coordenação do evento”, disse o autor grapiúna.

“Um acontecimento de conteúdo rico, sob vários aspectos, bonito de ver e viver. Comoveu-me por ter sido distinguido em vida o meu legado, a essa altura enredado numa estrada comprida. Viver é reconhecer para ser referência positiva no existir”, concluiu.

A Flicaré 2024 recebeu cerca de 20 mil visitantes de 24 a 26 de outubro. O evento ocupou a praça da Igreja Matriz de São Miguel Arcanjo, construída há 300 anos, diante da orla central da cidade, com o tema Do Cacau e Chocolate, Histórias, Leituras e Oralituras.

Evento foi marcado pela diversidade cultural de Itacaré || Foto Daniel Thame

Durante os três dias, a Festa promoveu mesas redondas, lançamentos de livros, conversas com escritores, música, dança, exposições de artes plásticas, oficinas, apresentação de escolas e grupos culturais, feira da agricultura familiar, exibição de documentários, contação de histórias, cozinha show e caminhão de leitura.

CONSOLIDAÇÃO

O poeta e gestor cultural Rafael Gama, curador da Flicaré, faz avaliação positiva do evento. “Envolvemos toda a comunidade e estabelecemos um elo entre vários tipos de arte. Foram quatro espaços para que o público pudesse desfrutar da literatura, música, dança, teatro, economia solidária. E ainda tivemos a Flicarezinha, um local em que o público infantojuvenil pode mostrar seu talento e adquirir novos conhecimentos, com a Feira de Ciências”.

A secretária de Educação de Itacaré, Jamile Souza, atraiu estudantes de várias cidades da região. Segundo a gestora, a Festa Literária foi uma grande oportunidade para mostrar às pessoas que, além das belezas naturais, o município tem uma cultura forte, diversa e rica. “Vamos ampliar o evento”, acrescentou, referindo-se à edição de 2025.

Flicaré atraiu estudantes do sul da Bahia || Foto Daniel Thame

Ouvido pelo PIMENTA, o jornalista e escritor Daniel Thame disse que a Flicaré consolidou a presença do paraíso sul-baiano no circuito das festas literárias. “A Festa Literária de Itacaré dá visibilidade aos artistas, envolve a população local e qualifica a experiência do turista que visita o evento. Sem dúvida, Itacaré se consolida no calendário nacional de eventos ligados à literatura”.

VITRINE

O artista plástico Carlos Santal expôs obras na Flicaré 2024. Grapiúna e radicado em Portugal, ele disse que a Festa é uma oportunidade de apresentar sua produção artística num evento que valoriza todas as manifestações culturais.

A escritora Luh Oliveira, que lançou o livro de poemas Pintei a Lua de Jasmim no evento, também vê a Flicaré como uma vitrine valiosa. “É um espaço importante na divulgação do nosso trabalho e conquista de novos leitores”.

A Prefeitura de Itacaré promoveu a Festa Literária com apoio do Governo da Bahia, Fundação Pedro Calmon, Sebrae, Câmara de Vereadores de Itacaré, Embasa e CVR Costa do Cacau.

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A organização da 7ª Festa Literária de Ilhéus (FLI) publicou edital para a seleção de autores(as) interessados(as) em participar do lançamento coletivo de livros e da sessão de autógrafos durante o evento, que vai movimentar o Centro de Convenções da cidade de 13 a 15 de novembro. O prazo de inscrições vai até o próximo sábado (2), pela internet.

Podem participar do chamamento escritores(as), quadrinistas, cordelistas e ilustradores(as) residentes em qualquer parte do Brasil. Das 20 vagas, duas são reservadas para pessoas com deficiência, uma para negro(a) e outra para indígena. A inscrição é gratuita.

Para se inscrever, é necessário acessar o Edital de Chamamento (https://forms.gle/pRW4AsMJ74uuQyFa6) e preencher a ficha de inscrição disponível nele. Depois, a ficha preenchida deverá ser encaminhada para o e-mail lancamentoeditalfli@gmail.com, acompanhada de portfólio-biografia, capa do livro em alta definição, foto do(a) autor(a), além dos anexos 2 a 8 (no que couber).

