Confira lista de municípios baianos que recebem primeiras doses da vacina contra a dengue || Foto Divulgação
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A Bahia recebeu, nesta sexta-feira (9), a primeira remessa da vacina contra a dengue. Nesse primeiro momento, as 70.368 mil doses serão destinadas aos municípios de Salvador, Lauro de Freitas, Vera Cruz, Madre de Deus, São Francisco do Conde, Itaparica, Candeias, Santo Amaro, São Sebastião do Passé e Saubara.
A previsão é de que a Bahia receba mais 49.740 doses na próxima segunda-feira (12). Dessas, 32.290 doses para os municípios da região de Feira de Santana e 17.450 para os municípios da região de Camaçari.
De acordo com o Ministério da Saúde, os municípios atendem aos critérios definidos pelo Governo Federal em conjunto com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). A distribuição aos municípios será feita ainda nesta sexta.
A Secretária da Saúde, Roberta Santana, comemorou a chegada dos imunizantes e ressaltou a necessidade de um trabalho conjunto com a sociedade. “É preciso destacar que a vacina da dengue não é solução imediata. Nós temos que trabalhar na prevenção lembrando que mais de 80% dos focos de dengue estão nas residências. O enfrentamento à dengue também está dentro de casa”, disse.
Inicialmente, o público-alvo será composto por crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. Essa é a faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue, após os idosos, grupo para o qual a vacina não foi liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
MUNICÍPIOS MAIS AFETADOS
A Bahia tem 13 municípios em epidemia. São eles: Bonito, Novo Horizonte, Piatã, Morro do Chapéu, Lajedão, Rodelas, Macaúbas, Jacaraci, Piripá, Encruzilhada, Cordeiros, Vitória da Conquista e Ipiaú.
Já os municípios em alerta para epidemia são Ibicoara, Tanque Novo, Mortugaba e Brejões. Há, ainda, os municípios sob risco: Adustina, Chorrochó, Belo Campo e Anagé.
Hospitais convocam doadores para reforçar estoque de bolsas de sangue || Foto Sesab
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Ilhéus e o sul da Bahia recebem milhares de turistas no verão e esse fluxo de visitantes aumenta ainda mais com a chegada do Carnaval. São milhares de pessoas de diversos lugares chegando pelo Aeroporto Jorge Amado, Porto Internacional do Malhado e, principalmente, pelas rodovias federais e estaduais.
O turismo na Costa do Cacau traz benefícios positivos e movimenta a economia regional, mas também há uma tendência de aumento da demanda por atendimento em unidades de saúde. Por isso, os estoques nos bancos de sangue precisam estar em níveis seguros para disponibilizar material aos hospitais.
Por esse motivo, a Agência Transfusional (AT) do Hospital Costa do Cacau pede o apoio da população para a doação nos bancos de sangue da região sul da Bahia, principalmente no eixo Ilhéus – Itabuna.
O médico sanitarista Alfredo Boa Sorte Júnior, responsável técnico pela AT do Costa do Cacau, reforça que a necessidade de conscientização para doação de sangue deve ser constante, o ano todo. “Mais uma vez, alerto que a demanda é cotidiana, presente na realidade hospitalar, com a tendência de aumentar durante períodos festivos. A sensibilização que resulta no ato de doar, pode manter os nossos níveis seguros e salvar vidas”, destacou.
Segundo a farmacêutica bioquímica Fraana Andrade, da AT do HRCC, é preciso manter o estoque seguro para que a unidade não fique desassistida durante o período carnavalesco. “Com o aumento do fluxo nas estradas de pessoas que chegam a Ilhéus, há um risco maior de acidentes nas rodovias, podendo aumentar a chegada de pacientes. Por isso, é importante a doação nos bancos de sangue, esse gesto de amor que salva vidas”, concluiu.
LOCAIS PARA DOAÇÃO DE SANGUE
ILHÉUS
Banco de Sangue de Ilhéus, no Hospital São José – Rua Dom Manuel Paiva, Ladeira do Café, 226, bairro Teresópolis – Ilhéus / BA. Telefone (73) 3234-5774.
ITABUNA
Banco de Sangue do Núcleo de Hemoterapia da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna – Rua Antônio Muniz, 200 (Prédio Anexo ao Hospital Calixto Midlej Filho), bairro Pontalzinho – Itabuna / BA. Telefones (73) 3214-9126 / 9127 / 9154.
