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O site do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Tecnológico de Ilhéus (Cepedi) sofreu invasão, possivelmente neste final de semana. Quem acessa a página eletrônicado centro ligado à Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e empresas do polo de informática de Ilhéus depara-se com uma mensagem pra lá de explosiva.

Site sofreu invasão-protesto. Às 22h, já estava fora do ar.

Atualizada às 11h (03/05)

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Um grupo de juízes de Itabuna foi recebido em audiência nesta sexta-feira (30) pela desembargadora Telma Brito, presidente do Tribunal de Justiça da Bahia.  O encontro foi marcado para tratar da proposta de construção do novo fórum do município em uma área oferecida pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). De acordo com o superintendente regional deste órgão, Saulo Pontes, o terreno de 10 mil metros quadrados, no bairro São Caetano, pode tranquilamente ser transferido para o judiciário.

Segundo os magistrados que estiveram no Tribunal, entre eles o diretor do Fórum Ruy Barbosa, Wilson Gomes, a desembargadora demonstrou entusiasmo com a proposta e a encaminhou para sua assessoria a fim de que sejam realizados os estudos técnicos necessários. A reunião contou com a participação do presidente da Associação dos Magistrados da Bahia, Nartir Weber.

Os outros juízes de Itabuna que fizeram parte da comitiva foram Adriano Borges (Vara de Família), Antônia Marina Faleiros (1ª Vara Crime), Benedito Alves Coelho (5ª Vara Cível), George Alves de Assis (2ª Vara Cível do Sistema de Juizados) e Érico Bastos (3ª Vara Cível).

A subseção da OAB de Itabuna, comandada pelo advogado Andirlei Nascimento, foi responsável pelo início dos entendimentos com o DNIT para a doação do terreno ao judiciário.

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Quem se debruça sobre as receitas da Prefeitura de Itapé não entende a matemática do governo. É que o dinheiro tem entrado normalmente, mas os pagamentos aos fornecedores e servidores não caminham no mesmo ritmo.

Em abril, o pequeno município arrecadou quase R$ 1,3 milhão, porém os salários do mês ainda não foram pagos. Não é à toa que vários prestadores de serviços – principalmente médicos – se cansaram do desrespeito e pediram o boné.

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Rogério Andrade, César Borges e Geddel. Tá legal?

Em território baiano, o PMDB e o DEM estão trocando figurinhas sem a menor cerimônia e, se ainda não estão oficialmente unidos, tudo indica que estarão em um eventual segundo turno. Por todo canto, surgem lideranças democratas revelando apoio ao ministro Geddel Vieira Lima, como ocorreu há pouco na cidade de Conceição do Almeida, onde o deputado estadual Rogério Andrade (DEM) andou se derrentendo todo para os lados do ex-ministro.

Certo que também há casos em que o PT se vale da rebeldia existente em partidos adversários. Por exemplo, o prefeito de Alagoinhas, Paulo Cezar Simões, do PSDB, defende a reeleição de Jaques Wagner. Mas o chamego entre democratas e peemedebistas é algo que está ocorrendo com maior frequência.

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O Azulino tomou dois gols em pouco mais de três minutos e deixou a missão do título mais difícil. Mas Felipe Lima fez o segundo e ainda há chance do Itabuna ‘resgatar’ a taça do Baiano de Juniores 2010.

Por enquanto, Bahia 4×2 Itabuna.

Como venceu o primeiro jogo por 2×0, o time itabunense precisa de só mais um gol para levar o ‘caneco’.

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O juiz titular da 6ª Vara Cível, Carlos Geraldo Rodrigues Reis, condenou o Banco Bradesco e o ex-diretor financeiro da Universidade Católica de Salvador (Ucsal) Raimundo Gabriel de Oliveira ao pagamento de uma indenização no valor de R$ 36.475.657,14, mais juros de 12% ao ano a partir da data da citação. Ex-prefeito de Maragojipe, Raimundo Gabriel foi condenado, em julho do ano passado, a dez anos e oito meses de prisão pelo desvio do mesmo valor da indenização.