Além das 20 obras selecionadas, outras cinco formarão cadastro reserva. O resultado da seleção será divulgado até o dia 6 de novembro.

LANÇAMENTO E SESSÃO DE AUTÓGRAFOS

A professora e gestora cultural Dinalva Melo, uma das curadoras da 7ª FLI, informa que o lançamento coletivo e a sessão de autógrafos estão marcados para o dia 15 de novembro, das 10h às 12h, no Centro de Convenções de Ilhéus.

“Cada autor terá um banner, com sua foto, a descrição da sua obra e uma síntese da sua biografia. Também terá cinco minutos para uma breve exposição sobre o trabalho, se desejar”, acrescentou Dinalva.

O chamamento público, segundo a curadora, democratiza um espaço de visibilidade para os artistas, fora da lógica de mercado. “Os autores locais, em geral, se não se filiam a uma academia de letras, têm dificuldade, porque ficam à mercê da indústria cultural. A FLI abre um espaço extremamente democrático, com um público ávido por novas informações. É uma oportunidade de troca, um ato de democratização do acesso e da produção da literatura”, concluiu.

A organização do evento recomenda a leitura atenta do Edital, que não prevê pagamento de cachê, hospedagem e deslocamento. O banner será ofertado pela FLI.

A 7ª Edição da Festa Literária de Ilhéus é promovida pela Sarça Comunicação e conta com o apoio da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), do Governo do Estado da Bahia, por meio da Bahia Literária, ação da Fundação Pedro Calmon/Secretaria de Cultura e da Secretaria de Educação.

Confira a programação completa do evento
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O 12º Festival de Dança Itacaré marca a internacionalização do evento, que vai transformar a cidade litorânea no sul da Bahia em palco de uma programação composta por artistas do Brasil e de mais cinco países. A exemplo do ano passado, a edição de 2024, que começa hoje (28) e segue até 10 de novembro, também vai ocupar espaços de Ilhéus, cidade a 60 quilômetros de Itacaré.

Com o tema Expande Expande, o Festival contempla artistas da Bahia, Piauí, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Minas Gerais, além de Portugal, Argentina, França, Costa do Marfim e Moçambique. Durante os 14 dias do evento, serão promovidas performances, espetáculos, intervenções, exibições de vídeo e oficinas-espetáculos.

A abertura oficial desta edição será no dia 6 de novembro, às 19h30min, no Centro Cultural Porto de Trás, em Itacaré, seguida do espetáculo nacional Ancestralidade em Movimento, da artista soteropolitana Edileusa Santos.

Festival reúne artistas de cinco países, além do Brasil

Segundo a idealizadora do Festival de Dança Itacaré, Verusya Correia, a marca do evento é sua abertura para expressões contra hegemônicas. “É no sentido de ancorar-se nas ações diversificadas e em contextos plurais em dança que almejamos oxigenar as nossas estruturas para vislumbrar táticas de emancipações dos modelos coloniais”, acrescentou.

O Festival de Dança Itacaré 2024 é uma produção da Casa Ver Arte, com apoio da Prefeitura de Itacaré, e fomento do Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas 2023. Confira, abaixo, a programação completa.

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O Teatro Candinha Doria, em Itabuna, será o cenário do 3º Encontro de Corais Sul Baianos, neste sábado (26), a partir das 19h. O evento é promovido pela Juventude Interligados e o Ministério da Ação Social da Igreja Batista Teosópolis de Itabuna (Teo), sob a coordenação da musicista Deyse Góes.

A entrada para o evento é um quilo de alimento não perecível, que será destinado ao Mercado Solidário. São 12 corais unidos em uma causa nobre: arrecadar recursos para os projetos sociais da Teosópolis, incluindo o Mercado Solidário, que fornece alimentos e produtos de limpeza para famílias carentes, e a Ceia Solidária, programada para dezembro.

