MPT e Governo do Estado vão criar grupo para discutir medidas para evitar problemas como os que vêm ocorrendo com os trabalhadores terceirizados, principalmente na área de serviços de apoio à rede estadual de ensino. Milhares de pessoas enfrentam os constantes atrasos e trocas de empresas dos contratos para contratação de merendeiras, faxineiras e porteiros para as unidades.
O estado diz que há mais gente do que é necessário e que os contratos têm “erros, que precisam ser corrigidos”, nas palavras do secretário da Educação, Walter Pinheiro. Ele esteve na sede do MPT junto com o secretário Edelvino Góes (Administração) e mais um grupo de assessores diretos. Os representantes do Governo do Estado pediram o encontro para debater medidas para enfrentar a situação criada com o fim dos contratos atuais e o tempo necessário para que novos contratos sejam feitos de acordo com a Lei Anticalote.





