Ministra Nísia Trindade em pronunciamento à nação, nesta terça (6)
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A ministra da Saúde, Nísia Trindade, fez um pronunciamento à nação, nesta terça-feira (6), em rede nacional, conclamando estados, municípios e sociedade civil para uma mobilização conjunta contra o vírus da dengue, transmitido pelo Aedes aegypt. O mosquito também é transmissor da chikungunya e do zika vírus. Cidades brasileiras enfrentam grave surto de dengue. Neste ano, o Ministério da Saúde ampliou em R$ 1,5 bilhão o repasse feito aos entes federativos para o combate ao vetor das arboviroses.
Nísia destacou que é fundamental a participação de toda a sociedade na prevenção da doença, tendo em vista que cerca de 75% dos focos dos mosquitos transmissores estão dentro das casas.
“Vamos tampar as caixas d’água, descartar o lixo corretamente, manter as vasilhas de água dos animais sempre limpas, guardar garrafas e pneus em locais cobertos, retirar água acumulada dos vasos e plantas. Nessa missão, conte com o trabalho fundamental dos agentes de combate às endemias. Receba-os, ajude-os na localização e na erradicação de possíveis focos do mosquito em sua casa e na sua vizinhança”, pediu a ministra.
Ela pontuou, ainda, que o Brasil é o primeiro país a incorporar ao sistema público de saúde, o SUS, a vacina contra a doença, e que a pasta pretende aumentar a produção e o acesso ao imunizante. Entretanto, a vacinação se dará de forma progressiva, dado o número limitado de doses produzidas pelo laboratório fabricante. Assista ao pronunciamento.
Baixa procura pela vacina contra dengue preocupa em Itabuna || Foto Divulgação
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O Ministério da Saúde anunciou, nesta quinta-feira (25), a lista com 521 municípios brasileiros que receberão, nos próximos dias, doses de vacina contra a dengue. Do total de cidades contempladas, 115 ficam na Bahia, dentre as quais Itabuna, Ilhéus, Almadina, Aurelino Leal, Arataca, Barro Preto, Buerarema, Coaraci, Camacan, Mascote, Canavieiras, Dário Meira, Floresta Azul e Gongogi.
A lista de municípios do sul da Bahia que irão receber vacina contra a dengue para rede pública inclui ainda Jussari, São José da Vitória, Santa Cruz da Vitória, Ibirapitanga, Ibicaraí, Ibirataia, Itapitanga, Itaju do Colônia, Itapé, Itajuípe,Ipiaú, Itagibá, Itacaré, Santa Luzia, Una, Ubaitaba, Uruçuca e Pau Brasil. Acesse aqui todos os municípios baianos que receberão vacina.
De acordo com o Ministério da Educação, as regiões de saúde selecionadas atendem a três critérios: possuem pelo menos um município de grande porte, ou seja, com mais de 100 mil habitantes, com alta transmissão de dengue registrada em 2023 e 2024, e com maior predominância do sorotipo DENV-2.
São 16 estados e o Distrito Federal com municípios que preenchem os requisitos para o início da vacinação a partir de 2024. Serão vacinadas as crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, faixa etária que concentra maior número de hospitalização por dengue – 16,4 mil de janeiro de 2019 a novembro de 2023, depois das pessoas idosas, grupo para o qual a vacina não foi autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O MS informou que a definição de um público-alvo e regiões prioritárias para a imunização foi necessária em razão da capacidade limitada de fornecimento de doses pelo laboratório fabricante da vacina. A primeira remessa com cerca de 757 mil doses chegou ao Brasil no último sábado (20). O lote faz parte de um total de 1,32 milhão de doses fornecidas pela farmacêutica. Outra remessa, com mais de 568 mil doses, está com entrega prevista para fevereiro.
Além dessas, o Ministério da Saúde adquiriu o quantitativo total disponível pelo fabricante para 2024: 5,2 milhões de doses. De acordo com a empresa, a previsão é que sejam entregues ao longo do ano, até dezembro. Para 2025, a pasta já contratou 9 milhões de doses. Texto atualizado às 22h43min para correção.
Novas ações ajudam no tratamento de prematuros em Ilhéus || Foto Divulgação
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Uma nova terapia integrativa, desenvolvida na Unidade de Terapia Semitensiva Neonatal (Ucinco), vem acelerando a recuperação dos prematuros internados no Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus. O trabalho faz parte do projeto Bancada do Despertar, e consiste em oferecer atividades para o fortalecimento cervical, tronco e pescoço, alongamento, rolagem, além da utilização da bola suíça em bebês que não alcançaram marcos de uma gestação completa
A coordenadora de Fisioterapia do HMIJS, Virgínia Marilena, explica que o modelo de estimulação censório-motora é possível aplicar técnicas que estimulem a percepção vestibular, visual e tátil dentro do limite de tolerância de cada criança, contribuindo para minimizar as possíveis desordens do desenvolvimento em prematuros internados por longo tempo. Depois de a equipe de fisioterapia apresentar os exercícios, a própria mãe os executa, com movimentos evolutivos e trocados toda vez que o RN adquirir a postura correta. Os exercícios são diários.
