Tutoras de pets ressaltam serviços do CEV em Vitória da Conquista
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O Centro de Especialidades Veterinárias (CEV) completou cinco anos de serviços prestados em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. Dirigida pelos médicos veterinários Alex Gonçalves e Hannah Thame, a unidade oferece clínica médica geral, clínica de felinos, dermatologia, fisioterapia, acupuntura, ortopedia, neurologia e oftalmologia. Também dispõe de exames como radio-X digital, ultrassonografia  e laboratoriais.

“São cinco anos no mercado, conquistando cada dia mais o coração e a confiança dos clientes. A gente cuida, com muito carinho, de cada vida, de cada paciente que chega até nós, curando e trazendo mais qualidade de vida. Estamos sempre buscado evoluir e oferecer novos serviços em prol dos pets, que são sempre o amor da vida de seus tutores”, afirmou Hannah.

Alex e Hannah fundaram e comandam o CEV

Já Alex ressalta o empenho da equipe do CEV para garantir atendimento de qualidade aos pets de Vitória da Conquista e região. “A gente busca sempre oferecer o que há de melhor nas diversas especialidades da Medicina Veterinária. E o nosso projeto é ampliar as atividades, com amor e dedicação aos animais”.

DEPOIMENTOS DE TUTORAS

Lucelma Andrade, tutora do cãozinho Bob, afirma ter construído história de amor e respeito ao CEV. “Quando procurei a clínica, meu cachorrinho não andava e a doutora Hannah foi tão competente que, em pouco tempo, ele estava caminhando normalmente. Eles são excelentes profissionais, mas, acima de tudo, têm amor pelo que fazem”.

O depoimento de Claudia Viana de Oliveira, tutora do gatinho Théo, também enfatiza a atenção dedicada pelos profissionais. “O atendimento é maravilhoso, porque a gente sente o amor que Hannah e Alex têm pelos animais. Conheci o CEV por indicação e estou tão satisfeita que recomendo a clínica para outros tutores de pets”.

O Centro de Especialidades Veterinárias fica na Avenida Expedicionários, 668, bairro Recreio. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (77) 3028-6525.

Ieda Gomes profere palestra para enfermeiros e técnicos no HRCC
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Enfermeiras e técnicas de enfermagem do Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC), em Ilhéus, participaram de treinamento com orientações sobre os cuidados de enfermagem com pacientes ostomizados, na ultima quarta-feira. A ostomia é um procedimento cirúrgico que consiste na abertura de um órgão interno (estoma) para criar um novo caminho para a eliminação de urina e fezes.

O treinamento foi organizado pela Comissão de Feridas e o Núcleo de Educação Permanente em Saúde (NEPS) da unidade hospitalar. A enfermeira Ieda Lomes Silva, especialista em ostomia e curativos, foi a palestrante.

De acordo com a enfermeira Késia Porto, integrante da Comissão de Feridas do HRCC, o encontro buscou capacitar a equipe assistência. “Qualificando os profissionais, relembrando o conceito de ostomia e história. Ainda, identificando as ações existentes sobre cuidados de enfermagem a ostomizados”, destacou.

AUTOCUIDADO

A enfermeira ressaltou a importância do treinamento para a qualificação dos profissionais. “O momento foi importante para que a gente se sinta mais motivada a pensar em ações humanizadas que visem acolher, cuidar, relacionar-se, valorizar a autoestima, a inserção social, a reabilitação, o autocuidado e o apoio familiar. É fundamental valorizar o papel do enfermeiro no cuidado com ostomizados, em sintonia com os princípios da humanização na saúde e a melhoria da qualidade de vida do paciente”, enfatizou.

Késia Porto ainda destacou que Ieda Lomes finalizou a palestra com uma frase do já falecido jornalista e escritor uruguaio, Eduardo Galeano: ‘Somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos para mudar o que somos’.“Essa mensagem é interessante e nos faz refletir nossas atitudes e como podemos agir para nos tornamos cada vez melhores no que fazemos e o que podemos fazer de melhor pelo outro”, concluiu.