Do encontro participarão grupos de Itabuna, Ilhéus e Coaraci, como o Coral Teosópolis, Coral Juvenil, Coral Amor em Canto, Coral Masculino, Coral Olga Ribeiro e Coral Interligados, da Igreja Batista Teosópolis de Itabuna. Também se apresentarão o Coral Manancial (Igreja Manancial de Itabuna), o Coral Lindinópolis (Igreja Batista Lindinópolis de Ilhéus), o Coral da Primeira Igreja Batista de Itabuna, o Coral PIB de Coaraci, o Coro Jovem da PIB de Coaraci e o Coral Esperança (Igreja Esperança de Itabuna).

Três desses grupos, o Coral Teosópolis, o Esperança e o da Primeira Igreja Batista de Itabuna, são reconhecidos por meio de decreto municipal como patrimônio imaterial e artístico da Cultura de Itabuna.

“Esta será uma excelente oportunidade para apreciar a boa música”, pontua Deyse Góes, maestrina e organizadora do encontro. Coordenador do Ministério da Ação Social da Igreja Teosópolis, Gilson Pinheiro diz que os encontros têm obtido grande sucesso: “Tem sido um momento em que pessoas se reúnem para ouvir música e praticar a solidariedade”, disse.

“Todos estão convidados a participar. A cada ano, o encontro se supera. Será uma grande celebração de louvor a Deus, através de gestos práticos de amor ao próximo e solidariedade, porque o amor que transforma é o amor que faz”, enfatiza Geraldo Meireles, pastor da Igreja Batista Teosópolis.

A cantora e compositora grapiúna Ligia Callaz || Foto Divulgação
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A cantora e compositora grapiúna Ligia Callaz apresenta, nesta sexta-feira (25), às 19h, o videoclipe da canção Desafinado Amor durante o show Ligia Callaz e os Amores Pandêmicos, na Casa de Cultura Jonas & Pilar, em Buerarema, no sul da Bahia.

Os ingressos são limitados e estão à venda pelo WhatsApp (73) 9 8862-3647. A inteira custa R$ 20 e a meia, R$ 10. Também é possível aproveitar a promoção da trisadinha, em que três entradas saem a R$ 45.

Quem não puder ir, mas deseja colaborar com o show pode comprar o ingresso e doá-lo a um estudante da rede pública de ensino. Para isso, basta fazer o pagamento da meia entrada, via Pix (chave 73988623647), e enviar o comprovante por WhatsApp, assinalando a doação com a frase “para um estudante”.

Ligia já apresentou o show autoral em eventos como a Festa Literária de Ilhéus, o Festival de Arte e Gastronomia de Serra Grande e o Festival de Verão de São Gonçalo do Rio das Pedras, em Minas Gerais.

Jackson Costa define projeto no CPI como transformador || Foto Domingos Matos/Divulgação
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O ator e diretor Jackson Costa, itabunense da gema – melhor definido como “papa-jaca” -, participou, na manhã de sexta-feira (11), de uma Roda de Conversa com reeducandos participantes do projeto de Remição pela Leitura e práticas educativas Relere. O artista foi às lágrimas por diversas vezes, principalmente quando lembrava de suas origens e do poder da educação e da leitura em sua vida, mesmo em condições adversas.

Os reeducandos tiveram oportunidade de interagir com o artista, que se mostrou fascinado pelo processo ressocializador em curso na unidade prisional, especialmente por meio da educação e da leitura. O Relere é promovido pelo Ministério Público, por meio do Programa MP Educa, e foi idealizado pela promotora Cleide Ramos, da 13ª Promotoria. Uma de suas características é a discussão crítica da política, das relações sociais e de poder que são travadas atualmente no Brasil e no mundo, e da realidade do encarceramento.

O artista se mostrou um entusiasta da forma como se dão os processos e as práticas ressocializadoras, especialmente porque não se limitam às atividades laborativas do trabalho em si, mas também porque avançam na (re)construção do ser a partir do seu autoconhecimento, da leitura, das práticas terapêuticas e da arte.

PADRE LÍVIO

Jackson Costa já participou de diversas novelas globais, inúmeras peças teatrais, além de realizar trabalhos em TV, voltados à juventude e estudantes. O artista contou de suas experiências na Globo, citou o preconceito contra o nordestino que identificou na empresa à época, falou de sua participação na primeira exibição da novela Renascer, em que interpretou o Padre Lívio. Ao ser questionado, defendeu seu trabalho: prefere a primeira versão ao remake exibido até há um mês.