No processo criminal, Raimundo Gabriel foi réu confesso do desvio de promover o desfalque de mais de R$ 36 milhões da Ucsal, por meio de desvios de dinheiro. Ele confessou efetuar pagamentos indevidos a empresas laranjas, criadas e geridas por ele próprio, familiares e amigos. O valor corrigido dos desvios, em março do ano passado, ultrapassava R$ 84 milhões. Informações do jornal A Tarde.

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Dezenas de curiosos cercaram o local do incidente (foto Radar)

Uma pequena colisão entre uma caminhonete Peugeot e um Cross Fox, no estacionamento do Jequitibá Plaza Shopping, teve consequência nada agradável para o servidor público Mauro  Peixoto de Almeida Filho, de 44 anos. Segundo o site Radar Notícias, ele dirigia a caminhonete e atingiu a lateral do outro carro, ocupado por duas mulheres, uma delas grávida.

As ocupantes do Cross Fox disseram que Mauro Peixoto ficou nervoso, as chamou de “piruinhas” e fez ameaças. Além de estar dirigindo com sinais de embriaguez, o servidor público transportava uma criança de três anos, sua filha, no banco da frente e sem qualquer proteção, o que é considerado infração de trânsito.

Com a chegada de policiais e agentes de trânsito ao local da colisão, o motorista ficou ainda mais nervoso, pois não aceitava ser conduzido para a delegacia. A resistência obrigou os policiais a algemarem o homem. Uma agente de proteção ao menor foi chamada para ficar com a criança até a chegada da mãe.

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Uma mulher se sentiu ofendida ao ser chamada de “gorda” e tentou arrancar um pedaço da orelha de seu ofensor. Anna Godfrey, de 21 anos, estava numa festa com amigos na cidade de Lincoln, estado de Nebraska (EUA), quando um conhecido lançou a palavra proibida no vocabulário da jovem. Anna ficou irada e partiu para cima do rapaz. Ela tentou arrancar no dente um pedaço da orelha do homem, que foi levado para um hospital, de onde chamou a polícia. Anna Godfrey foi presa pelo ataque.

Informações do G1

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Vejam a que ponto é capaz de chegar a incoerência do atual governo itabunense. Uma das medidas adotadas pela gestão foi a retirada do adicional de insalubridade de funcionários que comprovadamente trabalham em condições que justificam o pagamento do benefício.

O caso mais grave e emblemático está na pocilga onde funcionam a Central de Regulação do SUS, a unidade de referência em DST/Aids e um almoxarifado da Secretaria Municipal de Educação. As condições do lugar são tão deploráveis, que recentemente o funcionário Dermival Campos da Silva morreu vítima de leptospirose, com fortes indícios de ter contraído a doença naquele prédio.

Os servidores, com absoluta razão, consideram um absurdo trabalhar nessas condições, e principalmente sem adicional de insalubridade. Em protesto contra a situação, eles prometem paralisar o trabalho nesta segunda-feira, 3, primeiro dia útil do mês, quando o movimento na Central de Regulação é sempre maior.

Em nota encaminhada à imprensa, representantes dos servidores fazem uma descrição do pardieiro em que trabalham: “a estrutura física do prédio encontra-se em estado precário; a água utilizada para uso geral encontra-se armazenada em local inapropriado, no mesmo nível do chão, permitindo a entrada de água da chuva, rato, poeira, dentre outros. Havendo chuva a unidade fica alagada, aumentando o risco de contaminação por qualquer tipo de doença infecto-contagiosa. As cadeiras estão danificadas devido à falta de manutenção. O local não possui ventilação adequada e os condicionadores de ar existentes  não funcionam de forma satisfatória. A fiação elétrica encontra-se exposta em todos os setores, ocorrendo constantemente queda de energia e curto circuito.”

Precisa dizer mais alguma coisa?