Vacina é ofertada a crianças e adolescentes de 10 a 14 anos
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A Secretaria de Saúde de Itabuna vai distribuir a vacina da dengue em horário alternativo para facilitar o acesso de crianças e adolescentes que só podem ser acompanhados pelos pais no final da tarde ou à noite. O atendimento será hoje (12), das 16h às 20h, na sede provisória da Rede de Frio, que funciona na antiga base do Samu, na Rua das Nações, no Centro.

Será a primeira distribuição da vacina para o público de 10 a 14 anos. De acordo com a Prefeitura, serão distribuídas mil senhas de atendimento. A iniciativa faz parte da Campanha Nacional de Vacinação contra a Dengue, do Ministério da Saúde.

A campanha tem ritmo lento em todo o Brasil. De um lado, as poucas vacinas disponíveis forçaram a restrição do público-alvo. De outro, há baixa procura pelo imunizante. Até o momento, Itabuna vacinou menos de 400 crianças e adolescentes. Conforme balanço nacional do Ministério da Saúde, apenas 2 de cada 10 doses da vacina distribuídas tinham sido aplicadas.

Brasil volta a registrar aumento de casos de Covid-19 || Foto Marcelo Camargo/ABr
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O Ministério da Saúde iniciou nesta segunda-feira (11) a segunda fase da coleta de dados de um estudo de base populacional sobre a covid-19 no Brasil. Durante o mês de março, serão realizadas visitas domiciliares a 33.250 pessoas que tiveram a doença e que residem em 133 municípios brasileiros. O objetivo, segundo a pasta, é levantar dados para subsidiar a criação de políticas públicas direcionadas ao tratamento das chamadas condições pós-covid ou covid longa, classificadas como sequelas da doença.

O estudo, denominado Epicovid 2.0: Inquérito nacional para avaliação da real dimensão da pandemia de Covid-19 no Brasil, é coordenado pela Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente e encomendado à Universidade Federal de Pelotas. Em nota, o ministério destacou que, até o momento, não existem estimativas nacionais sobre o impacto da doença a longo prazo. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que 20% das pessoas infectadas, independentemente da gravidade do quadro, desenvolvem condições pós-covid.

A expectativa do ministério é que o período de coleta dos dados dure entre 15 e 20 dias. A pesquisa usará informações de 250 cidadãos de cada um dos municípios selecionados que já fizeram parte das quatro rodadas anteriores do trabalho científico, em 2020 e 2021. Para isso, equipes de entrevistadores visitarão as residências para ouvir os moradores sobre questões centradas em pontos como vacinação, histórico de infecção, sintomas de longa duração e efeitos da doença sobre o cotidiano.

“Todos os participantes serão selecionados de forma aleatória, por sorteio. Somente uma pessoa por residência responderá ao questionário”, destacou a pasta, ao citar que, diferentemente das primeiras etapas do estudo, na fase atual, não haverá qualquer tipo de coleta de sangue ou outro teste de covid. Também participam da pesquisa a Universidade Católica de Pelotas, a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

ENTREVISTADORES IDENTIFICADOS

Todas as entrevistas serão realizadas pela empresa LGA Assessoria Empresarial, contratada pelo ministério. “Os profissionais que farão o contato direto com os moradores para a coleta dos dados receberam treinamento e estarão devidamente identificados com crachás da empresa e coletes brancos com as marcas da UFPel, da Fundação Delfim Mendes Silveira (FDMS) e da LGA”, destacou a pasta.

Para auxiliar com o processo de divulgação e esclarecimento da população, as prefeituras das 133 cidades envolvidas no estudo foram comunicadas do trabalho – por meio de suas secretarias municipais de Saúde – e participaram de reunião online com o epidemiologista Pedro Halla, coordenador da pesquisa, e integrantes do ministério. A orientação é que, em caso de dúvidas, os moradores entrem em contato com as prefeituras.