O artista se mostrou muito impactado com o processo ressocializador em curso na unidade. No evento, ele pôde ouvir relatos e testemunhos de pessoas que se autodeclaram “ressocializados”, especialmente de estudantes universitários, que cursam na própria unidade prisional diversos cursos da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

“Isso é transformador, e estou muito feliz de poder participar desse momento. Quero retornar o mais breve possível, quero contribuir de alguma forma, que possamos fazer uma oficina de teatro”, declarou o artista.

Jackson Costa teve a oportunidade de conhecer alguns reeducandos com quem teve uma convivência indireta, já que, segundo relataram, eles moraram próximos a alguns artistas, nos anos 80 e 90, e viam o ator nas casas desses vizinhos e também o acompanhavam em apresentações pela cidade. “Sempre fui seu fã”, declarou o reeducando.

O bate-papo foi recheado por diversos poemas declamados pelo artista, que até realizou minioficina de pandeiro e, atendendo a pedido, fechou sua participação interpretando o poema Navio Negreiro (Castro Alves) de maneira emocionante, levando muitos ouvintes às lágrimas. Aplausos de pé.

COGESTÃO

Participaram do evento, além dos reeducandos, colaboradores da empresa Socializa, que administra o presídio em regime de cogestão com o Governo do Estado, servidores e estagiários do Ministério Público, professoras facilitadoras do projeto Relere e a própria promotora Cleide Ramos.

O diretor do Conjunto Penal de Itabuna, Bernardo Cerqueira Dutra, finalizou o evento agradecendo pela presença do ator e reforçando a pretensão de seguir fortalecendo todos os projetos e ações de ressocialização, especialmente projetos voltados à educação, a exemplo do ENCCEJA, que será realizado ainda esta semana na unidade.

Equipe do curta gravado no bairro Salobrinho em Ilhéus
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Dirigido pelo professor Dirceu Martins Alves, da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), o curta-metragem Money (Dinheiro) ganhou dois prêmios no circuito mundial. A primeira premiação foi no Festival Internacional de Cinema de Athvikvraruni, em Aranthanki, Tamil Nadu, e a segunda, no Festival Internacional de Cinema Majestic King, de Kurunthampattu, Sivaganga DT, Tamilnadu, ambos na Índia.

O curta-metragem de ficção, com quase 10 minutos de duração, foi gravado no bairro Salobrinho, em Ilhéus. A produção contou com a participação de docentes, discentes, egressos e técnicos do curso de Comunicação Social (Rádio, TV e Internet) da Uesc, e da ex-aluna do curso de Geografia, Meire Lúcia.

Em agosto a obra foi selecionada pelo Rome Prisma Independent Film Awards para disputar a categoria de melhor filme de curta-metragem internacional em Roma. No Festival Internacional de Cinema de Athvikvraruni, ganhou o Prêmio Honorable Mention Award Best International Short Film, no dia 24 de setembro, e no Festival Internacional de Cinema Majestic King, venceu na categoria de Melhor Script Screenplay (Roteiro de Filme de Curta-metragem Internacional), no dia 1 de outubro.

No mesmo dia da premiação de melhor roteiro internacional, na Índia, o filme Money foi selecionado para o Festival Fescilmar, importante evento de cinema espanhol que fará sua primeira sessão na Venezuela. A obra concorrerá outra vez na mostra competitiva disputando a categoria de melhor curta-metragem internacional na Venezuela. O evento ocorrerá no próximo dia 25 de outubro, no Teatro Cajigal, na cidade de Barcelona, capital do Estado de Azoategui.

QUEM É O DIRETOR DO FILME?

O diretor e professor Dirceu Martins Alves tem Licenciatura Plena em Letras, pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), pós-graduação em Teoria Literária, também pela UNESP, Mestrado e Doutorado em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP. Ele já possui uma produção cinematográfica substantiva com a participação de estudantes da Uesc.

A direção de fotografia do curta-metragem é de Ronald de Jesus, egresso de Comunicação Social. Ele atua como professor em cursos de cinema e audiovisual em diferentes instituições de ensino superior.