Dentre os pacientes beneficiados com as ações está Vitorya, quinta filha de Maria Cristina dos Santos, de 27 anos. O Bebê da moradora de Uruçuca nasceu prematuramente, em trânsito, dentro da ambulância durante o trajeto para a maternidade. Vitórya – que está há um mês na UTI – é um dos primeiros bebês a participar do novo projeto. “A evolução está ótima”, assegura Maria Cristina. “E estar aprendendo a executar esses exercícios me deixa mais segura. Inicialmente a gente tem mais medo pelo tamanho dela, mas depois percebemos que podemos ir além”, completa.
Projeto do Materno-Infantil em Ilhéus atende prematuros de várias cidades da região
A psicóloga Danielle Mattos afirma que o fato de estar acompanhando por um período acima da média a filha no hospital deixa Maria Cristina fragilizada. “Nesse momento específico, não se trata de um agrado psicológico. Mas uma forma de fazer com que ela participe da condução”, ressalta. A psicóloga destaca ainda que esta também é uma forma em que as mães se sentem ainda mais acolhidas pela equipe. “Elas percebem que a equipe tem um comprometimento que ultrapassa a barreira do hospital e que, além do cuidado aqui dentro, esses laços permanecerão por um longo prazo”.
NECESSIDADE FISIOTERAPIA AMBULATORIAL
Bebês prematuros dependem de fisioterapia ambulatorial após a alta. Mas em algumas cidades não há atendimento do serviço na rede pública e as distâncias até o ambulatório do HMIJS, onde o serviço continua sendo prestado, são grandes. A equipe pensou no déficit de desenvolvimento neuropsicomotor do bebê, trazendo a mãe para participar deste cuidado. “Quando ensinamos a mãe como ela deve executar os movimentos não é dizer que ela será a fisioterapeuta do bebê, mas que ela saberá como posicionar melhor, brincar, estimular mesmo dentro de casa”, afirma a fisioterapeuta Lorena Santana, também integrada ao projeto.
A coordenadora Virgínia Marilena explica que existem bebês que, por conta da prematuridade, serão atípicos. “Aí esse cuidado deverá ser redobrado e esse caminho para a fisioterapia tem que ser mais bem feito ainda”. Ela acrescenta que a ideia de convidar a equipe de psicóloga para agregar-se à iniciativa – que já contava com o apoio da Enfermagem – surgiu por entender que o trabalho na UTI não é feito apenas com o bebê internado.
A “Bancada do Despertar” é destinada aos RNs com menos riscos, internados na UTI Intermediária, com peso superior a 1.200 Kg. O tempo de tolerância dos exercícios está diretamente relacionado à capacidade do bebê suportar os movimentos. Para além deste novo projeto, a equipe de Fisioterapia do HMIJS já promove outras ações humanizadas, a exemplo do Polvo Terapêutico (que auxilia na oxigenação do RN), da Redeterapia e do Banho de Ofurô (que trazem a sensação de permanência no útero materno), ações que auxiliam na recuperação do bebê.
Marão prestigia formatura de servidores municipais || Foto PMI
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O último ano foi de esforço dobrado para 120 agentes comunitários de saúde e de combate às endemias de Ilhéus. Durante dez meses, eles conciliaram a rotina de trabalho com os estudos do Programa Saúde com Agente, mantido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em parceria com o Ministério da Saúde e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais da Saúde. Agora, a cidade do sul da Bahia tem mais de uma centena de profissionais qualificados como técnicos em Vigilância em Saúde e em Agente Comunitário de Saúde.
Os cursos tiveram atividades a distância e presenciais, totalizando 1.275h. Os participantes aprimoraram seus conhecimentos sobre diagnóstico das condições de vida da população; ações de promoção e prevenção da saúde; coleta de dados; controle de doenças e de quadros graves, dentre outras competências.
A tão aguardada Cerimônia de Formatura Social de Conclusão do Curso reuniu formandos, familiares e autoridades, na última sexta (12), no Centro de Convenções Luís Eduardo Magalhães, em Ilhéus. Participaram da solenidade o prefeito Mário Alexandre, Marão (PSD); o vice-prefeito Bebeto Galvão (PSB); o secretário municipal de Saúde, Eduardo Nora; e o vereador Ivo Evangelista (Republicanos). Também marcaram presença o presidente do SindACS/ACE, Roberto Lima, e os coordenadores municipais Roberto Reis e Fernanda Franco.