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Vacina está disponível nos postos de saúde, informa Secretaria || Foto ABr
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A Secretaria de Saúde de Uruçuca ampliou, nesta segunda-feira (11), a faixa etária da vacinação contra a dengue para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. A medida segue recomendação do Ministério da Saúde. O imunizante está disponíveis nos postos de saúde do município, informa a Prefeitura.

A Pasta ressalta, em nota, que a criança ou adolescente somente pode receber a vacina na companhia dos pais ou de adulto responsável. No ato, é recomendável a apresentação de RG, CPF e Cartão SUS do paciente.

ILHÉUS E ITABUNA

Os municípios de Itabuna e Ilhéus também seguiram a recomendação do Ministério da Saúde e anunciaram a ampliação do público-alvo. Em Ilhéus, a vacina pode ser recebida nos postos de saúde. Já na cidade vizinha, a Secretaria de Saúde vai divulgar horário e local de novo atendimento ainda nesta semana.

BAIXA PROCURA

De um total de 1,2 milhão de doses distribuídas pelo governo federal para 521 municípios, apenas 250 mil vacinas contra a dengue tinham sido aplicadas até a última sexta-feira (8). A informação preocupante foi divulgada pelo diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, Eder Gatti.

Vacina é destinada a crianças e adolescentes de 10 a 14 anos
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Apenas 340 crianças receberam a vacina contra a dengue em Itabuna, informa o último balanço da Prefeitura. Na vizinha Ilhéus, a adesão ao imunizante é ainda menor, com 288 crianças atendidas em 10 dias de campanha. Devido à baixa procura, as duas cidades seguiram recomendação do Ministério da Saúde e ampliaram a faixa etária apta a receber a vacina.

Até então, a Qdenga estava disponível somente para o público de 10 e 11 anos de idade. Agora, passará a ser aplicada em pré-adolescentes e adolescentes de até 14 anos.

A secretária de Saúde de Itabuna, Lívia Mendes, chama a atenção dos pais de crianças e adolescentes sobre a incidência de formas severas da doença nesse público. “É um grupo que tem sido muito acometido pela evolução mais grave da dengue, e nós precisamos deixar esse alerta”, disse.

De acordo com a Prefeitura de Itabuna, a vacina voltará a ser distribuída na próxima semana, em ação especial. Já em Ilhéus, segundo a Prefeitura, o imunizante está disponível nos postos de saúde.

Os documentos exigidos para vacinação são RG, CPF ou Cartão do SUS e cartão de vacina. É imprescindível a presença dos pais ou responsáveis.

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Responsável pela gestão do Hospital Regional Costa do Cacau, do Governo da Bahia, o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Administração Hospitalar (IBDAH) divulgou, nesta sexta-feira (8), balanço dos procedimentos executados na unidade em 2024. Segundo a entidade gestora, até a primeira semana de março, foram 2.276 internações; 9.166 consultas e pequenas cirurgias; e 15.353 Serviços de Apoio Diagnóstico Terapêutico.

A equipe de Hemodinâmica do Costa do Cacau fez 98 procedimentos de cateterismo, 29 angioplastias e 45 serviços de radiologia intervencionistas, totalizando 172 intervenções.

A unidade é referência para municípios pactuados da Central Estadual de Regulação Sul, abrangendo mais de 2 milhões de usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), informa a direção do hospital de média e alta complexidade. Além dos pacientes regulados, funciona com portas abertas para urgência e emergência.

AGRADECIMENTOS

Pacientes atendidos no Hospital Regional Costa do Cacau, em Ilhéus, agradeceram aos profissionais que os acolheram na unidade. Para Edson Rosa, a equipe da instituição foi um instrumento usado por Deus para cuidar da sua vida. “Primeiramente, quero agradecer a Deus, por permitir escrever estas palavras. Quero agradecer a todos os profissionais pelo carinho e profissionalismo a mim dedicados durante minha internação”.