O curta tem a participação de Malena Dórea, que trabalha com teatro há mais de 30 anos. Ela também é protagonista do filme, o assessor-técnico da Uesc, Emiron Gouveia, remanescente do teatro Itabunense dos Anos 80 e profissional de audiovisual há mais de 30 anos, além de gerente dos laboratórios do curso de Comunicação Social desde 2004.

Emiron já atuou em três Filmes de longa-metragem: A Coleção Invisível de Bernard Attal (2012), A Finada Mãe da Madame de Bernard Attal (2016) e As Margens de Canavieiras de José Frazão (2021), além de curtas, a exemplo de Dente de Ouro de Dirceu Martins (2015).

V Flican prestará homenagem ao escritor baiano João Ubaldo Ribeiro || Foto Divulgação
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A 5ª edição da Feira Literária Internacional de Canudos, a Flican, vai prestar homenagem ao escritor baiano João Ubaldo Ribeiro. O evento, que terá como tema O Sertão Vai Virar Arte: Viva o Povo Brasileiro, Literatura e Tradições Populares – Viva Canudos!, começará no dia 23 de outubro.
Além das mesas de debates com autores, a programação da Flican oferecerá oficinas de arte, apresentações de atrações musicais, mostra de filmes, exposições e encenações de peças teatrais. “Mais uma vez, esse grande encontro literário reafirma o papel de Canudos como berço cultural, oferecendo uma oportunidade para que o sertão continue a se expressar por meio da arte e da palavra”, afirma o curador da Flican, professor Luiz Paulo Neiva.
A V Flican é promovida pela Universidade do Estado da Bahia (Uneb), com apoio do Governo do Estado, por meio da Fundação Pedro Calmon,  do Instituto Popular Memorial de Canudos (IPMC) e da Prefeitura de Canudos. A programação acontece no Campus Avançado de Canudos e  em pontos históricos da cidade, como o Parque Estadual de Canudos, o Memorial Antônio Conselheiro, o Museu João de Régis, o Museu Manoel Travessa, o Mirante do Conselheiro e o Instituto Popular Memorial de Canudos (IPMC).
A BIOGRAFIA DE JOÃO UBALDO
João Ubaldo Osório Pimentel Ribeiro nasceu no município de Itaparica, em 23 de janeiro de 1941. Dos primeiros meses de idade até cerca de onze anos, viveu com sua família em Sergipe, onde o pai era professor e político. Bacharel em Direito pela Universidade Federal da Bahia (Ufba), jamais chegou a advogar. Como jornalista, foi repórter, redator, chefe de reportagem e colunista de jornais na Bahia, no Brasil e no exterior.
Seus primeiros trabalhos literários foram publicados em diversas coletâneas (Reunião, Panorama do Conto Baiano). Aos 21 anos, escreveu seu primeiro livro, Setembro não Tem Sentido. O segundo foi Sargento Getúlio, de 1971.
Consagrado como um marco do moderno romance brasileiro, Sargento Getúlio deu destaque a sua obra. Ao longo de sua carreira conquistou, os prêmios Jabuti (1972 e 1984), a mais celebrado da literatura brasileira, e Camões (2008), maior honraria para escritores de Língua Portuguesa. João Ubaldo faleceu em 18 de julho de 2014, no Rio de Janeiro, aos 73 anos.
Sandra Teschner lança livro em sua cidade natal no domingo || Foto Divulgação
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A escritora Sandra Teschner lançará Felicidade se aprende, no Shopping Jequitibá, no próximo domingo (29), às 16h. Fundadora do Instituto Happiness do Brasil, a escritora retorna a sua cidade natal para o evento. A itabunense é empreendedora social, palestrante e pós-graduada em neuropsicologia.

O lançamento em Itabuna será um talk show no qual Sandra Teschner compartilhará seus conhecimentos e experiências sobre como transformar a felicidade em um estilo de vida, em vez de enxergá-la como um estado momentâneo e passageiro.