Segundo o prefeito, a formatura foi um momento histórico de celebração e reconhecimento do esforço dos servidores. “Que essa formação traga ainda mais qualidade e resolutividade aos serviços de saúde. Obrigado por tudo, meus amigos e colegas”, concluiu.
Parte da equipe de captação de órgãos do HRCC || Foto Divulgação
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O Hospital Regional Costa do Cacau (HRCC) aparece, novamente, no primeiro lugar do sul da Bahia na captação de córneas para doação. Foram 29 procedimentos desse tipo no ano passado, nove (45%) a mais que em 2022. Os dados são do Registro Bahiano de Transplantes foram divulgados pela Coordenação do Sistema Estadual de Transplantes, vinculada à Secretaria da Saúde da Bahia.
Com a generosidade das famílias dos doadores e o trabalho da Comissão Intra-Hospitalar para Doação de Órgãos e Tecidos, 29 pessoas tiveram a oportunidade de receber as córneas transplantadas. “Isso só foi possível, mais uma vez, por causa do empenho de todas as equipes que realizam um trabalho adequado e humanizado no acolhimento às famílias dos doadores”, declarou a enfermeira Naama Ramos e Silva, membro da Comissão.
FORMAÇÃO CONTÍNUA
A profissional de saúde também ressalta o estímulo do Hospital à capacitação contínua dos funcionários. “O encaminhamento de enfermeiros do HRCC para curso de formação de captador de tecido ocular humano, anualmente, é fundamental para que a gente mantenha nossos resultados, com possibilidade de ampliar os nossos números nas captações de córneas a cada ano”.
Segundo a enfermeira, no ano passado, apenas 5 unidades de saúde de toda a Bahia captaram mais córneas do que o hospital ilheense. “E vamos buscar avançar mais nos próximos anos”, assegurou.
Além da própria Naama, o time de enfermeiros aptos a fazer a captação de córneas no HRCC é formado por Názio Santana da Silva, Kamayura Vasconcellos, João Henrique Araújo Andrade (gerente de Enfermagem), Vânia dos Santos Oliveira, Hercília Bonfim da Silva e Jessica de Jesus Silva.
Hanseníase registra aumento de número de casos || Foto SMS Mesquita
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Entre janeiro e novembro de 2023, o Brasil diagnosticou ao menos 19.219 novos casos de hanseníase. Mesmo que preliminar, o resultado já é 5% superior ao total de notificações registradas no mesmo período de 2022.
Segundo as informações do Painel de Monitoramento de Indicadores da Hanseníase, do Ministério da Saúde, o estado de Mato Grosso segue liderando o ranking das unidades federativas com maiores taxas de detecção da doença.
Até o fim de novembro, o total de 3.927 novos casos no estado já superava em 76% as 2.229 ocorrências do mesmo período de 2022. Em seguida vem o Maranhão, com 2.028 notificações, resultado quase 8% inferior aos 2.196 registros anteriores.
A Secretaria de Saúde de Mato Grosso informou que nos últimos anos os diagnósticos da doença vêm aumentando gradualmente, resultado de uma “política ativa de detecção” que, entre outras medidas, inclui a “capacitação dos profissionais da saúde”.
A exemplo do Mato Grosso, outras unidades federativas seguem abastecendo o cadastro nacional com informações anteriores a novembro, o que significa que o percentual de 5% tende a aumentar ainda mais.
A pasta também atualizou os dados estaduais. Somados os diagnósticos de dezembro e outros ainda não reportados ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), o total de novos casos notificados em 2023 já chega a 4.212.
“Para nós, o aumento [dos diagnósticos] nacional do último ano não é novidade, pois há uma grande subnotificação de casos no país”, disse o coordenador Nacional do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan), Faustino Pinto, explicando que, paradoxalmente, o aumento de diagnósticos é, em um primeiro momento, algo positivo.
De acordo com Faustino, até 2019, o número de novos casos identificados vinha aumentando ano a ano, sem, com isso, representar a real gravidade da situação. “Como há muitos anos não há uma campanha nacional de esclarecimento e estímulo para as pessoas procurarem o serviço de saúde em caso de suspeita da doença, os diagnósticos são resultado de uma busca espontânea. As pessoas procuraram o serviço de saúde por iniciativa própria, buscando as causas de uma mancha na pele; área dormente ou dores nos nervos”, explicou Pinto, acrescentando que a situação piorou de 2020 a 2021, devido à pandemia da covid-19.
A Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, no boletim epidemiológico divulgado em janeiro de 2023, com os dados da doença relativos a 2022, admite que a pandemia impôs um desafio extra, exigindo estratégias direcionadas ao fortalecimento das ações de controle da hanseníase.
“A pandemia de covid-19 criou dificuldades para novos diagnósticos e para o tratamento de pacientes com hanseníase, contribuindo para a subnotificação e o pior prognóstico dos casos”, disse a secretaria ao demonstrar que, de 2019 a 2020, o total de casos diagnosticados caiu de 27.864 para 17.979. Além disso, em 2021, 11,2% dos 18.318 novos pacientes identificados já apresentavam lesões graves nos olhos, mãos e pés quando foram diagnosticados.
“Ou seja, hoje não retornamos sequer aos números pré-pandemia, quando já acusávamos a subnotificação. O que significa que a situação atual é ainda mais grave, porque se estamos identificando apenas os pacientes que chegam por demanda espontânea, muitas pessoas estão deixando de ser tratadas a tempo de evitar sequelas neurológicas. Também estamos falhando nos esforços para interromper o ciclo de transmissão da doença”, comentou Pinto, destacando que, uma vez iniciado o tratamento, a pessoa infectada deixa de transmitir a bactéria causadora da hanseníase para outras pessoas susceptíveis a desenvolver a doença.
JANEIRO ROXO
Considerada uma das mais antigas doenças a afligir o ser humano, a hanseníase é uma doença infecciosa e contagiosa que atinge a pele, mucosas e o sistema nervoso periférico, ou seja, nervos e gânglios. Embora tenha cura, pode causar lesões e danos neurais irreversíveis se não for diagnosticada a tempo e tratada de forma adequada.
Entre os sinais e sintomas mais frequentes estão o aparecimento de manchas, que podem ser brancas, avermelhadas, acastanhadas ou amarronzadas, e/ou áreas da pele com alteração da sensibilidade e o comprometimento dos nervos periféricos, geralmente com engrossamento da pele, associado a alterações sensitivas, motoras e/ou autonômicas.
Também podem ser indícios da doença o surgimento de áreas com diminuição dos pelos e do suor; sensação de formigamento e/ou fisgadas, principalmente em mãos e pés; diminuição ou perda da sensibilidade e/ou da força muscular na face, e/ou nas mãos e/ou nos pés, bem como a ocorrência de caroços (nódulos) no corpo, em alguns casos avermelhados e dolorosos.
A maioria das pessoas expostas à bactéria Mycobacterium leprae não desenvolve a doença.
Saiba quando comunidades rurais de Uruçuca recebem serviço médico neste mês
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A Prefeitura de Uruçuca publicou, nesta terça-feira (9), o cronograma de atendimento nas comunidades rurais do município ao longo deste mês. Hoje (9), o serviço é ofertado na Fazenda Santo Antônio, no ramal do Banco Central. Na terça-feira da próxima semana (16), será a vez da Fazenda Vitória (antiga Fazenda São Benedito), no ramal de Taboquinhas.
O serviço itinerante de saúde chega, no dia 23, ao ramal do Curisco, na Igreja Assembleia de Deus. O último atendimento deste mês está marcado para 30 de janeiro, na Fazenda Leolinda.
A Bahia registrou aumento na cobertura vacinal de sete das oito vacinas recomendadas no calendário infantil para crianças com um ano de idade, com destaque para os números da difteria, tétano e coqueluche (DTP), cujos índices saltaram de 63% em 2022 para 81% em 2023, o que representa um aumento de 18 pontos percentuais.
O estado também ampliou as coberturas da primeira dose de tríplice viral, que, neste ano, alcançou 89%, o que representa um crescimento de 13,1 pontos percentuais em relação a 2022, e da vacina contra hepatite A, que saiu de 68%, no ano passado, para 83,7% neste ano. Os dados divulgados pelo Ministério da Saúde são preliminares e correspondem ao período de janeiro a outubro de 2023, comparados com todo o ano de 2022.
No estado, o mesmo ocorreu com as vacinas de poliomielite, que registraram aumento de 14,4 pontos, com taxas que passaram de 63,1% no ano passado a 77,5% em 2023, e meningocócica, que registrou 83,3% de cobertura neste ano, com aumento de 11,3 pontos em relação ao ano passado, cujo número foi 71%.