Também atendido na unidade, Carlos Alberto Souza ressaltou a importância do trabalho de cada profissional, a exemplo dos médicos, enfermeiros, maqueiros e demais colaboradores. “Venho, por meio desta, deixar meus melhores elogios à equipe do Hospital Costa do Cacau”, escreveu o paciente em mensagem ao Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC). “De todo coração, venho agradecer – e muito – pelo tratamento que recebi. Muito obrigado, gratidão plena”, concluiu.

Baixa procura pela vacina contra dengue preocupa em Itabuna || Foto Divulgação
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O Ministério da Saúde orienta que os estados e municípios ampliem a faixa etária para vacinação contra a dengue para pessoas de 10 a 14 anos. A recomendação foi apresentada em Nota Técnica publicada pela pasta nesta quarta-feira (6).

Antes, diante do quantitativo de doses, que é restrito, baseado na capacidade de produção e entrega do laboratório produtor, a pasta distribuiu as duas primeiras remessas aos 521 municípios inicialmente elencados para receber a vacina, e havia recomendado que a estratégia fosse iniciada em pessoas de 10 a 11 anos de idade. A ampliação, portanto, busca alavancar a proteção entre o público-alvo.

Os municípios contemplados continuam sendo aqueles previamente definidos antes da recomendação de ampliação da faixa etária. As vacinas são destinadas a regiões de saúde com municípios de grande porte com alta transmissão nos últimos dez anos e população residente igual ou maior a 100 mil habitantes, levando também em conta altas taxas nos últimos meses.

A decisão de expandir a idade do público contemplado foi tomada em conjunto com a representação dos conselhos municipais e estaduais de saúde, respeitando as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e da Comitê Técnico Assessor em Imunização (CTAI).

MUNICÍPIOS DO SUL DA BAHIA COM VACINAÇÃO

Dentre os municípios baianos que, nesta primeira etapa,  receberam vacina estão Almadina, Aurelino Leal,  Arataca, Barro Preto, Buerarema, Canavieiras, Camacan, Coaraci, Itabuna,  Ibicaraí, Itajuípe, Gongogi, Maraú, Ilhéus, Itapé, Jussari, São José da Vitória, Santa Cruz da Vitória,  Ibirapitanga, Uruçuca, Itaju do Colônia, Itacaré, Ipiaú, Floresta Azul e Una.

EPIDEMIA NA BAHIA

A Bahia tem 122 municípios em situação de epidemia. Outros 51 estão em risco e 34 em alerta. Já foram notificados 29.982 casos suspeitos da doença no estado, o que representa um aumento de 209,3% em relação ao mesmo período de 2023.

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A Secretaria de Saúde de Itabuna inicia, na quinta-feira (27), a vacinação contra a dengue. Como há limitação na quantidade de imunizante enviado pelo Ministério da Saúde, nesta fase, estão sendo convocadas crianças de 10 e 11 anos para receber a primeira dose da vacina (Qdenga).

A vacinação ocorrerá na sede da UNEX/Itabuna, na Praça José Bastos, das 8h30min às 13h, para mil pessoas. Serão distribuídas senhas. Seguindo recomendação do Ministério da Saúde, serão imunizados os públicos mais vulneráveis ao desenvolvimento de sintomas graves da doença.

Para receber a primeira dose da vacina, os pais ou responsáveis devem apresentar documento de identificação das crianças (RG, CPF e Cartão de Vacina). No primeiro momento, o município de Itabuna recebeu 4.830 doses. Desse total, 1.000 doses serão aplicadas na quinta-feira. As demais doses serão usadas durante a vacinação nas escolas.