O livro Felicidade se Aprende, segundo a autora, é o primeiro no mundo escrito por Chiefs Happiness Officers certificados. Com uma abordagem prática e científica, a obra oferece ferramentas para aplicar os princípios da felicidade em qualquer área profissional. Desde advogados e médicos até educadores e artistas, os coautores compartilham estratégias baseadas em estudos e vivências reais que demonstram como o bem-estar pode ser promovido no ambiente de trabalho.

CERTIFICAÇÃO

O livro, reforça, está alinhado com a Lei 14.831/2024, que criou o Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental. Ele é uma fonte valiosa de inspiração para empresas que desejam implementar políticas de saúde mental e bem-estar, contribuindo para ambientes de trabalho mais saudáveis e produtivos.

A obra tem como coautores Ana Carolina Rangel, Viviane Brammer, Silvia Roth, Gabriel Sales, Patrícia Valente, Teresa Cristina, Thynay Costa, Paula Leite, Carla Oldemburg, Juliana Aragon, Letícia Tufvesson, Natalie Acera, Simone Moreira, Nádia Merli, Taisa Pelosi, Priscila Alves, Ana Carolina Silva, Sandra Bayer, Maria Teles, Antônio Soares, Jessica Oliveira e Marcello Jaguarível.
Felicidade se Aprende pode ser adquirido nas principais livrarias do país, nas plataformas online, como Amazon, ou diretamente no site da editora Estação das Letras.
Festival atraiu milhares de pessoas e teve apresentação do projeto Cidade dos Homens de Barro || Foto Divulgação/SeturBA
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Cerca de 3 mil baianos e turistas participaram do XV Festival da Queima dos Homens de Barro, na Fazenda Cores da Terra, em Ibirataia, no sul da Bahia, em quatro dias de evento encerrado no último sábado (21). A programação incluiu manifestações culturais, gastronomia e música.

O Festival celebra o trabalho da artista plástica Selma Calheira, que cria esculturas gigantes, de até oito metros de altura, por meio da transformação de argila em cerâmica.

CIDADE DOS HOMENS DE BARRO

Neste ano, a grande novidade foi o lançamento da maquete conceitual da Cidade dos Homens de Barro. O projeto idealizado pela artista prevê a implantação de um museu a céu aberto na região, utilizando as esculturas que retratam a conexão entre o povo e a terra, com anfiteatro e infraestrutura para receber visitantes. A ideia é criar um novo atrativo na região sul do Estado, por meio de parceria público-privada, incluindo a participação da Setur-BA.

– É um projeto de desenvolvimento, de melhoria da qualidade de vida das pessoas que moram aqui, unindo arte e turismo. Quando faço as esculturas gigantes, retrato o meu povo, que é resiliente às dificuldades. O museu será uma forma de dar mais visibilidade ao município e movimentar a economia – explica Selma Calheira.

Juliana Araújo, diretora de Qualificação da Setur-BA, anunciou a participação do governo baiano com a capacitação de mão de obra e atração de investimentos para esse novo equipamento turístico e cultural. “Com isso, pretendemos aumentar o tempo de permanência do visitante na Costa do Cacau”, disse a diretora.

RIQUEZA CULTURAL

Pela primeira vez em Ibirataia, a mineira Etelvernea Rodrigues ficou encantada com o Festival. “ Fiquei apaixonada pelo evento, que mostra a riqueza cultural da Bahia e incentiva os artistas. Estou aproveitando cada minuto dessa viagem de 15 dias pela Bahia, que é o melhor lugar que existe”, elogiou. “É a minha segunda vez nessa festa contagiante. Eu acho fantástico esse resgate da cultura local. A Bahia é maravilhosa. Aproveitei para passear também em Itacaré e voltarei sempre”, completou a paulista Flávia Pircher.

Ainda em Ibirataia, no domingo (22), Selma Calheira se reuniu com representantes da Setur-BA, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas ( Sebrae), Banco do Nordeste, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), TV Band e das empresas VAR Chocolates, Avatim e Eixo 4 Soluções Inteligentes. Eles discutiram a elaboração de um plano de trabalho e a prospecção de investidores, para a execução do projeto da Cidade dos Homens de Barro.