Também foi registrado o aumento das aplicações de vacinas contra febre amarela, indicada aos nove meses de idade, que passaram de 60,7% em 2022 para 71,6% em 2023, com aumento de 10,9 p.p, e da pneumocócica, que aumentou para 68,2% neste ano ante 67,4% no ano passado. O Ministério da Saúde ainda aponta que a Bahia é uma das quatro unidades da federação que, neste ano, aumentaram a cobertura para todas as vacinas recomendadas para bebês de 2 a 6 meses de idade.
Nova sede do Ambulatório Psicossocial, no Jardim Vitória
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O Ambulatório Psicossocial de Itabuna ganhou novo endereço, nesta segunda-feira (18). Agora, o serviço funciona na Rua Amazonas, 144, no Jardim Vitória. De acordo com a Prefeitura, a mudança visa melhorar a assistência prestada aos usuários do SUS e as condições de trabalho dos servidores municipais.
Vinculado ao departamento de Média e Alta Complexidade da Secretaria Municipal de Saúde, o Ambulatório Psicossocial atende os pacientes encaminhados pelos postos de saúde, de segunda a sexta, das 8h às 17h.
Antes da mudança, o serviço de saúde ocupava imóvel na Avenida Félix Mendonça, no Góes Calmon.
Coeficiente de óbitos por aids na Bahia cai 5,8% em uma década || Foto ABr
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Nos últimos dez anos, a Bahia registrou queda de 5,8% no coeficiente de mortalidade por aids, que passou de 3,4 para 3,2 óbitos por 100 mil habitantes. O estado registrou, em 2022, 604 óbitos tendo o HIV ou a aids como causa básica, O número é 14,5% menos do que os 516 óbitos registrados em 2012. Os dados são do novo Boletim Epidemiológico sobre HIV/aids, do Ministério da Saúde. Ele também aponta taxa de detecção de aids na Bahia de 13,5 casos por 100 mil habitantes.
Com 8,1 mortes para cada 100 mil habitantes no ano passado, Salvador tem índice acima do nacional. A capital também supera a média estadual de casos detectados. Foram 29,9 por 100 mil habitantes na cidade e 13,5 na Bahia.
Quanto à detecção do HIV, em 2022, foram notificados 43.403 casos em todo o país, sendo 11.414 no Nordeste e 2.228 na Bahia. A taxa de gestantes infectadas pelo HIV na capital baiana é de 5,6 (casos por mil nascidos vivos). Segundo o Ministério da Saúde, o diagnóstico em gestantes é fundamental para que as medidas de prevenção possam ser aplicadas de forma eficaz e consigam evitar a transmissão do vírus ao ao feto.
CENÁRIO NACIONAL
A queda no coeficiente de mortalidade por aids na última década foi identificada a nível nacional, passando de 5,5 para 4,1 óbitos por 100 mil habitantes. Em 2022, o Ministério da Saúde registrou 10.994 óbitos tendo o HIV ou aids como causa básica, 8,5% menos do que os 12.019 óbitos registrados em 2012. Apesar da redução, cerca de 30 pessoas morreram de aids por dia no ano passado.
RAÇA/COR
Do total de óbitos por aids no Brasil em 2022, 61,7% foram registrados entre pessoas negras (47% em pardos e 14,7% em pretos) e 35,6% entre brancos. Os dados reforçam a necessidade de considerar os determinantes sociais para respostas efetivas à infecção e à doença, além de incluir populações chave e prioritárias esquecidas pelas políticas públicas nos últimos anos, aponta o relatório do Ministério.
Ainda segundo o boletim, na análise da variável raça/cor, observou-se que, até 2013, a cor de pele branca representava a maior parte dos casos de infecção pelo HIV. Nos anos subsequentes, houve um aumento de casos notificados entre pretos e, principalmente, em pardos, representando mais da metade das ocorrências desde 2015.
TESTE RÁPIDO
Estima-se que, atualmente, um milhão de pessoas vivam com HIV no Brasil, mas apenas 900 mil conhecem seu diagnóstico. Isso significa que aproximadamente 100 mil pessoas ainda precisam ser diagnosticadas para que, então, iniciem tratamento.
Para facilitar o diagnóstico de novos casos, o Ministério da Saúde assegurou, em 2023, R$ 27 milhões para a compra de quatro milhões de unidades de um teste rápido que detecta, simultaneamente, sífilis e HIV. A inclusão do teste inédito no Sistema Único de Saúde (SUS) fortalece o rastreio e dá mais agilidade ao tratamento para a população, conforme a Pasta.