DUAS VACINAS

A coordenadora da Rede Frio, enfermeira Camila Brito, destaca que o esquema vacinal da Qdenga é composto por duas doses, que devem ser aplicadas em um intervalo de três meses. “Em relação a quem teve diagnóstico recente de dengue, a recomendação é que aguarde seis meses para iniciar o esquema vacinal contra a doença”, afirmou.

A Secretaria Municipal de Saúde informou que desde 2023 o Índice de Infestação Predial em Itabuna tem sido de queda constante, passando de 8.4% para 1.5%. “Entretanto, é importante que a população adote os cuidados preventivos para evitar focos do mosquito transmissor da doença. A comunidade pode colaborar evitando acúmulo de água em recipientes abertos; usar telas, repelentes e aderir à vacinação”, reforçou o município.

Nova distribuição do imunizante contempla 71 municípios
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A secretária da Saúde da Bahia, Roberta Santana, anunciou que, nesta sexta-feira (23), mais 50.447 doses da vacina contra a dengue são distribuídas para as regiões de Itabuna, Ilhéus, Jequié e Barreiras, abrangendo um total de 71 municípios. A Sesab não especifica quantas cada um deles receberá.

A Bahia já tinha recebido do Ministério da Saúde 120 mil doses da vacina no início do mês, tendo sido distribuídas para 44 municípios das regiões de Salvador, Feira de Santana e Camaçari. A escolha dos municípios para a distribuição das vacinas tem sido baseada em critérios epidemiológicos rigorosos por parte do Ministério da Saúde, levando-se em conta os números de casos de dengue do ano de 2023, informa a Sesab.

O foco inicial da campanha de vacinação tem sido crianças e adolescentes de 10 e 11 anos, sendo ministradas duas doses com intervalo de 90 dias entre elas.

DADOS

A Bahia registrou, de 1º de janeiro a 17 de fevereiro de 2024, 8.674 casos de dengue, um incremento de 21,7% no comparativo com o mesmo período do ano passado. Atualmente, a Bahia tem três óbitos confirmados, sendo dois residentes de Jacaraci e um de Piripá.

Atualmente, 38 municípios se encontram em epidemia. São eles: Anagé, Barra do Choça, Barra do Mendes, Barro Alto, Belo Campo, Bonito, Brejões, Canarana, Caturama, Condeúba, Encruzilhada, Feira da Mata, Ibiassucê, Ibicoara, Ibipitanga, Ibitiara, Igaporã, Ipiaú, Iramaia, Irecê, Iuiú, Jaborandi, Jacaraci, Lajedão, Macaúbas, Manoel Vitorino, Matina, Morro do Chapéu, Mortugaba, Mucugê, Novo Horizonte, Piripá, Presidente Jânio Quadros, Quixabeira, Serrolândia, Tanque Novo, Uruçuca e Vitória da Conquista. Outras 19 localidades são consideradas áreas de alerta.

Itabuna está entre as cidades selecionadas por novo programa do Ministério da Saúde || Foto Philippe Augusto
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Itabuna está entre 175 municípios brasileiros selecionados para ações contra 14 doenças e infecções que acometem, de forma mais intensa, as populações em situação de maior vulnerabilidade social. Os municípios são considerados prioritários por possuírem altas cargas de duas ou mais doenças ou infecções determinadas socialmente e, por isso, fundamentais para a pauta da eliminação enquanto problema de saúde pública.

Os 175 municípios foram incluídos no Programa Brasil Saudável, do Ministério da Saúde. Na Bahia, além de Itabuna, Porto Seguro, Vitória da Conquista, Camaçari, Feira de Santana e Salvador terão prioridade no programa, que desenvolverá ações para eliminar ou reduzir doenças como tuberculose, hanseníase, HIV/aids e malária.

Entre 2017 e 2021, as doenças determinadas socialmente foram responsáveis pela morte de mais de 59 mil pessoas no Brasil. A meta é que a maioria das doenças sejam eliminadas como problema de saúde pública: malária, doença de Chagas, tracoma, filariose linfática, esquistossomose, oncocercose, geo-helmintíase, além de cinco infecções de transmissão vertical (sífilis, hepatite B, doença de Chagas, HIV e HTLV).