Espetáculo será neste domingo (22), às 20h, no palco mais tradicional da cultura ilheense
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Neste domingo (22), às 20h, o Teatro Municipal de Ilhéus recebe o show Drama 2, da cantora Màja, que levará ao palco releituras de canções imortalizadas por vozes femininas. O repertório atravessa três séculos de história da Música Popular Brasileira (MPB), desde Chiquinha Gonzaga, no século 19, a nomes contemporâneos.

O espetáculo é dividido em três atos e conta com intervenções de teatro, dança e performance circense com tecido acrobático. É a primeira vez que o show ocupará o Teatro Municipal.

Já no segundo lote, o ingresso custa R$ 45,00 e um quilo de alimento não perecível. Ele pode ser adquirido nos bares A Baronesa, no Pontal, e Barrakítika, no Centro Histórico, além dos perfis @majasoueu e @showdrama no Instagram. Os alimentos arrecadados serão entregues a uma instituição de caridade do município.

TRAJETÓRIA

Mája é ilheense, cantora, multi-instrumentista, produtora, Dj e bacharel em Comunicação Social (Uesc). Seu primeiro projeto musical foi a banda de forró Severina Chique, com composição 100% feminina. Também criou os grupos Madame Zaila, Forró de Maria e Quadriciclo com Ana Barroso e Coral.

Lançou, em 2017, o EP autoral Transe, pelo selo Onerpm. Teve experiência internacional se apresentando em navios de cruzeiro, em viagens pela Europa, onde experimentou repertórios em inglês, francês e espanhol.

Durante o duro período da pandemia para o mercado da música, comandou um projeto de lives com músicas autorais, financiado pelo edital Cultura na Palma da Mão, do Governo da Bahia.

Atualmente, além da produção de Drama 2, trabalha na composição de novas canções e mantém agenda de shows em cidades como Ilhéus, Itacaré e Salvador.

Silvana e Kelly lançam obra na Bienal do Livro de São Paulo
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As escritoras Silvana Almeida e Kelly Dourado lançarão Descobri que minha mãe pode ser narcisista, e agora? na Bienal do Livro de São Paulo, no próximo domingo (15). As autoras dizem que o livro é relato de oito filhos e uma nora de provável mãe narcisista.

A obra aborda o Transtorno de Personalidade Narcisista (TPN) no início e a mãe narcisista nos seguintes, “com reflexões e propostas para seguir em frente e viver a vida com maior plenitude e leveza”.  Segundo Kelly Dourado, uma das autoras, o último capítulo da obra propõe ao leitor exercitar o perdão por meio da escrita.

LANÇAMENTO NO SUL DA BAHIA

Sul-baiana, Kelly Dourado anuncia para os dias 26 e 27 de setembro o lançamento, respectivamente, em Ilhéus e Itabuna. Na Terra da Gabriela, o evento será às 19h do dia 26, na Faculdade de Ilhéus. O evento em Itabuna já está marcado para um dia depois, às 18h, no Shopping Jequitibá.

Após os eventos de lançamento, a obra da Editora Dourada ficará disponível em plataformas de venda tanto o livro físico (impresso) como e-book e áudio book. Informações podem ser obtidas pelo telefone (71) 99161-6958.

Fernanda Brasil lançará "Quando eu perdi você", na Bienal em São Paulo
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A escritora itabunense Fernanda Basil lançará Quando eu perdi você na Bienal Internacional de São Paulo, que começa nesta sexta-feira (6). Formada em Letras e Comunicação Social, Fernanda traz obra inspirada na literatura de Dorama, gênero que tem ganhado destaque no Brasil graças à popularização da cultura asiática, especialmente a coreana.

Com abordagem inovadora, Fernanda pretende revolucionar o mercado literário brasileiro, levando os leitores a uma nova experiência de narrativa romântica, cheia de emoção e nuances culturais. A autora está entusiasmada em compartilhar sua visão com o público da Bienal, um dos maiores eventos literários do país.

A expectativa é que Quando eu perdi você, publicado pela Editora Codal, conquiste uma legião de fãs, especialmente entre aqueles que já acompanham o fenômeno Dorama por meio das séries televisivas e plataformas digitais.