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Depósito que guardava os botijões roubados pertence a uma distribuidora de gás de Itabuna (foto Xilindró)

Agentes da polícia civil, sob o comando do delegado regional Moisés Damasceno, apreenderam na tarde desta sexta-feira (30) cerca de 130 botijões que haviam sido roubados no último dia 13 na cidade de Iaçu, próxima a Itaberaba. Os botijões estavam armazenados no depósito de uma distribuidora de gás, na avenida Roberto Santos, bairro Pedro Jerônimo. Eram guardados por dois homens que foram ouvidos e depois liberados pela polícia. Segundo Damasceno, não há provas de que eles tenham ciência do roubo.

Os botijões foram identificados pelo selo com a inscriçao “Liqgás”, que é da distribuidora vítima do crime em Iaçu. Os bandidos levaram desta empresa um total de 800 botijões, ou seja, apenas uma pequena parte foi encontrada em Itabuna. O caso já vinha sendo investigado por uma equipe da Decarga, delegacia especializada em roubo de cargas.

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Funcionários da empresa Socialize, que presta serviços terceirizados ao Conjunto Penal de Itabuna, vão passar o Dia do Tabalhador de bolso vazio. Os salários ainda não foram pagos e nem há previsão de quando isso irá ocorrer.

Uma das características da empresa é exatamente a política da surpresa no pagamento aos funcionários, que não podem programar débitos em virtude da impontualidade dos patrões. A Socialize é a mesma empresa que já se chamou Yumatã, e desde aquela época apronta poucas e boas com seus trabalhadores.

Além da vida dura, os agentes penitenciários vinculados à Socialize ainda são submetidos à lei do silêncio. Quem reclama das péssimas condições de trabalho, é posto para fora.

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O jovem Alexsandro Ferreira, 29, foi vítima de um acidente de trânsito em março do ano passado. Uma carreta invadiu a mão contrária e atingiu Alexsandro, que trafegava numa moto na BR-101. Uma das pernas foi amputada e ainda sofreu duas fraturas na outra. O acidente ocorreu próximo ao Hospital de Base, em Itabuna.

Há mais de um ano, Alexsandro convive com a (forte) dor, atenuada com o uso de medicamentos fortes. O jovem tenta, há quase oito meses, ter auxílio da Secretaria Municipal de Saúde para a aquisição de remédio. Por mês, calcula, o gasto é de R$ 746,00.

Para liberar os medicamentos, a diretora de assistência farmacêutica da prefeitura, Cristina Câmera, exigiu um laudo especial. Alexsandro teve de aguardar a sua consulta em Salvador (para onde vai a cada dois meses).

De posse do laudo, o entregou à diretora. Surpreendido foi com um novo pedido, exigência: teria que ir à capital baiana. Agora, a Secretaria de Saúde exigia uma autorização do médico de Alexsandro para uma possível substituição de medicamentos. A alegação é que o município não dispõe de recursos para o fornecimento mensal dos remédios.

Enquanto a burocracia impera, o jovem está acamado e com fortes dores há três dias. O medicamento acabou e falta-lhe dinheiro. O prefeito Capitão Azevedo e o secretário Antônio Vieira teriam autorizado o fornecimento dos remédios caríssimos, dentre eles o Lirica.

Alexsandro até acionou o Ministério Público Estadual para que o município fornecesse os medicamentos. Nada. Nem assim a prefeitura se sensibilizou. Aliás, a insensibilidade não é exclusiva da prefeitura, pois o jovem recorreu à Secretaria Estadual de Saúde (Sesab). Lá, também não obteve resposta positiva. E a dor só aumenta.

Se o caríssimo leitor puder ajudar Alexsandro, o telefone para contato é o (73) 8817-6393. Os medicamentos usados pelo jovem são o Lyrica, o Mytedom, o Bacoflen e Novalgina 1g. Cada caixa do Lirica, por exemplo, custa, em média R$ 86,00. Ele usa duas por mês.