Por meio do Programa Brasil Saudável, o Ministério da Saúde e outros 13 ministérios vão atuar em diversas frentes, com foco no enfrentamento à fome e à pobreza; ampliação dos direitos humanos e proteção social para populações e territórios prioritários; qualificação de trabalhadores, movimentos sociais e sociedade civil; incentivo à inovação científica e tecnológica para diagnóstico e tratamento; e ampliação das ações de infraestrutura e de saneamento básico e ambiental.

O Ministério da Saúde informou que a partir dessas diretrizes, a expectativa é que os grupos mais vulnerabilizados tenham menos risco de adoecimento e que as pessoas atingidas pelas doenças e infecções possam realizar o tratamento de forma adequada, com menos custos e melhores resultados na rede de profissionais e serviços de saúde.

Jerônimo se reúne com equipe da Sesab || Foto Mateus Pereira
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O Governo do Estado divulgou, nesta sexta-feira (16), novo balanço sobre a infestação de dengue na Bahia. Agora, são 23 municípios em situação de epidemia, 10 a mais do que no início desta semana. A lista inclui Anagé, Belo Campo, Bonito, Botuporã, Brejões, Condeúba, Encruzilhada, Feira da Mata, Ibiassucê, Ibicoara e Ibitiara.

E, ainda, Igaporā, Ipiaú, Iramaia lrecê, Jacaraci, Matina, Morro do Chapéu, Mortugaba, Novo Horizonte, Pirips, Rodelas e Vitória da Conquista.

PLANO DE AÇÃO

O governador Jerônimo Rodrigues se reuniu, ontem (16), com a secretária da Saúde, Roberta Santana, gestores e corpo técnico da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), da Superintendência de Proteção e Defesa Civil (Sudec) e da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) para discutir estratégias emergenciais no combate à dengue. O encontro na sede da Sesab teve como objetivo traçar plano de ação contra a proliferação da doença em diversas regiões baianas.

Hoje (17), a Sesab dará continuidade às estratégias de atuação no enfrentamento à dengue, reunindo os prefeitos de 39 municípios baianos que se encontram em situação de epidemia, risco e alerta. Com a agenda, órgãos governamentais e municipais alinharão esforços e fortalecerão a cooperação na luta contra a dengue, protegendo a saúde da população e contendo a propagação da doença, informa a Pasta.

De 31 de dezembro do ano passado até a última quarta-feira (14), a Sesab notificou 6.300 casos prováveis de dengue em todo o estado. “A gente já vem tratando desde o ano passado, quando começaram a surgir os primeiros indicadores de casos da dengue na Bahia. Até agora, tivemos duas mortes, o que nos preocupa, mas não vamos deixar criar alarme na comunidade baiana”, assegurou Jerônimo.

VISITAS TÉCNICAS

As equipes da Sesab irão fazer visitas regulares às equipes de vigilância em Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Hospitais Públicos de Pequeno Porte (HPP), a fim de promover a capacitação das equipes estaduais e municipais por meio do programa Telessaúde. A programação visa aprimorar os protocolos de atendimento e monitoramento da dengue.

A secretária Roberta Santana explica o trabalho desenvolvido em parceria com as prefeituras para prevenção e cuidado dos casos de contágio da dengue. Os municípios com maior incidência da doença são Jacaraci e Piripá. “Em ambos, já estamos em ação efetiva, com visita da equipe da vigilância, orientação do manejo clínico do paciente, além de ações para combater os focos nas residências, com limpeza urbana e a aplicação do fumacê, que é a última estratégia, que, por ser um inseticida, tem impacto no meio ambiente, e temos que ter responsabilidade com isso”, observou.