Policlínica de Ilhéus é a 26ª construída pelo Governo do Estado
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O Governo da Bahia entrega, na próxima segunda-feira (11), às 9h, a Policlínica Regional de Ilhéus, em solenidade com a presença do governador Jerônimo Rodrigues (PT). A unidade é a vigésima sexta construída pelo Estado. Na oportunidade, o Consórcio Intermunicipal também receberá seis vans e seis micro-ônibus para atender a população da área de abrangência da Policlínica.
O investimento chega a R$ 35 milhões, considerando obra e equipamentos da nova unidade, informa o Governo do Estado. Erguida ao lado do Hospital Regional Costa do Cacau, a Policlínica vai beneficiar moradores de Canavieiras, Coaraci, Gongogi, Itacaré, Marau, Santa Luzia, Ubaitaba, Una e Uruçuca, além de Ilhéus.
Na mesma visita, Jerônimo Rodrigues vai inaugurar a Unidade Básica de Saúde do Banco da Vitória, também ao lado do Hospital. A nova UBS tem consultórios médicos, odontológicos e de enfermagem, além de salas de vacina e de curativos. O ato terá a presença do prefeito Mário Alexandre, Marão (PSD), e de outras autoridades.
Hospital ilheense comemora dois anos de fundação nesta quarta (6) || Foto Maurício Maron
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Antonella é o nome do bebê de número seis mil do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus. Ela nasceu no final da tarde de sexta-feira (01), no Centro de Parto Normal (CPN). Amanhã (6), a unidade hospitalar do estado completa dois anos de funcionamento.
Antonella é a primeira filha do casal Missieli de Souza Ferreira e Lucas Porto Barbosa, residentes em Maraú. Durante o procedimento, prevaleceu a vontade de Missiele de que fosse um parto natural. “Fiquei maravilhada com tudo que vi por aqui. O atendimento, os pequenos detalhes, tudo perfeito”, elogiou. Antonella é tataraneta de uma mulher indígena, da etnia Tupinambá.
MOMENTOS MARCANTES
Ao longo dos dois anos de funcionamento do Materno, momentos emocionantes marcaram a trajetória da instituição. No dia 8 de dezembro de 2021, dois dias após a inauguração, nasceu o primeiro bebê do HMIJS: João Lucas. No dia 19 de dezembro do mesmo ano, foi a vez do nascimento dos primeiros gêmeos, Benjamin e Maria Alice.
Uma semana depois, o Materno registrou um dos nascimentos mais emblemáticos da instituição. Chovia bastante no sul da Bahia. A BR-415 estava intransitável quando Amanda, moradora do Salobrinho, bairro de Ilhéus, sentiu as primeiras contrações. Para chegar ao hospital foi preciso uma grande mobilização. Parte do trajeto, fez de carro. Outra, de trator. Amanda também usou uma canoa na travessia da BR-415, e um helicóptero a resgatou até o aeroporto onde uma ambulância já a aguardava. Aysha Vitória nasceu logo depois, em segurança.
POVOS ORIGINÁRIOS
Ynawá, um dos símbolos do projeto que deve, em breve, tornar o HMIJS a primeira maternidade da Bahia com atendimento aos povos originários do estado, nasceu no dia 13 de abril deste ano. O nascimento do bebê indígena, que na língua tupinambá significa “água de chuva que traz fartura”, ganhou repercussão nacional pelo sentimento da acolhida relatado por Tainaçã, mãe da criança. O parto seguiu as tradições da etnia.
No dia 8 de agosto, um ano e oito meses após o Governo do Estado inaugurar o hospital, a unidade alcançou a marca de 5 mil partos, com o nascimento de Samuel. “Obviamente que a nossa história não vem sendo construída apenas com número, mas com vidas”, destaca a diretora-geral do HMIJS, Domilene Borges. Ela lembra que antes da construção da maternidade, a primeira 100 por cento SUS da região, muitas gestantes viveram inúmeros dramas para garantir o direito a um parto humanizado.
CELEBRAÇÃO
Nesta terça (05), véspera do aniversário, colaboradores e convidados participaram de uma solenidade, quando serão apresentados os principais resultados, homenageadas pessoas que ajudaram na construção desta história e ocorrerá a abertura de uma exposição fotográfica, traçando a linha do tempo do Hospital. O evento ocupou o auditório da Escola de Tempo Integral Professor Arléo Barbosa, na Barra. Amanhã (6), haverá hasteamento solene das bandeiras e a abertura de uma Feira de Empreendedorismo com iniciativa dos colaboradores, no estacionamento da unidade, no Alto da Conquista.