SINTOMAS

A dengue faz parte de um grupo de doenças denominadas arboviroses, que se caracterizam por serem causadas por vírus transmitidos por vetores. Os principais sintomas são:

– Dor abdominal (dor na barriga) intensa e contínua;

– Vômitos persistentes;

– Acúmulo de líquidos em cavidades corporais (ascite, derrame pleural, derrame pericárdico);

– Hipotensão postural e/ou lipotímia;

– Letargia e/ou irritabilidade;

– Aumento do tamanho do fígado (hepatomegalia) > 2cm;

– Sangramento de mucosa;

– Aumento progressivo do hematócrito.

Ana Luíza faleceu na segunda-feira (12), no Hospital de Base
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A Prefeitura de Itabuna voltou a se manifestar, nesta sexta-feira (16), sobre a morte da paciente Ana Luíza Rangel Silva, de 18 anos, ocorrida segunda-feira (12), no Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães. Conforme a Secretaria Municipal de Saúde, a jovem teve infecção generalizada, mas ainda não foi possível determinar o que deu origem a esse quadro.

A paciente deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), no bairro Monte Cristo, no dia 7 de fevereiro, recorda a Secretaria, em nota. Ela tinha febre, náuseas e dores na barriga. Foi medicada e permaneceu em observação. Segundo a Pasta, Ana Luíza só recebeu alta com prescrição médica, após melhora clínica.

Ainda de acordo com a Secretaria, a paciente retornou à UPA no domingo (11), queixando-se de dor muscular, febre, episódios de vômito, sudorese e dor de cabeça. Também apresentava ferimento nos lábios. O médico plantonista a avaliou, prescreveu medicamento e solicitou exames laboratoriais e Raio X do tórax.

Como seu quadro evoluiu para hipotensão, com taquicardia e palidez, Ana foi transferida para o Hospital de Base, ainda no domingo (11), informa a Secretaria Municipal de Saúde. Após a transferência, novos exames constataram baixa de plaquetas no sangue da jovem. “A paciente evoluiu para um quadro de Coagulação Intravascular Disseminada (CIVD), indo à óbito por Sepse (infecção), cujo quadro clínico é característico de diversos tipos de doenças hematológicas”, acrescenta a nota da gestão.

PRIMEIRO DIAGNÓSTICO DESCARTADO

A Secretaria informa que há duas maneiras de determinar a causa de uma morte, o exame clínico e o laboratorial. No diagnóstico clínico, onde são avaliados os sintomas, foi preliminarmente indicada causa de morte por dengue hemorrágica. No entanto, o Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA) emitiu laudo negativo para dengue, zika e chikungunya (veja aqui).

A investigação da causa da morte continua, sob a responsabilidade do Departamento de Vigilância Epidemiológica do município. Conforme a Secretaria, a equipe fez visitas técnicas ao domicílio de Ana Luíza, à UPA e ao Hospital. Também ouviu familiares da jovem e profissionais de saúde. Quando concluído, o parecer do grupo de trabalho será submetido à apreciação da Câmara Técnica do Estado.

Sem mencionar questionamentos levantados pela família de Ana Luíza, que se queixa de diagnóstico impreciso e falta de atendimento adequado à jovem (relembre), a Secretaria de Saúde de Itabuna afirma que a paciente recebeu assistência de qualidade e que os profissionais da UPA e do Hospital fizeram o que estava ao seu alcance para tentar salvá-la.

Jovem morre com suspeita de dengue hemorrágica || Foto Redes Sociais
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Uma família de Itabuna se queixa de diagnóstico impreciso e falta de atendimento adequado a uma jovem que morreu nesta segunda-feira (12). Ana Luiza Rangel Silva, de 18 anos,  faleceu depois de ser levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), no bairro Monte Cristo e, posteriormente, internada, em estado grave, no Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães.

Moradora da rua São Jorge, no bairro São Caetano, Ana Luiza, segundo relatos de amigos da família, foi levada em estado grave para UPA na quinta-feira (8). Lá, teria sido indicada que a jovem estava com uma suposta virose. Ela foi liberada, mas, como o seu quadro de saúde só fez agrava-se, retornou à unidade na sexta-feira (10).

Familiares teriam solicitado um Raio X para tentar descobrir qual era realmente a complicação de saúde de Ana Luiza Rangel, mas teriam ouvido que o tipo de exame só era liberado para pacientes com quadro grave. Na noite de domingo (11),  Ana Luiza foi internada no Hospital de Base. Segundo amigos da jovem, ela apresentava quadro de dengue hemorrágica.

Com quadro de sangramento, a jovem morreu nesta segunda-feira. A reportagem do PIMENTA não conseguiu ouvir ainda a versão da Secretaria de Saúde de Itabuna sobre o atendimento que a jovem recebeu. As explicações serão publicadas assim que chegarem. Com informações do blog Verdinho.

Médicos alertam para riscos à saúde ocular durante o período carnavalesco || Foto Fernando Frazão/ABr
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O Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) recomenda aos foliões cuidados e atenção especiais aos olhos durante o carnaval para evitar prejuízos à visão, protegendo os olhos contra queimaduras químicas, por exemplo, além de traumas e infecções.

Segundo a médica Elisabeth Guimarães, que faz parte da Comissão Científica do CBO, durante as festas carnavalescas, muitas pessoas excedem no consumo de drogas e álcool, acabam perdendo um pouco a consciência e se expondo a riscos que vão desde traumas oculares até o envolvimento em brigas que podem resultar em traumas faciais e evoluir para danos oculares. Todo cuidado é pouco, disse a especialista, em entrevista à Agência Brasil.

Nos blocos carnavalescos, as pessoas se expõem muito ao sol forte do verão, destacou a médica, aconselhando o uso de viseiras, bonés e chapéus para proteger os olhos. “Todos são muito bem-vindos. Hoje em dia, a indústria os fabrica com tecidos que já vêm com proteção UV”. Além disso, os óculos escuros são indispensáveis. “Mesmo que não combinem com a fantasia, a pessoa deve usar”, para ter proteção garantida dos olhos.

Outra questão importante são os filtros solares que as pessoas passam no corpo e no rosto. Deve-se dar preferência àqueles produtos que são formulados para quem pratica esportes, porque a pessoa sua, mas o produto não vai escorrer, nem entrar no olho. Pode ser usado também o protetor facial em bastão que não derrete no olho.

MAQUIAGEM

Elisabeth recomendou que os foliões evitem contato principalmente com sprays de espuma, que podem ser extremamente irritantes para os olhos. Se houver contato desse produto com o olho, a orientação dos oftalmologistas é que a pessoa lave abundamente o local com água potável ou água mineral. Se a pessoa tiver condições e houver uma farmácia disponível, compre soro fisiológico novo, porque o soro fisiológico aberto se contamina com muita facilidade devido ao calor ambiente.”

Deve-se lavar o olho até tirar todo o resíduo. Se a dor persistir e o olho continuar vermelho, a pessoa deve procurar imediatamente um pronto-socorro, de preferência oftalmológico, para que haja um exame adequado, disse a especialista.

Quanto à maquiagem, que no carnaval costuma ser mais elaborada, com uso de muita sombra, cílios postiços e glitter, a recomendação é que ter cuidado com a cola que, em quantidade errada, pode escorrer para os olhos e queimar a córnea. Também não se pode esquecer de remover completa e adequadamente a maquiagem.

A atenção deve ser redobrada com os cílios que estão na moda, que são feitos de LED e grudam na pálpebra. “Aquilo tem alguns inconvenientes. Por ser um negócio que fica piscando, as pessoas têm curiosidade de por o dedo e isso pode levar micro-organismos para o olho, principalmente no meio de uma folia. Há risco de disseminação der conjuntivite, porque é muita gente junta, é multidão, é mão suja”, ressaltou a médica.

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