Campanha alerta para prevenção e tratamento do glaucoma || Foto Marcello Casal Jr./ABr
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Entre os dias 7 e 15 de dezembro, quem for aos cinemas de 125 cidades do Brasil assistirá a filme de 29 segundos com alerta sobre os riscos do glaucoma, causa mais comum da cegueira irreversível no mundo. A campanha da Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG) quer mostrar a importância dos exames preventivos com oftalmologista.
A ideia da campanha nos cinemas é mostrar o que pode se perder ao deixar a doença avançar. “Infelizmente, no glaucoma a perda de visão é definitiva. No cinema, que é uma arte tão querida por todos, onde vemos imagens belíssimas, o paciente com a visão ruim, não consegue aproveitar. Então quisemos chocar as pessoas. Quase 150 mil pessoas serão impactadas por essa ação e o objetivo é informar que existe essa doença e fazer com que as pessoas procurem o oftalmologista para iniciar o tratamento o mais cedo possível”, disse o presidente da Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG), Roberto Galvão Filho.
Apesar de ser a mais comum causa de cegueira o glaucoma ainda é desconhecido por grande parte da população. Segundo uma pesquisa realizada por oftalmologistas ligados à SBG, com 1.636 indivíduos, 90% ignoravam que já apresentavam sinais de risco da doença. As estimativas da SBG mostram que 2,5 milhões de pessoas vivem com a doença no país.
Segundo a SBG, no mundo, há pelo menos 3,6 milhões de cegos e 4,1 milhões de indivíduos com deficiência visual moderada a grave devido ao glaucoma. Estima-se que 2040, o número de pessoas com glaucoma em todo o planeta chegará a 114 milhões. De 1% a 2% da população terá a doença. Quando se considera os indivíduos acima dos 70 anos, esse percentual sobe para 6% a 7%.
Os dados do dossiê elaborado pela SBG, indicam que em 2022 foram realizadas 10.805.942 consultas oftalmológicas pelo SUS, em todo o Brasil. Como o SUS atende 76% da população (24% têm cobertura de planos de saúde), o que corresponde a cerca de 163 milhões de brasileiros, o percentual de indivíduos que visitaram o oftalmologista uma vez por ano fica em torno de 6,7%.
“Por isso, os casos no Brasil são descobertos tão tarde. E o glaucoma descoberto tardiamente é mais difícil e mais caro para tratar. É quatro vezes mais caro tratar um glaucoma avançado do que um inicial. Além disso, os pacientes sofrem mais porque os defeitos visuais são irreversíveis. E isso implica em mais acidente de trânsito, mais quedas e mais custo para o estado”, enfatizou Galvão.
SINTOMAS E TRATAMENTO
O glaucoma não tem cura, mas, com diagnóstico precoce, é possível conter o avanço da doença. Por isso, a consulta anual ao oftalmologista é tão importante. A doença afeta a visão das laterais para o centro do olho e por isso o indivíduo não percebe que há algo errado, podendo se dar conta apenas quando até 60% do nervo ótico já estiver destruído. “As pessoas simplesmente não percebem que a visão está sumindo. Elas só percebem quando começam a bater no carro, esbarrar nas pessoas, na lateral de móvel, isso quando o campo visual periférico está danificado”, explicou.
A doença pode atingir pessoas de qualquer idade e normalmente é causada pelo aumento da pressão intraocular, que também passa desapercebida pelo paciente. “O glaucoma não tem sintomas, mas tem sinais. Quando eu vejo o paciente no consultório, um dos primeiros sinais de glaucoma é a pressão intraocular elevada”. Outros aspectos que também podem ser observados em um exame no consultório são defeitos no nervo ótico e no fundo de olho, como aumento da escavação, sangramento e assimetrias de escavação. Ao notar esses sinais, o médico deve pedir exames mais detalhados.
Segundo o médico, o glaucoma não tem um tratamento específico e definitivo, e é muito difícil controlar, mas é possível estacionar a doença e a perda de campo visual. Além da pressão intraocular elevada, são fatores de risco o diabetes, a hipertensão arterial e miopia. Pessoas negras também precisam ficar atentas, pois têm maior predisposição a desenvolver o glaucoma. “Se a pessoa tem um desses fatores de risco presentes, precisa ir ao oftalmologista uma vez ao ano”, disse Galvão.
O presidente da SBG enfatizou ainda que todo o tratamento para o glaucoma está disponível no SUS para pacientes de qualquer localidade do Brasil. “Se prescrito por um médico, o paciente tem a possibilidade de fazer o tratamento no SUS, incluindo desde os colírios que alguns estados até fornecem gratuitamente, até o tratamento com laser e cirurgias”, finalizou.